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O GLOBO
PAES ANUNCIA REMOÇÕES IMEDIATAS EM 8 FAVELAS
Cabral lança plano para retirar famílias de áreas de risco em todo o estado. O prefeito Eduardo Paes e o governador Sérgio Cabral anunciaram ontem medidas para evitar novas tragédias em encostas. A prefeitura vai ampliar de três para oito o número de favelas que terão remoções imediatas, pagando aluguel para cerca de quatro mil famílias. O estado lançou o Plano Diretor de Remoção, que prevê R$ 1 bilhão para municípios que retirarem casas de áreas de alto risco. Mais cinco corpos foram resgatados ontem no Morro do Bumba, em Niterói, elevando o total de mortos no estado para 229. (págs. 1 e 10 a 17)
FOLHA DE S. PAULO
INSTITUTO USA NOME DO MEC PARA DAR GOLPES EM ESCOLAS
Empresa cobra até R$ 2.000 para entregar certificado de qualidade. Um instituto de Guarulhos, na Grande São Paulo, vende por até R$ 2.000 um prêmio educacional baseado em um ranking inexistente do Ministério da Educação, informa Ricardo Gallo. O MEC pedirá que a Polícia Federal investigue o caso. Anualmente, 150 escolas, supletivos e faculdades pagam pelo direito de ser premiadas como as “melhores instituições de ensino do Brasil”, à revelia do governo federal. O ministro Fernando Haddad se disse perplexo com a situação. Entre as premiadas, estão faculdades reprovadas pelo MEC, além de colégios mal classificados no Enem, exame que avalia o ensino médio. Instituições que recebem o prêmio disseram não saber que não havia aval do Ministério da Educação. A premiação existe desde 2005. Luis Renato Nogueira, dono do Instituto Brasileiro de Pesquisa de Qualidade Gomes Pimentel, admitiu que usa dados não oficiais e disse que cobra só convites adicionais para o evento do prêmio. (págs. 1 e C1)
O ESTADO DE S. PAULO
'DILMA É UMA GRANDE INCÓGNITA', DIZ AÉCIO
Ex-governador afirma que candidata pode sofrer influência do 'PT ideológico e com problemas éticos'. O ex-governador de Minas Aécio Neves diz, em entrevista a Christiane Samarco, que a presidenciável Dilma Rousseff terá dificuldade com o PT e que a relação dela com o partido é uma "grande incógnita". "Ela terá que demonstrar durante a campanha como será a relação com o PT, como virá o PT ideológico do Estado máximo e que presença o PT dos problemas éticos terá no governo", avalia. "Foram todos absolvidos e, no lançamento da candidatura dela, estavam muito sorridentes." Tido como vice dos sonhos do tucano José Serra, Aécio reafirma que concorrerá ao Senado, porém convida o ex-governador de São Paulo a abrir a campanha em Minas: “Tem o simbolismo de demonstrar nossa proximidade". (págs. 1 e Nacional A4)

REMOÇÃO COMEÇA COM 4 MIL PESSOAS
A velocidade da operação é prova do que já poderia ter sido feito. Ontem, a prefeitura anunciou a remoção de 4 mil moradores de oito favelas de áreas de risco como o Morro dos Prazeres, em Santa Teresa. Receberão ajuda para pagar aluguel ou imóveis do Minha Casa, Minha Vida. Os mortos da chuva já são 229. Além do Morro do Urubu, em Pilares (Zona Norte), onde o trabalho de demolição de casas em área de risco começou domingo, o prefeito Eduardo Paes anunciou que moradores de outras sete favelas cariocas serão removidas e reassentadas. Os morros dos Prazeres e Fogueteiro, em Santa Teresa (Centro); Laboriaux, na Rocinha, em São Conrado (Zona Sul); as localidades São João Batista, Cantinho do Céu e Pantanal, no Morro do Turano, no Rio Comprido (Zona Norte), e Parque Columbia, em Acari (Zona Norte), serão os outros pontos beneficiados. Aproximadamente quatro mil moradores terão suas casas desapropriadas pela prefeitura.
