
Pai pede a pena máxima e o corpo da filha
Estamos revoltados e com muita raiva desses monstros que fizeram isso com a minha filha. Umas criaturas como essas não podem ser consideradas um ser racional. Mais revoltante ainda é saber que são policiais militares, que deveriam prestar segurança à nossa sociedade (ou pelo menos eram para ser preparados para isso), que fizeram essa covardia com minha filha. Uma menina que se tornou vítima de um acidente ao sofrer um ato de crueldade por disparos de "policiais", precisava de socorro médico dos mesmos, mas os próprios eram os assassinos. Bandidos de farda, que não tiveram caráter e dignidade de assumir o erro e, no mínimo socorrê-la. Fizeram sim uma COVARDIA E SUMIRAM COM MINHA FILHA.
Agora, o mínimo que pedimos à justiça brasileira, é que todos os envolvidos no caso sejam punidos com a máxima pena possível. Esse é só o início de nossa luta, pois não vamos sossegar até nos responderem: Cadê minha filha, a Engenheira Patrícia Franco?
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Alzheimer ainda esconde os crimes de Reagan

No crepúsculo da vida, ao longo de sua última década, Reagan perdera gradativamente a memória e até a consciência da própria identidade – numa redoma, imune a críticas. Bem antes disso já havia suspeita de que confundia a realidade com seus filmes e a ficção de Hollywood. Os excessos derramados na semana de despedida me levaram na ocasião a recordá-lo não como a figura heróica e íntegra, mas como o Reagan real, diferente daquilo que ele próprio achava e, claro, do que seus adeptos ideológicos diziam dele. Agora, como naqueles dias, talvez só concordemos todos num ponto: de fato, ele era um bom comunicador. Admito que estava certo ao dar esta resposta aos que uma vez acharam absurda a pretensão de um ator de tornar-se presidente: “Absurdo é alguém ser presidente sem ser ator”. Ironicamente, Reagan chegou à Casa Branca sem ter de matar índios: bastou-lhe viver na tela o papel de quem o fazia na esperança de chegar lá (o verdadeiro Custer é o da foto acima, à direita – saiba mais sobre ele AQUI).
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TÉRMINO DAS BUSCAS DO VOO 447 DA AIR FRANCE.

O Comando da Marinha e o Comando da Aeronáutica informam que, ao final do dia de hoje, 26 de junho, foi oficialmente dada por encerrada a maior e mais complexa Operação de Busca e Resgate já realizada pelas Forças Armadas Brasileiras em área marítima, tanto no aspecto duração quanto na magnitude de meios empregados. Nesses 26 dias de buscas aos passageiros e tripulantes do voo Air France 447, que desapareceu quando voava na rota Rio de Janeiro (RJ) – Paris (França), na noite de 31 de maio de 2009, foram resgatados 51 corpos e mais de 600 partes e componentes estruturais da aeronave, além de bagagens diversas. A razão técnica que determinou o término das buscas é a impraticabilidade de se avistarem sobreviventes ou corpos, objetivo primordial da Operação, já decorridos 26 dias do acidente. Do dia 12 de junho ao dia 26, período de 15 dias, apenas dois corpos foram resgatados, sendo o último no dia 17. Nos últimos nove dias, nenhum corpo ou despojo foi avistado. Leia a nota completa...
Gabrielli diz que Petrobras está pronta para 'vale-tudo'
Gabrielli diz que Petrobras está pronta para 'vale-tudo'
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Irany Tereza e Nicola Pamplona, de O Estado de S.Paulo
Às vésperas da instalação da comissão parlamentar de inquérito (CPI), criada no Senado em 15 de maio para apurar um rol de cinco denúncias de irregularidades envolvendo a Petrobras, o presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, afirma que há uma campanha de criação de “fatos artificiais” para justificá-la. Em entrevista exclusiva ao Estado na noite de sexta-feira, na sede da empresa, Gabrielli citou os maiores jornais e revistas do País como participantes de uma espécie de ciranda, na qual parlamentares de oposição alimentariam de denúncias a imprensa para depois reproduzir as acusações no Congresso, pedindo inclusão na CPI. “Será que há algum esquema de criação de fatos artificiais?”, indaga, para emendar em seguida com a resposta: “Não há dúvida.” Para o presidente da Petrobras, o ambiente de instalação da CPI estaria imerso numa espécie de “vale-tudo” e avisa que está preparado para embarcar no jogo: “Nós estamos preparados para um vale-tudo! Nós estamos preparados. Nós não atacamos ninguém ainda. Só temos nos defendido.” E arremata: “O ataque também faz parte da defesa”.
Leia a entrevista completa no Blog da Petrobras
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O que será apurado pela CPI da Petrobras
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Os países surfaram de diferentes maneiras a onda de liberalismo financeiro e comercial pós-Consenso de Washington. De modo geral, os emergentes que se abriram de maneira atabalhoada mantiveram-se defasados em relação ao ritmo do desenvolvimento mundial. A África do Sul, campeã mundial de déficit em transações correntes - 8% do PIB em 2008 - foi citada como exemplo no seminário "Tendências do Desenvolvimento", promovido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em Brasília. Ao mesmo tempo, as nações que, por diversas razões, conseguiram pensar o longo prazo, como a Índia, sustentaram o ritmo de crescimento, contando, inclusive, com o investimento público, algo não recomendado pela ortodoxia vigente no período. Alexandre de Freitas Barbosa, da Universidade de São Paulo (USP), classificou a África do Sul como "o país mais semelhante ao Brasil que podemos encontrar".
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Senado: "Conselho de Administração" é convocado após 15 anos

