segunda-feira, 25 de maio de 2009

Opinião, Notícia e Humor

MANCHETES DO DIA

CORREIO BRAZILIENSE

VÍTIMAS DE CRIMINOSOS AO VOLANTE

A violência no trânsito, que já matou 99 brasilienses este ano, expõe ainda mais crianças e idosos. A maioria das pessoas com idade até 9 anos ou acima de 60 que morrem em acidentes nas vias da cidade é vítima de atropelamentos. Neste fim de semana, os personagens dessa tragédia cotidiana foram Yasmin Alice Martins Jesus, 5 anos, e Iracema Martins Machado, 68. A menina foi atropelada na noite de sábado, em frente à casa da família, em Taguatinga. O motorista fugiu sem prestar socorro.

FOLHA SERRISTA DE S. PAULO

INDÚSTRIA JÁ PREVÊ QUEDA RECORDE NAS EXPORTAÇÕES

Estimativa feita pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) indica que as exportações brasileiras de manufaturados e semimanufaturados devem cair 35% em 2009 na comparação com o registrado em 2008 (de US$ 119,8 bilhões para US$ 78 bilhões), informa Denyse Godoy. Se confirmada, será a maior queda desde 1980, começo da série histórica do Ministério do Desenvolvimento. Segundo Paulo Francini, diretor da Fiesp, a crise mundial explica a retração: "Nossos principais parceiros, EUA, Europa e América Latina, passaram a comprar menos". A China, que continua a comprar, é grande importadora de mercadorias agrícolas do Brasil, não de manufaturas. Para analistas, a forte desvalorização do dólar e desvantagens estruturais também influem na queda.

GAZETA MERCANTIL

EXPORTAÇÃO DE CELULOSE CRESCE 139% EM ABRIL

A demanda chinesa garantiu alta de 139% nas exportações brasileiras de celulose em abril, na comparação com o volume do mesmo mês de 2008. Em quatro meses, o aumento acumulado é de 32,2%, de acordo com a Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa). "Achamos que a China está se estocando, aproveitando que hoje os preços estão mais baixos que no ano passado", diz a presidente-executiva da entidade, Elizabeth de Carvalhaes. O crescimento coloca o país asiático em primeiro lugar no ranking dos principais mercados para a celulose brasileira, superando Estados Unidos e União Europeia. Elizabeth informou, entretanto, que alguns fatores, como o maior preço do seguro para as cargas, estão afetando os negócios. "Com a crise e o aumento dos riscos, muitas seguradoras estão deixando de aceitar as cargas de celulose", afirma.
JORNAL DO BRASIL

LULA MINGUOU A OPOSIÇÃO PARA 2010, DIZ ESPECIALISTA

As últimas semanas têm sido marcadas pela intensificação do debate em torno das candidaturas presidenciais. Há tempos se sabe que é uma disputa entre PT e PSDB, e que a hipótese de um terceiro nome vencer a eleição do ano que vem existe, mas é remota. O anúncio da doença da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) e as movimentações em torno dos nomes dos tucanos Aécio Neves e José Serra – governadores de Minas e São Paulo, respectivamente – até com a notícia, depois desmentida, de um acordo entre ambos, movimentaram e têm precipitado cada vez mais as articulações em torno do pleito do próximo ano.

O ESTADO DE S. PAULO

QUEDA DE JUROS POUPA ATÉ R$ 50 BI DAS CONTAS OFICIAIS

A polêmica mudança na caderneta de poupança foi apenas o primeiro capítulo de uma revolução que já está em curso no sistema financeiro do Brasil e afetará bancos, empresas e o cidadão comum. O pano de fundo é a queda da taxa básica de juros (Selic) para níveis historicamente baixos. Embora seja há anos uma demanda da sociedade, a tendência de redução também deixará muita gente insatisfeita. Não é difícil entender por quê. Nas contas do especialista em finanças públicas Amir Khair, ex-secretário de Finanças do Município de São Paulo, a diferença entre a Selic média deste ano projetada pelo mercado e a que vigorou em 2008 resultará em uma economia de até R$ 50 bilhões para os cofres públicos. Outros especialistas, como o economista-chefe da Corretora Novação, Fernando Montero, falam em R$ 15 bilhões.

