quinta-feira, 27 de maio de 2010

Marisa Monte

XVII Fórum Brasil-Europa

Clima, Energia e Meio Ambiente na agenda política entre Brasil e União Europeia

26/05 : Auditório Nereu Ramos, Câmara dos Deputados - Brasilia-DF
27/05 : Salão Ouro Preto, Kubitschek Plaza Hotel - Brasilia-DF

Com o propósito de promover o diálogo e aprofundar as relações entre o Brasil e a União Europeia, será realizado nos dias 26 e 27 de maio, em Brasília, o XVII Fórum Brasil-Europa. Tendo como tema principal “Clima, Energia e Meio Ambiente na agenda política entre Brasil e União Europeia”, o evento contará com a presença de políticos brasileiros e europeus, diplomatas, economistas, especialistas em energia e mudanças climáticas, além de representantes de empresas e de instituições supranacionais.
Essa é a segunda vez que o encontro será realizado no Congresso Nacional e organizado por meio da parceria entre o Grupo Parlamentar Brasil-União Europeia, o Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília e a Fundação Konrad Adenauer, com o apoio da Delegação da União Europeia no Brasil.
Dentre as autoridades que já confirmaram a presença, podem ser destacados o presidente do Senado Federal, senador José Sarney, o presidente da Câmara dos Deputados, Deputado Federal Michel Temer, o presidente do Grupo Parlamentar Brasil-União Europeia no Congresso Nacional, Deputado Federal Sebastião Bala Rocha, o chefe da delegação da União Europeia no Brasil, embaixador João Pacheco, o Deputador Federal Raul Jungmann, a diretora do Departamento da Europa do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, embaixadora Maria Edileuza Fontenele Reis, o Deputado do Parlamento Europeu Luis Yáñez-Barnuevo García e a secretária de mudanças climáticas e qualidade ambiental do Ministério do Meio Ambiente, senhora Branca Americano.
Quanto aos temas mais importantes do XVII Fórum Brasil-Europa, destacam-se as perspectivas brasileiras e europeias para as questões prementes do clima, da energia e seu impacto no cenário internacional. A discussão sobre políticas conjuntas de mitigação do impacto das mudanças climáticas e as possiblidades de cooperação na área energética serão também um foco de análise por parte dos palestrantes.

A fim de mais informações e inscrições, contatar a Fundação Konrad Adenauer no Rio de Janeiro, pelo telefone (21) 2220-5441 ou pelo e-mail Daniel.Edler@kas.de

Fique de olho...

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO

Quinta-feira, 27 de maio de 2010

Destaques nacionais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
Governo envia ao Congresso projeto que prevê isenção fiscal para a Fifa e parceiros organizadores da Copa de 2014

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
Grupo executivo da AGU vai acompanhar as ações judiciais relacionadas aos preparativos e à realização da Copa de 2014

ASF
Senado aprova empréstimo de US$ 1,3 bi do Governo junto ao Bird para projetos ambientais

MCT
CTMSP tem autorização prorrogada para processar urânio em laboratório oficial

MME
ANP anuncia que etanol só poderá ser comercializado se estiver limpo e incolor

MMA
Conama regulamenta o interesse social para atividades da agricultura familiar em APP

Mais destaques

Seleções e concursos

Univ. Federal do Pampa disponibiliza 19 vagas em seleção pública para magistério

IFPA divulga resultado de concurso para magistérios básico, técnico e tecnológico

UFF abre inscrições para contratação de professores

Mais concursos

terça-feira, 25 de maio de 2010

Coletiva dos candidatos à Presidência: "Indústria e o Brasil - Uma Agenda para Crescer Mais e Melhor"


Clique aqui para conferir as propostas e as reivindicações da CNI para os presidenciáveis...


