segunda-feira, 1 de junho de 2009

Opinião, Notícia e Humor

MANCHETES DO DIA

CORREIO BRAZILIENSE
O MAPA DA PROSTITUIÇÃO INFANTIL NO DF E ENTORNO

A cada três dias, em média, patrulheiros resgatam uma criança ou adolescente em situação de risco em trechos de rodovias federais que cortam o DF e o Entorno. São meninos e meninas de até 10 anos, expostos a todo tipo de exploração. A maioria fica à beira de uma BR para oferecer o corpo em troca de míseros reais. Somente no ano passado, 124 acabaram flagrados à margem da estrada, dentro de carro, boleia de caminhão, motel ou prostíbulo. A exploração de crianças e adolescentes está concentrada nos trechos das BRs 040 (Brasília-Rio de Janeiro), 060 (Brasília-Goiânia) e 070 (Brasília-Pirenópolis) que passam pelos municípios goianos de Abadiânia, Águas Lindas, Anápolis, Luziânia e Valparaíso. Duas equipes do Correio percorreram a rota da prostituição infantil (veja mapa) na semana passada e flagraram meninas se exibindo a motoristas e entrando acompanhadas de adultos em veículos e casas noturnas.

O ex-governador Geraldo Alckrnin ampliou sua vantagem na disputa pelo governo paulista. Pesquisa Datafolha mostra que ele tem entre 47% e 50%, dependendo do cenário. A distância para a ex-prefeita Marta Suplicy passou de 28 para 32 pontos.Também cresceu a taxa dos que consideram ótima/boa a gestão do governador José Serra - de 53%, em março, para 56%. A área de segurança obteve o pior índice (43% desaprovam) e a de cultura, o melhor (47% aprovam).

O jornal, infelizmente, não está circulando mais

Cuiabá e Manaus são as surpresas na lista das 12 cidades anunciadas como sedes da Copa de 2014. O anúncio feito pelo presidente da Fifa, Joseph Blatter, marca o início do desafio de preparar estádios e cidades. A projeção inicial de investimentos é de R$ 5,7 bilhões, que virão dos governos federal, municipais e estaduais e da iniciativa privada. Ricardo Teixeira, presidente da CBF, foi consultado na decisão dos cortes. As outras 10 sedes são Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Brasília, Fortaleza, Salvador, Recife e Natal.

O ESTADO DE S. PAULO
GM PEDE CONCORDATA HOJE E SE SUBMETE A CONTROLE ESTATAL

A montadora General Motors, um dos principais símbolos do capitalismo americano, vai entrar com pedido de concordata na manhã hoje em um tribunal de Nova York. No fim de semana, um grupo de credores concordou em trocar parte das dívidas da montadora por uma maior participação acionária na empresa reestruturada, assim eliminando um dos principais obstáculos para uma concordata mais organizada. O presidente Barack Obama vai anunciar o pedido de concordata em pronunciamento na Casa Branca, que será seguido de uma entrevista concedida pelo atual presidente da GM, Fritz Henderson, de Nova York.

A Copa do Mundo vai injetar na economia brasileira pelo menos R$ 155,7 bilhões e gerar 18 milhões de empregos até a partida final, em 2014. Os dados fazem parte de um estudo, feito pela Fundação Getúlio Vargas, sobre os impactos socioeconômicos do maior evento esportivo no Brasil. Ontem, nas Bahamas, a Fifa anunciou as 12 cidades-sede, as mesmas que Ancelmo Gois antecipara em seu blog, e houve festa em todas elas. Após a divulgação, o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, criticou o projeto do estádio Morumbi, que precisará ser reformulado, como conta o enviado especial JORGE LUIZ RODRIGUES.

VALOR ECONÔMICO
CONSTRUÇÃO CIVIL VIVE FASE DE REDUÇÃO GERAL DE CUSTOS

Ninguém quer perder o bonde da baixa renda. O otimismo quase exagerado das construtoras com o programa habitacional chegou ao elo anterior da cadeia e já muda os planos dos fabricantes de materiais de construção. As empresas estão trabalhando para responder, o quanto antes, à demanda das construtoras, que exigem sistemas mais eficientes e, sobretudo, baratos. Há desde fabricantes de materiais que aproveitam para alavancar as suas marcas de combate até as que investem no desenvolvimento de novos materiais com custos que chegam a ser 50% inferiores. VEJA TAMBÉM...