O GLOBO

CPI INVESTIGARÁ REPASSES DA PETROBRAS

A Petrobras terá que esclarecer na CPI do Senado os convênios de R$ 609 milhões, feitos sem licitação, com ONGs e aliados políticos do governo. Parlamentares do DEM e do PSDB consideram que os casos levantados pelo GLOBO reforçam a necessidade de investigação e demonstram falhas na fiscalização. Os governistas, no entanto, defendem a atuação da Petrobras e pedem que não haja condenação antecipada. Já especialistas em ética pública criticam a estatal por criar privilégios em repasses para a área social.

VALOR ECONÔMICO

GARANTIAS CRIAM IMPASSE EM FINANCIAMENTOS DO PAC

Os financiamentos bilionários que serão necessários para levar adiante o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Brasil estão em perigo. A razão: ninguém quer ficar com o risco de alguma coisa dar errado durante o período de construção da obra. Os seguros oferecidos são considerados insuficientes pelos credores, inclusive pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que exigem garantias corporativas dos sócios. Os empreendedores, por sua vez, reclamam, pois veem sua capacidade de investimento limitada pela necessidade de colocar no próprio balanço a dívida dos projetos, ainda mais em um mundo de crédito restrito. Sem resolver o impasse, licitações para a construção de hidrelétricas como a de Belo Monte, um investimento de R$ 30 bilhões considerando-se também as linhas de transmissão, podem atrair menos competidores. Projetos para a expansão elétrica, de novos portos ou mineradoras, justamente os que requerem maior período de construção, poderão ser também afetados.


VEJA TAMBÉM...

ARTIGOS

"Ativismo judicial" para bom entendedor (Folha de S. Paulo)

Em editorial do dia 5/4, esta Folha teceu considerações no mínimo inquietantes sobre as decisões liminares proferidas pelo presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Embraer) e pelo vice-presidente do TRT da 3ª Região (Usiminas), ambas condicionando a formalização de dispensas massivas e abruptas de trabalhadores à prévia tentativa de negociação e à apresentação de balanços patrimoniais. Outros órgãos de imprensa têm criticado abertamente o que denominam "ativismo judicial". Em resumo, censuram-se tais decisões porque, baseadas isoladamente em princípios constitucionais, disseminariam insegurança jurídica, com intervenções abusivas na liberdade de iniciativa. Na realidade, decisões judiciais que condicionam dispensas coletivas à prévia negociação coletiva e à demonstração contábil das alegadas dificuldades econômico-financeiras não radicam "apenas" nas ideias de dignidade da pessoa humana e do valor social do trabalho.

A CPI da Petrobras (Correio Braziliense)

A CPI da Petrobras não foi vitória da oposição, mas dos brasileiros que saíram às ruas para criar essa empresa, dos que lutaram e lutam para preservá-la, dos que a defenderam e sempre a defenderão. Todos querem uma Petrobras — que não é de nenhum partido nem de governo algum — livre dos escândalos que marcam as grandes petroleiras mundiais. Sejam seus donos reais quem forem, estejam em que partido estiverem, todos hão de orgulhar-se da luta pela criação da Petrobras, sem temer CPI alguma, que, para uns, pode maculá-la; para outros, limpá-la. Mas sua transparência resultará em maior credibilidade mundial. Embora omita milhões de nomes, cito, em homenagem a todos, alguns cujas lutas honraram a Petrobras: o escritor Monteiro Lobato, os militares Horta Barbosa, Juarez Távora, Leônidas Cardoso e Levy Cardoso; Arthur Bernardes; Alberto Pasqualini; o deputado Euzébio Rocha e os parlamentares que apoiaram seu substitutivo ao projeto de Vargas e de Jesus Soares Pereira, criadores formais da Petrobras, em 1953.