E confira os pronunciamentos que ocorreram no evento:


Discurso de Abertura do Encontro. Presidente da CNI, Armando Monteiro Neto

Indústria e o Brasil - Uma Agenda para Crescer Mais e Melhor

André Gerdau GRUPO GERDAU Indústria e Competitividade

Robson Braga de Andrade FIEMG Agenda de Reformas

Horácio Lafer Piva Bracelpa Estado e Economia

Frederico Fleury Curado EMBRAER Comércio Internacional e Inovação

Paulo Godoy ABDIB Infraestrutura e Meio Ambiente

Sarney toma providências enérgicas sobre caso das funcionárias irregulares no Senado

Em sua primeira entrevista após viagem a Nova Iorque, o presidente do Senado, José Sarney, informou que está tomando providências enérgicas em relação ao caso das irmãs Kelly e Kelriany Nascimento da Silva, contratadas de forma irregular no quadro de servidores da Casa. O fato foi noticiado nesta terça-feira (25) pelo jornal Correio Braziliense, uma semana após o gabinete do senador Efraim Morais (DEM-PB) - responsável pela contratação - ter encaminhado pedido de exoneração das irmãs à Diretoria-Geral do Senado.
- Quando soube da denúncia [contratação irregular dessas funcionárias], solicitei imediatamente à Polícia Federal e à Polícia do Senado a abertura de inquérito sobre o caso. Também determinei à Diretoria-Geral da Casa que abrisse inquérito administrativo para demitir quem agiu de forma incorreta - comentou José Sarney.
Nesta quinta-feira (27), às 15h, as irmãs Mônica da Conceição Bicalho, ex-assessora de Efraim, e Kátia Regina Bicalho vão prestar depoimento à Polícia do Senado sobre o caso. Kelly e Kelriany acusam Mônica Bicalho de tê-las incluído no quadro funcional da Casa sem o conhecimento de ambas. Em relato à imprensa, Kelriany disse ter descoberto ser funcionária do Senado ao tentar abrir uma conta bancária. O salário depositado mensalmente para pagamento das irmãs, cerca de R$ 3,8 mil, estaria sendo movimentado por Mônica Bicalho.
As irmãs que denunciam a contratação irregular prestaram depoimento à Polícia Legislativa do Senado no último dia 20.
Simone Franco / Agência Senado

A verdade por inteiro – resposta da Presidência da República à Folha de S. Paulo

Enviamos carta à direção de redação da Folha de S. Paulo em resposta à manchete de domingo (23/5) “Lula articula seu futuro na ONU ou Banco Mundial”, mas o jornal só publicou parte dela. Consideramos importante para esclarecer o assunto que as pessoas tenham acesso à íntegra da resposta, conforme publicamos abaixo:
Ao diretor de Redação da Folha de S. Paulo,Otavio Frias Filho.
A manchete da Folha de S. Paulo deste domingo (23/05), “Lula articula seu futuro na ONU ou Banco Mundial”, não é verdadeira. O repórter Kennedy Alencar, que assina o texto, enganou-se ou foi levado a engano por fontes desinformadas ou desqualificadas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não fez, não está fazendo e não incentiva qualquer articulação visando ocupar postos em organismos multilaterais.
Ao contrário, ele tem desencorajado qualquer conversa nesse sentido e já manifestou diversas vezes publicamente que tal pretensão não está em seus planos para o futuro. O comentário mais recente sobre tal proposta foi feito na entrevista concedida ao Correio Braziliense em 20 de abril próximo passado e publicada na edição do dia seguinte, na qual o presidente afirma categoricamente: “Não existe projeto internacional”.
“Jornalista: Agora em relação a essa coisa, seu projeto internacional, ONU, essa coisa da África, o senhor falou muito.
Presidente: Mas não existe projeto internacional.
Jornalista: Chefiar uma instituição. Como é que o senhor (incompreensível)?
Presidente: Esse negócio da ONU… vamos ter claro o seguinte: a ONU não pode ter, como secretário-geral, um político. Ela tem que ter um burocrata do sistema ONU. É, porque senão você entra em confronto com os outros presidentes. Quem manda na ONU são os presidentes representados na Assembleia da ONU. De repente, se você colocar um político… sabe? Você imagina se um presidente americano deixar a Presidência e quiser ser Secretário-Geral da ONU. Isso não é uma coisa…?Então, eu acho que vamos melhorar a ONU, queremos a reforma, mas eu acho que a burocracia tem que continuar existindo nas Nações Unidas, para manter uma certa harmonia.”

