
JORNAL DE BRASÍLIA
RECEITA ABRE CONCURSO PARA PREENCHER 450 VAGAS DE AUDITORES
O GLOBO
GOVERNO ANTECIPA CAMPANHA E MINISTROS SOMEM DE BRASÍLIA
Tarso busca votos no RS em 60% do tempo que passa fora da capital Em campanha eleitoral antecipada, é cada vez maior a lista de ministros do governo Lula que aproveitam as viagens a seus estados de origem e esticam o fim de semana com eventos às sextas ou segundas-feiras. O ministro da Justiça, Tarso Genro, pré-candidato ao governo do Rio Grande do Sul pelo PT, passou, de abril a agosto deste ano, 38 dias fora de Brasília - 60% deles em solo gaúcho. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo (PT), aproveita as sextas e segundas-feiras para agendas no Paraná, onde sua mulher quer disputar o Senado. Em Minas, dois ministros pré-candidatos estão em campanha: Hélio Costa (Comunicações), do PMDB, e Patrus Ananias (Desenvolvimento Social), do PT. Na última sexta-feira, o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), que disputará pelo PMDB o Senado ou o governo da Bahia, vistoriou obras e recebeu homenagens no interior. No Amazonas, o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento (PR), tem feito o mesmo. (págs. 1 e 3)

FOLHA DE S. PAULO
ZELAYA VOLTA E SE REFUIGIA NA EMBAIXADA BRASILEIRA
Governo golpista pede que Brasil entregue presidente deposto de Honduras O presidente de Honduras, Manuel Zelaya, deposto em 28 de junho e expulso do país, voltou clandestinamente a Tegucigalpa e se refugiou na embaixada brasileira. Com a notícia, alguns milhares de simpatizantes saíram às ruas da capital hondurenha, onde entraram em confronto com a polícia. Mais tarde, o governo golpista declarou toque de recolher e exortou o Brasil a entregar Zelaya às "autoridades competentes". Segundo a Folha apurou, a chegada ocorreu sem aviso prévio. Zelaya disse que quer ficar sob a proteção brasileira enquanto tenta um "diálogo de reconciliação". (págs. 1 e Mundo)
Banco quer captar até R$ 13,2 bi; mercado se movimenta O Santander informou ontem que pretende captar no Brasil entre R$ 11,6 bilhões e R$ 13,2 bilhões. Se os investidores referendarem essa estimativa, será a maior oferta pública de ações da história do mercado nacional, e o valor do Santander na Bovespa pode superar R$ 100 bilhões, passando o Bradesco. A iniciativa indica que o mercado de capitais, a exemplo da economia, está se recuperando antes do que se esperava. Aponta, também, que o segundo semestre deve marcar a volta de operações bilionárias, que, com a crise, haviam rareado no País. A movimentação nos bancos de investimento é intensa. Três empresas do setor de construção civil, dois bancos de pequeno porte e duas companhias que atuam na área de tecnologia de informação estão preparando documentação para abrir o capital. (págs. 1, B1 e B3)

32 MILHÕES MELHORAM DE VIDA
Quase metade dos 180 milhões de brasileiros já passou a integrar a classe média Entre 2003 e 2008, em torno de 26 milhões de brasileiros ascenderam das classes mais baixas para a média, que tem renda domiciliar entre R$ 1.115 e R$ 4.807. Segundo estudo da Fundação Getulio Vargas, feito a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad/2008), do IBGE, no mesmo período outros 6 milhões de pessoas subiram às classes econômicas de maior poder aquisitivo, A e B, cuja renda mensal está acima de R$ 4.807. Quase metade dos mais de 180 milhões de brasileiros (49,22%) encontra-se na classe média - em 2008 era um total de 97,1 milhões de pessoas. A classe alta conta com 10% da população. (págs. 1 e Economia A17)
CORREIO BRAZILIENSE
DIMINUI A POPULAÇÃO DE RICOS EM BRASÍLIA
