Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Eleições 2010: campanha serrista contra o Senado e o Brasil

Folha prepara mais um factóide contra Sarney


A Folha de S. Paulo está preparando possivelmente para amanhã mais um factóide contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB). Agora o assunto seria a casa do senador no Calhau. Querem dizer que a residência não foi declarada à Justiça Eleitoral. E nem podia. O senador doou a residência a filha Roseana.
No último dia 4 este blog antecipou o assunto no post “Roseana chega, mas conspirações continuam”. Na ocasião dizia que o presidente do PSDB, deputado Roberto Rocha, e o ex-chefe da Casa Civil Aderson Lago receberam na sede da legenda o repórter Hudson Corrêa, da Folha, com objetivo de armar algumas denúncias contra Sarney. Uma delas seria justamente a respeito da casa. “A governadora e sua família devem ficar atentas aos seus adversários. O interesse agora seria a casa do Calhau e imóveis na região de Barreirinhas”, informava o post (reveja aqui).
Na quinta-feira Hudson encontrou-se com o presidente do PT do Maranhão, Domingos Dutra, na porta do avião da TAM que os trariam a São Luís. Ele reclamou sobre o vazamento da história. Os dois travaram o seguinte diálogo, segundo uma fonte do blog:
- Dutra, estou impressionado. Aquela nossa conversa a portas fechadas no PSDB vazou e foi parar até no jornal O Estado do Maranhão. É muito estranho isso. Eles sabiam até que a gente saiu de lá e fomos para a casa de José Reinaldo - disse o repórter.
- Isso é porque eles estão usando o Guardião. O (Raimundo) Cutrim é expert nisso. Ele sabe fazer essas coisas. Vou até pedir para o Ministério Público Federal (MPF) mandar fazer uma auditoria nesse aparelho - respondeu o petista.
- Vocês têm de trabalhar pesado para derrubar o Sarney. Esse vellho é duro. Vá a ilha de Curupu porque lá tem até restaurante - continuou Dutra (reveja aqui).
O curioso é que as denúncias contra o pessoal do PSDB e DEM a Folha não corre atrás. Por que será?!
Do Blog do Décio Sá...

Reflexão do Dia...

“Com leis ruins e funcionários bons ainda é possível governar. Mas com funcionários ruins as melhores leis não servem para nada.”

Otto Von Bismarck, estadista que unificou a Alemanha

Fique de olho...

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO
Segunda-feira, 13 de julho de 2009


Matérias de interesse nacional

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO
Divulgados os preços mínimos para sementes e produtos agrícolas das safras de verão
MAPA
Milho, trigo e algodão têm normas que estabelecem condições econômicas para leilões da Conab
MJ
GT vai realizar estudos para garantir políticas de segurança às comunidades GLTB
MPS
Norma define procedimentos para troca de informações entre o INSS e a Previdência do Uruguai
MS
Saúde disponibiliza regulamento do Prêmio de Inovação em Gestão Hospitalar
MMA
Ibama normatiza o licenciamento ambiental para instalação de recifes artificiais no Mar
MPOG
Atualizados os valores mínimos para a contratação de serviços de vigilância nos edifícios públicos

Mais destaques

Seleções e concursos


Cultura divulga edital para credenciamento de peritos

Instituto Federal no Maranhão abre concurso público para professor nas áreas técnicas

ECT do Amapá convoca candidatos aprovados em concurso público

Mais concursos

Na Mira do Belmiro

Crise quer dizer crescimento compartilhado

O Amazonas lidera com folga o crescimento industrial do país, segundo dados desta semana, publicados pelo IBGE, relativos a maio último, e se destaca com a eficiência de 11,7% na reação comparativa entre Bahia, 7,5% e São Paulo, 2,4%, os estados que ocupam respectivamente segundo terceiro lugar. Um desempenho que se deve principalmente à manutenção dos empregos, as encomendas do comércio para renovação dos estoques e a consciência de que compartilhar força, criatividade e responsabilidade é um caminho eficaz e promissor. Seria irresponsável estabelecer uma relação direta de causalidade mas é importante destacar que o desempenho negativo da produção industrial do Pará, (-5,6%), se deu num Estado em que o Comitê da crise não funcionou. Uma questão que valeria a pena aprofundar.
Além das isenções federais, é justo e oportuno destacar o acompanhamento sistemático, rigorosamente estatístico, do Comitê estadual. Fazenda e Planejamento dispunham e seguem monitorando o diagnóstico e a evolução dos estragos em cada setor. Por isso buscaram aplicar as medidas pontuais para assegurar emprego e manutenção dos empreendimentos. As respectivas entidades representativas das empresas e de trabalhadores, por sua vez, sentaram à mesma mesa e assim pretendem continuar para auscultar as dificuldades e demandas da crise que ainda apresenta sinais de sobrevida e apreensão, mas já começa a demonstrar uma de suas grandes vantagens, embutidas em seu torvelinho: a possibilidade de crescimento.
Alguns setores ainda não conseguiram recompor sua rotina contábil e outros seguem – pela natureza de suas atividades e reduzidas margens de retorno – precisando de atenção diferenciada. Referimo-nos especificamente aos companheiros do transporte de trabalhadores do Pólo Industrial, cuja frota padece de preocupante ociosidade, e da indústria de componentes, vital ao desempenho de toda a estrutura produtiva. Além de aplaudir os acertos aqui apontados, é preciso seguir mobilizados sob o script melindroso da cumplicidade geral. Afinal, assegurar o emprego sempre irá representar a renovação das encomendas por parte do varejo, elo vital dessa corrente de superação. E é sobretudo disso que o setor produtivo precisa para girar a roda da prosperidade cujos integrantes e beneficiários é preciso ampliar, diferenciar e interiorizar...não é assim?

Zoom-zoom

· Companhia de Navegação – começa a ganhar corpo e adeptos no âmbito da República a discussão sobre os meios de transporte na região amazônica, baseada no papel fundamental que a malha hidroviária representa para alavancar a economia do beiradão. Nossos barcos são precários e plenos de risco... e a frota mercante extremamente tímida para as possibilidades de negócios da região...daí a idéia de revisitar a figura histórica e estratégica da Companhia de Navegação do Amazonas, um assunto ao qual voltaremos em breve.

· Pluralidade logística - No Ministério dos Transportes este é um argumento guardado com discrição e rigor e poderá servir para responder aos adversários da integração rodoviária de integração do Amazonas ao resto do país. A proposição de uma pluralidade logística, com ênfase em navegação fluvial, atenderia às diversas demandas do Estado, tanto do ponto de vista comercial, industrial e turístico. E, de quebra, ambiental.

· Lula e o Greenpeace – Na terça passada, manifestantes da ONG Greenpeace invadiram a cerimônia de premiação do presidente Lula, na UNESCO, em Paris, por sua atuação pela Paz e Justiça Social. Eles pressionavam o homenageado para que “salvasse a Amazônia e o Clima”. Uma pirotecnia oportunista e ambígua, à qual Lula – que é candidato a prêmio Nobel da Paz - respondeu dizendo que essa era uma responsabilidade de todos, incluindo os países desenvolvidos. A Amazônia segue em seu papel de justificar os negócios bem sucedidos de muita gente, incluindo determinadas Organizações, a quem não interesse um centil as condições de vida de sua gente.

· Gilberto, sempre Gilberto – Na tarde dessa quarta-feira, o ex-governador e senador Gilberto Mestrinho continuava sob rigorosos cuidados médicos para voltar a navegar entre nós. Aqui registramos nossos votos de plena recuperação e o insistente agradecimento por sua vida e história de luta pelo povo desta terra. A ele, Gilberto tem entregue as primícias de sua mente, energia e coração, em nome da promoção dos humildes e da fraternidade geral. Grande Gilberto!

Belmiro Vianez Filho é empresário e membro do Conselho Superior da Associação Comercial do Amazonas.
belmirofilho@belmiros.com.br

Hildo Rocha

As virtudes do presidente e o vandalismo político

O presidente José Sarney é um homem de muitas virtudes. Destaco quatro, que considero indispensáveis a todo homem público: capacidade de inovar, paciência, senso de justiça e persistência. Como governador do Maranhão (1966 a 1970), Sarney lançou programas habitacionais inéditos, criou a TV Educativa, que mais tarde serviria de modelo para projetos similares, como é o caso do telecurso, da Fundação Roberto Marinho; realizou um dos programas rodoviários mais ambiciosos já registrados na história maranhense, com a implantação de milhares de quilômetros de estradas e, numa visão futurista, construiu o Porto do Itaqui, obra que anos depois possibilitaria a inserção do Maranhão no cenário econômico mundial.

Além da capacidade inovadora e da visão futurista, Sarney é um político paciente. Não o fosse jamais teria suportado as tensões da transição entre a ditadura militar e a democracia. Na condição de Presidente da República (1985 a 1990), José Sarney teve serenidade para aguentar as pressões e incertezas daquele difícil período da nossa história. Um feito de inestimável valor para o país.

Quanto ao senso de justiça, cito uma luta da qual participei ao lado de José Sarney, ele no exercício da presidência do Senado pela segunda vez (2003 a 2004), eu, na condição de Presidente da Federação dos Municípios do Maranhão – FAMEM e Conselheiro da CNM – Confederação Nacional de Municípios. Trata-se da árdua batalha pelo direito à participação dos 5.564 municípios brasileiros na partilha do que é arrecadado através da CIDE- Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico, que incide sobre a comercialização de combustíveis cuja arrecadação é destinada a infra estrutura de transporte.

Em 2001, quando a CIDE foi instituida, os recursos arrecadados destinavam-se apenas ao Governo Federal. No início de 2004, quando se discutia o aprimoramento do tributo por iniciativa da CNM, estivemos com o senador José Sarney e mostramos a ele que os municípios responsáveis pela construção e manutenção das rodivias primárias, por onde escoa-se grande parte da nossa produção, não participavam da arrecadação daquela contribuição.

Sensibilizado, ele comprometeu-se em tratar do assunto com o ministro Palocci e o presidente Lula, para que na medida provisória 161 fosse incluída a participação dos municípios brasileiros na destinação dos recursos arrecadados pela CIDE. Ele conseguiu. Hoje parte dessa arrecadação é destinada para construção e manutenção das estradas vicinais, graças ao senso de justiça e ao esforço do presidente Sarney.

Sarney é persistente. Não o fosse já teria desistido da política. A paciência aliada à persistência são qualidades que o ajudam a manter-se na vida pública por tantos anos. Poderia ter desistido após reconduzir o país à democracia, uma das suas mais expressivas conquistas no campo da política, mas optou por permanecer.

Dessa forma, aceitou o desafio de, pela terceira vez, presidir o Senado. Aceitou não apenas por se sentir honrado em novamente exercer a função, mas, fundamentalmente, para ajudar o presidente Lula a dar prosseguimento aos extraordinários avanços que o país vem obtendo desde que chagou ao comando da nação.

Eis aqui o motivo pelo qual o presidente Sarney atualmente enfrenta uma pesada campanha difamatória: ajudar o presidente Lula na bem sucedida tarefa de administrar o país, significa contrariar interesses de adversários que pretendem ocupar o comando do executivo nacional a paratir de janeiro de 2011. Daí porque tentam a todo custo desestabilizar o presidente do senado e enfraquecer o parlamento. O objetivo é inviabilizar a candidatura de Dilma Roussef, ou de qualquer candidato apoiado por Lula, à presidência da República em 2010.

Os indícios são tão fortes que se transformam em provas. Se não, por que só agora, no exercício do terceiro mandato, passou-se a atribuir a culpa pelas mazelas do Senado ao presidente José Sarney? Não é estranho? Sabemos que disputas fazem parte da política. Democracia pressupõe convivência respeitosa de idéias divergentes e defesa responsável de múltiplos interesses.

Além disso, as contendas ideológicas são necessárias para o aprimoramento político e social. Mas quando praticadas sem o necessário respeito e sem a devida responsabilidade as relações pessoais se degeneram e a ética política também. A esse tipo de ocorrência atribuo a denominação de vandalismo político. A depredação política praticada por adversários do presidente Lula não poupa nem mesmo a respeitável biografia do senador José Sarney. A sinistra campanha difamatória em curso usa métodos manjados, porém, destrutivos: acusam sem provas, julgam sumariamente e condenam sem direito à defesa. Um exemplo clássico de selvageria política. Uma prática lamentável porque não acrescenta nada ao debate, só trás prejuízos, ninguém ganha, todos perdem. Portanto, não desista presidente! O Brasil precisa da sua experiência. A democracia agradece.

* Administrador Público

Opinião, Notícia e Humor

MANCHETES DO DIA

O BLOBO
SAÚDE:FUNDAÇÃO ESTATAL PODERÁ MODERNIZAR 2 MIL HOSPITAIS

Ministro vê na aprovação de projeto solução para melhorar rede pública. O Ministério da Saúde prevê que a gestão de 2 mil dos 5 mil hospitais públicos vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS), poderá ser modernizada se o Congresso aprovar o projeto que cria as fundações estatais. O ministro José Temporão disse que continuará lutando pela aprovação, apesar da forte resistência dos governistas, inclusive de parlamentares do PT: "Não temos alternativa. O modelo atual é ineficiente e do século passado." Em São Paulo, pacientes elogiam o atendimento no Hospital Geral de Pedreira, um dos administrados pelo novo modelo. (págs. 1 e 3)


FOLHETO SERRISTA DE S. PAULO
PROCURADORIA MULTA DOADORES ELEITORAIS EM R$390 MILHÕES

Dados cruzados do TSE e da Receita revelam que 2.500 financiadores doaram acima do limite legal. Numa devassa inédita no país, Procuradoria Regional Eleitoral de SP, ligada ao Ministério Público Federal, está cobrando multas de cerca de R$ 390 milhões de financiadores da eleição de 2006. Os doadores, 1.500 pessoas físicas e mil empresas, são acusados de exceder o teto legal de contribuição. O levantamento foi baseado em trabalho conjunto do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e da Receita Federal. Além da multa, equivalente a dez vezes o valor excedido, os doadores considerados ilegais podem ser proibidos de firmar contratos com o poder público pelo prazo de cinco anos. Os beneficiados incluem senadores, deputados federais e dois candidatos à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva(PT) e Geraldo Alckmin (PSDB). De acordo com a Procuradoria, também serão verificados possíveis doadores fantasmas. As empresas negam ter cometido irregularidades. (págs. 1 e A6)

O PANFLETO DE S. PAULO
MULTINACIONAIS RETOMAM INVESTIMENTOS NO BRASIL

Enquanto o investimento geral da economia recua, aplicações de multinacionais no País já superam US$ 11 bi. O grande potencial do mercado consumidor brasileiro virou alvo do Investimento Estrangeiro Direto (IED), enquanto o investimento total na economia do País encolhe. Entre janeiro e maio deste ano, os estrangeiros aplicaram aqui US$ 11,2 bilhões na ampliação da capacidade das fábricas, no comércio, na agricultura e nos serviços. "É a segunda maior cifra de IED da década para o período", afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet), Luís Afonso Lima. Ele destaca que os recursos equivalem ao volume total que entrou no País nos cinco primeiros meses de 1999, um ano de privatizações que atraiu grandes quantias de capital externo.