CORREIO BRAZILIENSE
A FACE DO MAL
Frio e violento, para a polícia. Segundo os vizinhos, solitário e religioso — frequentava cultos em uma igreja. Admar de Jesus, 40 anos, acusado de matar e enterrar em covas rasas seis adolescentes em Luziânia, precisava de acompanhamento psiquiátrico, dizia laudo feito quando o pedreiro esteve na Papuda para cumprir pena por abuso sexual de menores. Uma semana depois de sair da prisão, começou a atrair os jovens com R$ 200. Para não ser denunciado, assassinou um a um com pauladas. Ontem, depois de indicar onde estavam os corpos, Admar foi levado para Goiânia. Agora, as famílias sentem o alívio pelo fim da incerteza, a dor de encarar os fatos e a revolta por uma tragédia que poderia ter sido evitada. Menino que fugiu de Admar ajudou no retrato falado. Participação de cúmplices ainda não está descartada Como pode um rapaz preso por pedofilia sair da cadeia sem acompanhamento psicossocial?" Luiz Paulo Barreto, ministro da Justiça (Págs. 1 e 23 a 30)

VALOR ECONÔMICO
BELO MONTE PODE LEVAR ÍNDIOS À GUERRA
A oposição à hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará, está unindo grupos indígenas distantes e muito diversos. Uma ideia em discussão é montar uma aldeia multiétnica no ponto onde se prevê a construção da barragem. Na região da Volta Grande, o trecho de 100 quilômetros que sofrerá o impacto do desvio das águas, jurunas, araras e caiapós temem que a usina acabe com os peixes e inviabilize o transporte pelo Xingu. Os caciques dizem que os índios não foram ouvidos e que se o governo insistir com Belo Monte, irão à guerra.
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ARTIGOS
A Febraban teve um apagão moral de 24 horas (Folha de S. Paulo)
O PRESIDENTE da Federação Brasileira de Bancos, Fábio Barbosa (Santander), e seus dois vice-presidentes, José Luiz Acar (Bradesco) e Marcos Lisboa (Itaú Unibanco), deveriam marcar um almoço para responder à seguinte pergunta: "Que tal fecharmos nossa quitanda?"O Rio estava de joelhos (a sede da guilda fica em São Paulo), os mortos já beiravam a centena, os desabrigados eram milhares, e a Febraban emitiu uma nota oficial informando o seguinte:"Somente em caso de decretação de calamidade pública é que os bancos poderão receber contas atrasadas sem cobrar os juros de mora estabelecidos pelas empresas que emitiram os títulos e boletos de cobrança." (Havia a calamidade, mas faltava o decreto.)Nenhuma palavra de pesar, muito menos misericórdia. Recomendavam aos clientes que usassem o telefone, a internet ou recorressem aos caixas eletrônicos, sem explicar como chegar a eles. Centenas de agências bancárias estavam fechadas.Exatas 24 horas depois, a Febraban voltou atrás. Aliviou as multas, os juros e ofereceu os serviços dos bancos para orientar as vítimas que porventura já tivessem sido mordidas.Recuou com a mesma arrogância da véspera. Nenhuma palavra de pesar. Ao contrário. Em tom professoral, a guilda dos banqueiros ensinou: "Cabe lembrar que a cobrança é um serviço que os bancos, sob contrato, prestam às empresas titulares dos valores a serem pagos". Se é assim, por que recuou?A Febraban deve ser fechada porque, tendo sido criada para defender os interesses de uma banca que gostava da sombra, tornou-se um ativo tóxico. Numa época em que as grandes casas de crédito gastam fortunas para divulgar seus compromissos com a sociedade, a Febraban arrastou-as para um apagão moral.Há uma diferença entre banqueiro e usurário. Amadeo Giannini, por exemplo, era banqueiro. Em 1906, logo depois do terremoto e do incêndio de San Francisco (3.000 mortos), ele foi ao cofre de sua pequena casa bancária, tirou cerca de US$ 40 milhões (em dinheiro de hoje) e montou uma bancada no meio da rua. Enquanto os magnatas de colarinho engomado fechavam suas agências, Giannini concedia empréstimos, pedindo apenas a garantia de um aperto de mão. Ele morreu em 1949, rico, famoso e respeitado, dono do Bank of America. Pelas suas memórias, recebeu de volta até o último centavo. Na terça-feira, não havia banqueiro na Febraban.