A elite brasiliense encolheu, segundo os mais recentes números do IBGE. A repórter Mariana Flores relata que a parcela de moradores do DF com renda acima de cinco salários mínimos diminuiu 12,5%. O fenômeno ocorreu porque aumentou o número de trabalhadores com rendimentos menores, especialmente na construção civil, que empregou 11,4 mil pessoas em 2008 (págs. 1 e 29)

VALOR ECONÔMICO
BNDES DEFENDE PROCESSO DE CONSOLIDAÇÃO NA SIDERURGIA
A siderurgia brasileira está atrasada na consolidação e internacionalização de suas empresas. Ela precisa sair da inércia e adotar uma nova estratégia, para crescer e conquistar o mundo, avalia o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, o principal formulador das políticas de desenvolvimento do governo Lula.Setor altamente competitivo e fortemente exportador, a siderurgia brasileira ainda não tem uma empresa de porte internacional. "Ela está devendo ao país uma atuação mais afirmativa”, disse Coutinho, em entrevista ao Valor. Ele defendeu a Vale, criticada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva por não investir em projetos siderúrgicos no Brasil. Segundo o presidente do BNDES, a companhia tem parcerias com empresas estrangeiras porque "as nacionais não se apresentam". (págs. 1 e A3)
ARTIGOS
Carta a um jornalista (Correio Braziliense)
Difíceis têm sido os tempos, caro amigo. O ofício de jornalista sempre exigiu abnegação, disciplina e firmeza de convicções, mas a época moderna impõe desafios ainda maiores a quem busca a informação correta, precisa e revelada ao público em primeira mão. Vivemos na sociedade da hiperinformação. Em decorrência das novas tecnologias e da consolidação democrática — especialmente no Brasil, onde a tradição política inibiu a liberdade de expressão e cristalizou o cabresto aos meios de comunicação —, consolidou-se a ideia de que todos podem falar sobre tudo. Nosso entendimento não é tão elementar assim.
"Jornalistas são arrogantes e não querem ser melhorados" (Folha de S. Paulo)
NONO OMBUDSMAN da Folha e há 18 meses no cargo, Carlos Eduardo Lins da Silva, 56, afirma que os jornais e jornalistas são arrogantes, prepotentes e não aceitam contestações. "Não gostam de ouvir críticas, em nenhuma hipótese, e não querem ser melhorados", disse o jornalista, sabatinado ontem durante duas horas em São Paulo por quatro entrevistadores: o colunista da Folha Marcelo Coelho, as jornalistas Eleonora Gosman, correspondente do jornal argentino "Clarín", e Verónica Goyzueta, correspondente do espanhol "ABC", e Eugênio Bucci, professor da ECA-USP e colaborador de "O Estado de S. Paulo".
Depois, de vez, do Lula lá (Folha de S. Paulo)
Boca no trombone (O Globo)
O exemplo de Ted (Folha de S. Paulo)
O longo caminho (Correio Braziliense)
Pré-sal: farsa e tragédia (Valor Econômico)
Reflexões em voz baixa (Jornal do Brasil)
Testamento sombrio (O Globo)
Urgência contra as alterações climáticas (Correio Braziliense)COLUNAS
A maldição holandesa (Correio Braziliense - Brasília-DF)
A enxurrada de dólares que desvaloriza o real é um sinal de alerta do que pode vir a acontecer. Há muito mais do que os royalties do petróleo entre o céu e a camada de pré-sal. Governo e oposição estão preocupados com a “doença holandesa”, na qual o aumento de receita decorrente da exportação de recursos naturais, no caso, o petróleo, provoca a desindustrialização da economia. Trocando em miúdos, devido à valorização cambial, o setor manufatureiro se torna menos competitivo em relação aos produtos externos. Essa maldição acometeu países produtores de petróleo, como Arábia Saudita, Venezuela e Iraque.
