quarta-feira, 31 de março de 2010

Coisas do "tucanato" apátrida...

Executivos da Alstom são presos em Londres
Gilberto Nascimento

Três executivos do conselho de administração da Alstom foram presos em Londres, na quarta-feira 24, sob a acusação de corrupção e pagamento de propina em vários países, entre eles o Brasil. Houve lavagem de dinheiro e outros crimes financeiros, segundo o Departamento de Investigações de Fraudes Financeiras do Reino Unido. As prisões foram pedidas pelo Ministério Público da Suíça. No Brasil, são investigados, entre outros, contratos com a Companhia do Metropolitano de São Paulo. O Wall Street Journal informou que policiais suíços se reuniram com colegas brasileiros para tratar do caso. Há suspeitas deque 6,8 milhões de dólares teriam sido pagos a autoridades para a Alstom ganhar um contrato de 45 milhões de dólares de expansão do metro paulistano, disse o jornal. Recursos saiam da sede da Alstom, na França, e eram transferidos para o escritório em Rugby, no Reino Unido.Dali, era utilizado para corromper funcionários do governo no Brasil e em outros países. Antes de chegar ao Brasil, ao menos parte do dinheiro passava por duas empresas do Uruguai, a Leraway e a Gantow, conforme denúncia de Carta Capital, em agosto do ano passado.
Leia mais em “Carta Capital”

Presidente da ANJ admite que imprensa atua como Partido de Oposição

A Presidente da ANJ (Associação Nacional de Jornais), Maria Judith Brito, admitiu que a imprensa atua como um Partido de Oposição:- A liberdade de imprensa é um bem maior que não deve ser limitado. A esse direito geral, o contraponto é sempre a questão da responsabilidade dos meios de comunicação. E, obviamente, esses meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada. E esse papel de oposição, de investigação, sem dúvida nenhuma incomoda sobremaneira o governo [Lula].Nada contra, pelo contrário é até louvável que o PIG se registre oficialmente como partido no TSE, como "Partido da Imprensa Golpista", assim como qualquer outro partido, para que a Globo, Folha, Estadão, Veja, RBS, etc. se submetam às regras e calendário eleitoral que todos os demais partidos tem que se submeter.Por que o PIG pode panfletar à vontade, diariamente, por que pode veicular propaganda eleitoral nos telejornais diários, antes do período de campanha eleitoral, e os demais partidos não podem?O PIG integra a coligação PIG-DEMos-PSDB-PPS e apóia a candidatura de José Serra. Precisa seguir as regras eleitorais. Judith Brito é também diretora-superintendente da Empresa Folha da Manhã S.A., que edita a Folha de José Serra (jornal Folha de São Paulo).

Do Blog “Os Amigos do Presidente Lula”...

Ex-prefeito de Belo Horizonte ganha direito de resposta na revista "IstoÉ"

Redação Portal IMPRENSA

A 30ª Vara Cível de Belo Horizonte (MG) determinou que a revista IstoÉ conceda direito de resposta ao ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel (PT), por matéria publicada em 3 de março de 2010 que o indicava como um dos envolvidos no esquema do Mensalão.

Divulgação
Fernando Pimentel

O Blog do jornalista Luis Nassif informa que o procurador responsável pela investigação, Patrick Salgado Martins, negou que Pimentel estivesse envolvido no esquema.

De acordo com a decisão limiar, tanto a revista quanto o site devem publicar a resposta "nos mesmos moldes e com o mesmo destaque e espaço" correspondentes à reportagem publicada no início do mês. Cabe recurso.

No caso da versão impressa, a decisão determina prazo de três edições para a publicação da resposta e prazo de 48 horas para o site da publicação, sob pena de multa diária de R$ 5.000 e limitada a acúmulo de R$ 150 mil.

Anteriormente, o procurador Patrick Martins havia sublinhado que os fatos da reportagem estavam fora do contexto e que não existiam provas que ligassem Pimentel ao Mensalão. O ex-prefeito não chegou a ser denunciado pelo esquema.

O juiz Wanderley Salgado de Paiva, responsável pela decisão liminar, observou que "dever do jornalista respeitar o direito à intimidade, à privacidade, à honra e à imagem do cidadão, não podendo o jornalista divulgar as informações de forma inadequada e sem, antes, certificar-se de sua veracidade".

O magistrado ainda esclareceu que a queda da Lei de Imprensa não inviabilizou o direito de resposta. "As ações de natureza como a dos presentes autos têm por fundamento a legislação em vigor, Código Penal, Civil e, principalmente, a Constituição Federal", disse.