A crise da ganância do sistema financeiro (Gazeta Mercantil)
A Petrobras é nossa (Folha de S. Paulo)
A saga da interdependência (O Estado de S. Paulo)
A vantagem brasileira (O Globo)
As finanças pós-crise terão novidades? (O Estado de S. Paulo)
Ciência brasileira em novo patamar (Folha de S. Paulo)
Contrarreforma (O Globo)
Dilma e os mitos em torno da eleição (Gazeta Mercantil)
Falso diagnóstico, falsos remédios (Valor Econômico)
Grampos eletrônicos: usos e abusos (Correio Braziliense)
Investimentos para um futuro melhor (O Globo)
Luz no fim do túnel (Jornal do Brasil)
Máquina qualificada (O Globo)
Nação Guarani (O Estado de S. Paulo)
O problema da redução das metas fiscais (Gazeta Mercantil)
O que está acontecendo com o crime em São Paulo? (Correio Braziliense)
Os povos em busca de seu futuro (Jornal do Brasil)
Por que não limitar a entrada de capitais? (Folha de S. Paulo)
Poupança, erros e constitucionalidade (O Estado de S. Paulo)
Presidente Lula acerta, mas Embratur erra feio (Jornal do Brasil)
Quinze anos depois (O Estado de S. Paulo)
Rampa abaixo (O Globo)
Via crucis na Dutra (O Globo)
É possível harmonizar a agricultura familiar com o agronegócio brasileiro (Gazeta Mercantil)

COLUNAS

Ampla, geral e irrestrita (Folha de S. Paulo - Painel)

Prima da especulação em torno do terceiro mandato presidencial, a conversa sobre a possibilidade de prorrogar todos os mandatos por dois anos é hoje mais ouvida no Congresso do que sua parente. Seus defensores, dos mais diferentes partidos e nem de longe restritos ao baixo clero, têm repetido um número mágico, calculado ninguém sabe como: fazer coincidir todas as eleições em 2012 levaria o país a "economizar R$ 10 bilhões". Não é ideia fácil de concretizar, mas, diferentemente do terceiro mandato, que resolveria apenas a vida de Lula, a prorrogação viria a calhar para muita gente, no governo e na oposição, que teme encarar as urnas no ano que vem.

Comando do PMDB não interferirá (Jornal de Brasília - Do Alto da Torre)

Embora o ex-governador Joaquim Roriz mantenha sondagens com o comando nacional do PMDB para uma eventual interferência na executiva regional do Distrito Federal, recebeu a sinalização de que pode esperar boa vontade, mas nunca uma intervenção ou qualquer outra medida de força. Afinal, o presidente regional do PMDB, Tadeu Filippelli (foto), tornou-se um dos principais aliados do presidente nacional do partido, Michel Temer. Os dois se alinharam há muito tempo e integram o grupo que hoje controla a bancada na Câmara dos Deputados. Filippelli desempenhou papel crucial para consolidar o acordo do PMDB com o Palácio do Planalto. Esse papel teve continuidade em novas missões, particularmente ao ocupar relatorias importantes.

"Eu não sei o que vai acontecer em 2010, como pensarei em 2014?" Presidente Lula, ao ser perguntado se buscará a eleição após deixar o mandato em 2010 (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
A carteirada (O Globo - Ancelmo Gois)
Anastasia e Costa, os mineirinhos (Jornal do Brasil - Informe JB)
Anastasia e Costa, os mineirinhos (Gazeta Mercantil - Informe Político)
Auditores reclamam (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Cargos não podem ser unificados (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Deputados pedem fiscalização (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Desafios do Brasil, grande financiador (Valor Econômico - Brasil)
Dilma e os mitos em torno da eleição (Jornal do Brasil - Coisas da Política)
Entre uma visão e outra, um Ibovespa (Valor Econômico - De Olho na Bolsa)
Grupo de trabalho (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Liminar impede aumento (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
LONGE E PERTO (Folha de S. Paulo - Monica Bérgamo)
Mais um passo, atrás (Folha de S. Paulo)
Número de mortes por gripe suína em todo o mundo chega a 91 (Jornal de Brasília)
O escândalo vai passando (Folha de S. Paulo - Fernando Rodrigues)
Obama, comandante em chefe (Valor Econômico - Política)
Ouvidoria de página nova (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Papel do Estado (Correio Braziliense - Brasil S.A)
Pesquisa aponta retorno do otimismo (Folha de S. Paulo - Mercado Aberto)
Reajustes chegaram a 100% (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Só na Justiça Federal (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Um brinde a Rejane, a grande Rejane! (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
Vencimentos testam piso de R$ 2 do dólar (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
ECONOMIA