A saúde, o Estado, a hipocrisia (Folha de S. Paulo - Clóvis Rossi)
Numa lojinha do aeroporto de Washington, uma camiseta anuncia: "Amo meu país; tenho medo é do governo". Na estrada que leva do aeroporto de Pittsburgh ao centro, placa em obra avisa quem faz: "Recovery and Investment Act", ou seja, o Plano de Recuperação e Investimento do governo, aquele mesmo que a camiseta do aeroporto de Washington diz temer. Quer dizer o seguinte: na hora do bem bom, o Estado é o diabo, especialmente nos Estados Unidos. Não conheço país algum em que a rejeição ao intervencionismo estatal seja tão formidável. Aqui, Dilma Rousseff não se elegeria nem xerife de condado se viesse com a história de que "Estado mínimo é tese falida". E não há tupiniquins, os únicos que aplicam a "tese falida", segundo supõe a ministra-candidata. O problema é que a ministra tem razão. Ou melhor, teria se reformulasse um pouco sua tese, para dizer que "Estado mínimo é hipocrisia".
Cenas de rua (O Globo - Panorama Econômico)
Devo pedir champanhe ou cianureto?Um articulista em crise existencial (O Globo)
Futuro em debate (Correio Braziliense - Brasil S.A)
Juro tem 6º pregão seguido de alta (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
Mudança polêmica (O Globo - Merval Pereira)
Não precisa exagerar (Folha de S. Paulo - Eliane Cantanhede)
Não será o que parece (Valor Econômico - Brasil)
O vice do PMDB (O Globo - Panorama Político)
Opção tem maior giro desde maio de 2008 (Valor Econômico - De Olho na Bolsa)
Os ineditismos hondurenhos (Jornal do Brasil - Coisas da Política)
Os perigos de Marina (O Estado de S. Paulo - Dora Kramer)
Os riscos dos desdobramentos da crise (Valor Econômico)
PMN, provável destino de Roriz (Jornal de Brasília - Do Alto da Torre)
Reflexões do PT sobre a sucessão (Valor Econômico - Política)
Relações exteriores (Correio Braziliense - Ari Cunha - Visto, Lido e Ouvido)
Terrenos no céu (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
Teto único para os três poderes (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Turbulência nos depósitos judiciais (Jornal do Brasil - Informe JB)
ECONOMIA
5,2 milhões engordaram classe C (O Globo)
As classes econômicas C e AB foram as que mais engordaram no ano passado, segundo o levantamento do economista Marcelo Neri, chefe do Centro de Politicas Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV), baseado nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada na última sextafeira pelo IBGE. Na classe C, a que fica no meio da pirâmide de renda e tem ganho per capita entre R$ 1.115 e R$ 4.807, ganhou mais 5,3 milhões de pessoas, alcançando quase que a metade da população brasileira: 49,22%. Esse contingente saiu das classes D e E, essa última é a considerada pobre pelo economista. Foram 3,8 milhões que saíram da pobreza de 2007 para 2008. A classe D, que tem renda entre R$ 804 e R$ 1.115, também diminuiu em 3,02%, com menos 899 mil pessoas.
Bancários do DF podem parar na quinta-feira (Jornal de Brasília)
Os bancários do Distrito Federal aprovaram o indicativo de greve por tempo indeterminado a partir da próxima quinta-feira diante da proposta de reajuste de 4,5% oferecida pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) a o Comando Nacional dos Bancários. Nova assembleia será realizada dia 23, quando será confirmada ou não a paralisação. A proposta dos bancos está bem aquém do índice de 10% (sendo 5% de aumento real) reivindicado pelos bancários e repõe apenas a inflação do período. Além disso, os bancosquerem pagar uma Participação nos Lucros e Resultados (PLR) inferior à paga no ano passado: 1,5 salário para o conjunto dos bancários, limitado a R$ 10 mil, e a 4% do lucro líquido do banco, o que acontecer primeiro, mais valor adicional de 1,5% do lucro líquido, com teto de R$ 1,5 mil.