ARTIGOS

60 anos da Abap (Folha de S. Paulo)

QUATRO ANOS apenas após o fim da Segunda Guerra Mundial, quando os países aliados ainda formalizavam a nova divisão do mundo e a industrialização brasileira mal engatinhava, um publicitário visionário -Armando Moraes Sarmento- reunia, no Rio de Janeiro, os representantes de 11 agências de publicidade e fundava a Associação Brasileira de Agências de Propaganda (hoje Associação Brasileira de Agências de Publicidade). Da semente plantada por Sarmento, em 1949, constituiu-se a base para o estabelecimento de uma indústria vigorosa, movida por motivações empreendedoras e uma inabalável vocação democrática e libertária: a indústria brasileira da comunicação.

1969 errou (Folha de S. Paulo)

Era 1968, 69, por aí. Ia nascer uma nova consciência, uma nova cultura, uma nova era, diziam. Todos teriam o direito de ficar na sua, chamar uns aos outros de bicho e nunca mais tomar banho. Uma geração que até bem pouco se deliciava com Ovomaltine e Grapette estava agora descobrindo a maconha, o ácido, a mescalina, o cogumelo, o ópio e outras substâncias proibidas. Os novos heróis eram escritores como Carlos Castaneda, Timothy Leary, William Burroughs. Até o venerando Aldous Huxley, morto desde 1963, fora "redescoberto". Em seus livros, eles demonstravam como as drogas abriam as "portas da percepção" e revelavam fabulosos mundos interiores, tornando seus usuários pessoas especiais, talvez até superiores.

A família da bolsa (Jornal do Brasil)

Seria suprema ingenuidade nossa imaginar que um programa do porte do Bolsa Família passaria incólume, sem críticas da sociedade brasileira, sobretudo a mais ilustrada. Entretanto, no conjunto, os seus resultados são formidáveis, considerando o atendimento de quase 12 milhões de famílias nas várias regiões em que se divide o país. Uma conversa com o ministro Patrus Ananias, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, é altamente esclarecedora, sendo ele o responsável pelo projeto que talvez seja o mais relevante do governo Lula. Confiante, ressalta que não se trata somente de distribuir recursos para os pobres e indigentes mas oferecer uma série de benefícios que vêm ali embutidos. As transferências condicionadas de capital exigem que os filhos sejam vacinados e mantidos nas escolas. O descumprimento dessas cláusulas causou o cancelamento das bolsas de mais de 60 mil famílias. Há um controle que se pretende cada vez mais rigoroso.

A PEC 12/06 institui o calote (Jornal do Brasil)
A Suprema Corte e a saúde dos brasileiros (Correio Braziliense)
Acabou a farsa (Folha de S. Paulo)
As cotas e a lei (Jornal do Brasil)
Autópsia de outro fracasso (O Estado de S. Paulo)
Bons princípios ante um futuro incerto (O Globo)
Bons ventos podem trazer energia (Correio Braziliense)
Dilma vai bem (O Globo)
Eles não falaram (Folha de S. Paulo)
Garantia de direitos e cidadania (Folha de S. Paulo)
Montadora paga um alto preço por erros estratégicos (O Estado de S. Paulo)
O atendimento ao planejamento familiar (O Estado de S. Paulo)
O Bolsa-Mídia (Folha de S. Paulo)
O velho e bom capitalismo (O Estado de S. Paulo)
Omissão (O Globo)
Planalto põe fim aos vazamentos (O Estado de S. Paulo)
Política na Corte (O Globo)
Políticas de desenvolvimento municipal (Valor Econômico)
Retenção de Imposto de Renda na fonte (Jornal do Brasil)
Surpresa agradável (O Globo)
Tiro no pé (O Estado de S. Paulo)
Totalitarismo e intolerância (O Estado de S. Paulo)
Welcome back! Bem-vindos de volta ao Rio (Jornal do Brasil)



