terça-feira, 15 de junho de 2010

Votação do PDV

Bala Rocha é o relator do PL

Amanhã, 16, a Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP), aprecia o projeto de lei nº 4.293/08, que anistia os ex-servidores que aderiram ao Programa de Desligamento Voluntário, em 1996. O deputado federal Bala Rocha (PDT/AP) é relator do PL, e deu parecer favorável.
Na última reunião da CTASP, o deputado Luís Carlos Busato pediu vistas do projeto, o que adiou a votação. O processo está tramitando na Comissão do Trabalho há um ano e meio, e ainda precisa ser aprovada nas Comissões de Constituição e Justiça e Finanças e Tributação, antes de seguir para o Plenário. Ficou acordado entre os membros que amanhã, o PL será votado, com ou sem previsão de acordo.
À época, foram prometidas compensações para os que aderiram ao programa, como capacitação profissional e linhas especiais de crédito, o que não ocorreu. Bala Rocha afirma que “ocorreu um estelionato administrativo, uma vez que o governo não cumpriu a parte que lhe cabia no acordo”.
O parlamentar, relator do projeto, assegura que os beneficiados vão devolver os valores recebidos, de maneira gradual, e não terão direito a receberem o salário retroativo à época em que estiveram afastados.

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3 comentários:

  1. SAID,APESAR DO APOIO DO DEP. BALA ROCHA E DEP. PICCIANI OS PEDEVISTAS VÊM "ATURANDO" INVERDADES DE MATÉRIAS NO JORNAL ESTADÃO SOBRE O FAMIGERADO PDV DE FHC DESUMANO.OU SÃO PESSOAS RECALCADAS QUE NÃO TÊM ONDE CAIR MORTAS OU POLÍTICOS COM INTERESSES CONTRÁRIOS.

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  2. É preciso que se vote urgentemente essa matéria para resolver parte dessa tamanha injustiça do governo FHC. São muitos os pais de família que de uma hora pra outra se viram obrigados a optarem de livre e expontanea pressão, "ou pede pra sair,ou sai sem pedir" a essa tirania social que se instalou no país em 1996.

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  3. É com esperança que leio esta notícia, sou filho de "pedevista", meu pai assinou o tal plano na época do FHC, prometeram a ele "inserção" e "orientação", etc. Meu pai, que toda a vida trabalhara como pacato servidor do governo, foi abandonado na rua com trinta mil reais na conta. O negócio que tentamos montar faliu e o banco que havia financiado a compra do equipamento tomou tudo e ainda jogou o nome de meu pai no SPC e SERASA.

    De fato foi uma baita de uma injustiça, inda mais considerando a coação dissimulada que eu próprio, que na época só contava uns onze anos de idade percebia na repartição onde meu pai trabalhava.


    Os anos de fome e miséria literal não poderão ser compensados, mas espero que ao menos meu pai possa retornar à sua função pública. Discordo de que não houve coação, houve coação sim, e o caso de meu pai e de vários de seus antigos colegas é prova disso.

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