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Após um ano de Lei Seca, o índice de mortes no trânsito caiu, embora timidamente, mas o número de acidentes e feridos aumentou. Especialistas afirmam que a lei, aliada à fiscalização nas estradas, não é suficiente para conscientizar motoristas imprudentes e evitar colisões. Apesar de ser encarada como a principal ferramenta para a redução dos acidentes de trânsito, o governo federal também dispõe de outros instrumentos como as ações de “fomento a projetos destinados à redução de acidentes de trânsito” e “fomento a pesquisa e desenvolvimento na área de trânsito”. Contudo, nenhum centavo foi desembolsado nas duas rubricas este ano, que, juntas, têm R$ 262 milhões previstos em orçamento para 2009 (veja tabela).
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De Mossadegh a Ahmadinejad

Por Thierry Meyssan [*]
A notícia de uma possível fraude eleitoral espalhou-se em Teerão como um rastilho de pólvora e levou à rua os partidários do aiatola Rafsanjani contra o do aiatola Khamenei. Este caos é provocado à socapa pela CIA, que semeia a confusão inundando os iranianos de mensagens SMS contraditórias. Aqui esta o relato desta experiência de guerra psicológica. Em Março de 2000 a secretária de Estado Madeleine Albright admitiu que a administração Eisenhower havia organizado uma mudança de regime no Irã, em 1953, e que este acontecimento histórico explica a hostilidade actual dos iranianos face aos Estados Unidos. Na semana passada, aquando do seu discurso no Cairo dirigido aos muçulmanos, o presidente Obama reconheceu oficialmente que "em plena Guerra Fria os Estados Unidos desempenharam um papel na derrubada de um governo iraniano eleito democraticamente" [1] . Na época, o Irã era controlado por uma monarquia de opereta dirigida pelo xá Mohammad Reza Pahlavi. Ele fora colocado no trono pelos britânicos, que haviam forçado o seu pai, o oficial cossaco pro-nazi Reza Pahlavi, a demitir-se. Contudo, o xá teve de ajustar-se a um primeiro-ministro nacionalista, Mohammad Mossadegh. Este, com a ajuda do aiatola Abou al-Qassem Kachani, nacionaliza os recursos petrolíferos [2] . Furiosos, os britânicos convencem os Estados Unidos de que é preciso travar a deriva iraniana antes que o país afunde no comunismo. A CIA põe então em acção a Operação Ajax visando derrubar Mossadegh, com a ajuda do xá, e substituí-lo pelo general nazi Fazlollah Zahedi, até então detido pelos britânicos. Ele instalará o regime de terror mais cruel daquela época, ao passo que o xá servirá de cobertura para as suas exacções posando para as revistas populares ocidentais. A operação Ajax foi dirigida pelo arqueólogo Donald Wilber, pelo historiador Kermit Roosevelt (neto do presidente Theodore Roosevelt) e pelo general Norman Schwartzkopf Sr. (cujo filho homónimo comandou a operação Tempestade do Deserto). Ela permanece um modelo de subversão. A CIA imagina um cenário que dá a impressão de um levantamento popular quando se trata de uma operação secreta. O auge do espectáculo foi uma manifestação em Teerão com 8000 figurantes pagos pela Agência a fim de fornecer fotos convincentes à imprensa ocidental [3] . A história repetir-se-ia? Washington renunciou a atacar militarmente o Irã e dissuadiu Israel de tomar uma tal iniciativa. Para chegar a "mudar o regime", a administração Obama prefere jogar a carta — menos perigosa, mas mais aleatória — da acção secreta. Após a eleição presidencial iraniana, vastas manifestações opuseram nas ruas de Teerão os partidários do presidente Mahmoud Ahmadinejad e do guia Ali Khamenei, de um lado, aos partidários do candidato perdedor Mir-Hossein Mousavi e do ex-presidente Akbar Hashemi Rafsanjani do outro. Elas traduziam uma profunda clivagem na sociedade iraniana entre um proletariado nacionalista e uma burguesia que lamenta ser mantida afastada da globalização económica. Agindo debaixo do pano, Washington tenta pesar nos acontecimentos para remover o presidente eleito. Mais uma vez, o Irã é um campo de experimentação de métodos inovadores de subversão. A CIA apoia-se numa arma nova: o domínio dos telefones móveis. Desde a generalização dos telefones móveis, os serviços secretos anglo-saxões multiplicaram as suas capacidades de intercepção. Enquanto a escuta dos telefones por fio precisa da colocação de ganchos de derivação, portanto de agentes no local, a escuta dos portáteis pode ser feita à distância graças à rede Echelon. Contudo, este sistema não permite intercepção das comunicações telefónicas via Skype — daí o êxito dos telefones Skype nas zonas de conflito [4] . A National Security Agency (NSA) acaba de fazer diligências junto aos fornecedores de acesso Internet do mundo inteiro para obter a sua colaboração. Aqueles que aceitaram foram muito bem pagos [5] .
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Salários não perderam muito com a recessão
Ana Borges