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Geovani Borges prevê para breve a solução de conflito entre brasileiros e franceses da Guiana

O senador Geovani Borges (PMDB-AP) disse nesta quarta-feira (31) ter participado de duas audiências com o embaixador Antônio Patriota para tratar dos conflitos entre brasileiros e franceses da Guiana. Segundo o senador o problema está virando rotina e causando um enorme constrangimento ao município do Oiapoque (AP), na divisa com a Guiana.
- Isso vem se tornando uma rotina, se repetindo, o que não é bom para os brasileiros e não é bom para os franceses, não é bom para os dois países. E saí muito animado pelos avanços das negociações do Itamaraty, do Ministério das Relações Exteriores com a França, inclusive estamos fazendo uma ponte interligando os dois países, aprovando já a implantação de um consulado ainda este ano no município de Oiapoque, no extremo norte do nosso País - afirmou em Plenário.
Geovani Borges também relatou a reunião que teve com o presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), Rolf Hackbart, para tratar da anuência do plano de manejo dos brasileiros assentados naquela região. Ele disse que está havendo um entrave no Amapá, pois a gerência regional do INCRA não tem autonomia para homologar os planos, mas está previsto para amanhã (1) a publicação de uma Instrução Normativa para resolver o problema.
O senador voltou a defender projeto de lei (PLS 186/06) do senador Gilvan Borges (PMDB-AP), de quem é suplente. O PLS prevê a extinção do exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Ele leu alguns e-mails de apoio de bacharéis em Direito de todo o país.

Da Redação / Agência Senado

Leia o pronunciamento na íntegra...

Opinião, Notícia e Humor


MANCHETES DOS JORNALÕES
(Se você não teve tempo hoje de ler os principais jornais do País, leia-os agora a noite)



O GLOBO
PRESSÃO DOS EUA SOBRE O IRÃ PODE ATINGIR PETROBRAS

Porta-voz do Departamento de Estado diz que Hillary já tratou do tema com Lula. Aumentou a pressão dos EUA por sanções contra o programa nuclear iraniano, tanto no Conselho de Segurança da ONU, do qual o presidente Obama exige uma decisão "em semanas", como sobre as empresas que têm negócios com o Irã. Lista de empresas com financiamento americano que são alvo de investigação do Congresso dos EUA por comércio com o Irã inclui a Petrobras, segundo o "New York Times". O porta-voz do Departamento de Estado, Philip Crowley, disse que Obama quer "uma conversa mais ampla" sobre essas empresas, e que o tema já foi tratado pela secretária Hillary Clinton com o presidente Lula e o chanceler Celso Amorim. O Itamaraty nega. A Petrobras diz que o contrato de exploração de petróleo com o Irã expirou em 2008. Em dez dias, o Brasil enviará a Irã, Egito e Líbano missão com 90 empresários, comandada pelo ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge. (págs. 1 e 31 e editorial "Brasil na era do terrorismo")

FOLHA DE S. PAULO
GOVERNO APONTA ABUSO NA PRESCRIÇÃO DE EMAGRECER

Médico do tráfego é um dos que mais receitam droga para perder peso. Relatório nacional divulgado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), com dados de 2009, indica abuso na prescrição de drogas anorexígenas (remédios usados para emagrecer, como a sibutramina). Entre os maiores prescritores de sibutramina no país está um médico do tráfego, que aplica exames para obtenção da carteira de habilitação. O maior prescritor do femproporex, outra droga do gênero, é dermatologista. Os dados foram obtidos por sistema que monitora eletronicamente a venda de medicamentos controlados. Em 2009, foram consumidas quase duas toneladas de sibutramina, cuja venda o governo acaba de restringir. A Anvisa pretende levar os dados ao Conselho Federal de Medicina. Segundo o primeiro-secretário do CFM, Desiré Carlos Callegari, poderão ser abertas sindicâncias para investigar eventuais irregularidades. (págs. 1 e C9)

O ESTADO DE S. PAULO
EUA E BRASIL DISCUTEM MONTAR NO RIO BASE CIVIL ANTINARCOTRÁFICO

Ideia é completar tripé de monitoramento com Flórida e Lisboa; comando seria brasileiro. Por sugestão da Polícia Federal, o governo brasileiro discutiu ontem com o comandante do Comando Sul dos EUA, tenente-brigadeiro Douglas Fraser, a proposta de criação de uma base civil "multinacional e multifuncional" que teria sede no Rio, informam Rui Nogueira e Rafael Moraes Moura. A base formaria, com outras duas já existentes, em Key West (Flórida) e em Lisboa, o tripé de monitoramento, controle e combate ao narcotráfico e contrabando, sobretudo de armas, além de vigilância antiterrorista. A base no Rio, assim como as outras duas, não admitiria operações sob comando de estrangeiros. Os países que aceitam participar dos programas de cooperação de combate ao crime organizado enviam adidos que trabalham sempre sob supervisão dos agentes do país soberano sobre a base. Em Key West há vários agentes latino-americanos, inclusive do Brasil. (págs. 1 e Nacional A15)

