
Segurando orgulhosamente um pequeno barril com amostra de petróleo retirado do Campo de Baleia Franca, primeiro poço do Pré-sal a entrar em produção no Brasil, o presidente Lula afirmou ser hoje um dia histórico para a Petrobras, para a tecnologia brasileira e para o País. “Esse pequeno barril simboliza a independência que o Brasil terá no futuro”, disse ele em curto discurso em Vitória (ES) após visitar a plataforma da Petrobras que fica a 85 quilômetros do litoral capixaba. O poço começará a produzir cerca de 13 mil barris de petróleo leve por dia – devendo chegar à produção de 20 mil barris por dia até o final deste ano.
Lula lembrou o dia em que diretores da Petrobras o avisaram sobre “um tal de Pré-sal”, há cinco anos, e frisou a importância da descoberta para a indústria brasileira, como a naval, a petroquímica e a de fertilizantes.
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Para Abimaq muitos equipamentos que poderiam ser adquiridos pela Petrobrás no país vêm do exterior
Na década de 80, no auge das encomendas feitas à indústria naval brasileira, o setor de petróleo respondia por 50% do volume de negociações de máquinas e equipamentos fabricados no País. Hoje responde por menos de 10%, disse o diretor executivo dos segmentos de Petróleo e Gás da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Alberto Machado. A entidade defende a ampliação do conteúdo nacional na construção das plataformas da Petrobrás. Segundo a Abimaq, a indústria de máquinas como um todo movimentou US$ 32 bilhões em 2009 e o setor de petróleo faturou cerca de US$ 2,8 bilhões. “Há espaço para aumentar em pelo menos US$ 9 bilhões por ano as vendas de nossa indústria para os projetos da Petrobras", afirma Machado, ao lembrar que, hoje, a participação se limita a US$ 3 bilhões anuais, em média. Apesar do aumento do conteúdo nacional definido pelo governo Lula em cerca de 60% a 70%, os módulos de compressão de gás, geração de energia e a conversão ou construção do casco das plataformas são feitos no exterior, o que representa cerca de 30% do investimento. “A maior parte do conteúdo nacional é contabilizada por serviços, que geram menos emprego e agregam menos tecnologia do que a indústria de máquinas e equipamentos”, diz Alberto Machado. O diretor da Abimaq acredita que com o pré-sal o setor tem tudo para melhorar.
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Nomeação de ex-servidores da Novacap para cargos em comissão no DF é inconstitucional
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) José Antonio Dias Toffoli aplicou jurisprudência da Suprema Corte para declarar a inconstitucionalidade da Lei Distrital 2.583, de agosto de 2000, que criou cargos e empregos em comissão no quadro de pessoal do Governo do Distrito Federal (GDF). No preenchimento das vagas, foi dada preferência a servidores da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) que tiveram seus contratos tornados nulos pela Justiça do Trabalho. A decisão foi tomada pelo ministro nos autos do Recurso Extraordinário (RE) 376440, interposto pela Ordem dos Advogados do Brasil - Seção do Distrito Federal (OAB-DF). Nesse recurso, a Ordem questiona acórdão (decisão colegiada) do Conselho Especial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) que declarou a validade das nomeações, julgando improcedente Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) ajuizada pela OAB-DF em agosto de 2001 contra a lei citada. No acórdão, o TJDFT entendeu que a lei não afronta quaisquer dos princípios inscritos na Lei Orgânica distrital. Segundo aquele tribunal, o artigo 19 da Lei Orgânica do DF prevê expressamente que a investidura em cargo ou emprego público depende de prévia aprovação em concurso público, mas excepcionou as nomeações para cargos em comissão, considerando-os de livre nomeação e exoneração pela autoridade pública. Ainda conforme o TJDFT, dito artigo estabeleceu, também, que pelo menos 50% dos cargos em comissão deverão ser exercidos por servidores de carreira. Portanto, tampouco se caracterizaria hipótese de excesso ou desvio de poder nas nomeações.
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A pedido do MPF, CNJ determina que cartórios controlem compra de terras por empresas controladas por estrangeiros
Medida do ministro Gilson Dipp atende a requerimento da 5ª Câmara de Coordenação e Revisão
A Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou, na última terça-feira, 13 de julho, que os cartórios de registro de imóveis do país passem a informar, trimestralmente, às corregedorias dos tribunais de justiça todas as compras de terras por empresas brasileiras controladas por estrangeiros. A medida foi adotada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp, em resposta ao requerimento da 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal (Pedido de Providências 0002981-80.2010.2.00.0000) e põe fim a uma discussão que se arrasta desde a promulgação da Constituição Federal em 1988, sobre se deveria ou não haver controle das compras de terras por empresas nacionais controladas por pessoas físicas ou jurídicas estrangeiras.
