sábado, 31 de janeiro de 2009

Giro pela Notícia


Sarkozy quer salvar a mídia impressa

O presidente francês Nicolas Sarkozy é um pragmático, com algo de bonapartista – no físico e na personalidade voluntarista. Ao contrário dos conterrâneos enrolados na retórica e imersos na ideologia, preferiu agir. Em outubro do ano passado [ver "Um plano para salvar a mídia impressa francesa"] convocou os "Estados Gerais da Imprensa Escrita", uma iniciativa razoavelmente pluralista com 140 participantes incluindo jornalistas profissionais, representantes da mídia nacional, regional e hebdomadária, acadêmicos e funcionários do governo, e deu-lhes um prazo de três meses para produzir um documento coerente. A moçada reuniu-se 72 vezes e na sexta-feira (23/1) o presidente francês apresentou o Livro Verde, conjunto de medidas para reverter a queda livre da mídia impressa francesa, avaliado em 600 milhões de euros num setor que emprega 100 mil trabalhadores [ver aqui]. O Sr. Mercado (ou melhor, Monsieur Le Marché) teria condições de preparar uma resposta tão rápida para um problema tão premente? Não.
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Só para começar bem as aulas dos nossos filhos, Arruda manda aumentar passagens de ônibus a partir de amanhã

Integração das linhas será inaugurada junto com o reajuste de 50%. Quem depende do transporte público no Distrito Federal terá que, mais uma vez, preparar o bolso para o aumento das tarifas. O governador José Roberto Arruda anunciou ontem um reajuste de 50% nas linhas de micro-ônibus e metrô. Os ônibus tradicionais não vão receber reajustes. A medida entrará em vigor a partir de amanhã, juntamente com a implantação do projeto Linha Integrada. Com reajuste nos preços das tarifas, as linhas de micro ônibus que hoje cobram R$ 1 passarão a custar R$ 1,50. A viagem de metro, que antes era cobrada a R$ 2, agora custará R$ 3.
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LUPI ANUNCIA USO DO FAT PARA CRIAR SEGURO-EMPREGO

Trabalho garantido - O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, anunciou que o governo estuda criar o "seguro-emprego", cuja idéia básica é agir preventivamente, evitando demissões. O novo instrumento de política econômica seria financiado com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e do Tesouro. De acordo com o ministro, o governo pretende começar por uma linha de financiamento FAT-Banco do Brasil para ajudar o segmento de veículos usados, que emprega 600 mil trabalhadores e congrega cerca de 42 mil empresas. Lupi deu a notícia na coletiva em que anunciou também o aumento do salário mínimo, para R$ 465. Segundo o ministro, a elevação vai beneficiar cerca de 25 milhões de trabalhadores formais e informais no Brasil. Ele disse que o aumento do mínimo beneficiará ainda 17,8 milhões de aposentados e pensionistas. Os que recebem acima do mínimo e que contribuíram mais para isso, porém, não serão beneficiados pelo aumento na mesma proporção. Somados, serão 42,8 milhões de trabalhadores diretamente beneficiados pelo aumento de R$ 50 no mínimo, hoje em R$ 415. O aumento do mínimo, de acordo com cálculos do ministério, corresponde a R$ 23,1 bilhões a serem injetados no mercado brasileiro.
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Até para Meirelles solução para crise passa pelo G20

Davos e Belém - O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou que em Davos existe a percepção de que o G20 é o fórum adequado para tratar das questões sobre a crise global Segundo ele, o G7 ou o G8 não têm condições de conduzir sozinhos as discussões porque os emergentes estão integrados à economia mundial. Ele também levantou a necessidade de cooperação internacional para solucionar a turbulência, tema que domina a agenda de Davos, depois ter sido ignorada na edição do ano anterior. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também afirmou que apresentará, na reunião do G20, em Londres, em 2 de abril, proposta para regular o sistema financeiro e que espera que os países da Europa e os Estados Unidos apresentem uma solução para a crise:
"Essa crise econômica mundial vai depender dos países ricos, (de) como eles vão tratar do problema. A crise é oriunda dos países ricos, que já entraram em depressão. Os emergentes não entraram em depressão, estão sofrendo uma retração (na economia)", afirmou. "O que queremos é que a Europa e os Estados Unidos resolvam logo o problema da sua crise para que a gente volte a ver o mundo pobre crescer", apelou Lula.
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Indícios de lavagem de dinheiro dobram no país