JORNAL DO BRASIL
UNIÃO SEM REPASSE

Proposta de senadores divide a fatia federal dos royalties entre estados e municípios. O encerramento do prazo de apresentação de emendas ao projeto que altera os repasses dos royalties do petróleo movimentou o Congresso. Entre as propostas apresentadas, a mais discutida foi a dos senadores Francisco Dornelles (PP-RJ) e Renato Casagrande (PSB-ES), representantes dos estados mais importantes na produção petrolífera. O texto restringe o repasse a estados e municípios (tanto produtores quanto não produtores), que ficariam com 56% do total. À União restaria uma parcela criada por meio de um fundo especial. A emenda refere-se apenas às áreas ainda não licitadas, não atingindo, portanto, os contratos atuais, firmados no regime de concessão fora do pré-sal. (págs. 1 e País A8)

CORREIO BRAZILIENSE
WILSON FICA NO GDF E NÃO DISPUTA REELEIÇÃO

Há 40 dias como governador interino do Distrito Federal, Wilson Lima pretende continuar à frente do Buriti até dezembro. Em entrevista ao Correio, ele afirma abrir mão da reeleição garantida como deputado distrital e não se desincompatibilizar do cargo até sexta-feira, quando termina o prazo concedido pela Justiça eleitoral. “Não vou abandonar o barco”, diz. Wilson Lima vai disputar as eleições indiretas marcadas para 17 de abril na Câmara Legislativa, mas alerta para o risco de interesses nefastos prevalecerem na disputa. “Muitas das pessoas interessadas em participar da eleição indireta estão de olho é na reeleição no fim do ano.” O governador considera ser prioritário preservar a normalidade institucional no Distrito Federal e, por essa razão, procura imprimir seriedade e transparência em sua administração. “Os ministros do STF já deixaram claro que o uso político de cargos poderia ser um argumento a favor da intervenção”, revela. (págs. 1 e 31)
VALOR ECONÔMICO
SIDERÚRGICAS ELEVARÃO PREÇO DO AÇO EM ATÉ 14,5% EM ABRIL

As siderúrgicas brasileiras já programam aumento de preços do aço no mercado doméstico de 10,5% a 14,5% a partir de abril. Elas começam a repassar o aumento do minério de ferro, em fase final de negociação, acima de 90%. A mudança no sistema de fixação de preços do minério, que muda de correções anuais para trimestrais, entra em vigor amanhã. "Toda a indústria vê o novo sistema como inevitável, dadas as condições de oferta apertada do minério, que elevaram o preço spot na China para US$ 150 a tonelada", avalia Ivan Fadel, analista de mineração e siderurgia do Credit Suisse. Segundo apurou o Valor, uma vez estabelecido o sistema trimestral, baseado num índice que represente o mercado, as mineradoras não vão mais fazer rodadas de negociações com as siderúrgicas como as que vigoraram nas últimas quatro décadas. O preço será determinado pelo mercado, como acontece com petróleo, soja e outras commodities, alertam fontes do setor de mineração, referindo-se à pressão por reajustes menores feitas por associações de empresas siderúrgicas europeias e chinesas. (págs. 1 e B1, B13 e A4)

VEJA TAMBÉM...

Mídia em Foco

Data:31.03.10
Veículo:Jornais e portais

Portal G1 - MP quer que Sarney devolva o que receberia acima do teto salarial

O Ministério Público Federal no Distrito Federal divulgou nesta terça-feira (30) que pediu à Justiça que condene o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), a devolver aos cofres públicos os valores acima do teto constitucional recebidos pelo parlamentar nos últimos cinco anos. (...)

E S C L A R E C I M E N T O

Teto de acumulação de vencimentos não é regulamentado por lei, conforme acórdão do TCU

Senhor editor,

A respeito de matéria sobre meus vencimentos, contestados pelo Ministério Público Federal do Distrito Federal, venho desmentir que haja qualquer irregularidade no fato. Não existe lei que regulamente o teto, o que levou o Tribunal de Contas da União a se manifestar por meio do Acórdão TCU 2.274/2009 – Plenário. Nesse documento, o tribunal atesta a necessidade de aprovação de legislação suplementar para estabelecer regras que dirimam eventual conflito entre teto e a acumulação de vencimentos e aposentadorias, no caso de diferentes fontes pagadoras e em caso de direitos adquiridos. Apesar de serem inúmeros os que se encontram nessa situação, ninguém no Senado, Câmara ou qualquer outro órgão federal ou estadual foi objeto de ação individual do Ministério Público. Por não ser beneficiário de qualquer privilégio, repudio, portanto, a discriminação e perseguição política de que sou vítima.