COLUNAS

Indicativo de greve no GDF (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)

Centenas de servidores de diversos órgãos públicos do Distrito Federal trocaram o local de trabalho na semana passada pelo estacionamento ao lado do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF). Lá foi realizada assembleia geral e aprovado, por unanimidade, indicativo de greve. Durante o encontro, os servidores também aprovaram uma pauta de reivindicação, que será encaminhada ao governo ainda esta semana. Dentre os principais itens, está a recuperação salarial, o cumprimento de acordos, a negociação das datas base de março e maio, a reestruturação das carreiras e a incorporação das gratificações. “Se até o dia 5 de julho nós não tivermos nenhuma resposta sobre nossa reivindicação, haverá greve geral”, afirmou Cícero Rola, dirigente Sindicato dos Servidores do GDF (Sindser-DF). No dia 1º de julho, a categoria se reunirá novamente em assembleia para definir os rumos da campanha salarial.

CPI foi presente da oposição ao PMDB (Jornal do Brasil - Coisas da Política)

Na terça-feira esta coluna publicou entrevista com o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), na qual o peemedebista falava do interesse do partido em apoiar a candidatura presidencial da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, oferecendo até o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), como vice da chapa. Mas o líder cobrava do PT a contrapartida de apoio nos estados. Ao longo da semana o PT, na figura do presidente da legenda, Ricardo Berzoini, veio a público dizer que estava disposto a negociar e abrir mão de algumas posições regionais em favor do PMDB para ter o apoio do partido à candidatura Dilma. Os problemas são mais ou menos conhecidos.

Dólar sem piso dispensa freio no juro (Valor Econômico - Por dentro do mercado)

O rompimento do piso psicológico de R$ 2,00 por dólar na sexta-feira jogou mais uma pesada ficha na mesa de apostas para o próximo Copom, marcado para a semana que vem. Embora os operadores não tenham visto consistência na demolição da barreira dos R$ 2,00 - o fluxo não foi positivo porque aumentou a aversão global ao risco -, o Copom pode desistir do seu plano de diminuir ainda mais a velocidade de queda da Selic. Sustentaria o ritmo anterior para dissuadir o ingresso de capitais especulativos que vêm atrás do ganho oferecido pelo juro básico e pela variação cambial negativa. Fantástico e globalmente inigualável, o lucro fácil de maio exercerá chamariz irresistível a outros especuladores. Só no mês passado, os que apostaram aqui contra a moeda americana e a favor do real ganharam nada menos do que 10,57%. Os "vendidos" em dólar futuro (posição líquida de US$ 3,16 bilhões na quinta-feira) e os compradores de swaps cambiais reversos (US$ 3,4 bilhões) embolsarão hoje 9,67% da variação cambial mais 0,82% da Selic.

Aposentado quer laptop (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Conversa com Patrícia (Correio Braziliense - Brasil S.A)
De Kim Jong-il à reforma política (Valor Econômico - Política)
De olho nas leis eleitorais (Jornal de Brasília - Do Alto da Torre)
Encontro de contas (Folha de S. Paulo - Painel)
Esse Congresso parece, mas não é (Jornal do Brasil - Informe JB)
Formação de gestores (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Força-tarefa (Folha de S. Paulo - Monica Bérgamo)
Lula, certeza única (Folha de S. Paulo - Fernando Rodrigues)
Mais uma visita de Palhares, o canalha (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
Meio ambiente faz assembleia (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Negociações até sexta-feira (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Omissão na regulamentação (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Perdas levam milionários a contratar gestores próprios (Folha de S. Paulo - Mercado Aberto)
Preocupações com a Argentina (Valor Econômico - Brasil)
Previdência (IV): a aposentadoria das mulheres (Valor Econômico)
Proposta da Conab alterada (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Servidor do DF consegue benefício (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Será que eles sabem o que estão fazendo? (Valor Econômico - De Olho na Bolsa)
União "desvia" verbas da Educação (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Vida dura (O Globo - Ancelmo Gois)