A Oi e os acionistas minoritários: o preço da insensatez (Valor Econômico)
Em 2008, o anúncio da compra da Brasil Telecom (BrT) pela Oi parecia gerar um atraente caso de investimento. A história era simples e factível. De um lado, enormes ganhos de escala e sinergias, muitas de fácil execução. De outro, a possibilidade de melhorias na governança do grupo, área onde a Oi vinha prometendo progressos. O maior risco, para os investidores, seria que algo desandasse na autorização regulatória para a compra. Dois anos depois, o que parecia uma grande promessa se transforma em oportunidade perdida. A Oi hoje fatura R$ 30 bilhões, tem 57,4 milhões de clientes e vale R$ 12 bilhões, enquanto a GVT, concorrente direta que fatura R$ 1,7 bilhão e tem 1,5 milhão de clientes, acaba de ser adquirida pela Vivendi por quase R$ 8 bilhões. A Vivo, que teve seus conflitos com acionistas num passado já distante, fatura R$ 16 bilhões e vale R$ 19 bilhões em bolsa. Das sinergias óbvias - redução de custos com fornecedores, compra de equipamentos, manutenção de rede ou despesas administrativas e de vendas - não é claro o que foi atingido. A esta altura, pela sua escala, a empresa deveria ter os custos mais baixos do setor no Brasil. Além disso, o serviço continua sofrível, como mostram os indicadores de qualidade da Anatel.
A política nuclear de Obama (Valor Econômico)
Ainda tem vapor na caldeira da locomotiva? (O Estado de S. Paulo)
Alterações no preço de transferência (Valor Econômico)
Chega de improviso! (O Globo)
Discurso da inclusão (Folha de S. Paulo)
Entrevistas e temporais (Correio Braziliense)
Fidel 'Paredon' Castro (Jornal do Brasil)
Gastamos muito e mal (O Estado de S. Paulo)
Gastamos muito e mal (O Globo)
Interpretações do governo Lula (O Estado de S. Paulo)
Laudos e ética (O Globo)
Laudos e ética (O Estado de S. Paulo)
Muita cenoura, pouco chicote? (Valor Econômico)
Máquina de moer adversários (O Globo)
O quinto constitucional (Jornal do Brasil)
Países asiáticos e doença holandesa (Folha de S. Paulo)
Perdas dos aposentados? E os aluguéis? (Valor Econômico)
Plano de fuga (Folha de S. Paulo)
Política independente (O Globo)
Tragédia anunciada (O Estado de S. Paulo)
À espera do Congresso (O Globo)
COLUNAS
A 3% da máxima, é bolha ou fundamento? (Valor Econômico - De Olho na Bolsa)
Nas duas últimas semanas, o mercado voltou a dar alegrias ao investidor, com o Índice Bovespa oscilando entre os 70 mil e os 71 mil pontos. Com a recente valorização, o indicador se aproxima da sua marca histórica de 73.516 pontos, alcançada em 20 de maio de 2008. Tomando por base o fechamento na sexta-feira, aos 71.417 pontos, faltam apenas 2,94% para o índice novamente chegar ao seu recorde dos recordes. A pergunta que ronda a cabeça de analistas e investidores é se faz sentido o mercado brasileiro voltar a uma marca tão importante depois de tantos acontecimentos negativos, como a última crise financeira internacional e a deterioração da economia de países europeus, como a Grécia e Portugal.