O número de operações financeiras com indícios de lavagem de dinheiro ou crimes correlatos quase dobrou entre 2007 e 2008 no Brasil. Segundo informações do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Fazenda, no ano passado, foram rastreadas 44.817 operações suspeitas, contra 23.858 em 2007. De acordo com o Coaf, o número de pessoas (físicas ou jurídicas) suspeitas de envolvimento com essas operações financeiras aumentou 24%, passando de 9.839 para 12.210 no mesmo período. Segundo o presidente do Conselho, Antonio Gustavo Rodrigues, esse aumento é resultado de melhorias na capacidade de rastreamento do órgão. O número de operações suspeitas rastreadas pelo Coaf vem aumentando significativamente nos últimos anos. Em 2003, por exemplo, haviam sido identificadas apenas 1.344 operações, com o suposto envolvimento de 3.271 pessoas. O presidente do Coaf afirma que as operações suspeitas não configuram necessariamente um crime. Segundo ele, elas apenas apontam a existência de movimentações de dinheiro que precisam ser investigadas.
Monitor Mercantil...

Banqueiros costuram "novo" Acordo de Basiléia

Pressionados pelos efeitos devastadores da crise econômica que se alastrou mundo afora, os principais representantes do sistema financeiro internacional, reunidos em Davos, na Suíça, para o Fórum Econômico Mundial, procuram chegar a uma solução que, aparentemente, contente a opinião pública no que se refere à necessidade de reformulação do sistema regulatório dos bancos, mas que, na realidade, pouco deve mudar o que já existe. Nesta sexta-feira, o presidente do Banco Central brasileiro, Henrique Meirelles, afirmou que um novo Acordo de Basiléia está a caminho. "Não sei se vai se chamar Basiléia 3, mas o tema está bem avançado", disse em Davos. O atual Basiléia 2 levou anos para ser construído. No entanto, Meirelles avalia que, desta vez, as mudanças serão bem mais rápidas. "O segredo se chama crise, esse é o nome do jogo", afirmou. "Principalmente quando é necessário dinheiro público para resolver o problema". Segundo o presidente do BC, a nova estrutura regulatória deve estar mais clara em abril, quando acontece a reunião do G20, em Londres. "Em Davos, a percepção é a de que será preciso uma maior intervenção do governo para assegurar um melhor funcionamento do mercado a partir de agora", contou Meirelles.
Monitor Mercantil

Seis tucanos votarão em Sarney

As cúpulas do PMDB e do DEM no Senado não parecem preocupadas com a manifestação de apoio do PSDB à candidatura de Tião Viana (PT-AC) à presidência da Casa. Pelo menos seis senadores tucanos decidiram não seguir a orientação do partido e vão votar em José Sarney (PMDB-AP), que soma dezoito votos do seu próprio partido, quatorze do Democratas, sete do PTB, quatro do PR e até dois do PT.

Apoio individual
Além do apoio de partidos, Sarney conta também com votos individuais de senadores de outros partidos, como PSB e PDT.
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PT articula para que Tião Viana desista de candidatura no Senado

Na reta final da disputa pela presidência do Senado, o PT deu início ontem a um movimento na tentativa de fazer Tião Viana (AC) desistir da candidatura. O partido teme ficar isolado caso ele insista em concorrer ao cargo com José Sarney (PMDB-AP).Futuro líder da bancada, Aloizio Mercadante (SP) teve uma conversa ríspida com Viana pela manhã. A Folha apurou que eles falaram sobre o risco de o partido perder postos importantes nas comissões temáticas, caso Viana insista na candidatura.No final do dia, Mercadante negou ter discutido com Viana e disse manter apoio ao colega. "Não existe isso [pedir para Viana desistir]. Nenhum senador do PT jamais tocou nesse assunto."Na semana passada, a senadora Ideli Salvatti (SC) havia dito à Folha que o PT pretende ficar com a Comissão de Infraestrutura, por isso tem de evitar "atritos" com o PMDB. Mercadante e Ideli mantiveram conversas com peemedebistas ao longo da semana. Apesar das pressões, Viana diz que vai até o fim. "Minha disputa é outra, por um outro Senado (...) Isso é uma chantagem vulgar que ficam tentando incutir na cabeça dos outros".Viana também foi informado que poderá ter só 1 dos 4 votos do PR, que o apoiava formalmente. O líder do partido, João Ribeiro (TO), nega.