José Sarney

Brasília, 31 de março de 2010

A eterna "caixinha de maldades" do governo contra os velhinhos


Aposentados e pensionistas do Executivo passarão novamente pelo constrangimento da atualização cadastral

Por Said B. Dib


O anúncio do reajuste das aposentadorias - e demais benefícios pagos pela Previdência Social - para os valores superiores a um salário mínimo (9,7%), em apenas 6,14%, já foi uma canalhice do governo. E olha que não estou falando da patifaria maior, que foi o estupro da Constituição quando se decidiu, há algum tempo, fazer aposentados pagarem mais uma vez a previdência durante a aposentadoria, mesmo se sabendo que a Previdência, sem a DRU – Desvinculação das Receitas da União - é superavitária.
Enquanto o Brasil doa US$ 172 milhões para a reconstrução do Haiti, o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, uma das figuras do governo que teimam em atrapalhar a candidatura Dilma, coopta representantes da Força Sindical e da CUT no debate sobre o aumento do salário mínimo (R$ 510) e dos benefícios de aposentados e pensionistas do INSS em 2011. Sindicalistas, infelizmente hoje amestrados, deixaram para trás o pedido de reajuste único e defenderam a inflação mais 80% da variação do Produto Interno Bruto (PIB) para os segurados que ganham acima do mínimo, enquanto o piso nacional tem 100% do PIB. O governo não decidiu, mas pode aceitar a proposta. A fórmula atual leva em conta 50% da variação do PIB.
O relator e líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) - sempre ele - anunciou que a Medida Provisória 475/09, que reajusta os benefícios, só será votada dentro de 20 dias, para aguardar o resultado das negociações. Entenda-se: para enrolar os velhinhos. Se o reajuste for de 80%, o governo gastaria R$ 1,8 bilhão, contra R$ 2,4 bilhões dos 100%. Em São Paulo, 5 mil aposentados e pensionistas foram às ruas para pedir a votação dos projetos. Warley Martins, presidente da Cobap, criticou, com toda razão, a negociação em paralelo com as centrais. "Não fomos chamados para a reunião com o ministro Dulci. Não entendemos o porquê, uma vez que representamos a categoria. Mas seguiremos com o protesto. Vamos fechar uma rodovia. Faremos vigília na Câmara", avisou.


Ministério do Planejamento: caixa de maldades contra os velhinhos


Enquanto isso, o Ministério do Planejamento quer, mais uma vez, humilhar os velhinhos. Ao invés de formar uma equipe interministerial permanente para visitar os aposentados em suas casas, o ministro Paulo Bernardo quer que aposentados e pensionistas que recebem proventos ou pensões pagos com recursos do Tesouro Nacional, por intermédio do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (Siape), passem novamente pelo constrangimento de atualização de dados cadastrais. Isso é o que determina o Decreto nº 7.141/2010, assinado pelo presidente Lula e publicado nesta terça-feira no Diário Oficial da União. A atualização das informações pessoais será realizada anualmente pela Secretaria de Recursos Humanos (SRH) do Ministério do Planejamento e será condição para a continuidade do recebimento dos proventos e pensões. O Ministério do Planejamento deverá definir brevemente o cronograma de atualização cadastral, a forma de divulgação da atualização e os demais procedimentos que darão suporte ao cumprimento do decreto presidencial. Atualmente, o Siape processa todos os meses uma folha de pagamentos para cerca de 370 mil aposentados e 330 mil pensionistas, em todos os estados da Federação. Com a atualização cadastral, a SRH/MP passa a contar com um mecanismo permanente de controle da legitimidade desses pagamentos. Por isso, todos, mesmo os que se recadastraram recentemente, precisam atualizar os dados. Ao final, serão excluídos do cadastro os que faleceram ou perderam a qualidde de dependentes. O processo de atualização será feito em parceria com o Ministério da Previdência Social e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), para que sejam alocados recursos tecnológicos e humanos, conhecimentos e infraestrutura utilizados em procedimentos semelhantes de atualização cadastral.
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Processo de balcanização do Brasil


Arquivada Proposta de Súmula Vinculante sobre demarcação de “bantustões” indígenas

