quinta-feira, 27 de maio de 2010
XVII Fórum Brasil-Europa
Clima, Energia e Meio Ambiente na agenda política entre Brasil e União Europeia
26/05 : Auditório Nereu Ramos, Câmara dos Deputados - Brasilia-DF
27/05 : Salão Ouro Preto, Kubitschek Plaza Hotel - Brasilia-DF
Com o propósito de promover o diálogo e aprofundar as relações entre o Brasil e a União Europeia, será realizado nos dias 26 e 27 de maio, em Brasília, o XVII Fórum Brasil-Europa. Tendo como tema principal “Clima, Energia e Meio Ambiente na agenda política entre Brasil e União Europeia”, o evento contará com a presença de políticos brasileiros e europeus, diplomatas, economistas, especialistas em energia e mudanças climáticas, além de representantes de empresas e de instituições supranacionais.
Essa é a segunda vez que o encontro será realizado no Congresso Nacional e organizado por meio da parceria entre o Grupo Parlamentar Brasil-União Europeia, o Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília e a Fundação Konrad Adenauer, com o apoio da Delegação da União Europeia no Brasil.
Dentre as autoridades que já confirmaram a presença, podem ser destacados o presidente do Senado Federal, senador José Sarney, o presidente da Câmara dos Deputados, Deputado Federal Michel Temer, o presidente do Grupo Parlamentar Brasil-União Europeia no Congresso Nacional, Deputado Federal Sebastião Bala Rocha, o chefe da delegação da União Europeia no Brasil, embaixador João Pacheco, o Deputador Federal Raul Jungmann, a diretora do Departamento da Europa do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, embaixadora Maria Edileuza Fontenele Reis, o Deputado do Parlamento Europeu Luis Yáñez-Barnuevo García e a secretária de mudanças climáticas e qualidade ambiental do Ministério do Meio Ambiente, senhora Branca Americano.
Quanto aos temas mais importantes do XVII Fórum Brasil-Europa, destacam-se as perspectivas brasileiras e europeias para as questões prementes do clima, da energia e seu impacto no cenário internacional. A discussão sobre políticas conjuntas de mitigação do impacto das mudanças climáticas e as possiblidades de cooperação na área energética serão também um foco de análise por parte dos palestrantes.
A fim de mais informações e inscrições, contatar a Fundação Konrad Adenauer no Rio de Janeiro, pelo telefone (21) 2220-5441 ou pelo e-mail Daniel.Edler@kas.de
Fique de olho...
DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃOQuinta-feira, 27 de maio de 2010
Destaques nacionais
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
Governo envia ao Congresso projeto que prevê isenção fiscal para a Fifa e parceiros organizadores da Copa de 2014
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
Grupo executivo da AGU vai acompanhar as ações judiciais relacionadas aos preparativos e à realização da Copa de 2014
ASF
Senado aprova empréstimo de US$ 1,3 bi do Governo junto ao Bird para projetos ambientais
MCT
CTMSP tem autorização prorrogada para processar urânio em laboratório oficial
MME
ANP anuncia que etanol só poderá ser comercializado se estiver limpo e incolor
MMA
Conama regulamenta o interesse social para atividades da agricultura familiar em APP
Seleções e concursos
Univ. Federal do Pampa disponibiliza 19 vagas em seleção pública para magistério
IFPA divulga resultado de concurso para magistérios básico, técnico e tecnológico
terça-feira, 25 de maio de 2010
Coletiva dos candidatos à Presidência: "Indústria e o Brasil - Uma Agenda para Crescer Mais e Melhor"
Clique aqui para conferir as propostas e as reivindicações da CNI para os presidenciáveis...
E confira os pronunciamentos que ocorreram no evento:
Discurso de Abertura do Encontro. Presidente da CNI, Armando Monteiro Neto
Indústria e o Brasil - Uma Agenda para Crescer Mais e Melhor
André Gerdau GRUPO GERDAU Indústria e Competitividade
Robson Braga de Andrade FIEMG Agenda de Reformas
Horácio Lafer Piva Bracelpa Estado e Economia
Frederico Fleury Curado EMBRAER Comércio Internacional e Inovação
Paulo Godoy ABDIB Infraestrutura e Meio Ambiente
Sarney toma providências enérgicas sobre caso das funcionárias irregulares no Senado
Em sua primeira entrevista após viagem a Nova Iorque, o presidente do Senado, José Sarney, informou que está tomando providências enérgicas em relação ao caso das irmãs Kelly e Kelriany Nascimento da Silva, contratadas de forma irregular no quadro de servidores da Casa. O fato foi noticiado nesta terça-feira (25) pelo jornal Correio Braziliense, uma semana após o gabinete do senador Efraim Morais (DEM-PB) - responsável pela contratação - ter encaminhado pedido de exoneração das irmãs à Diretoria-Geral do Senado.- Quando soube da denúncia [contratação irregular dessas funcionárias], solicitei imediatamente à Polícia Federal e à Polícia do Senado a abertura de inquérito sobre o caso. Também determinei à Diretoria-Geral da Casa que abrisse inquérito administrativo para demitir quem agiu de forma incorreta - comentou José Sarney.
Nesta quinta-feira (27), às 15h, as irmãs Mônica da Conceição Bicalho, ex-assessora de Efraim, e Kátia Regina Bicalho vão prestar depoimento à Polícia do Senado sobre o caso. Kelly e Kelriany acusam Mônica Bicalho de tê-las incluído no quadro funcional da Casa sem o conhecimento de ambas. Em relato à imprensa, Kelriany disse ter descoberto ser funcionária do Senado ao tentar abrir uma conta bancária. O salário depositado mensalmente para pagamento das irmãs, cerca de R$ 3,8 mil, estaria sendo movimentado por Mônica Bicalho.
As irmãs que denunciam a contratação irregular prestaram depoimento à Polícia Legislativa do Senado no último dia 20.
Simone Franco / Agência Senado
A verdade por inteiro – resposta da Presidência da República à Folha de S. Paulo
Enviamos carta à direção de redação da Folha de S. Paulo em resposta à manchete de domingo (23/5) “Lula articula seu futuro na ONU ou Banco Mundial”, mas o jornal só publicou parte dela. Consideramos importante para esclarecer o assunto que as pessoas tenham acesso à íntegra da resposta, conforme publicamos abaixo:
Ao diretor de Redação da Folha de S. Paulo,Otavio Frias Filho.
A manchete da Folha de S. Paulo deste domingo (23/05), “Lula articula seu futuro na ONU ou Banco Mundial”, não é verdadeira. O repórter Kennedy Alencar, que assina o texto, enganou-se ou foi levado a engano por fontes desinformadas ou desqualificadas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não fez, não está fazendo e não incentiva qualquer articulação visando ocupar postos em organismos multilaterais.
Ao contrário, ele tem desencorajado qualquer conversa nesse sentido e já manifestou diversas vezes publicamente que tal pretensão não está em seus planos para o futuro. O comentário mais recente sobre tal proposta foi feito na entrevista concedida ao Correio Braziliense em 20 de abril próximo passado e publicada na edição do dia seguinte, na qual o presidente afirma categoricamente: “Não existe projeto internacional”.
“Jornalista: Agora em relação a essa coisa, seu projeto internacional, ONU, essa coisa da África, o senhor falou muito.
Presidente: Mas não existe projeto internacional.
Jornalista: Chefiar uma instituição. Como é que o senhor (incompreensível)?
Presidente: Esse negócio da ONU… vamos ter claro o seguinte: a ONU não pode ter, como secretário-geral, um político. Ela tem que ter um burocrata do sistema ONU. É, porque senão você entra em confronto com os outros presidentes. Quem manda na ONU são os presidentes representados na Assembleia da ONU. De repente, se você colocar um político… sabe? Você imagina se um presidente americano deixar a Presidência e quiser ser Secretário-Geral da ONU. Isso não é uma coisa…?Então, eu acho que vamos melhorar a ONU, queremos a reforma, mas eu acho que a burocracia tem que continuar existindo nas Nações Unidas, para manter uma certa harmonia.”
Este continua sendo o pensamento do presidente Lula e vale para qualquer outra instituição multilateral.