Este continua sendo o pensamento do presidente Lula e vale para qualquer outra instituição multilateral.

Nelson Breve, Secretário de Imprensa da Presidência da República

A réplica do jornalista Kennedy Alencar, publicada na seção Painel do Leitor, abaixo de parte de nossa carta:

As informações foram obtidas em conversas nas últimas três semanas com auxiliares diretos do presidente e diplomatas brasileiros e estrangeiros que participaram de conversas sobre uma articulação para Lula ocupar, no futuro, o cargo de secretário-geral da ONU ou de presidente do Banco Mundial.

A tréplica da Secretaria de Imprensa:

O presidente Lula voltou a negar tal articulação ontem, conforme texto da própria Folha (ver matéria da Eliane Cantanhede). O repórter deveria riscar as fontes ruins de seu caderno ao invés de continuar se apoiando nelas sem apresentar informações mais consistentes.
Blog do Planalto

Fique de olho...


DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO

Terça-feira, 25 de maio de 2010

Destaques nacionais

ATOS DO PODER LEGISLATIVO
Lei universaliza bibliotecas em instituições públicas e privadas de ensino no País

MINISTÉRIO DO COMÉRCIO EXTERIOR
Norma consolida procedimentos aplicáveis às operações de comércio exterior

APL
Sancionada lei que autoriza instalação de salas de aulas em presídios

MAPA
Agricultura fixa novas regras de qualidade e de limites de impureza para o café torrado

MFZ
Emgea divulga relatório anual 2009

MCID
Conselho das Cidades recomenda obediência ao decreto da acessibilidade a entes federados

Mais destaques


Seleções e concursos

UFSE promove concurso para professor substituto

Univ. Fed. do Acre realiza seleção pública para carreira de ensino básico, técnico e tecnológico

Dataprev divulga locais de realização de provas objetivas e discursivas de concurso

Mais concursos

Assista ao vivo ao debate na CNI com os presidenciáveis

Grupo Patubatê



segunda-feira, 24 de maio de 2010

Plutocracia financeira e especuladores se mobilizam para manter mamata à custa dos brasileiros...

Jornalões amestrados tentam manter a escravidão do País pela Dívida Pública de qualquer forma...