A Comissão de Jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF), da qual participam a ministra Ellen Gracie (presidente) e os ministros Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski, se manifestou pelo arquivamento da Proposta de Súmula Vinculante (PSV) nº 49, de autoria da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A proposta pretendia a pacificação do entendimento de que os incisos I e XI do artigo 20 da Constituição Federal (são bens da União as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios) não alcançam terras de aldeamentos extintos antes de 5 de outubro de 1988, ainda que ocupadas por indígenas em passado remoto. De acordo com a CNA, as referências constitucionais a terras tradicionalmente ocupadas pelos índios (art. 20, XI; e 231, § 1º) geram, por parte da Administração, a adoção de procedimentos para a demarcação de reservas indígenas em áreas não ocupadas, desde a promulgação da Constituição, por comunidades indígenas. “Em outras oportunidades, alega-se que a extinção do aldeamento implicaria o restabelecimento da posse plena pela da União, enquadrando-se na hipótese constante do art. 20, I, da Constituição Federal”, afirmava. Para a confederação, o STF firmou orientação no sentido de que o disposto nos incisos I e XI do art. 20 da Constituição não alcança terras que só em tempos imemoriais foram ocupadas por comunidades indígenas. E tal entendimento teria sido enunciado na Súmula nº 650, segundo a qual “os incisos I e XI do art. 20 da Constituição Federal não alcançam terras de aldeamentos extintos, ainda que ocupadas por indígenas em passado remoto”.


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Indústria das indenizações


Herança de 64: anistiados políticos já receberam R$ 2,8 bilhões
Amanda Costa - Do Contas Abertas

Já se passaram exatos 46 anos desde que o ex-presidente João Goulart foi deposto pelas Forças Armadas e o regime militar foi instaurado no Brasil – em 31 de março de 1964. Hoje, embora a ditadura permaneça apenas na memória dos perseguidos políticos, o custo do golpe insiste em acompanhar o governo brasileiro. Para se retratar pelos prejuízos causados ao perseguidos, a União já desembolsou, desde 2003, pelo menos R$ 2,8 bilhões com o pagamento de pensões e indenizações aos anistiados políticos. Só neste ano, já foram gastos R$ 77,7 milhões, um sexto do que foi gasto no ano passado – R$ 465 milhões (veja tabela).

Em média, a União pagou R$ 383,6 milhões por ano, pouco mais de R$ 1 milhão ao dia, em pensões aos anistiados políticos desde o primeiro ano de vigência da atual lei de anistia (10.559/2002). Em 2008 o valor pago foi o maior da série, quando R$ 857,1 milhões foram desembolsados para o pagamento das pensões, indenizações únicas e do chamado retroativo, isto é, a soma do valor concedido a título de pensão mensal acumulado desde a data inicial do requerimento de anistia. No ano passado, a média diária de gastos com os anistiados políticos caiu para R$ 1,3 milhão.

Do montante pago até agora, pouco mais de R$ 2,6 bilhões (95%) foram destinados a civis, cidadãos comuns que tiveram, na avaliação da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, suas carreiras profissionais interrompidas pela repressão. Outros R$ 153,6 milhões foram pagos a militares das três Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) considerados dignos do direito à reparação econômica por serem contrários ao regime de exceção.

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Blogueiro britânico é repreendido por comissão reguladora da imprensa

Da Redação

O jornalista Rod Liddle, ex-editor da BBC Radio 4, foi repreendido pela Comissão de Reclamações contra a Imprensa (PCC, sigla em inglês). O motivo foi um texto publicado em seu blog hospedado no site da revista Spectator, no qual Liddle afirma que jovens afro-caribenhos são responsáveis pela “maioria esmagadora” dos crimes cometidos em Londres. “Entretanto, a revista não foi capaz de demonstrar que a ‘maioria esmagadora’ dos crimes foi cometida por membros da comunidade afro-caribenha”, avaliou a comissão. A Comissão entendeu que o artigo não foi “preciso” e não trouxe evidências que embasassem a afirmação. O texto, publicado em dezembro do ano passado, foi denunciado por um leitor com base no Código de Práticas dos Editores. É a primeira vez que um blog é repreendido pela Comissão, que funciona como um órgão de autorregulação da imprensa no país.

Com informações do The Guardian.

Do portal Comunique-se

Marcha contra a Guerra

Joana S. Piedade
Fonte: TMI-AP

“Guerra é terrorismo”, “Precisamos de escolas e de emprego, não de guerra”.