Nelson Breve, Secretário de Imprensa da Presidência da República
A réplica do jornalista Kennedy Alencar, publicada na seção Painel do Leitor, abaixo de parte de nossa carta:
As informações foram obtidas em conversas nas últimas três semanas com auxiliares diretos do presidente e diplomatas brasileiros e estrangeiros que participaram de conversas sobre uma articulação para Lula ocupar, no futuro, o cargo de secretário-geral da ONU ou de presidente do Banco Mundial.
A tréplica da Secretaria de Imprensa:
O presidente Lula voltou a negar tal articulação ontem, conforme texto da própria Folha (ver matéria da Eliane Cantanhede). O repórter deveria riscar as fontes ruins de seu caderno ao invés de continuar se apoiando nelas sem apresentar informações mais consistentes.
Blog do Planalto
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DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO
Terça-feira, 25 de maio de 2010
Destaques nacionais
ATOS DO PODER LEGISLATIVO
Lei universaliza bibliotecas em instituições públicas e privadas de ensino no País
MINISTÉRIO DO COMÉRCIO EXTERIOR
Norma consolida procedimentos aplicáveis às operações de comércio exterior
APL
Sancionada lei que autoriza instalação de salas de aulas em presídios
MAPA
Agricultura fixa novas regras de qualidade e de limites de impureza para o café torrado
MFZ
Emgea divulga relatório anual 2009
MCID
Conselho das Cidades recomenda obediência ao decreto da acessibilidade a entes federados
Seleções e concursos
UFSE promove concurso para professor substituto
Univ. Fed. do Acre realiza seleção pública para carreira de ensino básico, técnico e tecnológico
Dataprev divulga locais de realização de provas objetivas e discursivas de concurso
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Plutocracia financeira e especuladores se mobilizam para manter mamata à custa dos brasileiros...
Jornalões amestrados tentam manter a escravidão do País pela Dívida Pública de qualquer forma...O Estado de São Paulo traz artigo equivocado (O mito do custo de rolagem da dívida pública ), que procura argumentar que o custo da dívida interna é um "mito", e qualquer alteração na política de endividamento poderia ser prejudicial.
O artigo considera que o único gasto relativo ao endividamento é o pagamento de juros, ignorando as vultosas amortizações pagas em dinheiro vivo do orçamento, além dos enormes prejuízos do Banco Central, que de acordo com a chamada “Lei de Responsabilidade Fiscal”, também representam “obrigação do Tesouro para com o Banco Central do Brasil”. Em 2009, foram gastos R$ 95 bilhões para cobrir parte do monstruoso prejuízo do BC no ano passado (de R$ 147 bilhões), decorrente da manutenção de uma montanha de dólares das reservas cambiais, que se desvalorizaram.
E quem se encontra do outro lado desta operação, ou seja, vendendo os dólares para o Banco Central? O setor financeiro privado, que lucra rios de dinheiro deixando o mico – ou seja, o dólar – com o BC, recebendo em troca títulos da dívida interna, que pagam os maiores juros do mundo.
Esta atitude do Banco Central compara-se à de uma pessoa que entra no cheque especial para comprar um carro usado, que irá se desvalorizar nos próximos anos. Ou seja: ela paga juros altíssimos para comprar algo que irá se desvalorizar. Por outro lado, o vendedor do carro (que corresponde ao setor financeiro privado) se livra de um mico, em troca de um título que renderá os juros mais altos do mundo, pagos pelo povo.
O artigo do jornal “O Estado de São Paulo” também se equivoca ao argumentar que somente deveriam ser considerados os juros reais, acima da inflação. Ou seja: se a taxa de juros da dívida é de 13% ao ano, e a inflação é de 5%, os juros reais seriam de apenas 8% ao ano, sobre o estoque da dívida. O artigo também defende que sejam excluídos da conta o imposto de renda (IR) incidente sobre os ganhos dos rentistas.
Em primeiro lugar, cabe ressaltar que, quando procura criticar uma suposta explosão dos gastos sociais (como pessoal e Previdência), a grande imprensa e o governo costumam divulgar o crescimento nominal das despesas, e jamais descontam desse crescimento o que retorna aos cofres públicos a título de IR.
Um exemplo está em reportagem do próprio jornal “Estado de São Paulo” de 20/5/2010, com o título “Senado aprova reajuste de 7,72% a aposentados”, que reproduz o argumento governista, segundo o qual “o reajuste e o fim do fator previdenciário podem gerar despesa extra de R$ 5,6 bilhões a partir de 2011”.
Neste episódio, a grande imprensa também reproduziu estimativa do governo, de que o reajuste e o fim do fator Previdenciário implicariam em despesa de R$ 60 bilhões nos próximos 5 anos, sem esclarecer que o fim do Fator seria apenas a reposição de uma perda já sofrida pelos aposentados. Cabe comentar também que o chamado "ganho real" dos aposentados (de cerca de 3%), comparativamente à inflação medida pelo INPC, não representa ganho real algum, dado que o Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade, calculado pela Fundação Getúlio Vargas, tem acumulado inflação bem superior ao INPC.
Em segundo lugar, os estrangeiros que ganham com a dívida “interna” foram isentos do IR em 2006. Além do mais, enquanto o IR sobre os títulos públicos varia de 15% a 22,5% (dependendo do prazo da aplicação), o IR dos servidores públicos e aposentados – que sempre costumam ser apontados como vilões das contas públicas pela grande imprensa e pelo governo – é de até 27,5%.
O artigo também se equivoca ao defender que os títulos da dívida detidos por bancos estatais deveriam ser retirados da conta, alegando que “uma parcela dos juros pagos pelo Tesouro será transferida ao próprio Tesouro na forma de lucro distribuído pelos bancos públicos aos acionistas”. Porém, o articulista se esquece de que, segundo o Art. 1º da Lei 9.530/1997, “a receita do Tesouro Nacional decorrente do pagamento de participações e dividendos pelas entidades integrantes da Administração Pública Federal indireta, inclusive os relativos a lucros acumulados em exercícios anteriores serão destinados à amortização da dívida pública federal”. Ou seja: na prática, os bancos estatais cumprem uma função de banco privado, ao destinar seus lucros para os rentistas, e não ao povo brasileiro.
O artigo também se equivoca ao reproduzir dado oficial do governo, de que os bancos deteriam apenas 1/3 da dívida interna, ignorando que nestes dados não estão computadas os cerca de R$ 500 bilhões de dívida interna referentes às Operações de Mercado Aberto do Banco Central, quase todas nas mãos dos bancos.
O artigo também enfatiza que uma parcela da dívida interna estaria nas mãos de Fundos de Pensão, esquecendo-se de que tais fundos respondem por uma parcela pequena da dívida interna, cerca de 17%.
De uma forma geral, o artigo procura afastar a hipótese de “calote” na dívida interna, dando a entender que aqueles que desejam uma alteração na política de endividamento estariam querendo “dar calote”, quando, na realidade, a reivindicação é de auditoria desta dívida, ou seja, saber, dentre outras coisas, o que realmente devemos e o quanto já pagamos.
Já o Jornal Valor Econômico, na matéria “Dilma tranquiliza investidor estrangeiro”, noticia a fala da pré-candidata à presidência do PT, Dilma Rousseff, a investidores em Nova Iorque, na sexta feira, onde se comprometeu a manter a disciplina fiscal e a respeitar os contratos. Segundo o jornal, “Os banqueiros e investidores ouvidos pelo Valor depois do encontro elogiaram o desempenho dela. "Ela falou exatamente o que a gente queria ouvir", afirmou um investidor. "Não poderia ser melhor."
A notícia mostra que Dilma reafirmou o compromisso com a política fiscal, ou seja, ela defende que o país continue destinando centenas de bilhões de reais todos os anos para o pagamento da dívida pública. A pré-candidata também reproduziu o argumento neoliberal de que é preciso continuar com esta política para que os juros possam baixar no futuro, ignorando que o país já aplica esta política há 15 anos e ainda assim os juros brasileiros são os mais altos do mundo, e ainda subirão mais.