Almoço movimenta R$ 12 milhões (Correio Braziliense)

Todos os dias, servidores, funcionários de empresas terceirizadas e prestadores de serviço lotam os restaurantes da Esplanada dos Ministérios. Almoçar por perto ou mesmo no prédio onde trabalham é um hábito da maior parte das 12 mil pessoas que circulam de segunda a sexta-feira pelo centro administrativo da capital. Esse mundo será o tema de uma série de reportagens que o Correio começa a publicar hoje, toda segunda-feira. A combinação de preço baixo e comodidade ajuda a movimentar o negócio milionário dos self-services voltados ao funcionalismo. Ao longo de um ano, apenas os almoços movimentam R$ 12 milhões nos restaurantes instalados nos ministérios, onde são servidas pouco mais de 2,42 milhões de refeições a um preço médio de R$ 5. Os empresários dizem que o negócio é lucrativo, mas chamam a atenção para uma série de cuidados especiais. Nesse ramo, advertem os mais experientes, centavos fazem a diferença entre o sucesso e o fracasso.

Alta de ações leva cotistas a saques (O Estado de S. Paulo)

A recuperação da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) veio seguida de um movimento de saída dos fundos de investimentos em ações. Em 2009, até o dia 20 de maio, os resgates superaram em R$ 551 milhões as aplicações nas carteiras de renda variável, que somam patrimônio total de R$ 63,5 bilhões, de acordo com o site Fortuna. No ano passado inteiro, mesmo com a forte volatilidade da Bolsa, os depósitos haviam superado em R$ 2 bilhões os saques. Os resgates têm se concentrado nos fundos destinados aos pequenos investidores, como o funcionário público Daniel Gonçalves, que chegou a amargar prejuízo de 25% no final de 2008, em meio ao pior momento da crise. "Depois de recuperar praticamente todo o prejuízo, fiquei receoso de deixar o dinheiro no fundo", diz. Os resgates líquidos nos 127 fundos de ações da Seleção AE Fortuna de Fundos Populares somam R$ 542 milhões em 2009 (quase o total do período), frente a patrimônio de R$ 23 bilhões.