Foram estas algumas das palavras de ordem que se fizeram ver e ouvir junto à Casa Branca em Washington D.C., dia 20 de Março (sábado). Cerca de três mil pessoas manifestaram-se contra a presença militar no Iraque e Afeganistão, exigindo o regresso do contigente norte-americano. O cortejo, que aconteceu precisamente sete anos depois da deposição do regime de Saddam Hussein, percorreu toda a baixa da cidade e foi organizado pela coligação A.N.S.W.E.R. (Act Now to Stop War and End Racism) a que se juntou uma representação dos veteranos de guerra do Iraque. Durante o encontro, os intervenientes nos discursos defenderam que as guerras no Iraque e Afeganistão são “meros meios para atingir o objetivo do controlo do circuito do petróleo” e não passam de conflitos “onde trabalhadores pobres dos Estados Unidos são enviados para lutar contra trabalhadores pobres de outros países para benefício de empresas presididas por multimilionários”.Nesta iniciativa, os manifestantes construíram caixões de cartão que forraram com as bandeiras do Iraque, Afeganistão, Somália, Paquistão, Palestina e Estados Unidos, simbolizando as mortes provocadas pelos diversos conflitos. Posteriormente, seguiram num périplo pelas ruas da cidade e depositaram os caixões à porta da Halliburton, empresa que acusam de lucrar com a guerra, da redação do jornal “The Washington Post”, cuja linha editorial é vista pelos manifestantes como pró-guerra e junto ao portão da Casa Branca. Este momento foi um dos mais marcantes do dia quando as famílias de alguns militares norte-americanos mortos nos conflitos lembraram o desaparecimento dos entes queridos. Os sete anos da Guerra do Iraque foram assinalados por todo o país tendo especial destaque as manifestações ocorridas em São Francisco e Los Angeles.
Tribunal Iraque

Charges.com.br

A grande obra de Serra: gasto com propaganda subiu 620%, fora 2010

O que daria para fazer com R$ 300 milhões em 2009, para evitar que o povo ficasse alagado, misturado com água de esgoto? Crianças morreram por causa de doenças como a leptospirose. Poderia ser evitado.

Quem deseja votar em um presidente da República, cuja prioridade é gastar com propaganda, cortando investimentos em educação, saúde, segurança, transporte, saneamento, drenagem, energia, aumento de aposentadorias, já tem candidato certo: o demo-tucano José Serra (PSDB/SP).Quase R$ 300 milhões em propaganda só em 2009Nunca antes nesse país, um governador gastou tanto em publicidade como fez José Serra. Nem Maluf chegou a tanto.Dados oficiais do Sistema de Gerenciamento do Orçamento do Estado (SIGEO), informa que as despesas do governo paulista com propaganda foram multiplicadas de R$ 40,7 milhões em 2006, ano anterior à posse de Serra, para R$ 293 milhões em 2009, terceiro ano de seu mandato.O crescimento foi de astronômicos 620%.Só para se ter uma idéia das dimensões do que o governador demo-tucano gastou em propaganda, basta dizer que um hospital com 250 leitos, construído e montado com toda a infra-estrutura, custa aos cofres públicos algo em torno de R$ 50 milhões.



Com o que gastou em publicidade no ano passado, quando já pleiteava a candidatura à Presidência, Serra poderia ter construído seis hospitais no estado.As secretarias em que Serra aportou mais recursos em publicidade são exatamente as que ele considera as vitrines de seu governo.Na Educação as despesas com propaganda cresceram 466% – de R$ 4,4 milhões, no último ano do governo anterior, para R$ 20,5 milhões, no ano passado.Enquanto isso o salário dos professores acumula perdas no poder aquisitivo de 34% desde 1998, sem qualquer disposição do ditador José Serra para negociar um plano de reposição, o que levou à greve.Na Saúde, os gastos com publicidade aumentaram 442% (de R$ 4,5 milhões para R$ 24,3 milhões).Na área de Transportes (rodovias, ferrovias etc) o crescimento das despesas com publicidade foi de 1.359% – de R$ 823 mil para R$ 12 milhões.E na área de Transportes Metropolitanos (Metrô, CPTM ou Expansão São Paulo, amplamente divulgado por emissoras de rádio e TV) os gastos com propaganda aumentaram mais do que em todos os outros setores. O crescimento, estratosférico, foi de R$ 20 mil para R$ 48,4 milhões.As despesas com publicidade também são exorbitantes quando se compara o que Serra gastou no primeiro bimestre de 2009 ao que gastou em janeiro e fevereiro últimos. As despesas quase triplicaram – de R$ 5,08 milhões para R$ 14,2 milhões. Como a lei eleitoral limita os gastos dos governos com publicidade até o mês de julho, a bancada do PT acredita que o governador resolveu concentrar gastos nesse semestre, procurando mostrar obras que, muitas vezes, só existem mesmo na propaganda.Gastos com propaganda de trens são 2,5 vezes maiores do que investimentos na compra de trensOutro gasto que chamou a atenção foram os que o Governo Serra fez para divulgar a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Eles saltaram de R$ 15 mil, em 2006, para R$ 48 milhões, em 2009, cerca de 310 mil porcento a mais. Para se ter uma ideia do que foi gasto de propaganda na CPTM, basta dizer que os investimentos do Governo Serra na compra de novos trens, em 2009, não passaram de R$ 19 milhões. Afora isso, os gastos com serviços de limpeza das composições e também das estações foram diminuídos de R$ 46 milhões, em 2008, para R$ 40 milhões, em 2009.Em tempo: Me parece os gastos com publicidade da SABESP e de outras estatais não estão computados nestes números, por serem empresas com seus próprios orçamentos, e não ser gasto da administração direta. Neste caso, os gastos com propaganda ainda são muito mais altos. A conferir.

