sexta-feira, 18 de março de 2011

Sarney fala sobre sua biografia escrita por Regina Echeverria

O presidente do Senado, José Sarney, comentou nesta sexta-feira (18) o lançamento de sua biografia que acontece na próxima terça-feira (22) no Centro de Cultura Banco do Brasil, em Brasília. Com 600 páginas, a obra publicada pela Editora Leya, foi escrita pela jornalista Regina Echeverria e levou cinco anos para ser concluída. Sarney destacou que Regina teve total liberdade na pesquisa e execução da biografia, "Ela conversou com todos, amigos e inimigos, teve acesso a todos os meus arquivos", disse o senador. No total, Regina Echeverria fez 186 entrevistas em todo o Brasil e gravou inúmeras horas de depoimento com o presidente do Senado. Sarney atribuiu o sucesso do livro, que já vendeu 15 mil cópias, a qualidade do trabalho e à competência da escritora, especialista em biografias, autora de "Só as mães são felizes" que conta a história de Cazuza e "Furacão Elis" sobre a vida de Elis Regina, entre outras obras.

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Um comentário:

  1. Diante da entrevista de Arruda a Revista Veja: Por que o antiético e imoral é o que mais cobra à ética e a moral?
    Primeiramente não poderia deixar de dizer: sempre leva algum tempo, mas a verdade acaba vindo à tona. As acusações são sempre propositadamente forjadas pelos antiéticos e imorais; transformam-se em possíveis verdades e são, sempre, conduzidas com muita maestria. Porém, o tempo se encarrega de mostrar a verdade e a verdadeira face dos falsos moralistas passa a ser vista à luz da verdade e da realidade presentes.

    No ano de 2009, surgiram os atos secretos do Senado, e os senadores com pinta de éticos e moralistas culparam e queriam a renuncia do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), como se ele fosse o culpado por uma atitude antiga da Casa. O presidente Sarney se defendeu das acusações em um discurso de 48 minutos, onde mostrou que os atos secretos a ele atribuídos não tinham consistência para que ele se afastasse do cargo. O próprio Sarney, com muita capacidade democrática, isentou os senadores: "Ninguém sabia dos atos secretos".

    Os mais eufóricos, como Arthur Virgilio, Pedro Simon, Efraim Moraes e Álvaro Dias, cobravam da tribuna do Senado o afastamento do presidente Sarney de imediato. Veja como são as coisas!!! Não demorou em vir à tona as falcatruas de Arthur Virgilio com Agaciel Maia (pagamento indevido de prestação de saúde, nomeação de um professor que mora na Franca etc); as contratações fantasmas e as falcatruas de Efraim à frente da 1ª Secretaria do Senado vieram à tona logo depois; Pedro Simon e Álvaro Dias foram denunciados por usarem indevidamente as aposentadorias de ex-governadores dos seus respectivos estados (RS, PR), usando documentações falsas.

    Agora, a entrevista de Arruda a Veja trás à tona a imoralidade de Demóstenes Torres, Agripino Maia, Rodrigo Maia, ACM Neto, Ronaldo Caiado, Marco Maciel, Kassab, Sérgio Guerra e o mais falso ético dos éticos, Cristovam Buarque. Todos beneficiados com o Caixa 2 de Arruda.

    Por outro lado, a revista Veja também foi imoral e antiética, pois essa entrevista foi feita com o Arruda desde o ano passo (2010), antes das eleições.

    Diante dos fatos, até que ponto posso usar "desengajamento moral" como uma estratégia para a minha desculpa ou outra é ético ações como "admissível"? E, por quê? E, até que ponto posso usar retirada moral realmente perpetuar o comportamento antiético e desonesto - minha e dos outros?

    Na verdade, o grande número de "hipócritas" que têm surgido ou sido "tirado do armário" (e aqueles que ainda não tenham), nos últimos anos nas arenas, por exemplo, política, é um excelente exemplo da duplicidade moral que perpetua a retirada.

    A hipocrisia é expressa na crença de que "eu vou entrar em um comportamento mais ético do que outros." Ou, "Eu sou menos injusto do que outros." Ou "Tenho o direito de ser mais desconfiado das ações dos outros do que fazer da minha." Ou, "os outros são gananciosos e mais motivados por dinheiro do que eu." Ou, "Eu sou mais honesto e confiável do que outros."

    Para resumir essa história, a base do ego necessidade de retirada moral subjacente é a de absolver a si mesmo da culpa, culpa ou vergonha por seus atos desonestos, de sair a desconexão entre os seus valores e suas ações. Quando alguém decide agir desonestamente, a tendência a separar é moralmente superior ao que considera outro de comportamento antiético. Simplesmente, "eu sou ético e você não" - dado o mesmo comportamento desonesto.

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