Dilma ainda se comprometeu a reduzir a meta de inflação para abaixo de 4,5%, o que significa que, dentro do Regime de Metas de Inflação, as altas taxas de juros serão ainda mais utilizadas para se manter a inflação dentro da meta, mesmo que a alta de preços seja causada pelos preços administrados pelo governo. O Jornal Valor também noticia que Dilma compareceu a evento na quinta feira, em homenagem a Henrique Meirelles, presidente do Banco Central.
Por fim, o Valor Econômico também noticia, em matéria intitulada “Banqueiros e lobistas tentam última cartada para mudar reforma nos EUA” a articulação de bancos dos EUA contra a reforma financeira proposta pelo presidente Barack Obama, e aprovada pelo Senado. Importante ressaltar que um dos pontos da reforma é a realização de uma auditoria sobre o FED (Banco Central dos EUA), inclusive sobre os empréstimos concedidos a bancos falidos na crise financeira global, para determinar quem ganhou com tais operações.
Esta crítica muito bem fundamentada sobre as matérias dos jornalões está em:
http://www.divida-auditoriacidada.org.br/config/artigo.2010-05-24.9636380926/document_view
Informe-se. Saiba mais sobre este que é o único e verdadeiro problema que impede o desenvolvimento do Brasil em todos os aspectos:
Confira em tempo real os impactos da dívida sobre todos os aspectos da nossa vida
Confira o gráfico do Orçamento Geral da União executado em 2009
Boletim Final da CPI da Dívida - 18/05/2010
Acesse o voto em separado (relatório alternativo) do deputado Ivan Valente (PSOL/SP) na CPI da Dívida Pública
Esclarecimentos de Maria Lucia Fattorelli aos Parlamentares da CPI da Dívida
Relatórios que investigaram o endividamento
Bibliografia sobre a Dívida Lista de livros que investigaram o endividamento público
Programa de Governo PT "Lula 2002" (prevê nos seus ítens 51 e 54 a "Auditoria da Dívida")
Íntegra da ação da OAB propondo auditoria da dívida externa 06/12/2004
Caso queira receber diariamente este material sobre a questão da Dívida Pública em seu correio eletrônico, envie mensagem para auditoriacidada@terra.com.br
Arquivo - edições anteriores
Opinião, Notícia e Humor
MANCHETES DOS JORNALÕES (Se você não teve tempo hoje de ler os principais jornais do País, leia-os agora a noite)
O GLOBO
GASTOS DO GOVERNO COM PUBLICIDADE CRESCEM 63%
Nos primeiros meses do ano eleitoral foram desembolsados R$ 240 milhões. Impedido de fazer publicidade dos órgãos públicos nos 90 dias que antecedem as eleições, o governo Lula acelerou os gastos com propaganda. Nos primeiros quatro meses do ano, já foram desembolsados R$ 240,7 milhões - 63% a mais do que no mesmo período de 2009. Para promover a imagem e as ações do governo, o orçamento total para a propaganda chega a R$ 700,4 milhões, 29,2% a mais do que no ano passado. Estão de fora dessa conta os valores gastos pelas estatais. A Secretaria de Comunicação da Presidência nega, em nota, motivação eleitoral. (Págs. 1 e 3)
FOLHA DE S. PAULO
PREFEITURA PROIBIRÁ ESTACIONAR EM RUAS DO CENTRO EXPANDIDO
Serão criadas 32 mil vagas em garagens geridas por empresas privadas; Zona Azul das vias será retirada. A Prefeitura de São Paulo vai vetar o estacionamento em todo o chamado centro expandido - com exceções em ruas de menor fluxo – e em um dos lados das principais vias de outras regiões, informa Evandro Spinelli. A medida começa a valer em 2012. Em troca, serão criadas 32 mil vagas de Zona Azul em edifícios-garagem administrados por empresas privadas. Serão ao todo 400 pequenas garagens. Quando as garagens estiverem implantadas, a Zona Azul das ruas será retirada. A gestão Kassab quer ainda proibir as motos na Radial Leste e nas marginais. (Págs. 1 e C1)
O ESTADO DE S. PAULO
HÁ ESCASSEZ DE MÃO DE OBRA ESPECIALIZADA EM 67% DAS EMPRESAS
JORNAL DO BRASIL A VERSÃO MAIS MODERNA DO VELHO GRAMPO
O grampo ganha nova versão, mais moderna e eficaz do que a atual. A Polícia Federal criou o Sistema de Interceptação de Sinais, que dispensa serviços das operadoras de telefonia e de emrpesas de internet, rádio ou satélite. O terror dos corruptos está de volta. E evoluído. O grampo interceptação telefônica ou monitoramento eletrônico, como prefere a polícia ganhou uma nova versão, moderna, sob controle, mas mais eficaz que os tradicionais. Peritos da Polícia Federal construíram o novo Sistema de Interceptação de Sinais (SIS), que dispensa os serviços das operadoras de telefonia ou de qualquer empresa que atue em outros ramos de comunicação, como internet, rádio ou mecanismos que usem sinais via satélite. Espécie de big brother da Polícia Federal, o novo sistema é um conjunto de softwares, acoplado a equipamentos que funcionarão numa central operada pela polícia, sob o controle online do juiz que autoriza o grampo, Ministério Público e, especialmente, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) o maior parceiro da Polícia Federal na empreitada.
CORREIO BRAZILIENSE
SOBRAM BARCOS, FALTA FISCALIZAÇÃO
VALOR ECONÔMICO CRISE TRAZ DE VOLTA AO PAÍS 400 MIL “EXPATRIADOS”
Atingidos pela crise nos Estados Unidos e na Europa e atraídos pelo bom momento brasileiro, milhares de pessoas que haviam sido “expatriadas” pelas crises do Brasil estão de volta ao país. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, estima que retornaram nos últimos anos aproximadamente 400 mil, cerca de 13% dos 3 milhões de brasileiros que viviam e trabalhavam fora do país. Alysio Gomide Filho, chefe da Divisão de Comunidades Brasileiras no Exterior do Itamaraty, diz que 60 mil trabalhadores brasileiros no Japão retornaram desde o início da crise mundial, cerca de 20 mil aproveitando a ajuda do governo japonês de US$ 3 mil a decasséguis desempregados que escolhessem deixar o país oriental. (Págs. 1, A14 e D12)
ARTIGOS
A Colômbia pós-Uribe (Valor Econômico)
Mockus e Fajardo, matemáticos, são a opção pela ruptura com a linha de governo de Álvaro Uribe, na Colômbia. A eleição presidencial colombiana, no fim de maio, será única em vários aspectos. Os planos de Álvaro Uribe para um terceiro mandato foram derrubados em março pela Corte Constitucional que, apesar de pressões imensas, manteve a proibição constitucional a mais de dois governos consecutivos. A ausência de Uribe abriu a eleição de formas imprevistas. Embora Uribe agora tecnicamente seja um presidente em fim de mandato, continua com influência considerável e se esforça para manter a questão da segurança interna - o foco central de sua presidência - no centro da batalha eleitoral. O presidente também procurou beneficiar-se da escalada das tensões com a vizinha Venezuela e conta com seu herdeiro, o ex-ministro da Defesa, Juan Manuel Santos, para unir as forças de direita do país e assegurar a continuidade de suas políticas.
A expedição por Gaza livre (Jornal do Brasil)
Excelentíssimos senhores presidente de Israel, Shimon Peres, primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, embaixador de Israel no Brasil, Giora Becher. Como senador do Brasil, representante do estado de São Paulo e do Partido dos Trabalhadores, gostaria de aproveitar a oportunidade, que me propicia o Jornal do Brasil, para fazer um apelo a Vossas Excelências semelhante ao que também estão fazendo senadores de outros países, a exemplo do senador Mark Dearey, da Irlanda para que o governo de Israel permita a viagem dos oito navios, três de passageiros e cinco de carga, do Movimento Gaza Livre, desde Chipre até a Faixa de Gaza, que se inicia nesta segunda feira, 24 de maio. Fui convidado a participar desta expedição. Entretanto, como ela terá a duração de duas semanas, coincidentes com a época de votações importantes que ocorrerão no Senado Federal, não poderei acompanhar a viagem. Aqui, todavia, e no Senado, expresso a minha solidariedade a este movimento, que é inteiramente pacífico.