O Estado de São Paulo traz artigo equivocado (O mito do custo de rolagem da dívida pública ), que procura argumentar que o custo da dívida interna é um "mito", e qualquer alteração na política de endividamento poderia ser prejudicial.
O artigo considera que o único gasto relativo ao endividamento é o pagamento de juros, ignorando as vultosas amortizações pagas em dinheiro vivo do orçamento, além dos enormes prejuízos do Banco Central, que de acordo com a chamada “Lei de Responsabilidade Fiscal”, também representam “obrigação do Tesouro para com o Banco Central do Brasil”. Em 2009, foram gastos R$ 95 bilhões para cobrir parte do monstruoso prejuízo do BC no ano passado (de R$ 147 bilhões), decorrente da manutenção de uma montanha de dólares das reservas cambiais, que se desvalorizaram.
E quem se encontra do outro lado desta operação, ou seja, vendendo os dólares para o Banco Central? O setor financeiro privado, que lucra rios de dinheiro deixando o mico – ou seja, o dólar – com o BC, recebendo em troca títulos da dívida interna, que pagam os maiores juros do mundo.
Esta atitude do Banco Central compara-se à de uma pessoa que entra no cheque especial para comprar um carro usado, que irá se desvalorizar nos próximos anos. Ou seja: ela paga juros altíssimos para comprar algo que irá se desvalorizar. Por outro lado, o vendedor do carro (que corresponde ao setor financeiro privado) se livra de um mico, em troca de um título que renderá os juros mais altos do mundo, pagos pelo povo.
O artigo do jornal “O Estado de São Paulo” também se equivoca ao argumentar que somente deveriam ser considerados os juros reais, acima da inflação. Ou seja: se a taxa de juros da dívida é de 13% ao ano, e a inflação é de 5%, os juros reais seriam de apenas 8% ao ano, sobre o estoque da dívida. O artigo também defende que sejam excluídos da conta o imposto de renda (IR) incidente sobre os ganhos dos rentistas.
Em primeiro lugar, cabe ressaltar que, quando procura criticar uma suposta explosão dos gastos sociais (como pessoal e Previdência), a grande imprensa e o governo costumam divulgar o crescimento nominal das despesas, e jamais descontam desse crescimento o que retorna aos cofres públicos a título de IR.
Um exemplo está em reportagem do próprio jornal “Estado de São Paulo” de 20/5/2010, com o título “Senado aprova reajuste de 7,72% a aposentados”, que reproduz o argumento governista, segundo o qual “o reajuste e o fim do fator previdenciário podem gerar despesa extra de R$ 5,6 bilhões a partir de 2011”.
Neste episódio, a grande imprensa também reproduziu estimativa do governo, de que o reajuste e o fim do fator Previdenciário implicariam em despesa de R$ 60 bilhões nos próximos 5 anos, sem esclarecer que o fim do Fator seria apenas a reposição de uma perda já sofrida pelos aposentados. Cabe comentar também que o chamado "ganho real" dos aposentados (de cerca de 3%), comparativamente à inflação medida pelo INPC, não representa ganho real algum, dado que o Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade, calculado pela Fundação Getúlio Vargas, tem acumulado inflação bem superior ao INPC.
Em segundo lugar, os estrangeiros que ganham com a dívida “interna” foram isentos do IR em 2006. Além do mais, enquanto o IR sobre os títulos públicos varia de 15% a 22,5% (dependendo do prazo da aplicação), o IR dos servidores públicos e aposentados – que sempre costumam ser apontados como vilões das contas públicas pela grande imprensa e pelo governo – é de até 27,5%.
O artigo também se equivoca ao defender que os títulos da dívida detidos por bancos estatais deveriam ser retirados da conta, alegando que “uma parcela dos juros pagos pelo Tesouro será transferida ao próprio Tesouro na forma de lucro distribuído pelos bancos públicos aos acionistas”. Porém, o articulista se esquece de que, segundo o Art. 1º da Lei 9.530/1997, “a receita do Tesouro Nacional decorrente do pagamento de participações e dividendos pelas entidades integrantes da Administração Pública Federal indireta, inclusive os relativos a lucros acumulados em exercícios anteriores serão destinados à amortização da dívida pública federal”. Ou seja: na prática, os bancos estatais cumprem uma função de banco privado, ao destinar seus lucros para os rentistas, e não ao povo brasileiro.
O artigo também se equivoca ao reproduzir dado oficial do governo, de que os bancos deteriam apenas 1/3 da dívida interna, ignorando que nestes dados não estão computadas os cerca de R$ 500 bilhões de dívida interna referentes às Operações de Mercado Aberto do Banco Central, quase todas nas mãos dos bancos.
O artigo também enfatiza que uma parcela da dívida interna estaria nas mãos de Fundos de Pensão, esquecendo-se de que tais fundos respondem por uma parcela pequena da dívida interna, cerca de 17%.
De uma forma geral, o artigo procura afastar a hipótese de “calote” na dívida interna, dando a entender que aqueles que desejam uma alteração na política de endividamento estariam querendo “dar calote”, quando, na realidade, a reivindicação é de auditoria desta dívida, ou seja, saber, dentre outras coisas, o que realmente devemos e o quanto já pagamos.
Já o Jornal Valor Econômico, na matéria “Dilma tranquiliza investidor estrangeiro”, noticia a fala da pré-candidata à presidência do PT, Dilma Rousseff, a investidores em Nova Iorque, na sexta feira, onde se comprometeu a manter a disciplina fiscal e a respeitar os contratos. Segundo o jornal, “Os banqueiros e investidores ouvidos pelo Valor depois do encontro elogiaram o desempenho dela. "Ela falou exatamente o que a gente queria ouvir", afirmou um investidor. "Não poderia ser melhor."
A notícia mostra que Dilma reafirmou o compromisso com a política fiscal, ou seja, ela defende que o país continue destinando centenas de bilhões de reais todos os anos para o pagamento da dívida pública. A pré-candidata também reproduziu o argumento neoliberal de que é preciso continuar com esta política para que os juros possam baixar no futuro, ignorando que o país já aplica esta política há 15 anos e ainda assim os juros brasileiros são os mais altos do mundo, e ainda subirão mais.
Dilma ainda se comprometeu a reduzir a meta de inflação para abaixo de 4,5%, o que significa que, dentro do Regime de Metas de Inflação, as altas taxas de juros serão ainda mais utilizadas para se manter a inflação dentro da meta, mesmo que a alta de preços seja causada pelos preços administrados pelo governo. O Jornal Valor também noticia que Dilma compareceu a evento na quinta feira, em homenagem a Henrique Meirelles, presidente do Banco Central.
Por fim, o Valor Econômico também noticia, em matéria intitulada “Banqueiros e lobistas tentam última cartada para mudar reforma nos EUA” a articulação de bancos dos EUA contra a reforma financeira proposta pelo presidente Barack Obama, e aprovada pelo Senado. Importante ressaltar que um dos pontos da reforma é a realização de uma auditoria sobre o FED (Banco Central dos EUA), inclusive sobre os empréstimos concedidos a bancos falidos na crise financeira global, para determinar quem ganhou com tais operações.