JORNAL DE BRASÍLIA
MULTINACIONAIS RETOMAM INVESTIMENTOS NO BRASIL

Até maio, entrada de recursos somou US$ 11,2 bi, a segunda maior da década. O mercado consumidor brasileiro virou alvo das multinacionais. Na contramão do investimento total, que vem encolhendo, o investimento estrangeiro direto somou, de janeiro a maio deste ano, US$ 11,2 bilhões, que foram utilizados na indústria, no comércio, na agricultura e no setor de serviços. "É a segunda maior cifra da década para o período", lembra o presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet), Luis Afonso Lima. A crise mudou o perfil dos investimentos, favorecendo setores cujo mercado não foi tão afetado pela retração da atividade econômica. A indústria automobilística e a metalurgia, por exemplo, concentraram 35,3% dos recursos que entraram no Brasil até maio. No inicio do ano, houve uma “parada tática" no investimento da multinacionais, que aumentaram as remessas às matrizes, sufocadas pela crise global. Agora essas companhias já retomaram os investimentos no País. (págs. 1, Bl e B3).

JORNAL DO BRASIL
A VIOLÊNCIA DESCE O MORRO

Estatísticas do Instituto de Segurança Pública revelam que o número de roubos a transeuntes, estabelecimentos comerciais e residências aumentou consideravelmente em bairros da Zona Sul cujas favelas receberam Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). A Secretaria de Segurança e alguns especialistas defendem que se trata de mera coincidência. Mas policiais ouvidos pelo JB dizem que não há como negar a relação entre a expulsão do tráfico dos morros e o aumento dos crimes no asfalto. Preocupados, moradores de dois bairros começam a se mobilizar. No sábado, foi realizada uma reunião em Botafogo com 140 pessoas para debater uma forma de colaborar com o estado na questão da violência. Já os representantes de Laranjeiras devem encontrar-se na quinta-feira com o novo comandante do 2º Batalhão para começar a discutir o assunto. (págs. 1 e Tema do dia A2 e A3)

GOLPISTA BRAZILIENSE
SENADO GASTA R$ 1 MILHÃO AO ANO COM TIME RESERVA

Suplentes da Mesa Diretora da Casa têm uma equipe permanente de funcionários sem concurso que custa mais de R$ 90 mil mensais aos cofres públicos. Há servidores com salário de quase R$ 9 mil. (págs. 1 e 2)

VALOR ECONÔMICO
BANCOS MÉDIOS CAPTAM R$ 9,1 BI E AFASTAM CRISE

A criação dos depósitos a prazo com garantia especial (DPGEs) salvou os bancos pequenos e médios do aperto de liquidez provocado pela crise internacional. Em três meses, 48 bancos captaram R$ 9,16 bilhões com emissões de DPGEs, segundo dados da Cetip. Os DPGEs atraíram os investidores porque são garantidos até o limite de R$ 20 milhões - muito acima dos R$ 60 mil tradicionalmente cobertos - e pagam taxas superiores às dos certificados de depósito a prazo (COB). Para terem os depósitos cobertos pelo seguro especial, os bancos recolhem o equivalente a 1% da captação ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC). (págs. 1, CI e C2)


VEJAM TAMBÉM...

ARTIGOS

"Caritas in Veritate" (Folha de S. Paulo)

ANUNCIADA NO final do ano passado, veio a lume na terça-feira, dia 7 de julho, a terceira encíclica do papa Bento 16, "Caritas in Veritate" ("Caridade na Verdade"), sobre o desenvolvimento humano integral na caridade e na verdade. Tendo como base e motivação originária a comemoração dos 40 anos da encíclica "Populorum Progressio", publicada pelo papa Paulo 6º, a nova encíclica de Bento 16 se detém na atualíssima questão do desenvolvimento e chama a atenção da sociedade para as implicações da busca de um desenvolvimento que não leva em conta a ética, desconsidera a dignidade da pessoa humana na sua totalidade e prescinde de Deus.

Abertura do resseguro: 1 ano (O Estado de S. Paulo)

A abertura do mercado de resseguros acaba de completar um ano. É verdade que a lei é de 2007, mas o fim do monopólio aconteceu em 2008, quando, de acordo com ela, o IRB deixou de ser o único ressegurador autorizado a operar no país. De lá para cá, em teoria, ou de acordo com declarações otimistas de gente interessada no assunto, mudou muita coisa. Na prática, não mudou tanto assim. Ou, se mudou para melhor, foi especialmente para o IRB. É difícil dizer todas as razões, mas o fato é que nem todas as resseguradoras que eram esperadas para se instalar como resseguradoras locais vieram para o Brasil. Pelo contrário, o quadro atual é de duopólio, já que além do IRB, apenas a Munique Re está operando efetivamente como resseguradora local.

Acorrentados (Folha de S. Paulo)
Aperfeiçoando a política monetária (Valor Econômico)
Construção da paz (Correio Braziliense)
Dupla prevenção (Folha de S. Paulo)
Em paz com a economia (Jornal do Brasil)
Galeão: os erros têm data para terminar (O Globo)
Lei de Imprensa: por onde começar? (Folha de S. Paulo)
O nexo das crises (Valor Econômico)
O passado não pode ficar fora do debate (Jornal do Brasil)
Pela revisão (O Globo)
Pobreza no campo, desafio esquecido? (Correio Braziliense)
Previdência brasileira se consolida no cenário internacional (Correio Braziliense)
Quem paga, controla (Jornal do Brasil)
Reconstruindo algo melhor (O Estado de S. Paulo)
Reforma dos políticos (O Globo)
Regulamentação a favor dos bancos (Folha de S. Paulo)
Só depois das cinco (Folha de S. Paulo)
Um país incomum (Folha de S. Paulo)

COLUNAS

A questão do investimento público (Valor Econômico - Brasil)

A nova era inaugurada com a crise financeira, que convive tranquilamente com uma GM sob controle estatal do governo dos Estados Unidos, promete trazer um bom debate sobre o lugar e as condições para os antes demonizados investimentos do setor público. É uma discussão particularmente interessante no Brasil, onde debates em economia se dão frequentemente com base em esquemas mentais rasos, rígidos e maniqueístas, como o que classifica automaticamente como ruins as despesas em custeio e benéficos os gastos em instalações físicas. Hoje e amanhã, no Rio de Janeiro, o Itamaraty e a Unctad, órgão das Nações Unidas para o comércio, realizam um seminário de alto nível sobre investimento público, uma oportunidade de ver esse tema tratado com maior profundidade. A necessidade de se considerar a importância do investimento em capital humano é um dos pontos ressaltados no documento que serve de base ao seminário, preparado pelo Centennial Group, uma firma de consultoria estratégica, a pedido da Unctad.


Agenda cheia nutre instabilidades (Valor Econômico - Por dentro do mercado)

Sempre os dados americanos são os mais relevantes do mundo. O que acontece nos EUA afeta todos os cantos. Os indicadores de atividade mais cruciais saem amanhã (vendas no varejo) e na quarta-feira (produção industrial e utilização de capacidade instalada). Os índices de atividade manufatureira de julho das distritais de Nova York e Filadélfia do Fed serão publicados, respectivamente, na quarta e na quinta-feira. Os dois principais índices de inflação referentes a junho também estão agendados. O PPI (preços ao produtor) sai amanhã e, no dia seguinte, o CPI (consumidor). A ata da reunião de política monetária realizada no dia 24 de junho pelo Fomc será veiculada na tarde de quarta-feira.

"Os senadores são 'inquadráveis'" (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Aposentadoria especial lidera (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Candidatura própria ao Senado (Jornal de Brasília - Do Alto da Torre)
Lula e os leões (Jornal do Brasil - Informe JB)
Notório saber (Folha de S. Paulo - Painel)
O mundo se resume a Brasil e China (Valor Econômico - De Olho na Bolsa)
O republicano e o liberal (Valor Econômico - Política)
Petróleo, teflon e 2010 (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
Um pouco de otimismo e muita cautela (Valor Econômico)
Um prenúncio do Real em 1988 (Jornal do Brasil - Coisas da Política)
ECONOMIA

"Economia global pode entrar na Terceira Grande Depressão" (Folha de S. Paulo)

Para o historiador, a decisão de permitir a continuidade de instituições "grandes demais para quebrar" vai contra um dos benefícios das crises financeiras: o fim de modelos que não funcionam e a criação e transformação de novos caminhos, bem-sucedidos. O professor de Harvard afirma que a crise pode levar a uma aceleração de um processo, que já vem acontecendo, de declínio dos Estados Unidos e ascensão da China como nova potência. "Seria perfeitamente familiar, do ponto de vista histórico", diz. Em uma ou duas décadas, os PIBs dos dois serão. equivalentes, aposta. O livro, que figurou na lista de mais vendidos do "New York Times", será lançado no Brasil nesta semana. Leia abaixo a entrevista concedida por Ferguson à Folha, por telefone.

Anac: 81 mil na briga por vaga (O Dia)

Dentro de poucos dias, mais de 81 mil candidatos em todo o País — 21.128 no Rio — vão ter de quatro a cinco horas para mostrar todo o conhecimento adquirido durante meses de estudo. Estão confirmadas para o próximo domingo as provas do concurso para a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). A concorrência é grande: para técnico administrativo, que requer Nível Médio completo, a relação é de 1.002 candidatos por vaga — são 40.109 inscritos e 40 chances. Como o edital do concurso saiu meio de surpresa, sem os candidatos ficarem esperando por muito tempo, o período de estudo foi menor que o de costume. Por isso, intensificar a preparação durante esta semana e tentar aprender um pouco mais do conteúdo é a dica do professor de Direito Administrativo Henrique Cantarino, da Academia do Concurso: “Foi um concurso inesperado, então ainda há tempo de olhar a matéria. Licitações, direitos e vantagens do servidor são os principais tópicos para técnico, que tem um programa muito restrito. Para analista, o conteúdo é muito grande, mas o foco deve ser Administração Pública, o que é e qual o papel das agências reguladoras”.

Arrecadação caiu de novo em junho e ajudou a derrubar Lina Vieira (O Globo)
Arrecadação federal voltou a cair em junho (O Globo)
Austrália pressiona China sobre prisão na Rio Tinto (O Globo)
Balanços nos EUA devem piorar no 2º tri (Folha de S. Paulo)
BC deteve o contágio, diz analista da Rio Bravo (Valor Econômico)
Bolsa brasileira mais resistente a solavancos (O Globo)
Brasileiro aceita reduzir ganhos da poupança (O Estado de S. Paulo)
Brasileiro larga talão de cheque (Jornal do Brasil)
Cartões pré-pagos entram na mira das bandeiras (Valor Econômico)
Cinco meses depois, apenas 14% do pacote de estímulo foi gasto (Folha de S. Paulo)
Com uma equipe jovem, Casa Civil é 'escritório de soluções da prefeitura' (Valor Econômico)
Cresce capital estrangeiro em empresas nacionais (Folha de S. Paulo)
Crise encolhe bancos pequenos (O Globo)
Crise estimula educação financeira para as crianças (Folha de S. Paulo)
Crise muda perfil do investimento externo (O Estado de S. Paulo)
Curtas - Brasil Ecodiesel (Valor Econômico)
Curtas - Greve na Vale, no Canadá (Valor Econômico)
Destaques - Banif e Banco Mais (Valor Econômico)
Disputa pela banda larga (Correio Braziliense)
Estrangeiro avança, mas investimento total cai (O Estado de S. Paulo)
Estrangeiros cobram direito de minoritário e premiam transparência (Folha de S. Paulo)
Fazenda busca novo chefe para Receita Federal (Valor Econômico)
Fundos não querem assento no conselho nem parte em gestão (Folha de S. Paulo)
Ganho menor é aceito (Correio Braziliense)
Gratificações por desempenho terão novo modelo na União (O Dia)
Independência propõe criar nova empresa (Valor Econômico)
Indústria perde mais vagas em maio, mostra IBGE (Valor Econômico)
Investimento estrangeiro é o 2º maior da década (O Estado de S. Paulo)
Lula debate pré-sal com o ministério hoje (Jornal do Brasil)
Medida para controlar cartões sai até outubro (O Estado de S. Paulo)
Mercado de carros usados ainda sofre com a crise (Jornal do Brasil)
Migração de crédito no alvo (O Globo)
Novas opções para tirar o Rio do 'limbo' agropecuário (Valor Econômico)
O papa e a crise (Folha de S. Paulo)
Obama descarta um novo plano contra crise (Jornal do Brasil)
Opção pelo RTT e seus reflexos tributários (Jornal do Brasil)
Para consultores, ensino deve começar cedo (Folha de S. Paulo)
Parceria e capital garantem reação das ações de Eike (Valor Econômico)
Participação do PIB do Brasil na AL deve crescer (Valor Econômico)
Paulista lidera pregão virtual com valorização de 313,13% (Folha de S. Paulo)
País avança no investimento estrangeiro global (O Estado de S. Paulo)
Por que trocar de banco (Correio Braziliense)
Projeto tenta garantir espaço para seringueiras (Valor Econômico)
Proposta prevê máquina única para leitura de diferentes ''bandeiras'' (O Estado de S. Paulo)
Redução de jornada de trabalho pode ter efeito nulo na criação de empregos (Valor Econômico)
Rio estuda iniciar duas grandes obras este ano (Valor Econômico)
Seguro dá fôlego a bancos médios (Valor Econômico)
Soja inox e ferrugem travam primeiro 'duelo' em escala comercial nesta safra (Valor Econômico)
Superintendentes ameaçam sair em solidariedade a Lina (Folha de S. Paulo)
Um campo sem peso na economia fluminense (Valor Econômico)
POLÍTICA

Analista defende novo foco ao Bolsa Família (Folha de S. Paulo)

Para o professor Anthony Hall, da LSE, programa não cumprirá contrapartidas na educação e na saúde se atuar só no curto prazo. Especialista em programa de transferência de renda diz que redução da pobreza foi atingida e novo alvo deveria ser gerar empregos. O governo federal confirmou, há duas semanas, que vai elevar ainda neste ano os pagamentos do Bolsa Família, principal programa social do governo Lula e um de seus maiores trunfos eleitorais. Especialista em programas de transferência de renda, o professor Anthony Hall, da LSE (London School of Economics and Political Science), diz que o Bolsa Família corre um sério risco: o foco de curto prazo na distribuição de dinheiro pode prejudicar o investimento de longo prazo em saúde e educação.