A vida tem preço... e é cara (O Estado de S. Paulo)
A ética na era da net (Correio Braziliense)
Avaliadores AAA ganham D em matéria de credibilidade (Valor Econômico)
Congonhas será ampliado para Copa (O Estado de S. Paulo)
Greves eleiçoeiras (O Estado de S. Paulo)
O investimento privado e a dívida corporativa (Valor Econômico)
O mito do custo de rolagem da dívida pública (O Estado de S. Paulo)
O povo contra Wall Street (Valor Econômico)
O sequestro das liberdades (O Estado de S. Paulo)
Quem avisa amigo não é, só é chato, acha o governo (O Estado de S. Paulo)
Revitalização da denúncia espontânea (Valor Econômico)
Tema obrigatório da agenda política (Jornal do Brasil)
Um acerto para a paz (O Globo)
Um jogo decisivo (O Globo)
COLUNAS
"A educação vem em sexto LUGAR" (O Estado de S. Paulo - Sônia Racy)
Jorge Gerdau quer mudar essa realidade ajudando o País a promover a educação para prioridade máxima. Poucos colocam em dúvida a importância da educação para o Brasil. No entanto, o bonde não anda. O que acontece que não conseguimos avançar na velocidade que precisamos? Para falar sobre esse tema, a coluna convidou Jorge Gerdau Johannpeter, presidente do conselho do Movimento Todos pela Educação. A entidade colocou no ar, sábado, novo comercial da campanha Eu, Você, Todos Pela Educação, estrelado por Mariana Ximenes. Nele, a atriz fala sobre o pai e o incentivo que recebeu dele para ler desde que era pequena. O MTE é um movimento composto por representantes da sociedade civil, educadores, organizações sociais, iniciativa privada e gestores públicos. Buscam conscientizar a sociedade do óbvio: sem educação, o Brasil jamais será verdadeiramente livre. O País registra avanços no que se refere à universalização do estudo. Entretanto, a qualidade da educação caiu proporcionalmente ao aumento da oferta.
"Se o povo não entrar em campo, não teremos reforma [política]" (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
PP PERDERÁ ’DIRETORIA FURA-POÇO’ SE APOIAR SERRA
O apoio do Partido Progressista à candidatura presidencial do tucano José Serra custará a perda de controle da poderosa diretoria de Abastecimento da Petrobras, a "diretoria que fura poço", segundo a expressão celebrizada pelo ex-deputado Severino Cavalcanti. Foi ele inclusive quem indicou o atual diretor, Paulo Roberto Costa. Outro que perderá o cargo imediatamente é o ministro Márcio Fortes (Cidades).
TIO CAMARADA
Um dos artífices do apoio do PP a Serra é senador Francisco Dornelles (RJ), presidente do partido e tio do ex-governador mineiro Aécio Neves.
PAC INVISÍVEL
O senador Marco Maciel (DEM-PE) alerta: há "excesso de improviso" do PAC de Lula e que sua segunda edição é "invisível e sem foco".
A crise traz a Bovespa, enfim, para níveis realistas (Valor Econômico - De Olho na Bolsa)
A novela da sucessão (Valor Econômico - Política)
Candidatos sem partido (Jornal de Brasília - Do Alto da Torre)
Dizer “não” também educa (Correio Braziliense - Brasil S.A)
Dólar tem limitado potencial de alta (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
Greve continua entre aqueles que não têm funções essenciais (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Na fila com Pessuti e Osmar (Gazeta do Povo)
No combate à lavagem, o sigilo é a bola da vez (Valor Econômico - Brasil)
No desempate, a dianteira de Dilma (Jornal do Brasil - Coisas da Política)
O PTB e o dia do desembarque (Jornal do Brasil - Informe JB)
Reflexos das pesquisas (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
Senhor do destino (O Globo)
Viva Casuarina (O Globo - Ancelmo Gois)
ECONOMIA
'Qualificação pode ser a diferença entre ter ou não um emprego' (O Estado de S. Paulo)
Entidades afirmam que dependem dos recursos do FAT para treinar maior número de pessoas para o mercado de trabalho. O Plano Nacional de Qualificação do Trabalhador do FAT tem uma série de programas e, de acordo com seu orçamento, faz chamadas públicas para receber propostas de governos e entidades interessadas em receber recursos. Em contrapartida, exige a empregabilidade de 30% do total de pessoas qualificadas. Recentemente a Fundação Pró-Cerrado, que atua em dez Estados e tem sede em Goiânia, foi beneficiada. Nas próximas semanas a ONG, voltada à qualificação de pessoas entre 14 e 29 anos, começará a treinar turmas para trabalhar em shoppings e na área de serviços. Terá ainda programa para afrodescendentes que entram no mercado de trabalho. "A qualificação pode ser a diferença entre ter ou não um emprego", diz Valdinei Valério da Silva, um dos executivos da fundação. Adair Meira, presidente da ONG, diz que os recursos do FAT permitirão aumentar de 10 mil jovens treinados por ano para 15 mil. "Ter os recursos pode significar a diferença entre fazer mais ou fazer menos por quem precisa de qualificação para ter chance no mercado de trabalho. Imagine o que será do País sem pessoas preparadas para atender a tantas demandas, como a dos grandes eventos esportivos dos próximos anos", alerta.
Abimaq contesta importação de usados (Valor Econômico)
A Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) está questionando os dados do governo federal sobre a importação de máquinas e equipamentos usados. A entidade afirma ter detectado a partir de 2009, um súbito crescimento das queixas de empresas nacionais fabricantes de máquinas, que alegam estar perdendo espaço no mercado brasileiro para as importações de produtos usados. De acordo com a Abimaq, as queixas mais que dobraram desde o início de 2009. Dados do Ministério do Desenvolvimento não indicam crescimento relevante da proporção entre as importações de máquinas e equipamentos usados e novos. Os números mostram que, de março de 2009 a abril de 2010, a participação das máquinas usadas no total importado pelo país (usadas e novas) foi de 1,16%. De março de 2008 a abril de 2009, a proporção foi de 0,83%. As importações de máquinas novas e usadas somaram US$ 22,2 bilhões entre março de 2009 e abril de 2010. As importações de máquinas usadas são controladas pelo governo para evitar que o produto já usado no exterior seja comprado, por ser mais barato, no lugar de máquinas semelhantes fabricadas no Brasil, o que prejudicaria a indústria nacional. O controle tem por base uma série de normas do Ministério do Desenvolvimento, que foram alteradas nos primeiros meses de 2009. Logo em seguida à mudança, a Abimaq informou ter notado o aumento das reclamações dos fabricantes, que viram seus produtos trocados pelos usados importados. Para a Abimaq, as alterações nas normas flexibilizaram as exigências do governo e passaram a permitir que as máquinas usadas entrassem no país com mais facilidade
Alta do algodão pressiona fabricantes (Valor Econômico)
América Latina perde US$ 120 milhões (Valor Econômico)
ANP realiza leilão de biodiesel (Valor Econômico)
Após aderir, produtor goiano salva o seu negócio (Valor Econômico)
Autometal quer captar até R$ 800 milhões (Valor Econômico)
Avião de transporte militar da Embraer estará no mercado até o fim deste ano (Valor Econômico)
BNDES estima R$ 1,3 tri de investimentos até 2013 (O Globo)
Brasil invade EUA para vender etanol (O Estado de S. Paulo)
Celulose atrai novos investidores (Valor Econômico)
Cerco fechado contra cédulas falsas (Correio Braziliense)
Cooperação made in Brazil (Correio Braziliense)
Copiar não é tão fácil quanto parece (O Estado de S. Paulo)
Corte de R$ 10 bilhões (Jornal de Brasília)
Cowan encontra petróleo em terra no Espírito Santo (Valor Econômico)
Crediamigo une juro e risco baixos (Valor Econômico)
Crise afeta país por canal financeiro e comercial (Valor Econômico)
Crédito não chega via correspondente (Valor Econômico)
Curta - Empresas (Valor Econômico)
Curtas - Empresas (Valor Econômico)
Desconto de recebíveis fica para 2011 (Valor Econômico)
Dificuldade de comparar novos números preocupa analistas (Valor Econômico)
Empresas têm benefícios com união (Valor Econômico)