Americanos disputam empregos que antes desprezavam (Valor Econômico)
Analista prevê maior intervenção no mercado cambial (Gazeta Mercantil)
Apesar das dificuldades da economia, bolsa russa lidera desempenho (Gazeta Mercantil)
Arranjo envolve agricultura familiar em 59 municípios (Valor Econômico)
As intocáveis do petróleo agora vão aos tribunais (Gazeta Mercantil)
Aymoré amplia para 6 anos prazo de financiamento de veículo novo (Gazeta Mercantil)
Banco Mundial alerta para 'risco de grave crise social' e ameaça política (O Globo)
Bancos pagarão tarifa para recompor FDIC (Gazeta Mercantil)
BC altera o cálculo da TR para um ambiente de juros menores (Valor Econômico)
Bird teme a falta de crédito (Valor Econômico)
Bolsa se recupera e ganha 3% na semana (Gazeta Mercantil)
Brasil ainda corre riscos, diz o Bird (Jornal do Brasil)
Brasil capta US$ 398 milhões na semana (Valor Econômico)
Brasileiros vão trabalhar até quarta só para pagar tributos (Folha de S. Paulo)
Capacidade ociosa ajuda cenário de inflação até 2010 (Valor Econômico)
China resiste a fechar preço do minério (Valor Econômico)
Chávez negocia fundo bilionário com o Brasil (O Globo)
Confiança do consumidor na economia avança pelo terceiro mês consecutivo (Jornal de Brasília)
Contra imposto alto, gasolina mais barata (O Estado de S. Paulo)
Crise mundial reduz comércio da A.Latina entre 9% e 11% (Jornal de Brasília)
Curtas - Chineses querem a Opel (Valor Econômico)
Curtas - Etanol sobe em SP (Valor Econômico)
Curtas - Queda de avião na BA (Valor Econômico)
Empresas buscam o lucro em lugares inóspitos (Jornal do Brasil)
Entrevista da 2ª - Jackson Schneider: Crise provoca redesenho da indústria automotiva (Folha de S. Paulo)
Especialista em prever cenários anuncia a ''era da globalização multipolar'' (O Estado de S. Paulo)
Estimativa de juros em 2010 cai para 9,25% ao ano (Jornal de Brasília)
Estimativa para o desempenho da economia neste ano cai pela terceira semana seguida (Jornal de Brasília)
Europa segue em alta (Gazeta Mercantil)
Fazenda de Canhedo deve ficar para trabalhadores (Valor Econômico)
Fluxo estrangeiro mantém dólar em baixa (Gazeta Mercantil)
Fundação Getulio Vargas divulga Índice de Confiança do Consumidor (Jornal de Brasília)
Fundo do governo vai liberar fiança de sócios (Valor Econômico)
Fundos querem fornecer madeira para fabricantes de papel e celulose (O Estado de S. Paulo)
Herança da inflação alta (O Estado de S. Paulo)
Ibama abre consulta pública de Belo Monte (Valor Econômico)
Ibovespa abre em alta (Jornal de Brasília)
Importação de cobre e alumínio sobe para nível recorde (Valor Econômico)
Investimentos podem recuar até 3% no ano, admite governo (Folha de S. Paulo)
Juro menor reduz aposentadoria privada (Folha de S. Paulo)
Juro menor reduz renda de previdência privada (Folha de S. Paulo)
Maior presença do governo reduz efeitos da crise, revela estudo do BC (Valor Econômico)
Mantega destaca interesse externo no País (Gazeta Mercantil)
MasterCard perde clientes de débito (Gazeta Mercantil)
Mercado interno impulsiona nova modernização na indústria brasileira (Jornal de Brasília)
Milho acumula alta de 9% em Chicago no mês (Valor Econômico)
Ministros do G-8 fazem pressão por preços estáveis (Jornal do Brasil)
MS negocia novo sistema de rastreamento (Valor Econômico)
NY inverte tendência e cai (Gazeta Mercantil)
Opções de compra de ações retomam volume pré-crise (Gazeta Mercantil)
País já pode fixar meta menor, dizem analistas (Valor Econômico)
Pesquisa mostra que inflação semanal fica praticamente estável (Jornal de Brasília)
Primo de Furlan declara-se impedido de avaliar união de Perdigão e Sadia no Cade (Valor Econômico)
Projeção de analistas para o dólar passa de R$ 2,12 para R$ 2,10 (Jornal de Brasília)
Pré-sal, a maior descoberta ocidental (O Globo)
Queda da taxa de juros poupa até R$ 50 bilhões dos cofres públicos (O Estado de S. Paulo)
Rotatividade sobe e achata salários (O Estado de S. Paulo)
Saúde quer cortar imposto de remédios (O Globo)
Setor público terá de elevar superávit primário para evitar aumento da dívida (Valor Econômico)
Sindicatos divergem sobre cartão consignado (Folha de S. Paulo)
Sucesso de Dubai inspira quatro novos templos árabes do petróleo (O Estado de S. Paulo)
Tradição de litígios (Valor Econômico)
Troca de cartões poderá anular prova da Fazenda (Correio Braziliense)
Ônibus vão sair mais caros da fábrica (Valor Econômico)

POLÍTICA

"CPI é farol para mariposas", diz especialista (Folha de S. Paulo)

Tido como um dos maiores especialistas em petróleo do país, o pesquisador da Coppe-UFRJ (Coordenação dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro) Giuseppe Bacoccoli acredita que a CPI da Petrobras tenha potencial de atrasar o cronograma de produção das reservas do pré-sal. A CPI se propõe a investigar as mais recentes denúncias envolvendo a empresa, como a manobra contábil para pagar menos Imposto de Renda. Bacoccoli, que trabalhou na estatal de 1965 a 1997, avalia que a diretoria atual é "muito política". Para ele, a CPI é como "um farol aceso que atrai mariposas", mas a empresa sairá bem das investigações.