31,9 milhões sobem de classe social (O Estado de S. Paulo)
32 MILHÕES MELHORAM DE VIDA (Jornal do Brasil)
A oferta do ano (Valor Econômico)
Alíquota zero para conter a alta dos preços do aço (Jornal do Brasil)
Belo Monte entra na mira de grandes empresas (Folha de S. Paulo)
Bernardo quer divisão dos royalties do pré-sal (Gazeta do Povo)
BNDES DEFENDE PROCESSO DE CONSOLIDAÇÃO NA SIDERURGIA (Valor Econômico)
BNDES vê expansão de 5% sem inflação (Jornal do Brasil)
Bolsa escapa de dia ruim no exterior e ganha 0,37% (Folha de S. Paulo)
Bradesco supera bancos dos EUA (Jornal do Brasil)
Bradesco é o mais rentável (Correio Braziliense)
Brasil abre embaixada para Zelaya tentar retomar poder em Honduras (O Globo)
Brasileiro está investindo mais no seu futuro, diz FGV (Jornal de Brasília)
Brasileiro passa a investir mais a longo prazo, aponta pesquisa (Folha de S. Paulo)
Classe AB foi a que mais cresceu sob Lula, diz FGV (Folha de S. Paulo)
Consultoria contesta potencial exportador (O Estado de S. Paulo)
CPFL inova e capta R$ 1,5 bi com 13 emissões de dívida (Valor Econômico)
Crédito no país já retornou ao nível pré-crise (Folha de S. Paulo)
Desigualdade caiu menos com entrada no mercado de trabalhador sem renda (O Globo)
Exportador deve cortar custo, diz Mantega (Folha de S. Paulo)
Exportação será beneficiada (Correio Braziliense)
Feijão com arroz 25% mais barato (O Estado de S. Paulo)
FMI pede que Governos comuniquem como acabarão com intervenções na economia (Jornal de Brasília)
Fujimori passa por quarto julgamento desde extradição ao Peru (Jornal de Brasília)
Governo ameaça empresas siderúrgicas (Correio Braziliense)
Governo segura dinheiro do PAC para diluir déficit (O Estado de S. Paulo)
Ibovespa abre em baixa (Jornal de Brasília)
Ibovespa fecha em alta de 0,37% (Jornal de Brasília)
Justiça impede sindicatos de cobrar taxa sindical de patrão (Folha de S. Paulo)
Leilões de folha de servidores fracassam (Valor Econômico)
Lula enfraquece greve (Correio Braziliense)
Mantega ameaça zerar imposto de aço (O Globo)
Mantega ameaça zerar taxa do aço (O Estado de S. Paulo)
Mercado abandona previsão de PIB negativo (O Estado de S. Paulo)
Mercado agora descarta recessão no país (O Globo)
Metalúrgicos da GM decidem encerrar greve (Folha de S. Paulo)
Mineradoras rejeitam marco regulatório do governo (Folha de S. Paulo)
Ministro ameaça zerar Imposto de Importação sobre o aço (Folha de S. Paulo)
Ministro rebate críticas sobre Lei Kandir (Gazeta do Povo)
NETFLIX DÁ PRÊMIO DE US$ 1 MI POR SOFTWARE (Folha de S. Paulo)
Nossa Caixa triplica venda de seguros (Folha de S. Paulo)
Oposição ataca monopólio da Petrobrás no pré-sal (O Estado de S. Paulo)
Pagamento parcelado é saída para afastar risco de quebra de contrato (Valor Econômico)
Para FMI, banco deve bancar risco em empréstimos (Folha de S. Paulo)
Para IBP, plano para o pré-sal é inconstitucional (O Estado de S. Paulo)
País sai depressa da crise, diz Meirelles (Valor Econômico)
Pode ser Petroqualquercoisa (O Globo)
Privilégio à Petrobras fere lei, diz instituto (Folha de S. Paulo)
Produção mundial cai 5,5%; chinesa cresce 22% (Jornal do Brasil)
Pré-sal: data de votação mantida (Jornal do Brasil)
Publicado edital para auditor fiscal (Correio Braziliense)
Redução de superávit pode elevar taxa Selic, dizem analistas (O Estado de S. Paulo)
Redução do superávit fiscal dispara alerta para gasto público em 2010 (O Globo)
Reforma ou colapso (Folha de S. Paulo)
Regra de capital afeta comércio, diz OMC (Valor Econômico)
Regulação põe governo e empresas em lados opostos (O Estado de S. Paulo)
Retomada pode ser de curta duração (Valor Econômico)
Roberto Micheletti foi o último a saber (Jornal do Brasil)
Saldo do comércio com a Argentina encolhe 92% (Folha de S. Paulo)