Aqui não é como se a gente fosse cachorro', diz paciente (O Globo)

Mais agilidade e menor custo são marcas da gestão de organizações sociais em São Paulo. A doméstica Alessandra de Oliveira Silva não pensou duas vezes antes de decidir o local onde nasceria Arthur, seu segundo filho. Moradora da Vila Campo Grande, na periferia de São Paulo, ela optou por um parto normal no Hospital Geral de Pedreira, um dos primeiros no estado a ser administrado por uma Organização Social (OS). Assim como ela, moradores da região lotam a unidade em busca de um serviço considerado de excelência, nos padrões do Sistema Único de Saúde (SUS). Desde 1998, parte do sistema de saúde no estado de São Paulo — hoje, 33 dos 72 hospitais em funcionamento — passou a ser gerido pelo setor privado, o que tem melhorado o serviço aos usuários, segundo estatísticas do governo. O último levantamento da Secretaria estadual de Saúde, de 2006, apontou que os hospitais gerenciados por organizações sociais atendem a 25% mais pacientes e gastam 10% menos na comparação com as unidades de administração direta.

Bem disposto, Alencar diz a médicos que ainda quer conhecer os bisnetos (O Globo)
Camponês ajuda Exército em buscas no Araguaia (O Globo)
Crise Tour (O Globo)
Dantas no círculo de fogo (Jornal de Brasília)
Dissidentes petistas ficam isolados no partido (Valor Econômico)
Documentos do Araguaia somem de arquivo no Pará (Folha de S. Paulo)
Eles se incomodam com fiscalização (Correio Braziliense)
Em dia de visitas, Alencar "exige" deixar internação (Jornal do Brasil)
Empresas doadoras negam ter cometido irregularidades (Folha de S. Paulo)
Esfriando os ânimos (Jornal de Brasília)
Falta critério na contratação de professores (Correio Braziliense)
Investimentos dos municípios crescem 30% (Valor Econômico)
Na Suécia, sigla já é a 3ª em número de filiados (Valor Econômico)
Novo ringue do Senado (Jornal de Brasília)
Não há fórmula para controlar a democracia (Folha de S. Paulo)
Oposição quer secretária demitida da Receita em CPI (Folha de S. Paulo)
Para Lula, prioridade é ter grande bancada no Senado (Valor Econômico)
Partido Pirata busca registro para disputar voto (Valor Econômico)
Presidente do TSE ataca nova lei (Folha de S. Paulo)
Procuradoria multa doadores eleitorais em R$390 MILHÕES (Folha de S. Paulo)
Reforma fragiliza transparência, diz TSE (Folha de S. Paulo)
Sarney assina livro em nome de sua fundação (Folha de S. Paulo)
Secretários executivos em alta no Planalto (Correio Braziliense)
Torneira aberta à causa do MST (Correio Braziliense)
Um tour de ônibus pelo palco da crise em Brasília (O Globo)

Solucionando problemas...

Governo avalia que, graças ao empenho de Sarney, crise no Senado está em fase de superação, diz Múcio

José Múcio concedeu entrevista no intervalo da reunião ministerial de hoje. O ministro fez questão de elogiar decisão de Sarney, que anulou atos secretos.


O ministro das Relações Institucionais, José Múcio, disse nesta segunda-feira (13), no intervalo da reunião ministerial, que o governo avalia que a crise política do Senado está em processo de superação. Ele disse ainda que a sociedade queria a anulação dos atos secretos do Senado e que a decisão do presidente da Casa, senador José Sarney (PMDB-AP), que anunciou nesta segunda a anulação de todos os 663 atos administrativos não publicados durante os 14 anos de gestão do ex-diretor-geral Agaciel Maia, "foi acertada". “Lamentou-se a crise que verdadeiramente está instalada no Senado, mas temos certeza que ela é superável e está em processo de superação”, disse Múcio. “Eu acho que toda a sociedade estava exigindo isso e se o Senado achou que essa era a medida correta não há dúvida de está no caminho correto”, acrescentou o ministro. Contudo, ele frisou que a relação com o Congresso, mesmo durante a crise no Senado, nunca foi ruim e que o governo confia na superação do mau momento político na Casa. “A relação com o parlamento nunca foi ruim. Temos certeza que o Senado vai superar esse momento de dificuldade e os próprios senadores têm interesse de superar esse momento”, disse. O ministro destacou que o tema CPI da Petrobras também foi tratado, mas não deu detalhes sobre qual foi a orientação do presidente Lula em relação à investigação no Senado. Múcio se limitou a dizer que a CPI terá que ser instalada porque é uma determinação do Senado e o governo vai respeitá-la.

Reunião

Lula está reunido desde às 9h30 desta segunda-feira com todos os ministros do governo para tratar da crise política do Senado, do novo marco regulatório para exploração de petróleo na camada pré-sal, do resultado das medidas econômicas para enfrentar a crise e do orçamento da União.

Senado Federal

Sarney anula os 663 atos secretos

O presidente do Senado, José Sarney, anulou nesta segunda-feira (13) os 663 atos administrativos editados nos últimos anos e que ficaram conhecidos como "atos secretos" por não terem obedecido ao princípio da publicidade, conforme preceitua o artigo 37 da Constituição federal. A decisão de Sarney foi embasada por relatório de comissão especial instituída pelo primeiro secretário da Casa, senador Heráclito Fortes (DEM-PI), criada no início do ano para investigar denúncias publicadas pela imprensa sobre a existência de tais atos. Sarney também determinou à Diretoria-Geral da Casa que, em 30 dias, apresente à Comissão Diretora relatório circunstanciado contendo as providências necessárias ao cumprimento das medidas adotadas nesta segunda-feira, "assim como o integral ressarcimento aos cofres públicos dos recursos eventualmente pagos de forma indevida", conforme ato assinado pelo presidente da Casa.
Transparência: Sarney pede que Procuradoria investigue quaisquer informações sobre pretensa "conta no exterior"

José Sarney, enviou, também hoje, ofício autorizando a Procurador Geral da República a requisitar informações sobre a existência de contas mantidas pelo parlamentar no exterior. O anúncio da decisão foi feito por meio de nota divulgada na tarde de sábado (11) pela Secretaria de Imprensa da Presidência da Casa. A medida foi anunciada após denúncia veiculada na edição desta semana da revista Veja, segundo a qual investigações realizadas após a liquidação do Banco Santos indicariam que Sarney teria mantido, entre 1999 e 2001, conta no exterior não declarada à Receita Federal.
Abaixo, a íntegra da nota divulgada pela Presidência do Senado

Nota à Imprensa

O presidente do Senado, senador José Sarney enviará ofício ao Procurador Geral da República, na próxima segunda-feira, conferindo-lhe todos os poderes e outorgando-lhe as permissões previstas nas leis brasileira e de quaisquer países para requisitar junto às instituições financeiras internacionais informações sobre contas bancárias que tenha no exterior ou tenha tido em qualquer época, valor, ações, depósitos, investimentos, propriedades e qualquer tipo de movimentação financeira em qualquer moeda e de qualquer valor em seu nome.
Secretaria de Imprensa
Presidência do Senado
Brasília, 11/07/2009

Tucanato galopante...


Presidente do PSDB não declarou cavalos à Receita


O senador pernambucano Severino Sergio Estelita Guerra, vulgo Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB, é considerado um dos mais importantes criadores de cavalos Mangalarga Marchador do Brasil, além de conhecido exportador de eqüinos para o mercado europeu. Seu suntuoso haras está na badaladíssima Fazenda Pedra Verde, no município de Limoeiro, a 77 quilômetros de Recife. Recentemente, a própósito, o latifúndio do tucano foi palco de uma concorrida quadrilha, batizada de Arraial da Pedra Verde, conforme noticiamos aqui.
Em 1998, quando ainda era deputado federal, o filho de Vicência e sua Pedra Verde já eram saudados pelo Diário de Pernambuco como próceres empresariais e orgulhos limoeirenses, justamente por causa dos garbosos alazões, como se pode ler aqui.
Mas, veja que curioso: quatro anos depois, em 2002, tal propriedade, incluídas nela as instalações dos elegantes quadrúpedes, foi declarada à Receita Federal como “terra nua”, como se vê pelo documento abaixo.
Teria a propriedade do coronel Severino Sergio feito um streep tease no dia de entregar a Declaração de Bens? Se foi isso, durou pouco a nudez daqueles campos. É que, passados poucos meses, até mesmo as páginas digitais da revista Nordeste Rural, da TV Globo, já exaltavam as virtudes arquitetônicas do “conjunto de baias do Haras Pedra Verde” (leia aqui).
Do blog Cloaca News

Do Blog "Amigos do Presidente"

O misterioso escritório político de Cristovam Buarque no DF


Os senadores recebem verbas indenizatórias para manter escritórios políticos em seus estados de origem, junto às suas bases eleitorais, distante de Brasília.Cristovam Buarque foi eleito pelo Distrito Federal, portanto o gabinete de senador já é localizado em Brasília e atende à função de escritório político.No entanto, o cidadão brasileiro paga, através das verbas indenizatórias do Senador Cristovam, R$ 1.588,00 por mês para aluguel de escritório político:


Se algum eleitor quiser visitar o escritório político do Senador, não encontra o endereço em seu sítio na internet. Até o momento em que esta nota foi escrita, só encontra o endereço do gabinete no Senado Federal:

Por uma destas incríveis coincidências, o suposto dono do imóvel (que recebe o aluguel), onde fica o misterioso escritório político, é Honorato da Silva Soares Neto, chefe do serviço de portaria do Senado Federal:

Do Blog Amigos do Presidente

Domingo, 12 de Julho de 2009

Eleições 2010

Pode repetir-se o castigo
Por Saulo Ramos

A despeito de sua história de serviços prestados ao Brasil, Sarney tornou-se, de uma hora para a outra, o alvo de todas as raivas

Soube que José Sarney foi avisado para não se candidatar a presidente do Senado porque o mundo desabaria sobre ele como um vulcão de coisas impossíveis. Já às vésperas das eleições para a Presidência da República e para o Congresso, com renovação de dois terços do Senado, a empreitada seria temerária. Ele seria o primeiro alvo. Aceitou a candidatura já provocando o primeiro impossível: PSDB e PT juntos do lado contrário. E cometeu a segunda impossibilidade: ganhou as eleições. A despeito de sua história de serviços prestados ao Brasil, a despeito de uma vida parlamentar de mais de 30 anos sem nenhuma acusação, tornou-se, de uma hora para a outra, o alvo de todas as raivas, a Geni de todos os ansiosos para virar notícia de jornal, com acusações de todos os naipes alinhavadas, umas atrás das outras, para alimentar um noticiário continuado contra sua permanência no cargo.
Houve uma época em que todo o mundo acusava Sarney de haver distribuído rádios e televisões aos constituintes para obter um mandato de cinco anos. Depois ficou demonstrado que seu mandato era de seis anos e que a acusação era ridícula, pois ele renunciou a um ano. Ninguém mais falou no assunto. Mas, agora, o que acontece agora?
Seria simples revanchismo dos derrotados na eleição da Mesa Diretora, dentre os quais há um especializado em vinganças miúdas? Ou, tendo o início nessa motivação, vislumbrou-se atribuir os escândalos do Senado concentrados a um único senador para atingir a estabilidade da instituição e evitar a apuração das responsabilidades por atos acusados de ilícitos e que ele próprio mandou apurar?
Ou, como ocorre quando aguçadas ambições políticas, sem respaldo popular, desesperaram-se e pretendem tumultuar a governabilidade do país para colher frutos eleitorais no próximo ano, que os ameaça com estiagem de votos? Ou é tudo isso conexo, misturado, conjugado e orquestrado? A vida pública de Sarney foi sempre pautada pelos valores da democracia. Daí seu apego ao diálogo, ao entendimento, às formas consensuais para a solução dos problemas.
Com esse comportamento, fez com que o país, em momentos relevantes de sua história, se reconciliasse e reencontrasse o seu destino de grande nação democrática. No momento em que o Brasil esteve na iminência de sofrer um retrocesso para o totalitarismo, apaziguou as partes em conflito e administrou com humildade os ânimos extremistas que desejavam impedir a volta do Brasil ao Estado de Direito.
Convocou a Constituinte, ajudou, com serenidade, os trabalhos da institucionalização do país submetida a enormes embates e tensões. Foi acusado de não dar murros na mesa. Soube conduzir o Brasil para a legalidade estabilizada, da qual desfrutam as novas gerações com plenas liberdades públicas e políticas. Para que serviu tudo isso? Para os jornais aceitarem futricas plantadas sobre atos secretos do Senado ocorridos durante os últimos 15 anos como se todos tivessem sido por ele praticados nos últimos 15 dias?
Não se pode admitir que uma obra dessa grandeza e de mais de meio século seja, em minutos, esfarelada por intrigas de interesses subalternos, provocadas por ambições eleitorais a serem tentadas no próximo ano, quando, passadas as eleições, ninguém mais falará em nada nem o acusará de coisa alguma, como não o fizeram durante 30 anos de Congresso e não o haviam feito enquanto não se tornou presidente do Senado em véspera de ano eleitoral.
Culpado é o Sarney. Fora, Sarney! Mas como chegar a essa conclusão doidivanas se por ele foram acionados todos os mecanismos de controle e investigação disponíveis, o Ministério Público, o Tribunal de Contas da União e a Policia Federal, para investigar tudo naquele templo de mistérios que é o Senado Federal?
Sarney tem algo que não agrada ao imediatismo da crítica popular. Quer fazer tudo dentro da lei porque a lei é a razão isenta de paixão. Contra isso levanta-se o ódio de algumas pessoas, sob a hipócrita justificativa de que a isenção seria assegurada pelo seu afastamento, e não pela aplicação do direito. Na Roma antiga, Sêneca já advertia: a razão quer decidir o que é justo, a cólera quer que se ache justo o que ela já decidiu.
Nosso país precisa aprender com as lições do passado. Sarney já foi submetido a um linchamento igual, pelos mesmos políticos, os mesmos veículos de comunicação, com pequenas variações, o mesmo estilo de acusações destituídas de seriedade até pelo volume crescente e diário da campanha sistemática sem verdade alguma que se comprovasse. Tudo igual. O resultado daquela primeira vez levou o Brasil a ser governado por um Fernando Collor. O castigo pode repetir-se.