Esta crítica muito bem fundamentada sobre as matérias dos jornalões está em:
http://www.divida-auditoriacidada.org.br/config/artigo.2010-05-24.9636380926/document_view

Informe-se. Saiba mais sobre este que é o único e verdadeiro problema que impede o desenvolvimento do Brasil em todos os aspectos:

Confira em tempo real os impactos da dívida sobre todos os aspectos da nossa vida

Confira o gráfico do Orçamento Geral da União executado em 2009

Boletim Final da CPI da Dívida - 18/05/2010

Acesse o voto em separado (relatório alternativo) do deputado Ivan Valente (PSOL/SP) na CPI da Dívida Pública

Esclarecimentos de Maria Lucia Fattorelli aos Parlamentares da CPI da Dívida

Relatórios que investigaram o endividamento

Bibliografia sobre a Dívida Lista de livros que investigaram o endividamento público

Programa de Governo PT "Lula 2002" (prevê nos seus ítens 51 e 54 a "Auditoria da Dívida")

Íntegra da ação da OAB propondo auditoria da dívida externa 06/12/2004


Caso queira receber diariamente este material sobre a questão da Dívida Pública em seu correio eletrônico, envie mensagem para auditoriacidada@terra.com.br
Arquivo - edições anteriores

Opinião, Notícia e Humor

MANCHETES DOS JORNALÕES

(Se você não teve tempo hoje de ler os principais jornais do País, leia-os agora a noite)

O GLOBO
GASTOS DO GOVERNO COM PUBLICIDADE CRESCEM 63%

Nos primeiros meses do ano eleitoral foram desembolsados R$ 240 milhões. Impedido de fazer publicidade dos órgãos públicos nos 90 dias que antecedem as eleições, o governo Lula acelerou os gastos com propaganda. Nos primeiros quatro meses do ano, já foram desembolsados R$ 240,7 milhões - 63% a mais do que no mesmo período de 2009. Para promover a imagem e as ações do governo, o orçamento total para a propaganda chega a R$ 700,4 milhões, 29,2% a mais do que no ano passado. Estão de fora dessa conta os valores gastos pelas estatais. A Secretaria de Comunicação da Presidência nega, em nota, motivação eleitoral. (Págs. 1 e 3)