A estratégia de Serra (Folha de S. Paulo - Fernando Rodrigues)
O discurso de José Serra no sábado revelou sem eufemismos a estratégia do candidato do PSDB a presidente. Três pontos são os mais salientes: 1) biografias - Serra deseja ser comparado à sua adversária direta, Dilma Rousseff (PT). Nesse embate, o tucano acredita levar vantagem. Na sua cabeça, a experiência como deputado, senador, ministro, prefeito e governador terá impacto forte sobre o eleitorado;2) continuidade de Lula - nunca numa eleição brasileira pós-ditadura um presidente entrou no processo com avaliação positiva perto de 80%. O tucano conhece essa realidade. Decidiu enfrentá-la não se indispondo com o eleitorado de Lula. Elogia o que é bem avaliado e planta uma dúvida na cabeça dos eleitores: quem é o melhor para continuar e ampliar essa obra? A expectativa é fazer o eleitor médio concluir que Serra é o nome apropriado. Daí o tão martelado slogan serrista "o Brasil pode mais"; 3) país unido - quando falou que "o Brasil não tem dono", no sábado, Serra fez um apelo à unidade nacional. É uma tese polêmica. Eleições em democracias representativas tendem a fracionar e não a unificar. Barack Obama, Lula, FHC e outros sempre só tiveram pouco mais de 50% dos votos quando eleitos. A seis meses da eleição, é difícil fazer um juízo e afirmar se serão eficazes os três eixos principais da campanha serrista. Até porque a trajetória de Serra não estará sozinha no tempo e no espaço. Os outros candidatos reagirão. Sobretudo Dilma e o PT. É um truísmo, mas vale repetir: os políticos estão sob forte tensão. Podem acertar e errar. O tamanho dos acertos e dos erros determinará a maior ou menor conexão com o eleitorado. Num ambiente hostil para a oposição, Serra tem feito o possível como candidato anti-PT. Apesar dos titubeios nos meses recentes, o tucano errou pouco até agora. Mas a disputa está apenas no começo.
"Os outros têm vergonha de ter participado do governo FHC" (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Cepal ganhará peso, com Serra ou Dilma (Valor Econômico - Brasil)
Curso para funcionário federal (O Dia - Coluna do Servidor)
De volta ao passado (Folha de S. Paulo - Ruy Castro)
Desforra e rancor (Folha de S. Paulo - Fernando de Barros e Silva)
DIs pendem para alta de 0,75 ponto (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
Expediente dobrado (Folha de S. Paulo - Carlos Heitor Cony)
Guevarista indignado (Jornal de Brasília - Do Alto da Torre)
Hu Jintao vem aí (Folha de S. Paulo - Nelson de Sá)
Igualmente sem graça (Correio Braziliense - Brasil S.A)
Liberdade de imprensa e democracia (Valor Econômico - Política)
Meia diária (Folha de S. Paulo - Painel)
Mudança na licença médica (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
O DESPERTAR DE LETÍCIA (Folha de S. Paulo - Monica Bérgamo)
Reflexos imediatos (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
Sob pressão dos EUA por conta do Irã, Lula vai a cúpula nuclear (Folha de S. Paulo)
TSE e PF vigiarão em tempo real as contas dos candidatos (Folha de S. Paulo)
Um Stalin entre o PT e os tucanos (Jornal do Brasil - Coisas da Política)
ECONOMIA
Aberturas de capital devem se intensificar (Folha de S. Paulo)
O Brasil, que vivia uma febre de abertura de capital de empresas antes do agravamento da crise internacional em 2009, deve ser um dos países que mais terão companhias indo à Bolsa nos próximos dois anos, segundo especialistas. A trajetória de queda dos juros e a recomposição da liquidez internacional no mercado de crédito facilitam o financiamento corporativo pelos meios tradicionais, como emissões de títulos e empréstimos de bancos. Mas o mercado de ações é cada vez mais a escolha dos empreendedores que buscam recursos para ampliar as suas operações e se preparar para a esperada decolagem do Brasil.Essa opção tem, para os gestores, a vantagem de reforçar a marca das companhias, tornando-as mais conhecidas do público em geral, que está se familiarizando com a Bolsa, e ainda trazer para dentro do negócio novas e mais modernas normas de administração.De acordo com informações da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), já existem atualmente em análise 18 pedidos de ofertas de lançamento de ações por companhias brasileiras. Dessas operações, seis são de IPOs (ofertas públicas iniciais, na sigla em inglês)."O único fator que pode atrapalhar é a elevação dos juros nos EUA, porque, nesse caso, os investidores correriam para alocar parte dos seus recursos em ativos norte-americanos. Mas não parece provável que isso vá acontecer tão cedo, pelo comportamento da economia por lá", ressalva Ricardo Fontes, professor do Insper.