JOSÉ SAULO PEREIRA RAMOS, 80, é advogado. Foi consultor-geral da República e ministro da Justiça. É autor do livro “Código da Vida”.
Da FOLHA DE S. PAULO

Eleições 2010: mais "factóides" contra projeto Lula/Dilma

Como fez com relação a todas as "acusações" que lhe foram imputadas, Sarney escolhe a total transparência. Pede que Procuradoria investigue a tal “conta fictícia” no exterior


O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), divulgou nota à imprensa na tarde deste sábado na qual afirma que na segunda-feira irá enviar um ofício à Procuradoria Geral da República dando poderes e autorização para requisitar junto às instituições financeiras internacionais informações sobre eventuais contas que tenha, ou tenha tido, no exterior. A nota de Sarney é uma resposta à reportagem da revista Veja desta semana que afirma que o senador manteve, entre 1999 e 2001, contas fora do país sem declarar ao Imposto de Renda. A revista sustenta que em 30 de outubro de 1999 a conta tinha um saldo de US$ 870.564,00.


Abaixo, a íntegra da nota:

“O presidente do Senado, senador José Sarney enviará ofício ao Procurador Geral da República, na próxima segunda-feira, conferindo-lhe todos os poderes e outorgando-lhe as permissões previstas nas leis brasileira e de quaisquer países para requisitar junto às instituições financeiras internacionais informações sobre contas bancárias que tenha no exterior ou tenha tido em qualquer época, valor, ações, depósitos, investimentos, propriedades e qualquer tipo de movimentação financeira em qualquer moeda e de qualquer valor em seu nome.”

Em entrevista ao jornalista Jorge Bastos Moreno, de O Globo, Sarney diz que não irá recuar de sua missão de reformar o Senado:

JBM - Que massacre é esse?
Sarney
- É massacre mesmo. Nunca vi, a mídia dirigida em cima de uma pessoa, disputando quem ataca mais…

JBM - Mas o senhor está firme no posto, não?

Sarney - Nunca fiz nada que não fosse correto. Então, não me sinto inseguro. Quem faz coisa incorreta é que deve se sentir inseguro. Agora, por exemplo, estão dizendo que tenho até conta no exterior. Nunca tive conta no exterior. Precisa ter dinheiro para ter conta no exterior.

JBM - E a casa?

Sarney - Até digo de brincadeira: eu não declarei meia casa, que era a minha parte; a outra é do Zequinha, meu filho. Eu deveria ter feito como o Manoel Gonçalves, que declarou que tinha uma meia égua no Prado e…

JBM - Ficou conhecido como “Manuelzinho meia-égua”.

Sarney - E eu sou o “Sarney meia-casa”.

JBM - E como o senhor está?

Sarney - Sofrendo muito, ninguém é insensível. Mas a minha determinação é fazer o que eu prometi: dar um novo Senado. Isso me dá força para continuar resistindo. A cada hora surge uma novidade. Falam de uma viagem a Veneza. Fui como outros convidados. Mas não recebi ajuda de custo de US$ 10 mil.

JBM - E o senhor vai resistir a todas essas denúncias?

Sarney - Fiz duas grandes administrações no Senado e vou fazer e estou fazendo esta terceira. Por isso não posso recuar. E não vou recuar.

Do blog do ZÉ DIRCEU

A cega blindagem dos tucanos à Yeda Crusius É de doer a blindagem, a proteção que os tucanos, em peso, estabelecem na defesa de sua governadora, Yeda Crusius (PSDB), do Rio Grande do Sul, envolvida há mais de 30 meses num cipoal de denúncias de irregularidades e corrupção em sua administração. Em que pese a necessidade de se respeitar a presunção da inocência enquanto a governadora estiver sendo investigada - em processos conduzidos pelo Ministério Público Federal (MPF-RS) e pela Procuradoria Geral da República, este em sigilo - os tucanos esquecem todas as denúncias, as provas e evidências - e há um suicídio na história, o de Marcelo Cavalcante, ex-assessor do governo tucano gaúcho - no caminho da governadora e impedem as apurações, a constituição de uma CPI na Assembléia Legislativa. Para os tucanos não importam as denúncias relativas à Caixa Dois na campanha eleitoral de 2006, à compra envolta em suspeitas (subfaturada, mas por valores superiores ao patrimônio da governadora) da casa em que ela mora, a compra de apoios na Assembléia Legislativa, a barganha por cargos em estatais... Nada. Em qualquer manifestação pública, o alto tucanato não deixa dúvidas: para eles a governadora é inocente, é vítima. Há pouco, li uma declaração do presidente nacional do partido, senador Sérgio Guerra (PSDB-PE): "Yeda enfrenta uma maré de incompreensões, enfrenta preconceitos. Ela fez um poderoso ajuste fiscal que tem resultado em um poderoso enfrentamento político". Sem contar a declaração do governador-presidenciável de Minas, o tucano Aécio Neves, para quem Yeda Crusius é "orgulho" para o partido. Quem diria! Já quando se trata do senador José Sarney (PMDB-AP) - aliado do governo - presidente do Senado, os tucanos querem sangue, pré-julgam, acusam, exigem licença ou renúncia.

Petrobras se defende dos abutres da imprensa...

Sem multa nem notificação: carta ao jornal O Globo


Em relação à matéria de capa publicada em O Globo (11/07) sob o título “Multa à Petrobras derruba a secretária da Receita Federal” a Companhia esclarece que, no episódio a que o jornal se refere, não foi multada nem sequer notificada pela Receita Federal. A Petrobras esclarece ainda que não adotou qualquer “artifício”, muito menos contábil. A adoção do regime de caixa para apuração de impostos sobre a variação cambial é perfeitamente legal e foi amparada pelo previsto na Medida Provisória 2.158-35/2001. O valor líquido de IRPJ e CSLL compensado pela Petrobras com outros tributos federais foi de R$ 1,14 bilhão e não R$ 4 bilhões, como já foi esclarecido a esse jornal em outra oportunidade. O valor que a empresa compensou, na verdade, já havia sido pago anteriormente, a mais.
Clique aqui para reler todos os posts publicados nesse blog sobre esse assunto.


A Petrobras gostaria de esclarecer algumas informações publicadas hoje (10/06) em sua coluna. É importante ressaltar que não há “concorrência pública” para patrocínios, com ou sem Lei Rouanet. Os patrocínios são firmados através de contratação direta, por inexigibilidade de licitação, de acordo com o Decreto N. 2.745, de 24 de agosto de 1998, que regula os procedimentos licitatórios da Petrobras. Mesmo na Lei 8.666/93 eles seriam contratados da mesma forma. A Companhia patrocina projetos que atendam às diretrizes e ações estratégicas da empresa, que estejam no entorno das unidades de negócio e, ainda, escolhidos via seleção pública para democratizar o acesso aos investimentos da Companhia. O projeto da Fundação José Sarney foi enviado para avaliação da Petrobras após a aprovação pelo Ministério da Cultura. Ele foi patrocinado via Lei Rouanet que garante 100% de abatimento do valor no imposto de renda da Companhia. O projeto é relacionado à conservação de acervo histórico, um dos pilares do Programa Petrobras Cultural. Como já informado, nos casos de utilização da Lei Rouanet, a prestação de contas pelo patrocinado é feita diretamente ao Ministério da Cultura (MinC).
http://www.blogspetrobras.com.br/fatosedados/

Tucanato nunca mais!!!

FICA, SARNEY!

Confiram a foto acima com a “imensa” manifestação fascistóide do “FORA SARNEY”. Um multidão de onze gatos pingados manipulados. Uma coisa insólita dos vassalos do pilantra tucanóide, José Serra. Um vexame. E ainda publicam a foto achando que o brasileiro é tolo.
Culpar Sarney por tudo de mal que acontece na política é o esporte predileto da mídia nacional. Aliás, a relação da imprensa com Sarney é esquizofrênica. Hábil político, conciliador, protagonista dos grandes acontecimentos da política nacional nos últimos anos, o senador é tratado como o símbolo do coronelismo, da província e do atraso político. Puro preconceito e manipulação de quem gosta mesmo é da plutocracia tecnocrática transnacional sediada em São Paulo. Preconceito puro! Os senadores pintaram o sete com o dinheiro público: contas de telefones celulares para uso por filha, reformas de apartamento, combustível para aeronaves, tratamentos de saúde e cirurgia plástica, receberam dinheiro emprestado de altos servidores, usam e abusam da gráfica, e por aí vai, num rosário de desmandos centenários. E, quando descobertos, são uníssonos: não sabia que era assim, a culpa é do Sarney, o bode expiatório. Escondem da opinião pública que todas as decisões são colegiadas, ou seja, delas participam todos os senadores.
O que seria apenas picuinha política se transforma em escárnio ao senso comum ao se observar, cabalmente, que o discurso “fora Sarney” esconde suas verdadeiras intenções. O que está em jogo não é o lugar de Sarney ou a vontade de melhorar o Senado, mas a sucessão presidencial de 2010. Para o desespero do PSDB e do DEM, a aliança do PT com o PMDB vai levar a ministra Dilma Roussef à vitória ainda no primeiro turno das eleições. Partidos de muitas falas e poucos votos, DEM e PSDB perdem nas urnas e tentam levar no tapetão. E o mais estranho é o PDT e até alguns parlamentares do PT entrarem nessa barca furada, travestindo-se de neoliberais para combater aqueles que defendem os interesses nacionais e o Estado brasileiro.
Bater em Sarney não tem mais graça. A fórmula está gasta e desbotou. Junto com o presidente Lula, o senador vai persistir no caminho da governabilidade, estabilidade econômica e normalidade democrática.
Fica Sarney !
Você ganhou no voto. Eles querem ganhar no tapetão.
Vá até o Blog do FICA, SARNEY! E deixe a sua mensagem repudiando o golpe institucional que se quer dar contra o presidente eleito do Senado. Você que é partidário de LULA e de DILMA, reaja.

Sábado, 11 de Julho de 2009

Opinão, Notícia e Humor

MANCHETES DO DIA

O BLOBO
MULTA À PETROBRAS DERRUBA A SECRETÁRIA DA RECEITA FEDERAL

Mantega já comunicou decisão a Lina Vieira; novo ‘leão’ sai semana que vemO ministro da Fazenda, Guido Mantega, decidiu demitir a secretária da Receita Federal, Lina Vieira, e já comunicou isso a ela, numa conversa esta semana, informa Jorge Bastos Moreno. Mantega ficou muito irritado desde que O Globo revelou, em maio, que a Receita investigava a Petrobras – depois multada – num processo que acelerou as articulações para a criação da CPI da Petrobras no Senado. Além de, como superior hierárquico, não ter sido informado de que a Receita aplicara punição milionária à maior empresa do país, Mantega ainda ficou em situação desconfortável por ser membro do Conselho de Administração da Petrobras. O novo secretário da Receita vai ser escolhido pelo secretário-executivo do ministério, Nelson Machado, que já vem comandando informalmente a Receita. Lina Vieira, a primeira mulher a comandar a Receita, ficou apenas 11 meses no cargo, o menor tempo de permanência de um secretário. Sua passagem também foi marcada por forte queda de arrecadação. (págs. 1, Nhenhenhém, 3)

Ministro da Saúde critica o corporativismo

O ministro José Temporão reagiu aos sindicatos que são contra o projeto de modernização da rede de saúde: “Hoje, o sistema está privatizado por interesses corporativos.” O projeto é do governo, mas enfrenta a resistência do PT. (págs. 1 e 5)

Minc apoia proibição de asfaltar estrada

O Ministério dos Transportes determinou que o Dnit recorra à Justiça contra a decisão do Ibama de negar licença para pavimentar a BR entre Porto Velho e Manaus, obra do PAC. Já o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, defendeu o Ibama. (págs. 1 e 9)

FOLHETO SERRISTA DE S. PAULO
PAÍSES RICOS MUDAM G8 PARA INCLUIR EMERGENTES

Grupo cria fórum de 14 países, entre os quais o Brasil, para reforçar governançaA cúpula do G8 com economias emergentes terminou com uma espécie de declaração de morte do grupo de países ricos por seu presidente de turno e anfitrião, a Itália, relata Clóvis Rossi.Em seu lugar nasce outro fórum, hoje chamado G14, que pode ser etapa transitória para uma entidade ainda mais ampla. Na fala do premiê italiano, Silvio Berlusconi, o G8 “não é mais idôneo”. É preciso expandir os interlocutores para fortalecer a governança global.A EUA, Japão, Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Canadá e Rússia devem se somar Brasil, México, Índia, China, África do Sul e Egito. Eles terão um cronograma de reuniões setoriais prévias à sua cúpula anual.O americano Barack Obama ecoou a transição e citou como desafios conjuntos a mudança climática, o roubo de materiais nucleares, a recessão global e a expansão da pobreza. Defendeu ainda reformar a ONU e ampliar seu papel. (págs. 1 e B1)

Renan indica aliados para evitar ação contra Sarney

O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), indicou seus aliados mais próximos para compor o Conselho de Ética. O objetivo é evitar medidas contra José Sarney (PMDB-AP), atual presidente da Casa.Sarney é alvo de denúncias que podem lhe custar o mandato. Renan decidiu repetir a mesma fórmula que o ajudou a enterrar representações em 2007. Os governistas têm 10 dos 15 integrantes do conselho. (págs. 1 e A4)