Enquanto isso, usineiros reduzem investimentos no País (O Estado de S. Paulo)
Esforço concentrado (Valor Econômico)
Eucalipto divide terras com gado (Valor Econômico)
Expectativa de investimentos já supera o nível pré-crise (O Estado de S. Paulo)
Figueiredo vê sinais de arrefecimento do pânico (Valor Econômico)
Grécia descarta moratória (Correio Braziliense)
Guardian começa a fabricar vidro "ecológico" no Brasil (Valor Econômico)
Hedge funds começam a migrar para a Ásia (Valor Econômico)
Há escassez de mão de obra especializada em 67% das empresas (O Estado de S. Paulo)
Investimento atingirá R$ 1,3 tri até 2013 (Valor Econômico)
Mauá Sekular quer crescer na área de gestão de fortunas (Valor Econômico)
Melhora na articulação traz ganhos de eficiência (Valor Econômico)
Mills vai dobrar número de filiais (Valor Econômico)
No Norte, gestão depende de ONGs (Valor Econômico)
Novelis vai ampliar a reciclagem (Valor Econômico)
Organização ajuda no reforço de meios tradicionais de produção (Valor Econômico)
Papéis dos bancos ajudam a recuperar bolsas (Valor Econômico)
Pesos pesados no IFRS (Valor Econômico)
Pesquisadores apontam que integração é deficiente (Valor Econômico)
Petrobras duplicará o polo do Rio (O Globo)
Polo petroquímico em dobro (O Globo)
Previsão de investimentos supera níveis pré-crise (O Estado de S. Paulo)
Preço sobe a cada mês, mas futuro pede cautela (Valor Econômico)
Projeção de receita foi feita com PIB menor (Valor Econômico)
Pão de Açúcar terá gestão da Wipro (Valor Econômico)
Rendeiras do RN vão exportar (Valor Econômico)
Rentabilidade para comerciante não é atrativa (Valor Econômico)
RS lidera com políticas de apoio para 377 cidades (Valor Econômico)
Sudeste precisa avançar na área de tecnologia, design e qualidade (Valor Econômico)
TCU viu indícios de irregularidade (O Globo)
Teles perdem US$ 40 bilhões com fraudes e falhas em sistemas (Valor Econômico)
Trocando em miúdos (Valor Econômico)
POLÍTICA
Curtas - Política (Valor Econômico)
Marina 1
O Ministério Público Eleitoral entrou com uma representação contra a pré-candidata do PV à Presidência, Marina Silva, por propaganda eleitoral antecipada. Segundo a acusação apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Marina teria promovido sua candidatura no encontro do Instituto Democracia e Sustentabilidade, realizado na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte no dia 11 de maio. A vice-procuradora-geral Eleitoral, Sandra Cureau, responsável pela denúncia, diz que a faixa contendo o rosto de Marina, ao lado da frase "Marina Silva é a cara do Brasil", caracteriza propaganda eleitoral subliminar. Caso a representação seja aceita, o TSE pode multar a candidata entre R$ 5 mil e R$ 25 mil.
Marina 2
A pré-candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, disse que os advogados do partido estão analisando a notificação por antecipação de campanha impetrada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE). "Tão logo eles tenham um parecer eu me pronunciarei no mérito", disse. A pré-candidata disse que tem orientado a militância e sua equipe para que cumpram "rigorosamente" a legislação eleitoral. "Obviamente que não tenho o controle de toda a situação, mas, se for justo, que se aplique a multa. Todos nós temos que nos submeter às regras. Não estamos acima do bem e do mal."
Datafolha acende luz amarela para candidato tucano (O Estado de S. Paulo)
Ao ratificar o empate de Dilma Rousseff (PT) com José Serra (PSDB), a pesquisa Datafolha confirma que a propaganda petista no rádio e na TV foi eficiente para associar sua pré-candidata a Lula. Mas as repercussões vão além disso. As inserções de 30 segundos e o programa de 10 minutos do PT conseguiram projetar uma imagem aceitável de Dilma para mais eleitores, ampliando seu eleitorado potencial. Fizeram sua taxa de rejeição cair de 24% para 20%. E elevaram seu porcentual na simulação de 2º turno para 46%, empatando tecnicamente com Serra. A consolidação do eleitorado de Dilma está ocorrendo mais rapidamente do que a do seu principal rival. Ela subiu de 13% para 19% entre abril e maio, chegando à liderança isolada no voto espontâneo. Hoje, metade da intenção de voto total na petista está na ponta da língua do eleitor, não é apenas "efeito memória". Ao confirmar que Serra perdeu eleitores para Dilma, o Datafolha faz acender uma luz amarela na campanha tucana. A estratégia de assoprar por cima e morder por baixo parece ter efeito limitado. Elogiar Lula e criticar pontos específicos do governo pode não ser suficiente para sustentar a candidatura de Serra.
Datafolha: PSDB discute dado regional (O Globo)
Dilma tranquiliza investidor estrangeiro (Valor Econômico)
Eleitorado 'fiel' a Lula supera o que declara intenção de voto em Dilma (O Estado de S. Paulo)
Especialista vê relação com Carta de 1988 (O Estado de S. Paulo)
Gabeira entra no jogo atacando velhacos (Jornal do Brasil)
Gabeira promete check-up para todos (O Globo)
Inocência provada de nada serviu (Correio Braziliense)
Nada escapa do novo grampo da PF (Jornal do Brasil)
Novo Legislativo, velhos políticos (Correio Braziliense)
O crescimento de Dilma (O Estado de S. Paulo)
Palocci faz interlocução com mercado (Valor Econômico)
PF mantém 391 suspeitos sob monitoramento (Jornal do Brasil)
PHS quer cargo, até no 'cemitério' (O Estado de S. Paulo)
Projeto exige nome de sócio de empresa estrangeira (Valor Econômico)
Proliferação de sindicatos vai na contramão mundial (O Estado de S. Paulo)
PSB de Diadema quer vice-prefeito na chapa de Paulo Skaf (O Estado de S. Paulo)
PT do Maranhão desafia o comando nacional (O Globo)
PT vê consolidação de voto no Datafolha (Valor Econômico)
PV esconde Marina em lançamento de Gabeira (O Estado de S. Paulo)
Ruralistas pressionam financiadores de ONGs (Valor Econômico)
Sem liberdade nem interesse político (Correio Braziliense)
Sem Marina e Serra, Gabeira lança pré-candidatura ao governo do Rio (Valor Econômico)
Suplicy está disposto a ser vice de Mercadante (O Estado de S. Paulo)
TCU investiga uso de imposto sindical (O Estado de S. Paulo)
Um balaio inusitado de partidos (O Globo)
Fique de olho...

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO
Segunda-feira, 24 de maio de 2010
Destaques nacionais
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
Educação institui o Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente
MD
Estendido prazo para estados assinarem convênios para obras priorizadas pelo PROFAA
MD
Anac fixa novas regras para o registro das tarifas aéreas
MFZ
Confaz divulga tabela com preços médios dos combustíveis
MJ
Sistema Penitenciário Federal será dotado de atendimento na área de terapia ocupacional
MCID
Cidades divulga resultado de seleção para contratação de crédito com recursos do FGTS
MTE
CNIg disciplina concessão de visto para atletas estrangeiros
Seleções e concursos
UFMS promove seleção para carreira de magistério superior
Univ. Federal do Acre promove seleção para níveis médio e superior
sábado, 22 de maio de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Opinião, Notícia e Humor
MANCHETES DOS JORNALÕES(Se você não teve tempo hoje de ler os principais jornais do País, leia-os agora)
O GLOBO
COI DÁ SINAL VERDE PARA PORTO OLÍMPICO
As Olimpíadas do Rio em 2016 vão ter um quê dos Jogos de Barcelona de 1992, quando o Porto da cidade catalã foi revitalizado e hoje atrai turistas do mundo inteiro. Ontem, numa entrevista coletiva na Barra da Tijuca, membros do Comitê Olímpico Internacional (COI) aprovaram a reivindicação da prefeitura de a Região Portuária abrigar boa parte da Vila de Mídia nos Jogos de 2016. Isso representa pelo menos sete mil unidades habitacionais para a área, que terá ainda a Vila de Árbitros, com espaço para pelo menos 1.200 novas residências. Como no projeto original a Vila de Mídia estava prevista para ficar totalmente na Barra, o prefeito Eduardo Paes considerou a mudança uma grande vitória.