Do Blog “Amigos do Presidente Lula”

Helio Fernandes

Roberto Marinho, Armando Nogueira, a Proconsult
(Trecho do livro “Brizola Tinha Razão”, do jornalista FC Leite Filho)

“No dia 18 de novembro de 1982, inconformado com a demora na divulgação dos resultados da eleição, em que era tido por todos como candidato vitorioso ao governo do Rio de Janeiro, Leonel Brizola procurou a imprensa internacional para denunciar uma tentativa de fraudar a apuração e declarar eleito o candidato do PDS Moreira Franco.
Mais tarde, o candidato do PDT foi à sede da Rede Globo de Televisão, no Jardim Botânico, no Rio, e exigiu espaço para falar. Ele via na emissora o braço direito da conspiração, pelo modo faccioso com que se comportou, ao desconhecer os resultados favoráveis a Brizola, que eram corretamente projetados pelo Jornal do Brasil; e a Rádio Jornal do Brasil.
Como se verificou depois, segundo denúncias que também partiram de funcionários da própria Rede Globo, as Organizações Globo, juntamente com o SNI estavam envolvidas naquilo que mais tarde se tornou conhecido como a Operação Proconsult.
Esta operação, que levava o nome da empresa encarregada de proceder à apuração do Rio de Janeiro, a Proconsult-Racimec – de propriedade de antigos oficiais de informação do Exército – tinha como objetivo virar na marra os resultados em favor do candidato do Governo federal na época, Moreira Franco.
A estratégia consistia em sonegar os resultados da capital, a cidade do Rio, que reúne mais de dois terços do eleitorado do Estado, e onde Brizola obteve cerca de 70% dos votos, e só divulgar uma média das apurações do interior, onde Moreira era majoritário, com as da periferia e parte da capital, de modo que situasse sempre Moreira Franco à frente dos votos. Isto era para infundir no público a convicção de que Moreira Franco e não Leonel Brizola ganharia a eleição.
Da contenção dos resultados da capital, a Proconsult passaria para a inversão pura e simples dos mapas eleitorais, em favor de Moreira .Franco, na proporção que o público fosse trabalhado subrepticiamente pela Rede Globo a achar que o candidato do PDS, que já fazia declarações nas emissoras de rádio e televisão na qualidade de virtual governador, tinha sido mesmo o vitorioso.
As denúncias de Brizola, que logo chegaram à opinião pública nacional acabaram provocando grande impacto popular, com reações nas ruas do Rio contra os veículos das Organizações Globo, que não incluam somente a televisão, mas o jornal O Globo e a Rádio Globo.
Pressionada por aquilo que ameaçava se transformar numa rebelião popular de proporção nacional contra a Globo, a emissora não teve outra saída, senão conceder espaço a Brizola para fazer a denúncia e abortar a conspiração contra as urnas, em plena cidade do Rio de Janeiro. E isto foi feito no horário de depois das 22 horas daquele dia 18 de novembro de 1982.
Ali mesmo, Leonel Brizola assegurou a verdade eleitoral. Logo depois de sua entrevista, á tarde, aos correspondentes estrangeiros, a Globo passou a admitir que Brizola encaminhava-se para chegar à frente dos votos e não mais Moreira Franco, como a emissora vinha insinuando, desde o início da apuração, que tentou esconder, juntamente com o SNI.
Até à noite de 18 de novembro, os resultados chocavam-se violentamente com os da Rádio Jornal do Brasil;, que projetou a vitória de Brizola sobre Moreira Franco, com mais de 100 mil votos de vantagem, desde o término da votação, no dia 15 de novembro.
A fala de Brizola na Rede Globo teve um efeito tão fulminante que a emissora se viu obrigada a suspender, no outro dia, 19 de novembro de 1982, toda a programação eleitoral, que incluía inserções quase de hora em hora sobre a marcha da apuração, a partir de um grande aparato, em que havia até computadores dentro do estúdio, para manuseio dos apresentadores. Os resultados eleitorais passaram então a ser divulgados, agora com correção, dentro dos telejornais.”