ABSA Cargo já conversa para ser a nova sócia (Valor Econômico)
A ABSA Cargo Airline, empresa de transporte aéreo de cargas que tem como acionista o grupo chileno LAN, tem interesse em abrir uma empresa aérea de cargas em sociedade com os Correios. A informação é do diretor-presidente da ABSA, Norberto Jochmann. Ele revela que executivos da ABSA já estiveram com representantes dos Correios para saber quais as chances da empresa. E a resposta teria sido favorável. Segundo ele, o modelo ideal seria a ABSA ter 51% do capital da nova companhia e o controle absoluto da administração e da operação. Nos Correios estima-se que nessa nova companhia a estatal poderia ter 49% do capital (ver reportagem ao lado). Criar uma empresa aérea em parceria com empresa privada é a melhor saída possível para resolver o problema dos Correios nesse setor, na visão de Custódio. Segundo ele, não é um projeto recente, mas uma ideia que vem maturando há três anos. "O negócio dos Correios é de grande volume, perto de R$ 400 milhões por ano. Certamente temos interesse em estudar, mas depende de como será a relação com a empresa parceira", diz Jochmann. A ABSA já transportou remessas dos Correios, mas em regime de urgência, sem necessidade de licitação, conta Jochmann.
Advent capta US$ 1,65 bi para América Latina (Valor Econômico)
Apetite para aquisições, mas sem pressa e com parcimônia (Valor Econômico)
Após 7 anos em queda, compras argentinas no Brasil voltam a crescer (Valor Econômico)
Após grave crise, Fonterra renova aposta na China (Valor Econômico)
Após período fraco, novas ações são sugeridas por corretoras (Folha de S. Paulo)
Ativa estima ganhos com Bradesco (Valor Econômico)
Belo Monte em semana decisiva (Correio Braziliense)
Belo Monte vira alvo de protesto hoje em Brasília (O Globo)
Brasileira UTC substitui chineses nas obras da usina da Thyssen (Valor Econômico)
Carteira inova e contrata formador de mercado (Valor Econômico)
China tem déficit de US$ 7 bi (Jornal do Brasil)
Com alta da Selic, rentabilidade volta a melhorar (Folha de S. Paulo)
Com o Bradesco, Ágora perde posição no ranking (Valor Econômico)
Comércio espera alta de 8% (Jornal do Brasil)
Corretora lucrou apenas R$ 6,8 mi em 2009 (Valor Econômico)
Custo de vida em SP fica maior para baixa renda (Valor Econômico)
CVM adia prazo para Formulário de Referência (Valor Econômico)
Demanda forte traz ganho para cotista (Valor Econômico)
Desafio da OGX vai além do fundo do mar (Valor Econômico)
Efeito "jovem viúva" surpreende o INSS (Folha de S. Paulo)
Embraer conclui venda de jatos para Argentina (Valor Econômico)
Empresa aérea estrangeira ganha espaço (Folha de S. Paulo)
Entrevista - Luís Inácio Adams (Correio Braziliense)
Europa ajuda governo grego (Correio Braziliense)
Fundo DI sofre com saque e retorno fraco (Folha de S. Paulo)
Fundos de emergentes recebem US$ 3,27 bilhões (Valor Econômico)
Fundos imobiliários crescem e atraem atenções (O Globo)
Fundos regionais têm rombo de R$ 16 bilhões (O Globo)
Inflação de demanda já é ameaça, diz economista (O Estado de S. Paulo)
Lukoil já cogita suspender negócios (Valor Econômico)
Maioria das queixas comerciais é barrada (O Estado de S. Paulo)