FOLHA DE S. PAULO
CIÊNCIA CRIA PRIMEIRA CÉLULA SINTÉTICA
Bactéria com DNA montado a partir de informações vindas de computador ganha vida e passa a se replicar. No passo mais próximo da vida artificial, cientistas nos EUA criaram a primeira célula viva controlada por DNA (código genético) montado com informações vindas de computadores. As pesquisas, feitas por 15 anos, provam que a vida não precisa de força especial para existir. O líder da pesquisa, Craig Venter, comparou o estudo com a computação. A Synthetic Genomics trocou o "software" de uma bactéria, pondo o genoma sintético na estrutura celular. O grande avanço foi "religar" a célula, transformando-a numa nova espécie. Para o bioeticista Arthur Caplan, esse é um dos "feitos mais importantes" da ciência. Mas, para o Prêmio Nobel David Baltimore, não se trata de uma revolução. Espera-se que os micróbios sirvam para produção de vacinas e combustíveis e para limpeza ambienta!. Mas também podem levar a toxinas poderosas. (Págs. 1 e A19)
O ESTADO DE S. PAULO
NOVO SISTEMA DE ESCUTA DA PF DISPENSA TELEFÔNICAS
Sinal da conversa será enviado de modo imediato à polícia por aparelho que a operadora não controlará. A Polícia Federal vai ter um novo sistema de escutas telefônicas com duas novidades: as operadoras de telefonia serão excluídas do processo de interceptação, e o Judiciário terá controle informatizado sobre todas as autorizações e sobre o início e o fim de cada escuta. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com quem foi negociado o novo modelo, terá online o número de processos que envolvem os grampos. No modelo, chamado Sistema de Interceptação de Sinais (SIS), um aparelho ficará nas centrais das operadoras de telefonia para que o sinal das ligações seja transferido para a polícia que passará a estocar e a decodificar as ligações. O SIS começou a ser negociado há dois anos, quando chegou ao Congresso a informação de que as operadoras teriam realizado 407 mil escutas só em 2007. Ao final de uma CPI, descobriu-se que o número significava a quantidade de vezes que os telefones interceptados haviam sido acionados, e não a quantidade de autorizações judiciais para grampear 407 mil telefones. (Págs. 1 e Nacional A4)
JORNAL DO BRASIL LULA ATACA REJEIÇÃO AO DIÁLOGO
Pressão dos EUA por sanções não avança. O esforço diplomático em torno do acordo nuclear firmado com os iranianos levou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a fazer uma crítica indireta aos Estados Unidos, diante da insistência de Washington em aprovar logo sanções contra Teerã, ignorando a tentativa brasileira. "Tem gente que não sabe fazer política sem ter um inimigo", atacou Lula. No Conselho de Segurança da ONU, a pressão americana ainda não obteve sucesso. Ontem, Japão e Rússia se declararam a favor de negociações, enquanto no Irã o governo advertia que a imposição dos EUA vai enterrar o compromisso com brasileiros e turcos. (Págs. 1 e Tema do dia A2 e A3)
CORREIO BRAZILIENSE
SENADOR ABONA ASSESSOR FANTASMA
O caso das irmãs que nunca trabalharam no Senado apesar de lotadas no gabinete de Efraim Morais (DEM-PB), revela outra prática nefasta do Legislativo. Registros da folha de pessoal mostram que o parlamentar democrata abonava as faltas ao trabalho de Kelly Janaína Nascimento Silva, 32 anos. A funcionária fantasma estava incluída na categoria de “servidor em regime especial de frequência”, ou seja, dispensada de bater ponto. Dos 68 assessores que compõem o gabinete de Efraim Morais, 43 recebem abono do chefe e não prestam contas à Diretoria de Recursos Humanos da Casa. A Polícia Legislativa colheu ontem o depoimento de Kelly e da irmã, Kelriany. Também será ouvida a suposta advogada Mônica da Conceição Bicalho, suspeita de estelionato e acusada por Efraim Morais de ser a responsável pela contratação das funcionárias fantasmas. Antes de ser exonerada, Mônica integrava a lista dos abonados e não precisava comprovar a presença no local de trabalho para receber salário com dinheiro público. (Págs. 1 e 6)

VALOR ECONÔMICO
CRISE JÁ DIFICULTA CAPTAÇÃO DE RECURSOS
O mercado de captações externas, fonte generosa de recursos nos últimos meses, está praticamente fechado para bancos médios e pequenos e também empresas, como consequência do agravamento da crise internacional. Bancos de médio porte, como Cruzeiro do Sul e Bonsucesso, suspenderam planos de emissões externas. "Pretendíamos emitir US$ 100 milhões, mas desistimos porque não queremos pagar prêmios de um mercado estressado", diz Paulo Henrique Pentagna Guimarães, presidente do Bonsucesso. O Mercantil do Brasil também suspendeu os planos temporariamente. A paralisação não traz preocupação imediata, porque de janeiro a abril bancos médios captaram US$ 3,7 bilhões no exterior. Muitos vinham aproveitando a liquidez do mercado e se antecipando a uma necessidade efetiva, já de olho na volatilidade do período eleitoral. Lançamento de FIDCs e emissão de DPGEs - os certificados de depósito com garantia criados pelo governo na crise de 2009 para dar liquidez aos bancos médios - ressurgem como alternativas. (Págs. 1, C1, C3, D1, D2 e D3)
ARTIGOS
Apagão de mão de obra qualificada? (Valor Econômico)
O Brasil sempre esteve muito atrasado em termos educacionais, mesmo em relação a países com menor nível de desenvolvimento. Mas está na moda hoje em dia falar do apagão de mão de obra qualificada que estaria acontecendo no Brasil. Segundo essa tese, a demanda por trabalhadores qualificados estaria crescendo a uma taxa superior à sua oferta, o que estaria restringindo o crescimento econômico brasileiro e aumentando o salário dos trabalhadores mais qualificados. Será que essa tese tem apoio nos dados?Uma das únicas teorias universalmente aceitas na economia é a lei da oferta e da procura, que diz que sempre que há excesso de demanda por um produto, seu preço relativo deve subir. Isto também acontece com a educação. O preço relativo da educação é dado pelo diferencial de salário que as pessoas mais educadas recebem no mercado de trabalho. Assim, se a demanda por um grupo educacional estiver crescendo a um ritmo superior à sua oferta, o diferencial de salário dos trabalhadores desse grupo, com relação ao nível imediatamente abaixo, também deve crescer. Utilizando este critério, será que existe excesso de demanda por trabalhadores de algum extrato educacional no Brasil?
Celulose: oportunidades com queda da oferta e demanda forte (Valor Econômico)
Diante da forte oscilação do mercado acionário nos últimos meses, a escolha de ativos promissores e com perspectivas positivas tornou-se uma tarefa que merece, e precisa, de mais cuidados por parte dos investidores. Selecionar as ações para compor uma carteira necessita, além da análise do desempenho da própria empresa, a consideração das perspectivas e do contexto geral. Neste momento, entre os setores que merecem uma atenção especial dos investidores, um dos destaques é o de papel e celulose. Mesmo com a forte oscilação diante da crise europeia, há papéis que podem ser interessantes para quem pensa no longo prazo. Alguns papéis registraram forte queda no início do ano, como as ações ordinárias (ON, com direito a voto) da Fibria, que acumulam desvalorização de cerca de 20%. Outras, como as ações preferenciais (sem direito a voto) classe A da Suzano, acumulam altas modestas, de 2%, o que representam perspectiva de valorização. Ambas as empresas divulgaram recentemente em seus balanços lucros e/ou resultados operacionais muito fortes.