FOLHA DE S. PAULO
PREFEITURA PROIBIRÁ ESTACIONAR EM RUAS DO CENTRO EXPANDIDO

Serão criadas 32 mil vagas em garagens geridas por empresas privadas; Zona Azul das vias será retirada. A Prefeitura de São Paulo vai vetar o estacionamento em todo o chamado centro expandido - com exceções em ruas de menor fluxo – e em um dos lados das principais vias de outras regiões, informa Evandro Spinelli. A medida começa a valer em 2012. Em troca, serão criadas 32 mil vagas de Zona Azul em edifícios-garagem administrados por empresas privadas. Serão ao todo 400 pequenas garagens. Quando as garagens estiverem implantadas, a Zona Azul das ruas será retirada. A gestão Kassab quer ainda proibir as motos na Radial Leste e nas marginais. (Págs. 1 e C1)

O ESTADO DE S. PAULO
HÁ ESCASSEZ DE MÃO DE OBRA ESPECIALIZADA EM 67% DAS EMPRESAS

Depois de a construção civil e a indústria naval indicarem a escassez de profissionais especializados, agora quem reclama da falta de trabalhadores de alto nível são os setores automobilístico, ferroviário, moveleiro, siderúrgico e metalúrgico, transportes e serviços. Pesquisa da Fundação Dom Cabral nas 76 maiores empresas mostra que 67% delas enfrentam dificuldade para preencher vagas, apesar dos 8 milhões de desempregados no País. Para atenuar, o setor de petróleo traz profissionais da Venezuela e o agronegócio, da Argentina e Uruguai. (Págs. 1 e Economia B1)

JORNAL DO BRASIL
A VERSÃO MAIS MODERNA DO VELHO GRAMPO

O grampo ganha nova versão, mais moderna e eficaz do que a atual. A Polícia Federal criou o Sistema de Interceptação de Sinais, que dispensa serviços das operadoras de telefonia e de emrpesas de internet, rádio ou satélite. O terror dos corruptos está de volta. E evoluído. O grampo interceptação telefônica ou monitoramento eletrônico, como prefere a polícia ganhou uma nova versão, moderna, sob controle, mas mais eficaz que os tradicionais. Peritos da Polícia Federal construíram o novo Sistema de Interceptação de Sinais (SIS), que dispensa os serviços das operadoras de telefonia ou de qualquer empresa que atue em outros ramos de comunicação, como internet, rádio ou mecanismos que usem sinais via satélite. Espécie de big brother da Polícia Federal, o novo sistema é um conjunto de softwares, acoplado a equipamentos que funcionarão numa central operada pela polícia, sob o controle online do juiz que autoriza o grampo, Ministério Público e, especialmente, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) o maior parceiro da Polícia Federal na empreitada.

CORREIO BRAZILIENSE
SOBRAM BARCOS, FALTA FISCALIZAÇÃO

O desaparecimento de duas irmãs no acidente com a lancha Front Rool, sabádo, no Lago Paranóa, trouxe à tona uma cruel realidade. O Centro-Oeste tem apenas uma delegacia fluvial, com 26 militares vinculados à Marinha, para fiscalizar uma frota de 28 mil barcos, seis mil deles navegando no lago. Para se tirar a Arrais, espécie de carteira de habilitação náutica, não há nenhuma prova prática. Além disso, muitas não respeitam as normas de segurança. (Págs. 1, 21 e 29)


VALOR ECONÔMICO
CRISE TRAZ DE VOLTA AO PAÍS 400 MIL “EXPATRIADOS”