SP confirmar sua 1ª morte por gripe suína

O Estado de São Paulo anunciou a primeira morte por gripe suína (a segunda no Brasil). A vítima, de 11 anos, morava em Osasco e morreu em 30 de junho.A menina não foi tratada como um caso de gripe suína; só após a morte, quando o vírus foi detectado em seu irmão, descobriu-se que ela também tivera a doença.Para a Secretaria de Saúde, como o quadro da criança não era característico da doença, não houve negligência do hospital. Não se sabe como ela sofreu o contágio.O secretário da Saúde do Estado, Luiz Barradas Barata, afirmou que a morte não implica mudança no combate à gripe. O país tem 1.027 casos confirmados. (págs. 1 e C1)
O PANFLETO DE S. PAULO
GRIPE MATA EM SP E CONTÁGIO É INVESTIGADO

Segundo secretaria, menina não teve contato com doentesO Estado de São Paulo registrou a primeira morte causada pela gripe suína. A vítima foi uma menina de 11 anos que, em princípio, não teve contato com pessoas que contraíram o vírus no exterior. Quatro pessoas próximas à criança também foram contaminadas, mas passam bem. As autoridades de saúde destacaram que a origem do contágio continua sob investigação. A eventual confirmação de que a menina não conviveu mesmo com nenhum doente será um sinal de que o vírus H1N1 já se dissemina pelo Brasil. A criança não apresentou inicialmente os sintomas da nova gripe – febre súbita acima de 37,5ºC, tosse e dor de garganta. Ela morreu apenas cinco horas após chegar a um hospital privado em Osasco. (págs. 1, A15 e A16)

Países ricos admitem que G-8 tem de ser ampliado

Os chefes de Estado dos países mais ricos encerraram reunião de cúpula na Itália como o entendimento de que o chamado G-8 não tem mais força para lidar sozinho com situações como a crise financeira mundial. “Parece errado pensarmos que podemos lidar com alguns desafios globais sem grandes potências como China, Índia e Brasil”, disse o presidente do EUA, Barack Obama. (págs. 1, B1 e B3)
JORNAL DO BRASIL
PAÍSES RICOS PEDEM AJUDA A EMERGENTES

Desafios globais exigem participação de China, Índia e Brasil, diz ObamaGrupo dos sete países mais ricos do mundo, o G-8 pode estar perto do fim. Na reunião anual da cúpula do grupo, os principais líderes admitiram que a crise exige a ajuda dos emergentes, com a criação de um fórum ampliado para enfrentar a turbulência internacional e os problemas climáticos. “Não podemos lidar com esses desafios globais sem grandes potências como China, Índia e Brasil”, disse Barack Obama. Os participantes da reunião se comprometeram a liberar US$ 15 bilhões em três anos para o abastecimento de alimentos no mundo. (págs. 1 e Economia, A16)
GOLPISTA BRAZILIENSE
O AVANÇO LETAL DA GRIPE SUÍNA

Morte de criança em São Paulo aumenta suspeita de que o vírus H1N1 já circule no Brasil. Doença registra mais de mil casos no país. Subsecretaria de vigilância à saúde no DF mantém estratégias de prevenção. (págs.1, 14 e Brasília-DF, 6)

Fraude - Clonagem na Saúde piora atendimento

Somente em 2009, o ministério da Saúde suspendeu o envio de R$ 35,9 milhões de verbas às prefeituras por causa de fraudes no cadastro das equipes dos programas Saúde da Família e Saúde Bucal. Há casos de equipes clonadas em duas cidades diferentes. Irregularidades agravam situaçãoda rede pública. (págs. 1, 2 e 3)

Ecoterrorismo Malthusiano...

Governo aumenta controle sobre ONGs


(Alerta em Rede) – Em mais um passo para tentar controlar a atuação de ONGs estrangeiras no Brasil, Romeu Tuma Júnior, secretário Nacional de Justiça, informou que pelo menos 67 das 166 entidades cadastradas na Secretaria serão fechadas pelo governo nas próximas semanas por não atenderem à exigência legal e deixaram de se recadastrar no Ministério da Justiça. [1] Segundo Tuma Júnior, se essas ONGs insistirem em atuar no Brasil, a despeito de não terem se recadastrado, serão fechadas pela Polícia Federal: "A partir de agora temos uma regra. Para o governo, só há 99 ONGs estrangeiras no Brasil. O resto não existe", disse ele. Além disso, a Polícia Federal está analisando os cadastros e, diante de alguma distorção entre as atividades declaradas no estatuto e as de fato exercidas, pode fechar outras organizações. A maior parte das entidades aptas a atuar no Brasil – que não foram nominadas - tem como sede os Estados Unidos (23) e outras 19 são italianas. Existe ainda uma classe de ONGs que, mesmo criadas e sediadas no exterior, não precisaram se cadastrar na Secretaria Nacional de Justiça porque já são ‘nacionalizadas’. Dentre elas se encontram o WWF e o Greenpeace. Consta também que o governo está elaborando um decreto regulamentando a execução de atividades de qualquer instituição em áreas ambientalmente protegidas, terras indígenas e zonas de fronteira. Mesmo que a passos lentos, trata-se de um avanço a ser saudado mas, como este Alerta tem insistido, é preciso além e criar mecanismos legais para que seus doadores e montantes ‘doados’ sejam tornados públicos como ocorre, por exemplo, nos EUA, uma vez que gozam de isenções fiscais. Até por uma questão de coerência, essa prática deveria partir das próprias ONGs que são sempre muito ágeis em exigir ‘transparência’ em processos de licenciamentos ambientais e correlatos, mas relutam em abrir a ‘caixa-preta’ dos seus ecodólares.

Notas:
[1]Agora ilegais no País, 40% das ONGs estrangeiras serão fechadas, O Estado de São Paulo, 28/06/2009

Música Brasileira de Qualidade. Para curtir no fim de semana...

Boa música. A riqueza, a variedade, a criatividade, a beleza e o fascínio da Música Popular BRASILEIRA. Para quem realmente gosta de música de qualidade.

Na verdade, se a nova geração brasileira quer entender o que há de melhor da MPB, se simplesmente quer conhecer a História do que as gerações passadas realmente sentiram em seus tempos vividos, confiram este site que é uma VERDADEIRA RELÍQUIA. Cliquem no nome da música e aguardem por uns instantes enquanto o disco é posto para tocar. Vocês ouvirão a música, lerão a letra e toda a historia da música, do compositor e do intérprete. Realmente é pra se guardar...

Músicas brasileiras de todos os tempos e pra todos os gostos...

1800 Colinas (1974) A Banda (1965) A canção tocou na hora errada (1999) A Deusa da Minha Rua (1940) A Deusa dos Orixás (1975) A Flor e o Espinho (1964) A Loba (2001) A Miragem (2001) A Noite Do Meu Bem (1959) A paz do meu amor (1974) A Praça (1967) Adeus Cinco Letras que choram (1947) Agonia (1980) Águas de Março (1972) Ainda lembro (1994) Alegria Alegria (1967) Alguém como tu (1952) Alma (1982) Alma Gêmea (1995) Alvorada no Morro (1973) Amélia (1941) Amor e Sexo (2003) Andança (1968) Anos Dourados (1986) Ao que vai chegar (1984) Apelo (1967) Apesar de Você?? 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Será que é por isso que o "DEMÔNIOS" quer Sarney fora?

Aloysio Vieira, o operador do DEM no Senado
Por Mino Pedrosa, Sérgio Pardellas e Hugo Marques (IstoÉ)

Um processo de oito volumes que tramita na 12ª Vara Federal de Brasília, em segredo de Justiça, revela um personagem-chave que começa a jogar luz sobre a caixa-preta em que se transformou a primeira-secretaria do Senado Federal, controlada há uma década com mão de ferro pelo antigo PFL, hoje DEM, responsável pela gestão de R$ 2,7 bilhões por ano. Trata-se de Aloysio de Brito Vieira, o “Matraca” (foto), ex-presidente da Comissão de Licitação da Casa, que se tornou o operador de um esquema de desvio de dinheiro público e pagamento de propinas que funciona com a conivência ou participação de alguns senadores do DEM. Na tarde da quinta-feira 9, ISTOÉ apresentou documentos a um dos cabeças da organização que revelou como funcionava o esquema. Para fazer parte do pool de fornecedores do Senado, empresas eram obrigadas a pagar uma propina que, dependendo do valor do contrato, poderia chegar a 30%. “Só a empresa Ipanema foi obrigada a pagar R$ 300 mil reais por mês para o primeiro-secretário Efraim Morais”, contou. A Ipanema Empresas de Serviços Gerais de Transportes Ltda., que recebia cerca de R$ 30 milhões por ano pela terceirização dos funcionários da agência, jornal, rádio e TV da Casa, atuou no Senado até o final de março. Outras empresas como a Delta Engenharia Indústria e Comércio Ltda. e a Brasília Informática também teriam pago comissões a Efraim, segundo o participante do esquema. Durante a gestão de Efraim à frente da primeira-secretaria, o dinheiro desviado chegava às mãos do senador por intermédio do assessor parlamentar Eduardo Bonifácio Ferreira. Era ele quem levava o pacote com a dinheirama até o gabinete do senador democrata. A importância de Bonifácio era tamanha que ele detinha a chave do gabinete do primeiro-secretário. Bonifácio chegou a ser filmado e fotografado pelo serviço de inteligência da Polícia Federal, a partir do circuito interno de câmeras do Senado. Mesmo depois de perder o cargo de assessor, ele continuou com a chave do gabinete. Segundo detalhou à ISTOÉ o integrante do grupo, os pagamentos mensais eram feitos em cima das faturas dos contratos. Assim que a fatura das empresas chegava ao banco, o percentual da propina era automaticamente retirado. Ligado ao senador paulista Romeu Tuma (que foi primeiro-secretário pelo DEM e hoje é filiado ao PTB), Aloysio entrou no Senado como servidor efetivo em 1982 e trabalhou no setor de compras e serviços a partir de 1999. Em 2003 deixou a área formalmente, mas continua a manter contatos com as empresas fornecedoras. Em março de 2008, Aloysio assumiu outra área sensível na Casa. Pelas mãos de Efraim, foi guindado à presidência da comissão encarregada de cuidar da verba indenizatória. Ali, atestou as suspeitas notas apresentadas pelos senadores. Este ano, em meio à crise em que mergulhou a Casa, Aloysio foi acomodado, por orientação do novo primeiro-secretário, Heráclito Fortes (DEM-PI), numa pequena sala localizada na gráfica da Casa. Submergiu para sair dos holofotes. Mas o setor de compras pouco mudou de mãos. Sem alarde, seu sócio e primo Max Silveira Vieira foi nomeado por Heráclito na terça-feira 7, por meio do ato número 35 de 2009, para a Comissão de Gestão de Contratos.

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Hipocrisia amazônica...

A estranha ética do senador de 4% de votos...


O líder do PSDB no Senado reconhece ter recebido vantagens indevidas, como foi denunciado por ISTOÉ, e diz que vai devolver o dinheiro público

Na segunda-feira 29, o senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) subiu à tribuna do Senado para responder às denúncias publicadas por ISTOÉ. Durante três horas e 20 minutos, fez um dos discursos mais longos da história da Casa. Mas tudo não passou de pura retórica. Sem nenhum documento, Virgílio esbravejou ao vento. Ele não rebateu as acusações e confirmou com mais detalhes os fatos trazidos à tona. Na verdade, o senador autoincriminou-se. A partir de seu relato inflamado, ficou claro que o líder do PSDB no Senado infringiu os artigos do Código de Ética que preveem sanções para casos de abuso de prerrogativa e obtenção de vantagens indevidas e doações.
E mais: ao reconhecer os pecados cometidos no exercício do mandato, o senador demonstrou que, embora seja severo na hora de julgar adversários políticos, costuma adotar padrões éticos bem mais elásticos em relação às próprias atitudes.
Segundo reportagem de ISTOÉ, Virgílio manteve um servidor fantasma lotado em seu gabinete. No discurso, o senador, visivelmente alterado, admitiu que errou ao manter na folha de pagamento do Senado Carlos Alberto Nina Neto, filho do amigo e seu subchefe de gabinete, Carlos Homero Nina, mesmo quando ele resolveu estudar no Exterior. Nina Neto foi contratado em 21 de maio de 2003 como assistente técnico, com salário de cerca de R$ 10 mil. Em 2005, entre maio e julho, foi para Barcelona para um mestrado e continuou recebendo salário. Depois, passou mais de um ano fora, entre outubro de 2006 e novembro de 2007, fazendo pós-graduação. De volta ao Brasil, continuou no gabinete de Virgílio até ser exonerado em 22 de outubro de 2008. "Esse é um equívoco do qual me penitencio, um erro pelo qual mereço ser, sim, criticado", resignou-se. De acordo com o tucano, Carlos Homero chegou a aconselhar que ele pedisse à Mesa Diretora para "dar autorização" e ainda "pagar as diárias" do filho. Virgílio achou que as diárias "eram demais", mas por conta própria decidiu pagar os salários, "sem a noção clara do pecado".
O pecado que Virgílio cometeu está tipificado no artigo 5º do Código de Ética do Senado como abuso de prerrogativa. Não por acaso, dois dias depois, na quarta-feira 1º, ele anunciou que venderá imóveis da família para ressarcir o Senado pelo que pagou indevidamente, durante quase dois anos, ao ex-servidor do seu gabinete. "Era dinheiro da Nação brasileira que não poderia ter sido usado dessa forma", admitiu em novo discurso, mais cauteloso e comedido.
"Era dinheiro da Nação brasileira que não poderia ter sido usado dessa forma"
Arthur Virgílio (AM), líder do PSDB no Senado
Não foi um súbito ato de arrependimento que o fez lançar mão dos bens de família. O senador, na prática, usou um expediente bastante conhecido.
Com a decisão de repor o prejuízo do Tesouro, antecipou-se à ameaça de ser alvo de uma representação do PMDB no Conselho de Ética. Ou seja, mais uma vez lançou mão de seu estranho conceito de ética.
Os discursos de Virgílio mudam ao sabor da hora. Há algum tempo ameaçou, na mesma tribuna do Senado, dar uma surra no presidente da República porque ele e sua família estariam sendo investigados a mando do PT. Meses depois, viajou ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no avião presidencial. Seu padrão ético também é volúvel. Virgílio não titubeou ao recorrrer, por meio de Homero Nina, ao então diretor-geral do Senado Agaciel Maia, para resolver uma emergência de caixa. Conseguiu, num domingo, um empréstimo de US$ 10 mil. O dinheiro, revelou ISTOÉ, serviu para liberar seu cartão de crédito, que estava bloqueado durante viagem com a família a Paris. Candidamente, como se nada tivesse acontecido, admitiu na tribuna que três amigos se cotizaram para pagar a dívida por ele. "Carlos Homero me disse que havia resolvido isso (os R$ 10 mil) via Agaciel. E perguntei: "Mas, escute, não quero ficar com dívida nas mãos desse sujeito"", disse Virgílio. Argumentou também que não recebeu US$ 10 mil, mas sim R$ 10 mil. Ou seja, pelos seus curiosos padrões, jamais receberia "desse sujeito" US$ 10 mil. Mas aceitou de bom grado R$ 10 mil. Trata-se, portanto, de uma ética que leva em conta o câmbio. Será que o senador, também nesse caso, não tinha "noção clara do pecado"? Afinal, foi pela suspeita de que um de seus colegas, Renan Calheiros (PMDB-AL), teria tido despesas pagas por terceiros que o tucano defendia a cassação do então presidente do Senado.
Outra denúncia de ISTOÉ que Virgílio não contestou em plenário foi a de que sua mãe, falecida em 2006, vítima de Alzheimer, teve as despesas médicas no valor de R$ 723 mil custeadas pelo Senado, quando o permitido pelo regimento interno era um ressarcimento de até R$ 30 mil por ano. Em seu discurso, ele preferiu jogar a responsabilidade pela autorização do pagamento nas costas de Agaciel. Disse que sua mãe não era sua dependente, mas de seu pai, o ex-senador Arthur Virgílio Filho. E anunciou que pediria informações à Mesa para saber se houve autorização para gastos acima do limite. "Esse homem (Agaciel), até quando me acusa, não consegue fugir de dizer que praticou uma ilegalidade. Se liberou tratamento que não deveria ter liberado, ressarcimento que não deveria, da minha mãe, praticou uma ilegalidade. Ou seja, quer me transformar em seu cúmplice ou transformar meu pai, falecido, em seu cúmplice", disse. Mas estranhamente só protestou depois que o fato veio a público.
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Eleições 2010: campanha serrista contra o Senado