ECONOMIA

Um dos mais célebres historiadores britânicos alertou para o risco de grandes países do Ocidente falirem em consequência da crise financeira. Para ele, os economistas estão mal qualificados para analisar a situação atual, pois não têm um olhar tão abrangente quanto o de historiadores, como ele. "Não estou brincando quando digo que os países podem falir", disse Niall Ferguson, o professor de Harvard autor de A ascensão do dinheiro, durante o Guardian Hay Festival. "A Argentina é a minha aposta favorita. O país lidera o ranking de candidatos à falência", acrescentou. "A ideia de que isso não possa ocorrer às grandes economias ocidentais é balela." A crise econômica, para ele, seria o arauto de um período de instabilidade e de "uma série de crises políticas". E acrescentou: "Esqueçam o eixo do mal. Bem-vindos ao eixo da convulsão social". Ele alertou para a possibilidade de "a armadilha das dívidas estar prestes a ser disparada" nos países que criaram grandes pacotes de estímulo para incentivar a atividade econômica. Entre esses, a principal candidata à falência "é a Irlanda, seguida por Itália e Bélgica. E a Grã-Bretanha não está em situação muito melhor".

''Real forte permite queda de juros'' (O Estado de S. Paulo)

O Banco Central (BC) deve aproveitar a valorização do real para reforçar a trajetória de queda da taxa de juros. Essa é a visão de Armínio Fraga, sócio-fundador da Gávea Investimentos e ex-presidente do BC. Ele não é favorável, neste momento, a medidas heterodoxas no câmbio, como controle de capital e impostos, e acha que o País tem uma grande oportunidade de aprofundar ainda mais o processo de queda dos juros reais, já que o câmbio valorizado pressiona para baixo a inflação. Defendendo a acumulação de reservas, junto com o corte dos juros, como medida "contracíclica" em momentos de valorização cambial, Fraga já antevê, para dentro de poucos anos, a hora em que o Brasil terá juros reais entre 2% e 4%. Sobre a euforia na bolsa brasileira, o ex-presidente do BC diz que ela se deve em parte à diferenciação positiva do País, e em parte a uma onda de otimismo global. Nesse segundo caso, porém, Fraga vê riscos de uma correção. A seguir, a entrevista (...)

Al Koch assume reestruturação (O Estado de S. Paulo)

Com o pedido de concordata, Al Koch, de 67 anos, deve ser nomeado como o executivo que conduzirá o processo de reestruturação da General Motors. Koch, um dos diretores da consultoria AlixPartners e especialista em reestruturar empresas, supervisionará a divisão da montadora em duas partes - a "Nova GM", controlada majoritariamente pelo governo, e uma outra companhia que será liquidada. Koch estaria reunindo-se regularmente com os diretores da GM desde dezembro, informou ontem o ?Wall Street Journal?, citando fontes familiarizadas com a questão. O executivo ajudou a desenvolver os planos de viabilidade enviados pela montadora ao governo americano, negociou com os acionistas e detentores de dívidas da companhia e preparou o esquema de venda dos ativos bons da empresa para a "Nova GM".