Mais dinheiro no bolso (Valor Econômico)
Melhor do que antes da crise (O Estado de S. Paulo)
Mercado está otimista sobre ritmo da economia (O Estado de S. Paulo)
Metalurgia e construção puxam contratações (O Estado de S. Paulo)
Ministério Público tem 195 ações na Justiça para cobrar recursos (O Globo)
MP permite que Correios disputem mercado de logística comercial (Valor Econômico)
Obama quer prorrogação de tarifa sobre álcool do Brasil (Folha de S. Paulo)
Ofertas de ações passam de R$ 10 bi (Valor Econômico)
Ouro atinge a maior alta desde dezembro com busca por proteção cambial (Valor Econômico)
Para analista, burocracia trava empreendimentos (Valor Econômico)
Países discutem nova linha de crédito (Valor Econômico)
Perspectiva para o emprego é a 2ª melhor da década (O Estado de S. Paulo)
Plascar emite debênture conversível (Valor Econômico)
PR precisa de quase R$ 7 bilhões em obras (Gazeta do Povo)
Produtividade sobe com aumento simultâneo de produção e horas pagas (Valor Econômico)
Produção se recupera mais rapidamente do que o emprego (O Estado de S. Paulo)
Relaminadoras repudiam norma na ABNT (Valor Econômico)
Remuneração de executivo vai aumentar 45% este ano (Valor Econômico)
Sem tradição, XP lidera em ações (Valor Econômico)
Setores mais protegidos são químico e têxtil (O Estado de S. Paulo)
Siderúrgicas investem na "casa de aço" (Folha de S. Paulo)
Suzano deve fazer emissão após BNDES (Valor Econômico)
Sócios da Mills podem transferir prioridade (Valor Econômico)
TAM opera hoje mais voos por semana do que a velha Varig (Folha de S. Paulo)
Uma década depois, Banestado é ferida aberta de R$ 1,1 bilhão (Gazeta do Povo)
POLÍTICA
"Carreguei o piano por 5 anos", afirma Dilma (Folha de S. Paulo)
Pré-candidata petista à Presidência da República, Dilma Rousseff diz que manter a política econômica do governo Lula "é mais do que compromisso" e que não pretende mudar a política monetária atual. "Você não pode sair por aí reduzindo os juros feito maluco", diz.Ex-chefe da Casa Civil, responsável pelo PAC, Dilma rebate o discurso dos tucanos de que o ex-governador José Serra (PSDB) mostrará que é capaz de fazer melhor do que ela. "O que ele [Serra] foi? Ele não pode dizer que a biografia dele não passa pelo governo FHC. A minha biografia é o governo Lula. Eu carreguei o piano nesses cinco anos [na Casa Civil], eles não podem me tirar isso." Dilma sugere que as empreiteiras desistiram do leilão de Belo Monte porque "o pessoal está estofadinho de obras", o que aumentaria o poder de escolha do empresariado. Sobre a possibilidade de surgir um novo consórcio para disputar o leilão, ela se esquiva: "Eu já não estou acompanhando isso mais, sabe". Mas deixa claro que não é intenção do governo ceder e mudar regras. A ex-ministra afirma que dará prioridade ao aumento das exportações, principalmente de manufaturados, e que vai procurar desonerar o setor. Por fim, ela defende a política de criação de grandes grupos empresariais, sob estímulo do BNDES. Dilma conversou com a Folha por mais de duas horas, na quinta-feira, na casa do marqueteiro João Santana, que servirá de escritório para a pré-candidata, em Brasília.
