

Cristovão Buarque, frívolo peralta, que foi um paspalhão desde fedelho, tipo incapaz de ouvir um bom conselho, tipo que, morto, não faria falta;lá um dia deixou de andar à malta, e, indo à casa do pai, honrado velho, a sós na sala, diante de um espelho, à própria imagem disse em voz alta:
- Cristovão Buarque, és um rapaz formoso! és simpático, és rico, és talentoso! Que mais no mundo se te faz preciso?
Penetrando na sala, o pai sisudo, que por trás da cortina ouvira tudo, severamente respondeu:-juízo.
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