A LEI BURRA

NO FIO DA NAVALHA
Dilma Rousseff desenvolve a campanha andando sobre um fio de navalha. De um lado as elites econômicas, financeiras e penduricalhos buscam engessá-la no modelo neoliberal herdado dos tempos do sociólogo e em boa parte seguido pelo governo Lula. Antônio Palocci, não sem coincidência, é o representante dessa facção, ajudado pela cúpula do PMDB. São os responsáveis pelo recuo da candidata na questão do programa de governo apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral, dias atrás. Em oposição situa-se o PT, ou a maior parte dele, imaginando que Dilma poderá dar alguns passos que o Lula não deu, em matéria de reformas de base e limitação das benesses elitistas. Há, entre os companheiros, muitos que a pressionam no sentido de preservar suas origens e promover mudanças concretas nos setores da especulação financeira, da reforma agrária e da política social. A solução para esse impasse não acontecerá antes das eleições, provavelmente só depois da posse, se a candidata vier a ser vitoriosa. Poderá voltar ao palco a peça que Getúlio Vargas conseguiu encenar, mas João Goulart, não.
Leia o Carlos Chagas completo no portal do Cláudio Humberto...
E veja também:
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Nós a Desatar na Justiça Eleitoral
A GUERRA SUJA DAS ELITES
OBSCUROS E DESCONHECIDOS
A NECESSIDADE DE PROPOSTAS REVOLUCIONÁRIAS
DIFICULDADES
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