Controvérsias sobre o direito penal tributário (Valor Econômico)
Gritar para existir (Correio Braziliense)
Lula Futebol Clube (O Globo)
Novo Supremo Tribunal (Jornal do Brasil)
Pé torto que dói (O Globo)
Quem polui paga a conta (O Globo)
Segurança alimentar está no campo (Valor Econômico)
Será que um pouquinho de sujeira pode fazer bem? (Valor Econômico)
Temos o que comemorar no Dia da Biodiversidade? (Valor Econômico)
Tramas do óbvio (O Globo)
COLUNAS
A feira da minha terra (O Globo - Ancelmo Gois)
Veja como vai ficar o Pavilhão de São Cristóvão, que abriga a minha, a sua, a nossa Feira de Tradições Nordestinas, no Rio. Este projeto foi elaborado por cenógrafos e arquitetos da TV Globo e doado à prefeitura. O visual, repare, vai mudar bastante. A ideia é dar mais conforto aos frequentadores — conterrâneos que vão lá matar a saudade da terra, ou mesmo cariocas e turistas de outras paragens. O projeto foi iniciado há mais de um ano. A previsão é que as obras comecem já no segundo semestre, logo depois das festas de São João. A intervenção está em fase de orçamento
A pressão por gasto é contínua (Valor Econômico - Brasil)
Um lote de 30 projetos de emenda constitucional e de lei que tramitam no Congresso vai, se aprovado, multiplicar as despesas dos mais de 5.500 municípios brasileiros, sobretudo nos gastos com pagamento de pessoal. Patrocinadas por deputados e senadores, que estão sem freios neste ano eleitoral, as iniciativas não contemplam qualquer estimativa do gasto adicional que trariam às prefeituras, ferem a Constituição de 1988 na autonomia dos municípios e ignoram os tetos de endividamento e de despesa com funcionalismo, impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). A listagem desses projetos foi preparada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), que promoveu a 13ª Marcha de Prefeitos, encerrada ontem. A PEC 153, do deputado Maurício Rands, que aguarda inclusão na ordem do dia da Câmara, propõe a criação da carreira de procurador municipal e determina que o ocupante desse cargo, escolhido por concurso público, tenha remuneração equiparada aos procuradores dos Estados e do Distrito Federal. Na grande maioria dos municípios brasileiros, ele seria o detentor do salário mais alto da cidade, provocando um forte desequilíbrio na tênue isonomia existente e um desnecessário inchaço na folha.
Ainda não se sabe qual é o fundo do poço (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
Carta às famílias (O Globo - Panorama Político)
Chutando o balde (Correio Braziliense - Brasil S.A)
CRoteiros para sair da crise (O Estado de S. Paulo)
Do euro ao ouro (O Globo - Panorama Econômico)
Ele já fala como o vice (Jornal do Brasil - Informe JB)
Faltou o depoimento de Serra (Valor Econômico - Política)
Na onda de Sam Zell, construtoras disparam (Valor Econômico - De Olho na Bolsa)
O poder moderador (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
Passagens caras (Correio Braziliense - Ari Cunha - Visto, Lido e Ouvido)
Polícia federal quer reestruturação da carreira (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
PT nacional insiste no PMDB (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Somos mesmo Terceiro Mundo! (O Estado de S. Paulo)
Sujou a ficha (O Globo - Merval Pereira)
Um veto complicado (Correio Braziliense)
Uma ociosa insistência (Jornal do Brasil - Coisas da Política)
ECONOMIA
148 dias só para pagar impostos (O Globo)
O brasileiro terá de trabalhar, na média, até a próxima sexta-feira (dia 28) apenas para pagar tributos (impostos, taxas e contribuições) cobrados nas três esferas de governo. Na ponta do lápis, serão 148 dias, um a mais que em 2009 e o dobro do necessário nos anos 70. Os dados fazem parte de estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). Efeito do aumento do peso dos tributos no orçamento das famílias — que passou de 36,98% em 2003 para 40,15% em 2009 e deve comprometer este ano 40,54% do rendimento bruto —, o esforço para pagar impostos é crescente. De 76 dias nos anos 70, evoluiu para 77 dias nos anos 80 e passou dos 102 dias na década seguinte. Na comparação com outros países, o Brasil só fica atrás de Suécia (185 dias) e França (149 dias).
A Grécia, o euro e nós (O Estado de S. Paulo)
A naturalidade com que vários analistas têm examinado as possibilidades de fim do euro como moeda supranacional contrasta com a atribulada história que precedeu a sua criação. No momento da entrada em circulação da moeda unificada, recebi, junto com o primeiro troco e a bisnaga da manhã, uma longa explicação de uma atendente de padaria numa pequena cidade dos Alpes franceses. Falou-me do significado, para as famílias europeias, como a dela, que perderam tantas vidas em guerras, do sonho de ver uma Europa forte e unida. Enquanto eu, economista cético, especulava se o seu entusiasmo aguentaria uma recessão forte em que ela visse os empregos franceses serem tomados por vizinhos dispostos a aceitar salários menores, minha interlocutora discorria sobre o valor simbólico da moeda única. Desde então, passei a achar natural que a unificação monetária da Europa fosse vista como um experimento que ultrapassa as fronteiras da viabilidade econômica. A atual crise grega mostra a precariedade dos arranjos econômicos, diante da capacidade de que os líderes políticos dispõem quando, para tomar ou manter o poder, decidem usar o gasto público para capturar eleitores. Não hesitam em abusar do imaginário da população, desenhando com uma retórica falsa os contornos de um futuro melhor. Na Grécia, os socialistas de Papandreou ignoraram as restrições econômicas intertemporais, valendo-se do sonho da unidade europeia. Reafirmaram o discurso das promessas impossíveis, mesmo depois de soarem todos os sinais de alarme. Hoje, a população nas ruas incendeia bancos, recusa-se a abandonar os símbolos e cobra do governo as promessas, que requerem independência para gastar.