VEJA DÁ UM TIRO NO PÉ

Na ânsia de mostrar serviço aos seus financiadores, a revista “serrista” terminou dando um tiro no pé ao tentar colocar em suspeita que o presidente do Senado, José Sarney, teria uma conta no exterior, isso sem prova alguma ou algo que possa comprovar a participação do senador amapaense em favorecimento de ganho irregular.
Por outro lado, sua matéria, caso os peemedebistas e petistas queiram, pode trazer de volta o assunto que mais preocupa os tucanos: a ligação de FHC e seus cupinchas (aí vai Arthur Virgílio, José Serra, Sérgio Guerra e Cia) com o banqueiro Daniel Dantas.
Não se pode esquecer, entretanto, ainda em 1998, o mercado financeiro se perguntava sobre como um banqueiro jovem, à frente de um grupo (banco e administradoras de recursos) com menos de 5 (cinco) anos de existência poderia ter amealhado tantos recursos dos FUNDOS DE PENSÃO. Mesmo sendo considerado, à época, um profissional de respeito, tal premissa, por si só, não explicaria a entrega de 1 bilhão de dólares à administração de DANlEL DANTAS por parte daqueles investidores brasileiros. Pairavam questões e desconfiava-se da existência de "alavancagem" ou "preferência" política por parte do governo de Fernando Henrique Cardoso do PSDB em relação a DANIEL DANTAS.
Só para relembrar: Em 25 de novembro de 1998, a Revista Carta Capital revelou a interferência do Governo Federal, inclusive por intermédio do Presidente Fernando Henrique Cardoso, a favor do GRUPO OPPORTUNITY na privatização do Sistema TELEBRÁS.

Blog Metendo o Bedelho...

Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

Opinião, Notícia e Humor

MANCHETES DO DIA

Fundação do Maranhão é suspeita de desviar verba repassada pela estatal. Nova denúncia contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), uniu ontem dois escândalos que movimentam a Casa e obrigou os aliados do governo Lula a anunciar para a próxima terça-feira a instalação da CPI da Petrobras. A Fundação José Sarney, do Maranhão, recebeu R$ 1,3 milhão da Petrobras, via Lei Rouanet, e teria desviado R$ 500 mil para empresas fantasmas e de sua família. PSDB e DEM anunciaram que, além de apurar o caso na CPI, vão pedir ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas da União (TCU) que investiguem o presidente do Senado. Como Sarney resiste a se licenciar do cargo, a oposição tentará também instalar logo o Conselho de Ética para agilizar a análise da representação contra ele e o líder do PMDB, Renan Calheiros. Em nota, Sarney, que é o presidente de honra da Fundação, alegou que não administra a entidade e não tem responsabilidade sobre eventuais irregularidades. (págs. 1, 3 e 4)

Apesar de negar ser responsável por entidade, senador pediu, em 2005, ação no Supremo contra lei estadual. Apesar de afirmar que "não tem responsabilidade" sobre a fundação com seu nome no Maranhão, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), pediu em 2005 que a advocacia da Casa contestasse no Supremo lei estadual contrária a seus interesses. Há suspeitas de desvio de recursos da Petrobras destinados à fundação. Em nota, Sarney disse ser só "presidente de honra" da entidade, sem participar da gestão. Há quatro anos, porém, ele pediu que o Senado entrasse "o mais breve possível" com ação contra lei que devolvia o Convento das Mercês ao Maranhão. No lugar fica a sede da fundação, que garantiu sua permanência graças a liminar do STF. (págs. 1 e Brasil)

JORNAL DE BRASÍLIA
AUTORIZADA CRIAÇÃO DE 1.532 VAGAS NOS MINISTÉRIOS DA SAÚDE E DE MINAS E ENERGIA.

O Ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, autorizou hoje (9) o Ministério da Saúde a realizar concurso público para provimento de 1.276 cargos, em diferentes funções de nível médio e superior. Os detalhes serão divulgados em portaria a ser publicada no Diário Oficial da União de amanhã (10). Os novos servidores, que vão substituir mão de obra terceirizada, atenderão às necessidades de pessoal em Brasília, bem como de hospitais gerais e núcleos estaduais do Ministério da Saúde. O concurso deve ocorrer o mais rápido possível, já que o início das contratações está previsto para dezembro deste ano. O Ministério do Planejamento também autorizou a realização de concurso público para o Departamento Nacional de Produção Mineral, vinculado ao Ministério de Minas e Energia, conforme portaria publicada hoje no Diário Oficial da União. O concurso oferecerá 256 vagas – 182 para nível superior, nos cargos de analista administrativo e especialista em recursos minerais, e 74 para nível médio, nos cargos de técnico em atividades de mineração e técnico administrativo. A seleção de candidatos deve ocorrer no segundo semestre, com salários que variam de R$ 1,7 mil a R$ 5 mil.

O PANFLETO DE S. PAULO
PARA SAIR DO FOCO, SARNEY DESTRAVA CPI DA PETROBRAS

Presidente do Senado diz não saber de nada sobre desvios em sua fundação . Acuado por uma série de acusações, o presidente do Senado, José Sarney, marcou a instalação da CPI da Petrobras para a próxima terça-feira. O senador decidiu agir para desviar o foco da série de denúncias geradas pelo escândalo da edição de atos secretos. Um grupo de senadores esteve com Sarney, na noite de quarta-feira, e avaliou que os petistas não queriam a CPI e seguiriam pedindo o seu afastamento. “Se não fizermos a CPI, a oposição não vota a Lei de Diretrizes Orçamentárias, o Congresso não entra em recesso e o senhor não vai aguentar a pressão", disseram. A propósito do desvio de verbas da Petrobras na Fundação Sarney, revelado pelo Estado, a assessoria do senador informou que ele "não participa de sua administração, nem tem responsabilidade sobre ela". (págs. 1 e A4)

O volume de empréstimos do Banco Nacional de Desenvol­vimento Econômico e Social no primeiro semestre foi recorde: RS 43 bilhões, 11% a mais que em igual período do ano passado. As liberações para a indústria atingiram R$ 17,3 bilhões, e o setor de infraestrutura teve R$ 16,4 bilhões. Para o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, "o resultado mostra que o pior da crise já passou, os desembolsos se sustentaram". Ele espera um segundo semestre "mais forte e robusto". As consultas para no­vos investimentos cresceram 40% sobre 2008, totalizando R$ 111,7 bilhões, e as aprovações de crédito aumentaram 50%; R$ 77,2 bilhões. (págs. 1 e Economia A18)

Lotes em áreas públicas ou em reservas ambientais são oferecidos por R$ 185 mil nas quadras 17 e 24 do setor de mansões, que têm terrenos avaliados em mais de R$ 300 mil. Reportagem do correio flagrou falsos vendedores garantindo que o imóvel será regularizado pela Terracap. (págs. 1, 21 e 22)

VALOR ECONÔMICO
AUMENTO A SERVIDORES LEVA 80% DO JURO ECONOMIZADO

A redução da Selic de 13,75% para 9,25% ao ano, no primeiro semestre, representará uma economia de quase R$ 40 bilhões com juros da dívida em 12 meses. Mas o governo já comprometeu R$ 32 bilhões com aumentos de salário para servidores concedidos em 2008 para serem pagos entre 2009 e 2012 - ou seja, 80% do que vai deixar de gastar por causa da queda dos juros até agora. São crescentes os riscos de uma deterioração fiscal. "Não é um descontrole explosivo ano a ano, mas como é uma via de mão única para cima, o que se vê com o passar dos anos é assustador. Tem que parar", disse Arminio Fraga, sócio da Gávea Investimentos, ao Valor. (págs. 1 e A2) VEJA TAMBÉM...

ARTIGOS

Imposto único (Jornal do Brasil)

Uma nova contribuição ao debate envolvendo a reforma tributária no Brasil estará disponível a partir do segundo semestre deste ano. Trata-se do livro "Bank transactions: pathway to the single tax ideal", onde exponho sobre a estrutura brasileira de impostos e a experiência do país com a CPMF. O estudo abrange ainda aspectos fundamentais a respeito do imposto único sobre movimentação financeira e simula seu impacto sobre a economia nacional em comparação com o sistema atual. O imposto único é uma ideia que estudo desde 1990. O projeto foi aprovado pela Comissão de Reforma Tributária da Câmara dos Deputados e poderia ser votado em plenário, caso os parlamentares e o governo assim decidissem. De um modo geral, as vantagens do imposto único são inúmeras.

Mais um chilique dos mercados (Folha de S. Paulo)

Os mercados financeiros estão passando por novos momentos de grandes flutuações. Os preços das ações, no mundo desenvolvido e emergente, sofreram perdas significativas nos últimos dias. Também nos mercados de moeda a valorização do dólar provocou correções violentas. Na quarta- -feira passada, o euro teve queda de mais de 4% em relação ao iene. Flutuações dessa ordem, entre duas moedas estáveis, só ocorrem em momentos de quase pânico. Nos mercados de commodities, os movimentos de preços também foram brutais, com o petróleo caindo mais de 10% em poucos dias.

Necessário estímulo à formação de professores (Jornal do Brasil)
O ocaso da democracia liberal (Correio Braziliense)
O sertanejo é, antes de tudo, um forte (Folha de S. Paulo)
O velho e a guerra (Folha de S. Paulo)
Para o G-8, crise ainda é tema central (O Estado de S. Paulo)
Petrobras dos brasileiros (Jornal do Brasil)
Petrobras: em defesa de uma conquista (Jornal do Brasil)
Se essa rua fosse minha… (Correio Braziliense)
Se não agora, quando? (Valor Econômico)
Sobre os atos secretos do Senado (Valor Econômico)
Um grande passo (Folha de S. Paulo)
Volta de deposto seria derrota para Chávez (O Estado de S. Paulo)
COLUNAS

A oposição e a CPI da Petrobras (Jornal do Brasil - Coisas da Política)

O governo decidiu aceitar a instalação da CPI da Petrobras. Poderia tê-lo feito antes, uma vez que dispõe de maioria no Senado. Agira com prudência, ao tentar impedi-la, porque a Petrobras – a maior empresa brasileira, e uma das maiores do mundo – tem as suas ações negociadas nas bolsas internacionais, e qualquer suspeita sobre suas atividades lhe acarretará danos. Duas devem ter sido as razões principais que orientaram o Planalto a solicitar a instalação do colégio investigador. Diante da crise na Câmara Alta, é melhor que a instituição saia do círculo de giz, e passe a atuar, ainda que por iniciativa da oposição e contra o próprio governo, e o presidente confia na lisura das atividades da empresa. Além disso, as principais figuras da oposição se encontram enodoadas com os escândalos.

Abaixo a ditadura (O Estado de S. Paulo - Celso Ming)

Lá em Áquila, Itália, onde participa da reunião de cúpula, o presidente Lula atacou o que chamou de "ditadura das agências de rating". E pediu que as agências de classificação de risco passem a ser controladas por capitais públicos. Este é um assunto fácil de entender, desde que tratado ponto por ponto. Agência de classificação de risco é uma instituição cuja função é avaliar a qualidade de um título de dívida. Ou seja, é definir até que ponto uma dívida é ponta firme e vai ser honrada pelo seu emissor. E até que ponto pode ser caloteada. As três mais importantes agências internacionais de classificação de risco são a Moody?s, a Standard & Poor?s e a Fitch. Mas há inúmeras outras. Elas dividem os títulos de dívida em dois segmentos. Os de grau de especulação envolvem risco relativamente grande. Os de grau de investimento têm risco baixo ou quase nenhum. Os títulos públicos emitidos por instituições dos países ricos, como Estados Unidos, Japão, Alemanha e Inglaterra, são os mais confiáveis. A referência (benchmark) são os títulos do Tesouro dos Estados Unidos.