Santander Brasil deve fazer maior IPO do ano (Valor Econômico)
Santander pode obter R$ 15 bi na maior oferta de ações do ano (Folha de S. Paulo)
Santander pode superar o Bradesco em valor de mercado (O Estado de S. Paulo)
Santander vai lançar em Bolsa 16,21% de sua filial brasileira (Jornal de Brasília)
Sem BNDES, JBS não seria o maior, afirma executivo (Folha de S. Paulo)
Taxas ainda não voltaram aos níveis pré-crise (Valor Econômico)
Terceira semana do mês tem superavit comercial de US$ 556 milhões (Jornal de Brasília)
TST limita greve dos Correios a 70% de participação (O Estado de S. Paulo)
TST restringe paralisação nos Correios (Folha de S. Paulo)
Uma reflexão sobre o rumo do pré-sal (Correio Braziliense)
Vale aumenta participação em nova companhia siderúrgica (Folha de S. Paulo)
Zelaya diz que ninguém vai tirá-lo de Honduras novamente (Jornal de Brasília)POLÍTICA
Aeronáutica adia entrega de propostas sobre caças (Folha de S. Paulo)
O Comando da Aeronáutica informou, por nota oficial, que a comissão encarregada de analisar as propostas do programa FX-2, de renovação da frota da FAB, decidiu adiar de ontem para o dia 2 de outubro o prazo para que as empresas finalistas melhorem suas ofertas. Concorrem o francês Rafale, da Dassault, o norte-americano F-18 Super Hornet, da Boeing, e o sueco Gripen NG, da Saab. Todas três decidiram rever suas ofertas originais nos itens preço, condições de pagamento e compensações para a indústria nacional. Na primeira versão, o Comando da Aeronáutica alegou que adiava a coleta de dados a pedido da Saab. Como a empresa disse extraoficialmente que cumprira o prazo, a versão ficou mais genérica: o adiamento teria sido para atender a todas as três empresas. O negócio envolve a compra de 36 aviões de caça, num valor que pode chegar a R$ 10 bilhões, com pagamento parcialmente financiado pelos próprios países interessados. Os governos da França, dos EUA e da Suécia avalizaram as propostas de suas companhias.
Amorim confirma que Zelaya está na embaixada brasileira (Jornal de Brasília)
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, confirmou hoje em Nova York que o presidente deposto de Honduras Manuel Zelaya está na Embaixada do Brasil em Tegucigalpa. Amorim, que está em Nova York para a Assembleia Geral da ONU, afirmou que o líder deposto chegou por meios "próprios e pacíficos" e que o Brasil quer encontrar "uma solução pacífica e rápida para a situação atual". O chanceler afirmou que o presidente deposto está agora sob proteção brasileira e que não acredita que o Governo de fato de Honduras fará "uma flagrante violação do direito internacional" contra a embaixada do Brasil.
Aécio quer efetivar 4,5 mil não concursados (O Globo)
Ação contra trem da alegria do Senado deve ser julgada no DF após 24 anos (Jornal de Brasília)
Banco Santander faz primeira oferta de ações na Bovespa (Jornal de Brasília)
BC condena bancos por ligação com o mensalão (Folha de S. Paulo)
BMG afirma que cumpriu regras; Rural não comenta (Folha de S. Paulo)
Caiado recebe resposta da Casa Civil sobre arquivamento de imagens do Planalto (Jornal de Brasília)
Candidato à Unesco apoiado pelo Brasil caminha para derrota (O Estado de S. Paulo)
Caças: prorrogado prazo para entrega de propostas (O Globo)
Companhias que busquem melhorar acesso a saneamento terão financiamento facilitado (Jornal de Brasília)
Conselho começa inspeções no Ministério Público (Folha de S. Paulo)
Curtas - Meirelles (Valor Econômico)
Dilma adula o PMDB (Correio Braziliense)
Dilma defende esforço para definir vice (O Globo)
Dilma diz que estatal proposta pelo governo para administrar o pré-sal talvez mude de nome (Jornal de Brasília)