Brasil vai prestar ‘vestibular’ (Jornal do Brasil)

A partir de hoje cerca de 50 mil estudantes brasileiros vão participar do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa). A prova é aplicada a cada três anos pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O programa de avaliação começou em 2000 e o objetivo é fornecer aos países participantes indicadores educacionais que possam ser comparados internacionalmente. Este ano, 65 países participam da prova. O Brasil participou de todas as edições do Pisa e sempre ocupa as últimas posições no ranking de desempenho. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Ministério da Educação (MEC), é o coordenador do Pisa no país. Para o diretor de avaliação da educação básica do Inep, Heliton Tavares, é muito importante para o Brasil situar as condições do ensino que oferece em comparação aos outros países.

Aliados esperam definição de Lula (O Globo)
Audiência na Câmara debate adicional para juízes e procuradores (Jornal de Brasília)
Base se dispersa e governo perde controle da pauta (O Estado de S. Paulo)
Cai número de recursos nos tribunais (O Globo)
Com retomada da economia, Meirelles testa capital político (Valor Econômico)
Comissão da Amazônia debate licença ambiental e financiamento bancário (Jornal de Brasília)
Como a Petrobras, de vitrine, virou vidraça (Valor Econômico)
Curtas - Pequenos furtos (Valor Econômico)
Divulgação de dados secretos pode dar demissão (O Estado de S. Paulo)
Eleição de 2010 deverá ser fraca em propostas (Gazeta Mercantil)
Especialistas em ética criticam privilégio (O Globo)
Estado e União deixam metade das aldeias de SP sem assistência (O Estado de S. Paulo)
Farra fora de controle (Correio Braziliense)
Funasa promete mais recursos para índios (O Estado de S. Paulo)
Geddel afirma que "cobertor é curto" para atender Estados (Folha de S. Paulo)
Jeitinho para engordar o salário (Correio Braziliense)
Judiciário: Começam hoje depoimentos de testemunhas do mensalão (Folha de S. Paulo)
Kátia Abreu vai relatar medida fundiária (Valor Econômico)
Lei de 67 deixa emissoras educativas na ilegalidade (Folha de S. Paulo)
Lula age para evitar fogo amigo na CPI (Correio Braziliense)
Lula decide nesta semana sobre "carta branca" a ministros (Gazeta Mercantil)
Lula e Chávez se reúnem para discutir Mercosul (Valor Econômico)
Lula rechaça pressão do PMDB e descarta ''plano B'' para 2010 (O Estado de S. Paulo)
Maior parte das terras não foi homologada (O Estado de S. Paulo)
Menezes Direito permanece internado (O Estado de S. Paulo)
Ministro do TCU favorece diretor do Dnit em decisões (Folha de S. Paulo)
Na pauta, reforma política e CPI (Gazeta Mercantil)
Nova PF pode ter diretor com mandato de 2 anos (O Estado de S. Paulo)
Ofensiva em favor do troca-troca partidário (Correio Braziliense)
Oposição deve investir no pós-Lula (Jornal do Brasil)
Política da agressão (Correio Braziliense)
Presidente encontra Chávez amanhã na BA (O Estado de S. Paulo)
Prisão domiciliar para Constantino (Gazeta Mercantil)
PT-RS mantém candidatura de Genro (Valor Econômico)
Questionamento jurídico aguarda tramitação de mudanças na poupança (Valor Econômico)
Renan e Lula se reúnem para traçar estratégia e compor CPI (Folha de S. Paulo)
Roseana diz que assumiu Estado "afogado" (Folha de S. Paulo)
Temer nega uso de comissão para barganha com PT (Folha de S. Paulo)
Temer pedirá urgência para reforma política (O Estado de S. Paulo)
Tribunais superiores ganham mais agilidade (O Globo)
TVs educativas vão pedir fim de lei que proíbe propaganda (Folha de S. Paulo)
Zoellick adverte para risco de crise social (Jornal do Brasil)

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