Anéis e dedos (Folha de S. Paulo - Painel)
"São seis meses de férias!" Ruy Pauletti (PSDB-RS), ao criticar a pena do Conselho de Ética ao deputado do castelo (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
CNI defende ampliação de acordo com México (Folha de S. Paulo - Mercado Aberto)
Dinheiro que entra (O Globo - Negócios & CIA)
Diplomacia do gol (O Globo - Ancelmo Gois)
Dos contrabandos (O Globo - Panorama Econômico)
E o boleto chegou (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
Ecos da Operação Satiagraha (Jornal do Brasil - Informe JB)
Fatos determinantes (O Estado de S. Paulo - Dora Kramer)
Gastos correntes, a herança maldita (Valor Econômico - Brasil)
Imposto de renda maior (O Dia - Coluna do Servidor)
Ministério de notáveis (Correio Braziliense - Brasília-DF)
Monstro anacrônico (O Globo - Merval Pereira)
Mudanças no plano de saúde (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
O nome é Palocci (O Globo - Panorama Político)
Pegou mal (Jornal do Brasil)
Reduções na jornada de trabalho (Valor Econômico)
Revitalização do Buritinga (Jornal de Brasília - Do Alto da Torre)
´p.çpç. (Jornal de Brasília)
ECONOMIA

Aneel estuda acabar com reajuste anual de tarifas (O Estado de S. Paulo)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estuda mecanismos para minimizar impacto para o consumidor brasileiro do reajuste anual das tarifas de energia elétrica. A intenção é evitar variações muito grandes entre um reajuste e outro, como vem ocorrendo. O diretor-geral do órgão, Nelson Hubner, revela que uma das estratégias discutidas é ampliar o prazo de correção dos custos da energia elétrica comprada no mercado pelas empresas distribuidoras. Atualmente, a correção é anual. "Este ano, a economia está ruim no mundo inteiro com a crise econômica", observou. "Nossos índices de inflação estão próximos a zero e a gente tem reajuste de tarifa de energia acima de 10%. Não tem sentido econômico. Temos de procurar formas para diminuir isso." Segundo ele, o leilão da Usina de Belo Monte, no Rio Xingu, que será realizado este ano, já poderia incluir uma regra estabelecendo que o reajuste da tarifa ocorresse apenas na época da revisão tarifária, a cada quatro anos.

Diante de reajustes tarifários de até 20% neste ano, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) estuda modificar os contratos de fornecimento de energia de usinas para distribuidoras e ampliar o prazo de correção de um ano para quatro anos.A ideia é amortizar os reajustes do consumidor final seja ele industrial ou residencial, segundo o diretor-geral Nelson Hubner. Ele ressaltou, porém, que a mudança, se for implementada, só vai valer para as novas usinas -como as do rio Madeira- ou aquelas cujos contratos de concessão forem renovados. "O reajuste baseado no custo operacional das distribuidoras está perto de zero, porque se baseia no IGP-M. O que está pesando são os custos não gerenciáveis para as distribuidoras, que é o custo da energia que ela compra, que tem reajuste pelo IPCA, que tem reajuste com dólar no caso de Itaipu", disse, na Câmara de Comércio Britânica, no Rio. Hubner disse que é possível definir teto para os reajustes para equalizar o custo da energia, diferente para cada uma das distribuidoras. Segundo Hubner, é preciso reduzir a "assimetria" de preço entre as diversas concessionárias. Não é tolerável, avalia, o consumidor de alta renda de Brasília pagar o menor valor do país, enquanto o do Maranhão, de renda mais baixa, arcar com maior custo.

Autopeças cortam 44% dos investimentos previstos (Valor Econômico)
Autorizadas 1.532 vagas no governo (Correio Braziliense)
Banco central do Reino Unido mantém juros (Folha de S. Paulo)
Banco da Inglaterra mantém juros (Jornal do Brasil)
Banco diz que facilitará acesso a microempresa (Folha de S. Paulo)
Bancos públicos e estrangeiros cortam juros no consumo (Valor Econômico)
BNDES e Petrobras trabalhando juntos (Jornal do Brasil)
BNDES gastou R$ 43 bi este ano (Jornal do Brasil)
BNDES terá linhas de crédito mais baratas (Valor Econômico)
BNDES venderá em leilão 15% das ações da controladora da Oi (Folha de S. Paulo)
Brasil dá US$ 300 mi a porto cubano (Jornal do Brasil)
Brasil já é o "maior dos menores" exportadores de arroz do mundo (Valor Econômico)
Brasil não deve contar com reação do mercado americano (O Estado de S. Paulo)
CAMISA DADA A AMERICANO É DE TIME ANTIGO (Folha de S. Paulo)
Chevron avalia planos para o Brasil (Valor Econômico)
CHINA ELEVA O TOM CONTRA HEGEMONIA DO DÓLAR (Folha de S. Paulo)
Citi troca comando para enfrentar a crise (Folha de S. Paulo)
CMN dá aval a incentivos (O Estado de S. Paulo)
Comissão do Congresso aprova redução do aperto fiscal em 2010 (Folha de S. Paulo)
Crise derruba empresas dos EUA da lista de maiores (Jornal do Brasil)
Curtas - IGP-M recua (Valor Econômico)
Cúpula de Áquila reequilibra diálogo entre o G-8 e o G-5 (O Estado de S. Paulo)
Desembolsos no BNDES sobem 11% (O Globo)
DF registra redução de 49,5% no número de casos da doença este ano (Jornal de Brasília)
Equipav engrossa relação de usinas à venda no Centro-Sul (Valor Econômico)
Estado do Rio recebeu R$ 4,4 bi (O Globo)
EUA fecham as portas (Correio Braziliense)
EUA não vão puxar reação global, diz Obama (Folha de S. Paulo)
FGTS arrecada 32% menos no semestre (O Estado de S. Paulo)
Financiamentos do BNDES crescem 11% no 1º semestre (Folha de S. Paulo)
Fluxo no Galeão cresce apesar de operações no Santos Dumont (Folha de S. Paulo)
FMI diz que mais pacotes de estímulo serão necessários (Folha de S. Paulo)
Frutas puxam alta no índice de preços (Jornal do Brasil)
G-8 diz não ao protecionismo (Jornal do Brasil)
GM deve anunciar hoje fim do processo de concordata (Folha de S. Paulo)
GM já pode sair do regime de concordata (Jornal do Brasil)
Governo ameaça cortar ''bondades'' à Argentina (O Estado de S. Paulo)
IGP–M deve baixar o valor de aluguéis em agosto (Jornal do Brasil)
Investidor na contramão (Valor Econômico)
Lobby ameaça bolso do contribuinte (Jornal do Brasil)
Lula pede o fim da ''ditadura'' das agências de risco (O Estado de S. Paulo)
Líderes decidem retomar Doha (O Estado de S. Paulo)
Madoff não vai recorrer da pena, diz advogado (Folha de S. Paulo)
Mais benefício para quem trabalha fora (Jornal do Brasil)
Mais um executivo é preso sob suspeita de espionagem na China (Folha de S. Paulo)
Mundo não pode contar com consumo dos EUA (O Globo)
No futebol, Obama jura vingança contra Lula (Folha de S. Paulo)
Nos bastidores, Obama faz confidências ao "cara" Lula (Jornal do Brasil)
PARA BNDES, PIOR DA CRISE JÁ PASSOU (Jornal do Brasil)
Para Coutinho, do BNDES, ''o pior da crise já passou'' (O Estado de S. Paulo)
Participação de pequenas empresas não avança (Folha de S. Paulo)
Pedidos de auxílio-desemprego em queda acentuada (Jornal do Brasil)
Poderosa indústria da vaidade (Correio Braziliense)
Potências concordam em limitar a 2°C o aquecimento global (Jornal do Brasil)
Reajuste maior de aposentados pode ameaçar desoneração da folha (O Globo)
Receita autua setor financeiro em R$ 4,8 bi no 1º semestre (Valor Econômico)
Receita do FGTS recua 33% no semestre (Correio Braziliense)
Responsabilidade social em tempos de crise (Jornal do Brasil)
Sem rateio no pré-sal (O Globo)
União adia recadastramento (O Dia)
POLÍTICA

Agência pede prazo maior para "devolver" militares (Valor Econômico)

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) quer mais tempo para "devolver" os militares cedidos ao órgão regulador pelo Comando da Aeronáutica. Quando herdou as funções do extinto Departamento de Aviação Civil (DAC), em 2006, a Anac formou seus quadros técnicos e administrativos com militares que já atuavam na regulação do setor. Mas a lei de criação da Anac estabeleceu o retorno deles para a Aeronáutica, à razão de 20% ao ano, até a completa "desmilitarização" da agência em 2011. Um projeto de lei, terminando com esse prazo, tramita no Senado. A agência ainda tem 435 militares entre seus 2,4 mil funcionários - sobrou justamente o pessoal mais técnico. Para substituí-los, a Anac tem feito concursos públicos: só neste mês haverá um exame para 365 novas vagas.

O presidente da República em exercício, José Alencar, 77 anos, se submeteu ontem a uma cirurgia de seis horas para desobstrução do intestino. O procedimento, realizado no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, foi a 14ª cirurgia de Alencar. Ele luta contra o câncer desde 1997. A previsão inicial era de que a operação durasse entre três e quatro horas. O prolongamento ocorreu porque, ao desobstruir a primeira alça do intestino delgado, os médicos encontraram novas obstruções, causados pelos tumores que Alencar tem na cavidade abdominal. O oncologista Paulo Hoff não descartou a hipótese de que novas obstruções voltem a ocorrer. O médico afirmou que o prolongamento da cirurgia se deveu às operações a que Alencar se submeteu anteriormente e aos tumores no local da operação.

Alencar é operado pela 14ª vez (Jornal do Brasil)
Aécio defende coluna em jornais para oposição (Folha de S. Paulo)
Cacife de Temer em ascensão (Correio Braziliense)
Carta de embaixador da Venezuela causa polêmica no Senado (Valor Econômico)
Crise atrapalha conselhos (Correio Braziliense)
Curta - Amazônia (Valor Econômico)
Câmara Federal confronta TSE em lei eleitoral (Valor Econômico)
Denúncia contra Fundação Sarney abre espaço para instalação da CPI (Valor Econômico)
Dirigente da OAB recomenda parcimônia na ampliação do rol de crimes hediondos (Jornal de Brasília)
Ex-presidente nega qualquer responsabilidade (Jornal do Brasil)
FGV sugere que Senado corte 40% dos terceirizados e se restrinja a 7 diretores (Valor Econômico)
Fundação repassou verba ao contador da família (Folha de S. Paulo)
Governo livre para gastar no PAC (Correio Braziliense)
Ibama rejeita licença para obra do PAC na Amazônia (Folha de S. Paulo)
Local de busca no Araguaia sofreu alteração (Folha de S. Paulo)
Líder tucano quer investigação sobre denúncia de desvio de recursos pela Fundação José Sarney (Jornal de Brasília)
Nova denúncia também chega ao MPF e TCU (Jornal do Brasil)
Para Petrobras, fiscalização cabe ao Minc (Valor Econômico)
Prefeituras driblam fiscalização federal (Correio Braziliense)
PROCURADORA-GERAL INTERINA CONTESTA ARTIGOS NO STF (Folha de S. Paulo)
Projeto de reforma eleitoral permite que partidos gastem mais (Folha de S. Paulo)
Regras para as eleições de 2010 confrontam linha de ação do TSE (Valor Econômico)
Sarney cede em busca de trégua no Senado (Correio Braziliense)
Secretário deixa cargo depois de Yeda barrar investigação (Folha de S. Paulo)
Sem Kassab, DEM negocia com Aécio palanques estaduais (Valor Econômico)
Senador ordena instalação de CPI (Folha de S. Paulo)
STF libera salários de SP na rede (Valor Econômico)
Supremo devolve pedido de procuradora (Jornal do Brasil)
Tema do Dia - Sob pressão, Sarney faz CPI da Petrobras (Jornal do Brasil)
Texto afrouxa limites e facilita atuação de partidos e candidatos (Valor Econômico)
Unicamp diz que Dilma cursou mestrado, mas não o terminou (Folha de S. Paulo)

McNamara

O obstinado sentido do controle
Por Alejandro Nadal [*]

Parece uma semana agitada. Há reunião do G8. A crise não recua e domina a ordem do dia. Em Detroit, a Ford Motor Company prepara-se para uma nova emissão de títulos corporativos para enfrentar os seus apuros financeiros. Em Washington, o Banco Mundial prognostica uma recuperação muito lenta da economia mundial para 2011. A guerra no Afeganistão agrava-se, com uma nova ofensiva estado-unidense e uma remessa de ataúdes que regressam em voo solitário sobre o Atlântico rumo ao cemitério militar de Arlington. Todos estes acontecimentos estão entrelaçados e ligam-se à morte de Robert S. McNamara. McNamara cristaliza seis décadas de história imperial. Sua trajetória começa com a aplicação de novos métodos quantitativos para analisar a efetividade dos bombardeamentos aliados na segunda guerra mundial. Depois, em 1946, quando o complexo automobilístico estado-unidense começa a sua reconversão à indústria civil, McNamara é contratado por Ford. É a época dourada das economias capitalistas. A sua carreira na companhia leva-o a converter-se no primeiro presidente que não pertencia à família. Ele demorou muito pouco no posto: em 1961 John F. Kennedy nomeou-o secretário da Defesa.
A guerra no Vietnam, a suposta brecha de mísseis nucleares (com a ex URSS) e o desperdício de recursos no Pentágono foram as razões aduzidas por Kennedy para designar um especialista em novas técnicas de administração. McNamara tinha interesse em tudo isto, mas foi na guerra do Vietnam que se empenhou a fundo na utilização dos seus conhecimentos. No conflito exprimiu com fanatismo a idéia de que se se tiver controle de todas as variáveis relevantes o êxito é só questão de tempo. Mesmo no mundo dos negócios, essa visão peculiar das coisas pode tornar-se perigosa: a palavra crise escreve-se com "c" de caos, não de controle. Mas numa guerra, a própria idéia de que se podem controlar os acontecimentos é absurda. Para McNamara, a solução para a guerra do Vietnam passa pela tecnologia. A única coisa que era preciso era aplicar uma metodologia racional, o problema resolver-se-ia quase por arte de mágica. Assim, introduziram-se as técnicas de pesquisa operacional para organizar e otimizar o esforço bélico. Tudo devia passar pela otimização, desde o planejamento de missões e a seqüência das missões até a entrega de equipamentos e a consolidação de linhas de abastecimento. A programação linear nunca experimentara tantas aplicações novas. É como se o recém desempacotado de Detroit procurasse aplicar os ritmos e movimentos do taylorismo ao esforço bélico na Indochina. A estratégia medular corresponderia aos bombardeamentos realizados pelos aviões B52. Entre 1965 e 1968 as missões dos B52 foram incrementadas de 400 para 1200 saídas mensais. Cada bombardeiro lançava umas 30 toneladas de bombas num padrão conhecido como bombardeio de saturação. As crateras das bombas de 250 quilogramas dos B52 eram muito maiores e mais profundas que as de qualquer outro tipo de bombardeamento. Estimas-se que ficaram 26 milhões de crateras no Vietnam. Cada uma media entre seis e 12 metros de diâmetro e tinha uma profundidade de até seis metros. A "craterização da Indochina" não foi a única cicatriz. O Pentágono também procurou privar o inimigo do seu refúgio na selva aplicando 18 milhões de galões [68,1 milhões de litros] do infame Agente Laranja, um produto químico desfolhante cujas seqüelas ainda afectam a vida de muitos no Vietnam. McNamara também ordenou o bombardeamento dos diques do Rio Vermelho para destruir o sistema de irrigação do celeiro do Vietnam.
Leia o ensaio completo...