Dilma diz que PT deve definir até outubro suas alianças para 2010 (O Estado de S. Paulo)
Dilma diz ser possível definir até outubro candidato do PT às eleições presidenciais (Jornal de Brasília)
Dilma e Berzoini divergem sobre lançamento (Valor Econômico)
Disputa por comando paralisa a Hemobrás (O Globo)
Em vídeo, ex-diretor do Detran-RS acusa Yeda (O Globo)
Enquanto isso, fim de cobrança vai para gaveta (O Estado de S. Paulo)
Estratégia de governistas esvazia depoimento à CPI (Valor Econômico)
Evento para a ANJ vira ato contra a censura a mídia (O Globo)
Ex-assessor de Dirceu é novo ouvidor da Petrobrás (O Estado de S. Paulo)
Execução de sentença contra Toffoli é suspensa (Jornal do Brasil)
Globalização tem um lado virtuoso e outro tenebroso, diz ministro da Justiça (Jornal de Brasília)
GOVERNO ANTECIPA CAMPANHA E MINISTROS SOMEM DE BRASÍLIA (O Globo)
Governo tentará antecipar sabatina (O Globo)
Hidelbrando vai a júri por morte com motoserra (Valor Econômico)
Hildebrando diz ser vítima de armação de seus adversários (Folha de S. Paulo)
Hildebrando é julgado no Acre (Correio Braziliense)
Indicado terá primeiro teste político antes da sabatina (O Estado de S. Paulo)
Juca Ferreira quer o apoio de deputados para aprovar projetos ligados à cultura (Jornal de Brasília)
Juiz suspende condenação de Toffoli (O Globo)
Juiz suspende condenação de Toffoli no Amapá (O Globo)
Lei Kandir: tucanos cobram compensação (O Globo)
Lista mostra que 100 servidores estudaram fora (Folha de S. Paulo)
Mantega diz que pode isentar importação de aço se preço continuar a subir no país (Jornal de Brasília)
Marina nega que tenha defendido ''criacionismo'' (O Estado de S. Paulo)
Marina Silva defende plebiscito sobre descriminalização do aborto (Jornal de Brasília)
Marina Silva diz que futuro presidente deve reconhecer avanços de FHC e Lula (Jornal de Brasília
Meirelles admite que Lula pediu que ele fique no governo (O Globo)
Meirelles avisa a PMDB de GO que define filiação até o dia 27 (O Estado de S. Paulo)
Meirelles recua sobre candidatura em Goiás (Folha de S. Paulo)
Ministro e PT brigam por sangue de estatal (O Globo)
Ministro volta a negar recursos do governo federal em estádios para a Copa do Mundo (Jornal de Brasília)MPF quer anular audiência pública sobre construção da Usina de Belo Monte (Jornal de Brasília)
MPF solicita novas audiências para discutir projeto de Belo Monte (Jornal de Brasília)
Mudança na regra das MPs e apoio de Lula ativaram pauta (O Estado de S. Paulo)
Oposição promete uma sabatina rigorosa (Jornal do Brasil)
Para IBP, projetos do pré-sal, sem emendas, inibirão investimentos (Valor Econômico)
Peemedebista insiste em cobrança (O Estado de S. Paulo)
Petrobras: auditoria detecta irregularidades (O Globo)
PGR defende que Supremo rejeite ação que questiona julgamento de cassações no TSE (Jornal de Brasília)
nal do Brasil)
Polêmica em destaque (Correio Braziliense)
População rejeita fim do Senado, diz pesquisa (O Estado de S. Paulo)
Prestação de contas (Correio Braziliense)
Procuradoria diz que TSE pode julgar cassações (Folha de S. Paulo)
Procuradoria rejeita transferir caso Dantas (O Estado de S. Paulo)
Promessa de rapidez na resposta (Correio Braziliense)
Recurso de Toffoli suspende condenação (Folha de S. Paulo)
Remédio amargo contra o nepotismo (Correio Braziliense)
REPERCUSSÃO (Folha de S. Paulo)
Rio e ES apostam em adiamento do debate dos royalties (Valor Econômico)
Toffoli se livra de outra condenação (Correio Braziliense)
TST determina que grevistas dos Correios mantenham 30% dos funcionários trabalhando TST exige retorno ao trabalho de 30% dos funcionários (Jornal do Brasil)
Zito agora ataca o ex-aliado Gabeira (O Globo)
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