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Biopiratas dos EUA esperam julgamento em São Carlos
JOANA MATUSHITA - Agencia Estado
JOANA MATUSHITA - Agencia Estado

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Senadores apóiam Sarney na presidência
O presidente do Senado, José Sarney, conta com o apoio de pelo menos 35 senadores para continuar no cargo, de acordo com enquete realizada pelo jornal Folha de S.Paulo com 68 dos 80 integrantes da Casa. No entanto, o levantamento, que será divulgado na edição deste domingo, aponta que 22 senadores (27% do total) preferiam que Sarney se licenciasse do cargo até que as denúncias contra ele sejam investigadas. Na pesquisa da Folha de S.Paulo, 11 preferiram não se manifestar diante da pergunta se o presidente da Casa deveria permanecer, pedir licença ou renunciar ao cargo. Nenhum senador defendeu a renúncia de Sarney.
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Vasconcelos Quadros, Jornal do Brasil
Fechado em 1992 pelo ex-presidente e hoje senador Fernando Collor (PTB-AL), o famoso garimpo de Serra Pelada, no Pará, palco de riquezas e tragédias, será reaberto, desta vez com layout diferente. Saem de cena os homens vestidos de lama que desciam e subiam a grande cratera carregando sacos de terra e entram as máquinas. Será um garimpo mecanizado com tecnologia de ponta, mas sua exploração continua enredada numa série de conflitos que já resultaram em várias mortes de sindicalistas e numa infindável disputa interna envolvendo os dirigentes das entidades que devem se beneficiar na nova fase de exploração.
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Emergentes que não abriram finanças cresceram mais
Os países em desenvolvimento que foram criteriosos ao se abrirem para a economia mundializada, principalmente na área financeira, conseguiram preservar melhor a soberania para formular suas estratégias de longo prazo, utilizando-se, inclusive, do investimento público para fomentar o desenvolvimento econômico e social. De acordo com a economista Luciana Acioly, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), ser autônomo também para praticar políticas cambial e monetária não significa isolamento. "De um lado, entre os mais liberais, está a África do Sul. Do outro, a China, enquanto a Índia tem posição intermediária. Alguns liberalizaram mais o setor financeiro, como o Brasil. Outro grupo liberalizou mais o comércio e o desenvolvimento. A Índia não abriu mão de várias coisas. Mesmo permitindo a entrada do capital de curto prazo, houve uma política de "pente-fino", até 2003", disse, no seminário Tendências do Desenvolvimento, encerrado, sexta-feira, em Brasília. Segundo a pesquisadora do Ipea, a liberalização industrial indiana manteve intactos 28 setores estratégicos: "Privatização nem pensar. E não se preocupam em conter gastos", frisou, lembrando que "modernização da produção, inserção externa virtuosa e controle da inflação eram o discurso de todos", mas, na prática, houve diferenças marcantes: "A abertura financeira da Índia também atendeu a critérios relacionados com sua estratégia de desenvolvimento", prosseguiu.
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Portaria reintegra mais 71 anistiados Collor
Foram publicadas no Diário Oficial da União da quinta-feira (25/6), duas portarias (Nº 159 e 160), que reintegram 71 ex-empregados públicos aos quadros da União demitidos no Governo Collor e anistiados pela Lei 8.878/94. Dos 75 anistiados, três, que originalmente compunham o quadro da extinta Empresa Brasileira de Transportes Urbanos – EBTU, foram reconduzidos ao quadro especial em extinção do Ministério das Cidades. Os outros 68, que foram demitidos da Empresa Brasileira de Filmes S.A – EMBRAFILME, vão compor o quadro especial em extinção do Ministério da Cultura. A portaria determina também que as pessoas reintegradas não poderão receber as remunerações referentes ao período em que estiveram afastadas do órgão. Segundo o Decreto 6.077/07, que regulamenta o retorno dos anistiados, com a publicação da portaria os ministérios da Cultura e Cidades passam a ter 30 dias para notificar os interessados que deverão se apresentar aos órgãos.
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Procurador-geral que denunciou mensalão ao Supremo deve deixar o cargo amanhã
Agência Brasil
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TCU, Tesouro e SOF debatem transparência de gastos com TI
Gestores de Tecnologia da Informação, de orçamento e profissionais de contabilidade da administração pública federal reúnem-se para debater o planejamento e a execução orçamentária das despesas de TI. O encontro ocorre na segunda-feira (29), das 14h15 às 18h, na sede do Tribunal de Contas da União (TCU). O debate tratará de orientações e procedimentos para elaboração e execução do orçamento de 2010, que permitam identificar precisamente as despesas de TI e dar mais transparência aos gastos. A discussão será reforçada com uma exposição sobre a experiência obtida do exercício de 2009 e as classificações contábeis das despesas de TI. O encontro é uma realização conjunta do TCU, da Secretaria de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (SOF/MP) e da Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda (STN/MF).
Serviço:
Confira a programação. Não é necessário inscrição prévia para participar.Para informações, clique aqui.
Ascom –TCU Tel.: (61) 3316-5089 Fax: (61) 3316-7520E-mail: imprensa@tcu.gov.br
Para reclamações sobre uso irregular de recursos públicos federais, entre em contato com a Ouvidoria do TCU, clique aqui ou ligue para 0800-6441500.
Amorim defende o protagonismo do G20 na crise
Ascom –TCU Tel.: (61) 3316-5089 Fax: (61) 3316-7520E-mail: imprensa@tcu.gov.br
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Amorim defende o protagonismo do G20 na crise

