A mestiçagem unifica os homens separados pelos mitos raciais. A mestiçagem reúne sociedades divididas pelas místicas raciais e grupos inimigos.
Gilberto de Mello Freyre
Perseguição Racial
“A agricultora indígena, Cacilda Brasil, vive um dilema jamais imaginado ao longo de seus 76 anos de idade. Após ser retirada da propriedade onde morou por mais 50 anos, sob a alegação de que não tinha origem indígena, ela está liberada para voltar para a reserva Raposa/Serra do Sol, desde que não leve os filhos, pelo fato de os mesmos serem filhos de brancos”.
Tiana Brazão - Secom/ALE-RR
Perseguição Religiosa
A Fundação Nacional de Assistência ao Índio (Funai), proíbe a presença de missionários evangélicos nas tribos indígenas de Pacaraíma-RR, mas não toma a mesma atitude em relação aos padres e freiras estrangeiros enviados pela Igreja Católica. “A Funai acionou até o Supremo Tribunal Federal (STF) para retirar os missionários brasileiros da denominação Assembléia de Deus, argumentando que os evangélicos devem sair por não serem índios. Mas os padres que vivem nessa área são estrangeiros e estão incentivando os índios a lutar contra os evangélicos que não concordam com o monopólio do catolicismo na área”.

Perseguição Religiosa
A Fundação Nacional de Assistência ao Índio (Funai), proíbe a presença de missionários evangélicos nas tribos indígenas de Pacaraíma-RR, mas não toma a mesma atitude em relação aos padres e freiras estrangeiros enviados pela Igreja Católica. “A Funai acionou até o Supremo Tribunal Federal (STF) para retirar os missionários brasileiros da denominação Assembléia de Deus, argumentando que os evangélicos devem sair por não serem índios. Mas os padres que vivem nessa área são estrangeiros e estão incentivando os índios a lutar contra os evangélicos que não concordam com o monopólio do catolicismo na área”.

Deputado Márcio Junqueira - RR
Reservas Kosovares
Os três últimos governos (collor, fhc e lula) foram responsáveis, e a história os julgará, por incentivar a segregação e o racismo criando imensas reservas privilegiando minorias indígenas e estimulando contravenções e cisões. O editorial ‘A Redoma Fatal’ publicado no jornal ‘O Globo’, com muita propriedade assim se refere ao tema: “A preservação de grupos étnicos em redomas que os mantenham distantes de contatos humanos não passa de uma tentativa de fazer parar o tempo, como se isso fosse possível, em zonas cujas dimensões e natureza tornam impossível um policiamento protetor. O artificialismo condena esse equívoco, e o resultado final ameaça ser a contaminação dos grupos primitivos pela ação clandestina do que há de pior na sociedade moderna, enquanto o que há de melhor é mantido à distância pelo respeito à lei”.
Movimentos Raciais
“Nós, brasileiros, somos um povo em ser, impedido de sê-lo. Um povo mestiço na carne e no espírito, já que aqui a mestiçagem jamais foi crime ou pecado. Nela fomos feitos e ainda continuamos nos fazendo. Assim foi até se definir como uma nova identidade étnico-nacional, a de brasileiros”.
Reservas Kosovares
Os três últimos governos (collor, fhc e lula) foram responsáveis, e a história os julgará, por incentivar a segregação e o racismo criando imensas reservas privilegiando minorias indígenas e estimulando contravenções e cisões. O editorial ‘A Redoma Fatal’ publicado no jornal ‘O Globo’, com muita propriedade assim se refere ao tema: “A preservação de grupos étnicos em redomas que os mantenham distantes de contatos humanos não passa de uma tentativa de fazer parar o tempo, como se isso fosse possível, em zonas cujas dimensões e natureza tornam impossível um policiamento protetor. O artificialismo condena esse equívoco, e o resultado final ameaça ser a contaminação dos grupos primitivos pela ação clandestina do que há de pior na sociedade moderna, enquanto o que há de melhor é mantido à distância pelo respeito à lei”.
Movimentos Raciais
“Nós, brasileiros, somos um povo em ser, impedido de sê-lo. Um povo mestiço na carne e no espírito, já que aqui a mestiçagem jamais foi crime ou pecado. Nela fomos feitos e ainda continuamos nos fazendo. Assim foi até se definir como uma nova identidade étnico-nacional, a de brasileiros”.
Darcy Ribeiro

Por Wilson Barbosa (01/05/2008)
“O governador do Estado Anchieta Júnior ao conceder entrevista esta semana a respeito da retirada dos não índios e dos arrozeiros da Terra Indígena Raposa/Serra do Sol foi curto e grosso. ‘Não pretendo, não vou discutir. Esse assunto já foi discutido exaustivamente. Aquilo vai se transformar num verdadeiro zoológico humano. Sem a menor condição de sobrevivência, sem contato com o branco, o que vamos ver lá serão animas humanos’. Para o presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marcio Meira afirmou que a declaração do governador de Roraima tinha cunho racista. O chefe do Poder Executivo se defendeu em seguida e adiantou que teria dito que na realidade os índios da Raposa iriam ficar numa vitrine como exposição para a população brasileira e dos povos estrangeiros. Em linhas gerais o governo Federal atende a Funai, onde as terras indígenas são demarcadas e posteriormente homologadas e depois os índios ficam entregues a própria sorte sem nenhum tipo de assistência. E o resultado disto tudo tem sido uma tragédia senão vejamos. Dias atrás Índios Guajajaras mataram um homem a pauladas na cabeça. Gutenberg Brito Câmara, foi assassinado ontem por volta das 19:00, na estrada que dá acesso a cidade de Jenipapo dos Vieiras, o mesmo estava a trabalho, ele era motorista de uma madeireira, acreditasse que a madeira que ele foi pegar na área indígena é ilegal, porém foi vendida pelos próprios índios, os criminosos já foram pegos pelo GOE de Barra do Corda e estão detidos na delegacia desta cidade, os mesmos disseram que estavam bêbados e queriam dinheiro. A vítima era casado, tinha 39 anos e deixa três filhos. Esta não é a primeira vez que Índios Guajajaras cometem crimes com requintes de crueldades. Em 2001 três índios da região de Barra do Corda cobraram pedágio (proibido por Lei) a três empresários que se recusaram a pagar e tiveram suas vidas ceifadas. As vitimas foram mortas a tiros e golpes de facas, depois tiveram os corpos amarrados e seguida arrastados pelo asfalto e em seguida foram abandonados na rodovia. Os acusados que eram menores de idade, foram presos e passaram anos detidos numa delegacia de São Luis. Também no Maranhão índios eram acostumados a deixar que traficantes plantassem maconha dentro das reservas. Numa operação da Polícia Federal foram encontrados milhares de pés da droga e o cacique da aldeia afirmou que não tinha autorizado a plantação. O delegado teria afirmado na ocasião dentro de seis meses retornaria a reserva e caso encontrasse algum pé de maconha o primeiro a ser preso seria o cacique da aldeia. O índio afirmou que não poderia ser preso por conta das plantações de maconha na reserva pois era inimputável.

Organizado pelo Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva
Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)
Acadêmico da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB)
Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS)
Telefone:- (51) 3331 6265
Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br
E-mail: hiramrs@terra.com.br
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