Comentário, rigorosamente verdadeiro, de Helio Fernandes:

Na TV Globo, o comando era de Roberto Marinho, através de Armando Nogueira. No Jornal do Brasil e Rádio Jornal do Brasil, o trabalho jornalístico era feito por Pedro do Coutto e Paulo Henrique Amorim, que mais tarde passou para a própria Globo.
Como não gostava de perder, Roberto Marinho demitiu Armando Nogueira, que era Diretor de Jornalismo da televisão, ficou no ostracismo. Anos mais tarde, entrou na SporTV, cuidando apenas de fatos esportivos.

***

PS – Quem lançou Armando Nogueira no jornalismo foi este repórter. Dei a ele o primeiro emprego, na seção de esportes do Diário Carioca. Eu era chefe de Redação, acumulando com o comando da página de esportes.

PS2 – Eu e o Horacinho de Carvalho (dono do jornal), íamos fazer uma revista de esportes, eu já havia até registrado do título, XUTE, assim mesmo, sempre gostei de revistas com 4 letras no título: Life, Time, por aí.

PS3 – Tenho os dois livros do Armando Nogueira, com dedicatórias enormes, “Meu mestre, meu máximo mestre”, e vai por aí. O que aconteceu com ele, e com outros, (como Evandro Carlos de Andrade), é que entravam para a Organização Globo, me evitavam, com receio do doutor Roberto Marinho, que eu combati a vida inteira.

PS4 – Basta isso, poderia ir muito mais longe, não entro nesse Maracanã de lamento sem lamentação mas lamentável.

Do Tribuna da Imprensa

Parlamentares britânicos pedem mais transparência de cientistas sobre mudanças climáticas

Um comitê de parlamentares britânicos pediu nesta quarta-feira mais transparência aos cientistas na hora de informar o público sobre as razões por trás das mudanças climáticas. O pedido foi resultado de uma investigação do Comitê de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Comuns sobre o vazamento de e-mails de um cientista britânico no ano passado, que levou a suspeitas de que ele poderia estar manipulando informações para exagerar a influência humana sobre o aquecimento global.

Os e-mails de Phil Jones, chefe da Unidade de Pesquisas Climáticas (CRU, na sigla em inglês), da Universidade de East Anglia (UEA) foram publicados apenas duas semanas antes da conferência da ONU sobre mudanças climáticas em Copenhague, em dezembro passado, causando controvérsia.Em alguns e-mails, o cientista parecia sugerir que não fossem apresentados alguns documentos sobre as pesquisas na conferência da ONU, levantando suspeitas de que estaria tentando manipular as informações.Os parlamentares concluíram que não há provas de que o cientista Phil Jones tenha manipulado qualquer informação, mas acreditam que, daqui para a frente, os cientistas "devem adotar medidas para disponibilizar os dados que embasam seu trabalho, inclusive dados não processados... além da metodologia usada, incluindo códigos de computadores".Críticas Após a publicação dos e-mails, no ano passado, céticos em relação à responsabilidade humana sobre as mudanças climáticas disseram que os e-mails provavam que cientistas da CRU estavam escondendo dados e falsificando provas sobre o aquecimento global.Mas o Comitê de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Comuns concluiu que a maior parte das informações de que os críticos acusavam Jones de esconder estava disponível para o público.Segundo os parlamentares, a reputação do cientista e de sua unidade de pesquisas permanece intacta e os e-mails não revelaram qualquer negligência profissional.O comitê afirma que não há motivos para acreditar que, de alguma maneira, Jones estava tentando subverter a visão de outros cientistas e afirma que acadêmicos não deveriam ser criticados por fazer comentários informais em artigos."Não encontramos nenhuma razão neste infeliz episódio para questionar o consenso científico de que o aquecimento global está ocorrendo e é induzido pela atividade humana", afirmou o comitê.Mas o comitê afirmou que era compreensível que o cientista tenha levantado suspeitas ao se recusar a responder os pedidos por informações.Os parlamentares afirmaram que é preciso haver maior transparência por parte dos cientistas que estudam as mudanças climáticas, e criticaram as autoridades da universidade por não terem atendido aos pedidos de informações sobre dados.O comitê afirmou que os pedidos de informações feitos sob o Ato de Liberdade de Informação são responsabilidade das autoridades da UEA, e não de Jones ou da CRU.Os parlamentares afirmaram que as autoridades da universidade deveriam ter passado as informações para quem havia pedido, informando onde elas poderiam ser encontradas ou, quando apropriado, argumentar que os pedidos eram muito numerosos.Em vez disso, os parlamentares concluíram, a UEA parecia apoiar uma cultura de "resistir a divulgar informações para os céticos em relação às mudanças climáticas".O chefe do comitê, Phil Willis, descreveu a prática como repreensível."Quando os preços a pagar são tão altos, o conhecimento no qual esses tipos de decisão são baseadas tem que estar certo", afirmou o relatório.
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