''Ex-candidato do conflito'' aprende a fisgar aliados e a fugir do isolamento (O Estado de S. Paulo)
Depois dos próprios erros de 2002 e do fiasco tucano de 2006, Serra firmou-se como nome natural e de consenso na aliança de oposição. O "candidato do conflito", que conquistou o direito de disputar a Presidência e fazer a sua nona campanha eleitoral, ficou nas urnas de 2002. O José Serra de 2010 é outro: em vez de trabalhar no confronto para fazer maioria, e dar a largada em meio a um racha partidário, ele quebrou o isolamento político, aprendeu a fisgar aliados e firmou-se como candidato natural da oposição. Da derrota de 2002 para cá, São Paulo foi para Serra - com as passagens pela prefeitura da cidade e o governo do Estado - o laboratório da articulação política. Ao juntar PSDB, DEM, PMDB, PTB e PPS, ele encontrou a fórmula para não permitir que outro tucano de Minas, com fama de "político agregador", furasse a fila do PSDB e lhe tomasse a preferência na corrida presidencial. O ex-governador Aécio Neves bem que tentou virar pré-candidato. Por um tempo, o mineiro se convenceu de que, independentemente da posição na fila, sua melhor hora era agora. Serra bateu o pé, exibiu resiliência e, escudado num cacife médio de 35% de intenções de voto, foi criando o consenso de que desta vez, mais do que em 2002, a hora é dele. Convenceu a ele mesmo de que há espaço para disputar votos porque "Dilma não é Lula" e "o eleitor olhará mais para o futuro do que para o passado."
Candidato descarta criação de impostos em discurso (Valor Econômico)
Candidatos passam por maratona estética (O Estado de S. Paulo)
Comitê vê risco de fraude em urnas (Valor Econômico)
Comícios de risco para Dilma e Lula (Correio Braziliense)
Cresce pressão para que Aécio aceite ser vice (O Globo)
Crítica de Dilma a exilados causa polêmica (Folha de S. Paulo)
Dilma evita assumir compromissos e frustra sindicatos (Valor Econômico)
Dilma vai ao CE e foca temas da família (O Estado de S. Paulo)
Em 5 páginas, palavra 'Brasil' 40 vezes (O Globo)
Escudeiros no Congresso (Correio Braziliense)
ESTREIA: Dilma agora no Twitter (O Globo)
EUA e 46 países debatem risco de terror nuclear (Folha de S. Paulo)
Falta de verbas pode ameaçar grandes obras do governo (Folha de S. Paulo)
Gabeira critica visita de Dilma a túmulo de Tancredo (O Estado de S. Paulo)
Há outras ações anti-miséria, diz governo (Folha de S. Paulo)
Interessados recebem kit e têm até palestra sobre fiscalização (O Estado de S. Paulo)
Marina critica a apologia do medo (O Globo)
Marina critica PT e PSDB por "apologia do medo" (Folha de S. Paulo)
Marina diz que Serra adotou seu discurso (O Estado de S. Paulo)
Marina vestida para pedir voto (Correio Braziliense)
Movimento já invade 5 áreas em Pernambuco (Folha de S. Paulo)
MST usa invasões para provocar Dilma (Folha de S. Paulo)
Na fila do Congresso, dois projetos para dar mais transparência (O Estado de S. Paulo)
No ano eleitoral, febre também ganha Congresso (O Estado de S. Paulo)
No discurso, Serra deu pistas de suas propostas (O Globo)
O que disse o tucano (O Globo)
Oposição vai processar sindicato (O Globo)
Para especialistas, campanha será agressiva (O Globo)
Perigo ronda o estado democrático (Correio Braziliense)
PETISTA DIZ QUE USARÁ TWITTER PARA TROCAR IDEIAS E OUVIR SUGESTÕES (Folha de S. Paulo)
Petista estreia no Twitter e diz que quer ''aprender'' (O Estado de S. Paulo)
PV amplia palanque de Marina (Jornal do Brasil)
PV monta palanque para Marina em dez Estados (Valor Econômico)
Relatório da PF complica Arruda (Jornal do Brasil)
Seminário tenta aproximar verdes e ruralistas (Valor Econômico)
Sob pressão, Ciro pode terminar sem mandato (O Estado de S. Paulo)
STF julga pedido de liberdade de Arruda (Folha de S. Paulo)
Só 17% no Bolsa Família fizeram cursos (Folha de S. Paulo)
União partidária inédita em torno de Serra anima tucanos na largada (Valor Econômico)
Web tem arsenal para eleitor fiscalizar político (O Estado de S. Paulo)
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