Atingidos pela crise nos Estados Unidos e na Europa e atraídos pelo bom momento brasileiro, milhares de pessoas que haviam sido “expatriadas” pelas crises do Brasil estão de volta ao país. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, estima que retornaram nos últimos anos aproximadamente 400 mil, cerca de 13% dos 3 milhões de brasileiros que viviam e trabalhavam fora do país. Alysio Gomide Filho, chefe da Divisão de Comunidades Brasileiras no Exterior do Itamaraty, diz que 60 mil trabalhadores brasileiros no Japão retornaram desde o início da crise mundial, cerca de 20 mil aproveitando a ajuda do governo japonês de US$ 3 mil a decasséguis desempregados que escolhessem deixar o país oriental. (Págs. 1, A14 e D12)


Fique de olho...


DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO

Segunda-feira, 24 de maio de 2010

Destaques nacionais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
Educação institui o Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente

MD
Estendido prazo para estados assinarem convênios para obras priorizadas pelo PROFAA

MD
Anac fixa novas regras para o registro das tarifas aéreas

MFZ
Confaz divulga tabela com preços médios dos combustíveis

MJ
Sistema Penitenciário Federal será dotado de atendimento na área de terapia ocupacional

MCID
Cidades divulga resultado de seleção para contratação de crédito com recursos do FGTS

MTE
CNIg disciplina concessão de visto para atletas estrangeiros

Mais destaques


Seleções e concursos

UFMS promove seleção para carreira de magistério superior

Univ. Federal do Acre promove seleção para níveis médio e superior

UFRA divulga resultado de concurso público

Mais concursos

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Opinião, Notícia e Humor

MANCHETES DOS JORNALÕES

(Se você não teve tempo hoje de ler os principais jornais do País, leia-os agora)

O GLOBO
COI DÁ SINAL VERDE PARA PORTO OLÍMPICO

As Olimpíadas do Rio em 2016 vão ter um quê dos Jogos de Barcelona de 1992, quando o Porto da cidade catalã foi revitalizado e hoje atrai turistas do mundo inteiro. Ontem, numa entrevista coletiva na Barra da Tijuca, membros do Comitê Olímpico Internacional (COI) aprovaram a reivindicação da prefeitura de a Região Portuária abrigar boa parte da Vila de Mídia nos Jogos de 2016. Isso representa pelo menos sete mil unidades habitacionais para a área, que terá ainda a Vila de Árbitros, com espaço para pelo menos 1.200 novas residências. Como no projeto original a Vila de Mídia estava prevista para ficar totalmente na Barra, o prefeito Eduardo Paes considerou a mudança uma grande vitória.

FOLHA DE S. PAULO
CIÊNCIA CRIA PRIMEIRA CÉLULA SINTÉTICA

Bactéria com DNA montado a partir de informações vindas de computador ganha vida e passa a se replicar. No passo mais próximo da vida artificial, cientistas nos EUA criaram a primeira célula viva controlada por DNA (código genético) montado com informações vindas de computadores. As pesquisas, feitas por 15 anos, provam que a vida não precisa de força especial para existir. O líder da pesquisa, Craig Venter, comparou o estudo com a computação. A Synthetic Genomics trocou o "software" de uma bactéria, pondo o genoma sintético na estrutura celular. O grande avanço foi "religar" a célula, transformando-a numa nova espécie. Para o bioeticista Arthur Caplan, esse é um dos "feitos mais importantes" da ciência. Mas, para o Prêmio Nobel David Baltimore, não se trata de uma revolução. Espera-se que os micróbios sirvam para produção de vacinas e combustíveis e para limpeza ambienta!. Mas também podem levar a toxinas poderosas. (Págs. 1 e A19)