AutoFest fomenta venda de zero km (Correio Braziliense)
Banco corta taxa e acirra disputa no Tesouro Direto (Folha de S. Paulo)
Banco do Brasil cria carteiras de DPGE (Valor Econômico)
Bancos médios estendem prazos (Valor Econômico)
Bônus de emergentes sinalizam maior alta em sete anos (Valor Econômico)
Calotes nas exportações preocupam setor no Brasil (Jornal do Brasil)
Cautela com eleições no Brasil pode conter valorização do real (Valor Econômico)
Chrysler pode sair da concordata nesta semana (O Estado de S. Paulo)
Com impulso de emergentes, consumo global de leite cresce (Valor Econômico)
Contra a corrente, BNDES vê investimento de 19% do PIB (Valor Econômico)
CPI, eleição e medidas provisórias atrapalham (O Globo)
Criação de plano de carreira (O Dia)
Crise adia meta de investimentos em 2 anos (Folha de S. Paulo)
Crise atrasa desembolsos da iniciativa privada (O Estado de S. Paulo)
Crise expõe fim de uma era nos EUA (Folha de S. Paulo)
Curtas - Frango para a China (Valor Econômico)
CVM discute novas regras para a adoção de ''poison pills'' nas empresas (O Estado de S. Paulo)
Depois da recessão, PIB reage no 2º tri (Valor Econômico)
Disputa acirrada no HRSM (Correio Braziliense)
Emprego nos EUA e dados da indústria são destaques (Folha de S. Paulo)
Estatais investiram R$ 5,8 bi a mais até abril (O Estado de S. Paulo)
Estrangeiro na Bovespa é a grande incógnita de junho (Valor Econômico)
Executivo brasileiro assume comando da Helibrás (Valor Econômico)
Expansão e alongamento preocupam a Fitch (Valor Econômico)
GM deve pedir concordata (Correio Braziliense)
GM espera concordata rápida nos EUA (Folha de S. Paulo)
Governo "infla" novo plano de safra em R$ 12 bilhões (Valor Econômico)
Governo Obama avança no controle de empresa nos EUA (Folha de S. Paulo)
Granol vence 1º leilão após 'reforço' dado ao biodiesel (Valor Econômico)
Há excesso de otimismo sobre a crise, diz Arida (Folha de S. Paulo)
Indústria deve puxar alta do PIB no 2º trimestre, projetam analistas (O Estado de S. Paulo)
Karsten corta custos para compensar a perda cambial (Valor Econômico)
Marfrig obtém crédito para exportações (Valor Econômico)
Para Chrysler, parte difícil virá após concordata (Folha de S. Paulo)
Para governo, desempenho de empresas ainda é fraco (O Estado de S. Paulo)
Pior já passou, mas crise vai até 2011, diz Embraer (Valor Econômico)
Produção de linha branca volta ao nível pré-crise (O Estado de S. Paulo)
Projetos confirmados chegam a R$ 650 bilhões até 2012 (Folha de S. Paulo)
Queda do dólar faz turista reavaliar férias (Folha de S. Paulo)
Receita aperta cerco a PIS e Cofins dos bancos (Jornal do Brasil)
Recuperação da indústria avança, mas segmentada (Valor Econômico)
Recuperação nos EUA deve ter impacto na GM Brasil (Folha de S. Paulo)
Rota do almoço barato (Correio Braziliense)
Setor de intermediários ainda faz ajustes (Valor Econômico)
Setor eletroeletrônico quer trocar conteúdo local por benefício fiscal (Valor Econômico)
Soja lidera altas na BM&FBovespa (Valor Econômico)
Taxa depende do cronograma da Petrobras (Folha de S. Paulo)
Um passo em direção à nova relação (Jornal do Brasil)
Uma fila que começa a andar (O Globo)
Órfãos do Tesouro (Valor Econômico)



POLÍTICA

"TV pública é contraponto à caloria vazia da TV comercial" (Folha de S. Paulo)

Os Estados Unidos têm 356 estações de TV pública. Em relação ao Brasil, que conta com 199 emissoras educativas com concessão outorgada pelo governo, o número não chega a ser surpreendente. Mas a distância não está na quantidade de emissoras. As TVs brasileiras que se autodenominam públicas tiveram orçamento de cerca de R$ 500 milhões em 2008. As dos EUA receberam US$ 2 bilhões (R$ 4 bilhões). Aqui, elas dependem basicamente de recursos do governo. Lá, mais da metade da verba vem de doações. A presidente da American Public TV, Cynthia Fenneman, esteve no Brasil, na semana passada, para participar do 2º Fórum Nacional de TVs Públicas. A APT é a segunda maior distribuidora de conteúdo para as TVs públicas -a primeira é a Public Broadcasting Service. Executiva com 33 anos de experiência em TV e com 12 prêmios Emmy (o Oscar da televisão americana) no currículo, ela julga a TV pública uma contraposição necessária às "calorias vazias" das TVs comerciais.