Acabou o encanto? (Valor Econômico)
Altas sazonais e demanda forte pressionam IPCA-15 (Valor Econômico)
Analistas se dividem entre vender ou comprar mais (Valor Econômico)
Anatel derruba limite a número de empresas no mercado de TV a cabo (O Globo)
Após aquisições, Bom Gosto prepara IPO (O Estado de S. Paulo)
Ações da SABMiller recuam mesmo com lucro maior na América Latina (Valor Econômico)
Badin desiste de concorrer a novo mandato no Cade (Valor Econômico)
Badin desiste do comando do Cade (Valor Econômico)
BB sai de sociedade com a SulAmérica (O Globo)
Benefício a servidor de Rondônia deve ser barrado também (O Estado de S. Paulo)
BMW vai expandir revendas no país (Valor Econômico)
BofA vende ação do Itaú para reembolsar Tarp (Valor Econômico)
Bolsa de São Paulo tem sexta queda seguida, de 2,51%. Nova York cai 3% (O Globo)
Bolsas desabam no mundo (Correio Braziliense)
Brasil lucra pouco com consumismo argentino (Valor Econômico)
Brasil oferece mais oportunidades para estrangeiros (Valor Econômico)
Brasileiro gasta 40,54% da renda anual com impostos (Jornal do Brasil)
Capitalização do BNDES elevou dívida em R$ 74 bi (O Globo)
Corte de gasto de R$ 10 bi cai para R$ 7,6 bi (O Globo)
Crescimento veio com capital do BNDES (O Estado de S. Paulo)
Crise externa leva banco médio a FIDC e depósito com garantia (Valor Econômico)
Crise já dificulta captação de recursos (Valor Econômico)
Crise pode tirar a economia da trilha de reação, diz El-Erian (Valor Econômico)
Cruzeiro do Sul cancela pedido de emissão (Valor Econômico)
Desabastecimento à vista (Correio Braziliense)
Diferença no padrão de consumo dos Bric desafia montadoras (Valor Econômico)
Dívida bruta: de coadjuvante ao centro do palco (O Estado de S. Paulo)
Dívida chega a R$ 1,5 tri (Correio Braziliense)
Döhler investe na produção verticalizada em Joinville (Valor Econômico)
Emissão no mercado local é alternativa na crise (Valor Econômico)
Espanha aprova pacote de austeridade (O Estado de S. Paulo)
Estimular a poupança para financiar o setor privado (O Estado de S. Paulo)
Euro também ameaça o Brasil (Jornal do Brasil)
Exportador já busca alternativa à zona do euro (Valor Econômico)
Fabricante de cosméticos leva seus produtos a Dubai (Valor Econômico)
Fazenda vai recomendar veto ao perdão de dívidas na MP 472 (O Estado de S. Paulo)
Feirão da Caixa tem imóveis até R$ 1,5 milhão (O Globo)
Fibria quita dívida na próxima semana (Valor Econômico)
Foram tarefas em tempos difíceis (O Globo)
Governo eleva previsão de avanço do PIB para 5,5% (Jornal do Brasil)
Governo reduz previsão de receita em R$ 9,4 bi (O Estado de S. Paulo)
Governo revê para R$ 9,2 bilhões queda da receita este ano (Valor Econômico)
Greve ameaça entrega de encomendas da BrasFels (Valor Econômico)
Gros, ex-presidente de BC, BNDES e Petrobras (O Globo)
Grupo de investidores compra marca e retoma produção (Valor Econômico)
Há setores "batendo no teto", diz presidente da CNI (Valor Econômico)
Inclusão social cresceu mais que PIB (O Globo)
Investidor cobrará preço de BB e Petrobras (Valor Econômico)
IPCA-15 tem alta de 0,63% em maio (O Globo)
Lula deve vetar fim do fator previdenciário (O Estado de S. Paulo)
Maratona para evitar sanções (O Globo)
Mercado de TV a cabo reaberto (Jornal do Brasil)
Morre Francisco Gros, ex-presidente do Banco Central e da Petrobras (Valor Econômico)
Máquina ainda lenta e cara (Correio Braziliense)
Nova geração assume a BRZ, da GP Investimentos (Valor Econômico)
Número de celulares no País chegará a 300 milhões em 2013, diz Anatel (O Estado de S. Paulo)
OGX negocia segunda plataforma (Valor Econômico)
Para analistas, SulAmérica tem de buscar novo parceiro (Valor Econômico)
País perde em bens duráveis na Argentina (Valor Econômico)
Poço Franco deve capitalizar Petrobrás (O Estado de S. Paulo)
Prazo de vencimento da dívida é reduzido (O Estado de S. Paulo)
Recrusul volta a disputar mercado (Valor Econômico)
Sem incentivo, preço de carro começa a subir (O Estado de S. Paulo)
POLÍTICAAlteração no projeto de lei opõe Câmara ao Senado (O Estado de S. Paulo)
À espera de ser sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a lei conhecida como Ficha Limpa, que dificulta a candidatura de políticos condenados por órgão colegiado da Justiça, transformou-se em alvo de controvérsia entre a Câmara e o Senado. O projeto foi aprovado e enviado anteontem à noite em tempo recorde para sanção presidencial. A polêmica em torno do projeto surgiu depois da aprovação de emenda do senador Francisco Dornelles (PP-RJ), que trocou em cinco dispositivos da lei a expressão "tenham sido" por "os que forem". Essa alteração deixou claro que os políticos condenados e que já cumpriram suas penas não serão atingidos pelas novas regras de inelegibilidade. Para o relator do projeto na Câmara, deputado José Eduardo Martins Cardozo (PT-SP), essa mudança alterou o teor da lei, criando-se uma brecha para que os políticos com processos em andamento possam se candidatar, mesmo que já tenham sido condenados por órgão colegiado. "Isso vai dar uma discussão jurídica grande em relação aos processos em curso", observou Cardozo. "Houve mudança de mérito", emendou o deputado Flávio Dino (PC do B-MA).
- Aposentados: Lula critica quem aprovou pacote (O Globo)
Planalto pediu ontem remanejamento de R$1,6 bi no Orçamento, em sinal de que reajuste de 7,7% deve ser mantido. Irritado com a aprovação do fim do fator previdenciário e do reajuste de 7,7% para pensões e aposentadorias do INSS acima do salário mínimo, o presidente Lula acusou os parlamentares de votarem segundo conveniências políticas para garantirem a sobrevivência do mandato, e não pelo interesse do país. O veto a essas matérias pode ter impacto negativo no futuro político de sua pré-candidata, Dilma Rousseff (PT). Para neutralizar o veto ao fim do fator, Lula deverá aceitar os 7,7%.
Cabral deverá ter Fichtner como tesoureiro (O Globo)
CNI apresenta agenda a ser debatida por pré-candidatos (Jornal do Brasil)
CNI quer que BC preste contas à sociedade (Valor Econômico)
Coligação com PP oficializada na segunda-feira (O Globo)
Como Lula deu a volta por cima (Valor Econômico)
Corte no Orçamento ''segura'' pacote de Lula para prefeitos (O Estado de S. Paulo)
Cruzada muito impopular (Correio Braziliense)
Curtas - Políticas (Valor Econômico)
Câmara fica refém de lobby policial durante votação (O Estado de S. Paulo)
DEM insiste em Aécio para conter PP na Vice (Valor Econômico)
Deputado do DEM é condenado, mas crime prescreveu (O Globo)
Dilma cumpre segundo dia de agenda em Nova York (Jornal do Brasil)
Dilma e Temer, o primeiro evento juntos (O Globo)
Dornelles defende texto (Correio Braziliense)
Encontro de Serra com PMDB gaúcho causa mal-estar (Valor Econômico)
Especialistas divergem sobre nova lei (O Globo)
Ficha Limpa em qualquer época (Jornal do Brasil)
Ficha limpa não pode retroagir, diz presidente do TSE (Correio Braziliense)
Ficha Limpa só para o futuro (O Globo)
Funcionárias fantasmas depõem (O Globo)
Governo vai enfrentar avanço do crack (Jornal do Brasil)
Lula : Há quem pense ganhar votos com isso (Jornal do Brasil)
Lula critica mudanças na aposentadoria (O Globo)
Lula deve sancionar reajuste e manter fator (Valor Econômico)
Mudanças foram meros ajustes (Jornal do Brasil)
Máquina pública custa 12% do PIB, diz estudo (O Globo)
No Rio, envolvido com milícia poderá disputar (O Globo)
No STF, dois ministros defenderam ficha limpa (Jornal do Brasil)
NOVO SISTEMA DE ESCUTA DA PF DISPENSA TELEFÔNICAS (O Estado de S. Paulo)
Novo texto da proposta facilita compreensão, diz movimento (O Estado de S. Paulo)
OEA julga caso da Guerrilha do Araguaia (O Globo)
Para TSE, Ficha Limpa terá aplicação limitada (O Estado de S. Paulo)
Para TSE, lei atingirá só futuros condenados (Valor Econômico)
Pesquisa mostra Anastasia atrás de adversários (O Estado de S. Paulo)
Plano contra o crack é lançado (O Globo)
Pressão por lei que não limite prazo para interceptação (O Estado de S. Paulo)
PSB lança Skaf em SP e soma nove candidaturas próprias nos Estados (Valor Econômico)
PSDB de Minas fala de Aécio na vice de Serra (O Estado de S. Paulo)
PSDB mineiro defende Aécio como vice (O Globo)
Quando a mudança do tempo verbal cria polêmica e divide as opiniões (O Globo)
R$ 410 mi para conter o crack (O Estado de S. Paulo)
Saque ampliado do FGTS já tem 64 projetos (Valor Econômico)
Serra busca, no Sul, apoios regionais de PP e PMDB (Jornal do Brasil)
Serra investe no PMDB e no PP gaúchos (O Globo)
Serra tem 33% entre beneficiários de programas sociais, mostra Sens (O Estado de S. Paulo)
Servidora fantasma com o ponto abonado (Correio Braziliense)
Site do Exército reescreve versão sobre o golpe militar de 1964 (O Estado de S. Paulo)
STF condena Taniguchi, mas pena prescreve (Valor Econômico)
TCU condena empresa de Marcos Valério (O Globo)
TSE manda suspender inserções do DEM com Serra (O Globo)