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Ex-presidentes da União das Nações Indígenas do Acre sofrem condenação milionária
O Tribunal de Contas da União (TCU) julgou irregulares as contas dos ex-presidentes da União das Nações Indígenas do Acre e Sul do Amazonas (UNI/AC) Francisco Avelino Batista e Joaquim Luiz Yawanawa. O convênio firmado com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) tinha como objetivo prestar assistência básica de saúde à população indígena. O responsável Francisco Batista deverá devolver R$ 7.949.404,67, por não comprovar a aplicação dos recursos federais repassados à organização e Yawanawa deverá pagar R$ 1.879.333,60, valores atualizados, também por falta de prestação de contas. As condenações deverão ser recolhidas aos cofres da Funasa. Batista e Yawanawa foram multados em R$ 18 mil e R$ 10 mil, respectivamente. Os valores da multa deverão ser recolhidos no prazo de 15 dias ao Tesouro Nacional. Cópia da decisão foi enviada à Procuradoria da República no Estado do Acre. O ministro Valmir Campelo foi o relator do processo. Cabe recurso da decisão.
Serviço:
Acórdão nº 4072/2010 – 1ª Câmara - Processo: TC-025.832/2008-3
Ascom - (AP/060710)
Tel.: (61) 3316-7208 E-mail: imprensa@tcu.gov.br
Para reclamações sobre uso irregular de recursos públicos federais, entre em contato com a Ouvidoria do TCU, clique aqui ou ligue para 0800-6441500.
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BNDES vai financiar 30,27% da nova usina hidrelétrica de Furnas
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou linha de crédito de R$ 224 milhões para construção da usina hidrelétrica Batalha, de Furnas Centrais Elétricas, no rio São Marcos, na bacia hidrográfica do rio Paraná. A nova usina será construída na divisa dos estados de Goiás e Minas Gerais, entre os municípios de Cristalina (GO) e Paracatu (MG). O projeto faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal. O projeto total está orçado em R$ 740 milhões, dos quais 30,27% serão financiados pelo BNDES. Na fase de construção, serão gerados cerca de 1.200 empregos diretos e 3.600 indiretos. Com capacidade de geração de 52,5 MW, a previsão da estatal é que a hidrelétrica entre em operação em maio do próximo ano. Do total liberado pelo BNDES, R$ 9,5 milhões serão destinados para a construção de uma linha de transmissão de 75 quilômetros, que vai ligar a usina à subestação Paracatu 1, da Cemig, conectando a hidrelétrica Batalha ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

Mais de 1,2 mil atendimentos foram realizados na segunda edição do Projeto “MPF-Bairro Cidadão”. Desta vez, a ação desenvolvida pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão no Amapá alcançou a comunidade da Liberdade, na Zona Norte da capital. O evento aconteceu no último sábado, dia 10 de julho, das 8h às 12h, na Escola Municipal Professora Lúcia Neves Deniur e levou à população da localidade os serviços a seguir:
- Vacinação;- Aplicação de flúor;- Extração dentária;
- Distribuição de kits para escovação;- Cadastro do Passe Livre para idosos;
- Emissão de RG;
- Emissão da 2ª via do Título de Eleitor;
- Emissão de CPF;
- Emissão da Carteira de Trabalho;
- Emissão da Carteira do SUS;
- Emissão de Certidão de Nascimento.
O projeto é uma iniciativa do Ministério Público Federal no Amapá e tem como objetivo viabilizar o acesso da população de bairros mais carentes de infra-estrutura, na capital do estado, a documentos básicos, políticas públicas e outros serviços.A ação também contou com uma central de atendimento do MPF para esclarecer demandas da população na área jurídica, orientando e encaminhando as reclamações às instituições responsáveis .Um espaço especial da Turminha do MPF foi instalado no local, para que as crianças da comunidade recebessem informações sobre cidadania e a respeito do papel do MPF na sociedade, através de material especialmente elaborado para o público infantil.
Assessoria de Comunicação
Procuradoria da República no Amapá
Telefone: 96-3213-7815
E-mail: ascom@prap.mpf.gov.br
Clique aqui e confira as fotos da “Turminha do MPF” na Comunidade do Tibúcio, em Macapá...
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