''Deputados jamais aprovarão reforma política'' (O Estado de S. Paulo)

Fracassou, na semana passada, mais uma tentativa da Câmara de fazer uma reforma política. Os pequenos partidos da base governista decidiram rejeitar o projeto elaborado pelo deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS). Pressionados pelos sócios menores, PT e PMDB recuaram, jogando a discussão para um Congresso Revisor, previsto para 2011. Esta foi pelo menos a décima vez, desde a redemocratização, que se tentou fazer uma reforma no sistema político. Como as demais, a ideia naufragou. Para o cientista político Rogério Schmitt, do Centro de Liderança Política (CLP), a proposta, como as anteriores, tinha um vício original insanável: não levava em consideração o instinto de sobrevivência dos parlamentares, que jamais aprovariam algo que deixasse dúvidas de sua eleição no pleito seguinte.

''É um momento histórico'', diz analista inglesa (O Estado de S. Paulo)

De acordo com analistas políticos britânicos, o escândalo dos gastos indevidos dos membros da Câmara dos Comuns e a sua intensa repercussão na opinião pública podem causar um sopro de renovação política no país. Ao comentar a questão, a pedido do Estado, a cientista política Andrea Cornwal, professora e pesquisadora do Institute of Development Studies, da Universidade de Sussex, observou: "Estamos testemunhando um momento histórico. A maioria dos britânicos simplesmente vota e deixa aqueles que elegeram avançar no negócio da política. Esse escândalo tem estimulado o cidadão comum a se envolver no debate público, sobre o que esperar dos nossos políticos. Há uma irritação coletiva. As pessoas estão exigindo que os políticos sirvam aos interesses coletivos, em vez de pensar nos seus próprios bolsos. Estou desfrutando cada minuto. Estou otimista, pois disso podem resultar reformas que tornarão nosso governo mais democrático e responsável."

154 são libertados em carvoaria de Minas (O Estado de S. Paulo)
Alencar volta dos EUA e assume Presidência (O Estado de S. Paulo)
Aprovação dos paulistas a Serra atinge 56% (Folha de S. Paulo)
Assembleias Legislativas reivindicam mais poder (O Estado de S. Paulo)
Brasil não registra candidatura à Unesco (O Estado de S. Paulo)
Cabral luta para ser candidato único de partidos que apoiam o governo federal (Valor Econômico)
Congresso vai discutir legalização dos bingos (O Estado de S. Paulo)
Critérios para investimento vão mudar, diz Minc (O Globo)
Câmara quer explicação de Minc para multa (O Estado de S. Paulo)
Deputado brasileiro tem mais benefícios (O Estado de S. Paulo)
Deputados reivindicam procuradoria exclusiva (O Estado de S. Paulo)
Dilma cresce no retrovisor de Serra (Jornal do Brasil)
Dilma mantém agenda lotada e acelerada (Correio Braziliense)
Dilma: 'Se falar muito, me comovo' (O Globo)
Dinheiro prometido para recuperação não chega (Jornal do Brasil)
Dinheiro sob o colchão? (Correio Braziliense)
Fundo de pensão opõe PMDB do Rio a TCE (Valor Econômico)
Governo usa nova reserva de gás contra CPI (Folha de S. Paulo)
Líderes governistas desafinados (Correio Braziliense)
Ministra reduz diferença em relação a Serra (O Globo)
Na hora de ''bater o ponto'', São Paulo segue na era do papel (O Estado de S. Paulo)
Operação Navalha está na origem da tensão com o STF (Valor Econômico)
Oposição mira Petrobrás na CPI das ONGs (O Estado de S. Paulo)
PEC do divórcio e CPI na pauta do Congresso (Jornal do Brasil)
Piauí apresenta fatura dos prejuízos (Jornal do Brasil)
Pioneira no sistema de cotas preenche só 28% das vagas (O Estado de S. Paulo)
Plataforma de candidatos preserva atribuições (Valor Econômico)
Pré-candidatura de Tarso recebe apoio (O Estado de S. Paulo)
Ritmo de trabalho interno de Dilma é reduzido (Folha de S. Paulo)
Rivais enfrentam situações opostas em seus partidos (Folha de S. Paulo)
Salário para políticos derrotados (Correio Braziliense)
Segurança pública tem a pior avaliação (Folha de S. Paulo)
Sucessão coloca em xeque poder investigatório do MP (Valor Econômico)
Tapetão julga vestibular estadual (Jornal do Brasil)
Um mês e meio após assumir o MA, Roseana encara sua 21ª cirurgia (Valor Econômico)

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