[*] Economista, http://www.nadal.com.mx
O original encontra-se em

Fique de olho...

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO

Sexta-feira, 10 de julho de 2009

Matérias de interesse nacional

ATOS DO PODER LEGISLATIVO
Lei abre crédito extraordinário de R$ 1,2 bilhão, em favor de diversos órgãos do Poder Executivo
MINISTÉRIO DA FAZENDA
Conselho Monetário aprova condições de subsídio para compra de bens de capital
MAPA
Defesa Agropecuária interdita duas propriedades situadas em município de Minas Gerais
MD
Conselho de Aviação Civil - CONAC tem novo regimento interno
MDIC
Secex baixa norma que trata da importação de sardinha
MPOG
Autorizado concurso público para cargos da carreira de Previdência, Saúde e Trabalho
PJ
CNJ cria GT para propor medidas quanto à violência nos estádios de futebol e entorno

Mais destaques

Seleções e concursos

Anac divulga data, horários e locais das provas de concurso público

Conselho Federal de Psicologia marca data de concurso para especialista

Organismo internacional seleciona profissional para serviço temporário

Mais concursos

Eleições 2010: campanha contra o Senado

Dilma chama de “golpe” campanha contra Sarney


Teresina - A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) disse ontem que a “demonização” do presidente do Senado, José Sarney (PMDB), é uma tática para que os escândalos da Casa terminem em “pizza”. Em Teresina (PI), a ministra disse que o governo é a favor de “apurar”, e não de “demonizar”. “O que o governo discorda de forma taxativa é de atribuir problemas estruturais que duram mais de 15 anos, se não me engano, e que envolvem grande número de pessoas, e atribuir o problema a uma única pessoa. Esse é o caminho mais curto para a pizza”, afirmou Dilma. “[Se] pegar uma pessoa e atribuir a ela toda a responsabilidade e afastá-lo, no dia seguinte tudo é esquecido e todas as outras questões entram para o debaixo do tapete”, disse. A ministra disse também que “há interesses políticos” na queda de Sarney e que os adversários podem estar querendo dar “um golpe”. “Por trás de alguns há interesse político, já que querem ganhar no tapetão. Há interesse político de chegar no caminho mais perto de tentarem um golpe. E aqui falo de não ser eleito no voto secreto e direto e um golpe de tentar encurtar o caminho do voto, utilizando outros expedientes”, afirmou. Dilma concedeu entrevista após fazer balanço do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) no Piauí, que terá investimento de R$ 11,6 bi.
(Folha Online)

Eleições 2010: campanha serrista contra o Senado

A novela do Senado continua. Agora é uma nova denúncia, desta vez sobre...

Agora é uma nova denúncia, desta vez sobre a Fundação José Sarney, que administra o Memorial do Convento das Mercês, onde é preservada em São Luís (MA) a história do ex-presidente da República e de seu governo.O Estadão publicou ontem - numa polêmica que prossegue hoje, agora abordada por todos os jornais - que o Memorial empregou indevidamente recursos da Lei Rouanet recebidos via Petrobras (leia nota abaixo).Nao há nada comprovado, mas a simples publicação da matéria no jornal, virou prova e condenação contra o presidente Sarney, bem no estilo da lei da suspeição do terror francês, tão a gosto de nossos democratas de plantão.Instalação da CPI já estava decidida. A instalação da CPI da Petrobras pelo presidente do Senado já estava decidida, já que existe decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que obriga a sua abertura. Os partidos da base do governo já tinham feito acordo com a oposição em torno do arquivamento da CPI do Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (DNIT). Houve acordo, também, em torno da devolução da relatoria da CPI das ONGs para a base governista, além da aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Mas, a mídia e a oposição mantém a carga: querem vender à sociedade que a CPI vai ser instalada por causa da matéria do Estadão, numa represália de Sarney, e voltam a pedir o seu afastamento da presidência do Senado. Não querem apuração e sim condenação sumária, sem investigação, inquérito e processo.Querem fazer justiça pelas próprias mãos - melhor dizendo, pela mídia, e esta quer ser o poder judiciário, o tribunal de decisões sumárias, a corte superior do país.

(....)

Hoje mesmo vimos o líder do PSDB no Senado, Artur Virgilio (AM) no "Bom Dia Brasil" da Rede Globo fazendo “denúncias”contra tudo e contra todos. A desenvoltura que Virgílio mostrou em seu denuncismo no programa foi como se ele não tivesse contratado o próprio professor de jiu-jitsu em seu gabinete; como se não tivesse contratado um assessor e toda família deste - sendo que um do membros dessa família estudava e recebia em Paris; e (Virgílio) não tivesse recebido US$ 10 mil do ex-diretor do Senado, Agaciel Maia, para pagar dívidas contraídas num passeio a Paris, que ele pagou ninguém sabe como. "Através de uma vaquinha feita pelos amigos", segundo o senador Virgílio....
Blog do Zé Dirceu

Leia também:

O que de mais produtivo saiu no "Encontro de Áquila"

EUA e França admirados com a punjança brasileira...

Foto com Barack Obama e Nicolas Sarkozy admirando o traseiro de uma brasileira, capturada pelo fotógrafo Jason Reed, da agência Reuters, circulou por vários blogs políticos dos EUA. É claro que não perderam a piada e os comentários jocosos. O Drudge Report, que ficou famoso por ser o primeiro a publicar sobre o escândalo de Bill Clinton com Monica Lewinsky, cita a foto como “o segundo pacote de estímulo” do presidente Obama. O Examiner destaca a idade da garota, de 17 anos, e compara a imagem de hoje com a de George W. Bush encarando uma jogadora de vôlei da seleção americana durante a Olimpíada da China. A garota é Mayara Tavares, uma carioca de 17 anos que representa o Brasil no grupo de jovens “Junior 8″ da Unicef, que se reúne ao mesmo tempo que os líderes dos países do G8 na Itália. Mas, horas depois, um vídeo mostra o que realmente aconteceu no momento em que a foto foi tirada. Barack Obama, na verdade, ajuda uma garota, representante dos EUA no Junior 8, a descer um degrau.

Assista ao vídeo abaixo (em inglês e com uma breve propaganda no início):

Watch CBS Videos Online

Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

Duro na queda...

De um velho aliado de José Sarney, comentando a capacidade de resistência do presidente do Senado: “Quando ele foi presidente da República também era assim: pancada todos os dias. Parecia que a casa ia cair, mas ele resistiu até o fim”.

Do Blog
Metendo o Bedelho

Eterna pilantragem tucanóide...

"iFHC" gasta 10 vezes mais que Fundação Sarney para fazer a mesma coisa

A imprensa depois de fazer uma devassa na vida pessoal do senador Sarney, e só encontrarem a casa declarada à Receita Federal e sem constar ao TSE, partiram para o entorno: parentes e aliados. Quem dera fizessem isso sempre e sobre todos os políticos importantes.Hoje o Estadão traz denúncias contra a Fundação José Sarney (uma entidade privada, tanto quanto o Instituto FHC e a Fundação Roberto Marinho), por ter projeto de preservação e Recuperação dos Acervos Bibliográfico e Museológico da Fundação José Sarney, com base na lei de incentivo à cultura.Com base nesta lei a Fundação apresentou projeto ao ministério da Cultura, foi aprovado, e a Fundação pode captar dinheiro de empresas para patrocinar o projeto. As empresas, em compensação, podem abater este valor do imposto de renda a pagar. Quem patrocinou o projeto foi a Petrobrás, e o valor foi de R$ 1.213.205,39.Mas até onde entendo, a empresa não tem qualquer ingerência na execução do que se passa dentro da Fundação José Sarney. Ela apenas fez o patrocínio, e tem, em contrapartida, compensação nos impostos, e divulgação da marca. Pode-se questionar se o patrocínio é bom ou ruim, e se tratar-se-ia de favorecimento político. Porém, outro ex-presidente está na mesma situação, e em montantes bem maiores.Então, como alegar favorecimento à Sarney, se outro ex-presidente usa do mesmo expediente para preservar sua memória? O Instituto FHC, apresentou seu projeto de digitalização do acervo de FHC e captou da mesmo forma um valor quase 5 vezes mais elevado do que Sarney: R$ 5,7 milhões.A captação de FHC se deu na SABESP (estatal do governo paulista, hoje de José Serra, na época, de Geraldo Alckmin), e diversas empresas beneficiadas pelas privatizações, ligadas aos tucanos. Todas descontaram no Imposto de Renda o valor repassado ao iFHC, portanto trata-se de dinheiro público dos impostos que, em vez de serem recolhidos à receita federal, são usados no iFHC (ou na Fundação Sarney), a título de incentivo fiscal à cultura.Esse projeto do iFHC encontra-se com as seguintes pendências de prestação de contas junto ao ministério da Cultura:- Informar as metas a serem realizadas- Informar as metas já realizadas- Informar o nº de dias necessários para realização das metasMesmo sem ter acabado, e sequer prestado contas, o iFHC já apresentou novo projeto, para dar continuidade à descrição, preservação e informatização do acervo documental do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso.Como assim? O projeto anterior já não era para fazer isso?O valor proposto pelo iFHC ao ministério da Cultura (ainda não aprovado) é quase R$ 7 milhões de reais (R$ 6.953.860,72 para ser exato), além dos R$ 5,7 milhões do projeto anterior para fazer a mesma coisa.No total, o iFHC está propondo gastar R$ 12,7 milhões para fazer a mesma coisa que a Fundação José Sarney fez com R$ 1,2 milhão. São 10 vezes mais. Um claro indício de superfaturamento, com prejuízos ao erário do tesouro nacional, através da perda de arrecadação de impostos federais, via incentivos fiscais.Para complicar mais a situação, na operação Satiagraha, constatou-se movimentação financeira do iFHC no Opportunity Fund, de Daniel Dantas. O fundo é legalizado no Banco Central e não é necessariamente crime ser cotista, mas o Opportuniy foi usado para lavar dinheiro, segundo denúncia do Ministério Público Federal.Em continuidade à Satiagraha, um novo inquérito foi aberto para investigar os cotistas residentes no Brasil que aplicaram no Opportunity Fund estrangeiro. A operação no estrangeiro por residentes no Brasil é fraudulenta, pois é proibida, e usada para sonegar impostos nas aplicações financeiras no Brasil. O ex-presidente FHC em recente entrevista qualificou Daniel Dantas como brilhante.O mínimo que se pode exigir é uma apuração rigorosa sobre as operações do iFHC tanto quanto da Fundação Sarney.
Na batalha do Senado, o Senador Mercadante, cumprindo o papel de prisioneiro de guerra capturado pela oposição, fez um discurso de moralismo seletivo, exigindo apuração rigorosa das denúncias do Estadão contra a Fundação José Sarney.Causa estranheza esse moralismo seletivo do Senador Mercadante semelhante ao que cansamos de assistir ao longo dos últimos anos na imprensa. Fazer discursos exigindo rigor na apuração de denúncias contra pessoas da base govenista, e praticar a frouxidão moral diante da corrupção tucana, não é atitude adequada para quem deseja apresentar-se com a imagem de ético. Vou repetir: o iFHC está gastando 10 vezes mais para fazer a mesma coisa que a Fundação Sarney.
Leia mais e veja os comprovantes no Blog “Amigos do Presidente Lula”...

Meu comentário:

Repito o que já publiquei. FHC é um pilantra inominável. Diferente de José Sarney, que doou seu patrimônio pessoal para o Maranhão, quando poderia fazê-lo para qualquer outro museu da capital federal, o tucano-mor, Fernando Henrique Cardoso, tomou outro rumo nada digno de um homem que foi presidente da República. Nunca é demais lembar que, na edição 234, de 11 de novembro de 2002, a revista “Época”, com o título de capa “FHC passa o chapéu”, mostrou que o ainda então presidente da República tucano reuniu empresários para levantar R$ 7 milhões para ONG que bancaria palestras e viagens suas ao Exterior em sua aposentadoria . A revista mostrou que foi em noite de gala, dizendo: “Fernando Henrique Cardoso reuniu 12 dos maiores empresários do país para um jantar no Palácio da Alvorada, regado a vinho francês Château Pavie, de Saint Émilion (US$ 150 a garrafa, nos restaurantes de Brasília). Durante as quase três horas em que saborearam o cardápio preparado pela chef Roberta Sudbrack - ravióli de aspargos, seguido de foie gras, perdiz acompanhada de penne e alcachofra e rabanada de frutas vermelhas -, FHC aproveitou para passar o chapéu. Após uma rápida discussão sobre valores, os 12 comensais do presidente se comprometeram a fazer uma doação conjunta de R$ 7 milhões à ONG que Fernando Henrique Cardoso passará a presidir assim que deixar o Planalto em janeiro e levará seu nome: Instituto Fernando Henrique Cardoso (IFHC)”. A convocação de empresários para doar dinheiro a uma ONG pessoal do presidente, ainda com a possibilidade de assinar o Diário Oficial, constituiu o diferencial da atitude de ex-presidentes tão diferentes como FHC e José Sarney. O primeiro usou o Estado para benefício próprio para garantir suas viagens ao exterior, não para beneficiar o povo brasileiro. O segundo, usou seu próprio patrimônio pessoal para beneficiar um dos mais importantes interesses públicos: a cultura. São formas radicalmente de se encarar a vida pública. O que difere um estadista de um político comum é a preocupação com o bem geral, que é sempre o interesse de todos os membros da sociedade. E não há elemento mais decisivo para se distinguir este interesse geral dos reclamos particulares do que a cultura e a memória histórica.

Leia mais detalhes, em "Partido da Imprensa Golpista" parte pro desespero...