O ESTADO DE S. PAULO
NOVO SISTEMA DE ESCUTA DA PF DISPENSA TELEFÔNICAS

Sinal da conversa será enviado de modo imediato à polícia por aparelho que a operadora não controlará. A Polícia Federal vai ter um novo sistema de escutas telefônicas com duas novidades: as operadoras de telefonia serão excluídas do processo de interceptação, e o Judiciário terá controle informatizado sobre todas as autorizações e sobre o início e o fim de cada escuta. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com quem foi negociado o novo modelo, terá online o número de processos que envolvem os grampos. No modelo, chamado Sistema de Interceptação de Sinais (SIS), um aparelho ficará nas centrais das operadoras de telefonia para que o sinal das ligações seja transferido para a polícia que passará a estocar e a decodificar as ligações. O SIS começou a ser negociado há dois anos, quando chegou ao Congresso a informação de que as operadoras teriam realizado 407 mil escutas só em 2007. Ao final de uma CPI, descobriu-se que o número significava a quantidade de vezes que os telefones interceptados haviam sido acionados, e não a quantidade de autorizações judiciais para grampear 407 mil telefones. (Págs. 1 e Nacional A4)
JORNAL DO BRASIL
LULA ATACA REJEIÇÃO AO DIÁLOGO

Pressão dos EUA por sanções não avança. O esforço diplomático em torno do acordo nuclear firmado com os iranianos levou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a fazer uma crítica indireta aos Estados Unidos, diante da insistência de Washington em aprovar logo sanções contra Teerã, ignorando a tentativa brasileira. "Tem gente que não sabe fazer política sem ter um inimigo", atacou Lula. No Conselho de Segurança da ONU, a pressão americana ainda não obteve sucesso. Ontem, Japão e Rússia se declararam a favor de negociações, enquanto no Irã o governo advertia que a imposição dos EUA vai enterrar o compromisso com brasileiros e turcos. (Págs. 1 e Tema do dia A2 e A3)

CORREIO BRAZILIENSE
SENADOR ABONA ASSESSOR FANTASMA

O caso das irmãs que nunca trabalharam no Senado apesar de lotadas no gabinete de Efraim Morais (DEM-PB), revela outra prática nefasta do Legislativo. Registros da folha de pessoal mostram que o parlamentar democrata abonava as faltas ao trabalho de Kelly Janaína Nascimento Silva, 32 anos. A funcionária fantasma estava incluída na categoria de “servidor em regime especial de frequência”, ou seja, dispensada de bater ponto. Dos 68 assessores que compõem o gabinete de Efraim Morais, 43 recebem abono do chefe e não prestam contas à Diretoria de Recursos Humanos da Casa. A Polícia Legislativa colheu ontem o depoimento de Kelly e da irmã, Kelriany. Também será ouvida a suposta advogada Mônica da Conceição Bicalho, suspeita de estelionato e acusada por Efraim Morais de ser a responsável pela contratação das funcionárias fantasmas. Antes de ser exonerada, Mônica integrava a lista dos abonados e não precisava comprovar a presença no local de trabalho para receber salário com dinheiro público. (Págs. 1 e 6)



VALOR ECONÔMICO
CRISE JÁ DIFICULTA CAPTAÇÃO DE RECURSOS

O mercado de captações externas, fonte generosa de recursos nos últimos meses, está praticamente fechado para bancos médios e pequenos e também empresas, como consequência do agravamento da crise internacional. Bancos de médio porte, como Cruzeiro do Sul e Bonsucesso, suspenderam planos de emissões externas. "Pretendíamos emitir US$ 100 milhões, mas desistimos porque não queremos pagar prêmios de um mercado estressado", diz Paulo Henrique Pentagna Guimarães, presidente do Bonsucesso. O Mercantil do Brasil também suspendeu os planos temporariamente. A paralisação não traz preocupação imediata, porque de janeiro a abril bancos médios captaram US$ 3,7 bilhões no exterior. Muitos vinham aproveitando a liquidez do mercado e se antecipando a uma necessidade efetiva, já de olho na volatilidade do período eleitoral. Lançamento de FIDCs e emissão de DPGEs - os certificados de depósito com garantia criados pelo governo na crise de 2009 para dar liquidez aos bancos médios - ressurgem como alternativas. (Págs. 1, C1, C3, D1, D2 e D3)