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Mantega critica Serra por antecipar cobrança de ICMS
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, criticou a cobrança antecipada de tributos realizada pelo governo do Estado de São Paulo junto à cadeia produtiva e revendedora de mercadorias da linha branca. Empresários do setor de varejo, reunidos em almoço com o ministro, reclamaram que o governador de São Paulo, José Serra, alterou o cronograma da cobrança de impostos sobre o setor. "Fazer (a substituição tributária) nesse momento exatamente nos produtos que o governo federal desonerou é uma contramedida porque está aumentando a carga tributária aos produtores, de modo que, ao invés (os fabricantes) repassarem para o preço a totalidade da desoneração, eles passam menos porque tiveram uma diminuição do tributo federal, mas um aumento do tributo estadual", explicou. O pagamento do ICMS normalmente é feito na ponta final pelo setor varejista. O governo paulista, porém, passou a cobrar o imposto no início da cadeia junto aos fabricantes de geladeiras, fogões, máquinas de lavar e tanquinhos.
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Endividamento das famílias já dispara: 35%
Em apenas 2 anos, o nível aumenta 8 pontos. Inadimplência também cresce. O endividamento das famílias brasileiras no primeiro trimestre do ano atingiu o maior nível desde o início de 2004. As dívidas passaram a representar, segundo o Relatório Trimestral de Inflação, divulgado pelo Banco Central (BC), 34,8% da renda anual dessas famílias. Em apenas dois anos, a taxa aumentou oito pontos porcentuais. Esse percentual significa aumento de 2,4 pontos percentuais em relação a igual período de 2008 e de 8,1 pontos percentuais nos últimos dois anos. Em março de 2007, ela estava em 32,7%. De acordo com o relatório, o aumento está associado ao desenvolvimento do mercado de crédito, que era incipiente anteriormente. No entanto, analistas independentes já advertiam que a combinação de elevação de juros já astronômicos com país em recessão resultaria em disparada do endividamento e da inadimplência.
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Será lançado na próxima quarta-feira, 1º de julho, em São Bernardo do Campo (SP), a partir das 10h, o primeiro ônibus brasileiro a hidrogênio. Coordenado nacionalmente pelo Ministério de Minas e Energia, em conjunto com a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU/SP) e financiado com recursos do Global Environmental Facility (GEF) e da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), com o apoio o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o projeto Ônibus Brasileiro à Célula Combustível a Hidrogênio é o ponto de partida para o desenvolvimento de uma solução mais limpa para o transporte público urbano no Brasil. Para o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o projeto é mais um passo do governo para consolidar a vocação brasileira no uso de fontes renováveis. “Esse projeto é o resultado do enorme trabalho do Ministério de Minas e Energia e dos parceiros. Com o ônibus a hidrogênio estamos desenvolvendo ainda mais a economia do Brasil”, disse.
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