O adeus de Hélio Gracie

Foi com muita tristeza que recebemos a notícia do falecimento de Hélio Gracie, um dos grandes nomes do jiu-jitsu, esporte considerado o pai do judô, caratê, aikidô e kung fu, além de outras lutas marciais do Oriente. O esporte surgiu no Japão, mas chegou ao Brasil em 1910, em Belém, capital do Pará, como conto em meu livro “História dos Esportes”, da Editora Senac. Cinco japoneses estiveram em Belém e derrotaram estivadores da cidade com técnicas apuradas do jiu-jitsu, o que estimulou a prática da modalidade. Entre os japoneses estava Yomato Maida, o grande astro do país, que fez muitos brasileiros se interessarem pelo jiu-jitsu. Tanto, que ele resolveu ficar no Brasil, exatamente em Belém, onde montou uma empresa e se casou. Depois de ganhar o Mundial de Cuba, em 1922, ele aceitou um convite para trabalhar na polícia mexicana. Um dos alunos de Maida, Carlos Gracie, resolveu manter acesa a chama do jiu-jitsu, abrindo uma academia para a prática do esporte no Rio de Janeiro.
(...)
Ele foi o último condecorado com a faixa vermelha 10º grau, graduação de grande mestre/não atingível, a falecer. O status foi dado somente aos pioneiros do jiu-jitsu, os cinco irmãos Gracie: Carlos, Oswaldo, George, Gastão e Helio. Importantíssimo para o esporte brasileiro, Hélio Gracie vai, sem dúvida alguma, deixar saudades em todos os fãs de jiu-jitsu e terá, para sempre, o reconhecimento dos brasileiros.
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Lula apresenta Dilma como a futura presidente

Em clima de despedida, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou ontem a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, aos organizadores do Fórum Social Mundial. Na sua última participação no evento como presidente, ele avaliou que o próximo encontro, em 2011, possivelmente no exterior, contará com a presença da ministra. "Se for em 2010, eu ainda irei como presidente. Mas se for em 2011 já vai ser a Dilma", disse, sob aplausos de cerca de cem pessoas. No encontro, Lula encarregou a ministra de apresentar a proposta de uma Conferência Nacional de Comunicação, que começará com debates nos estados e municípios. O evento, que ele pretende organizar ainda neste ano, discutirá um velho projeto do governo de regulamentar o setor. Lula espera que ainda neste ano possa realizar a conferência e aprovar o projeto no Congresso. O próprio presidente avalia, no entanto, que o assunto não tem consenso na área.
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'Acho que o tempo do Sarney já foi', afirma Simon

O alto comando da campanha de José Sarney afirma que só haverá uma defecção no PMDB. Diz-se que, entre os 20 senadores da legenda, apenas o protodissidente Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) vai votar em Tião Viana.
Ontem, descobriu-se que o PMDB pode reservar pelo menos mais uma surpresa desagradável para Sarney. A assessoria de Pedro Simon (PMDB-RS) levou ao blog que leva o nome do senador um texto em que ele declara: "Acho que o tempo do Sarney já foi. Ele ficou quatro anos na presidência do Senado, foi presidente da República. Tem que haver uma renovação".
Inquirido sobre o apetite de Sarney, que deseja ser alçado à cadeira de presidente do Senado pela terceira vez, Simon fez troça: "O Sarney não nasceu com aquilo virado pra Lua, ele nasceu com a Lua naquele lugar. Onde ele entra dá tudo certo pra ele". Perguntou-se a Simon se vai votar em Sarney. E ele, ainda às voltas com as delícias do recesso: "Eu vou ver o mar agora. Coisa ruim eu vou deixar para segunda-feira".
(Blog do Josias de Souza)
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Eddie

Se há uma banda que merece respeito, essa banda é a Eddie. Vinte anos de estrada, quatro álbuns impecáveis e um dos melhores shows disponíveis na praça.Prestes a completar vinte anos, a Eddie lançou no fim do ano passado seu quarto álbum, Carnaval no Inferno. O disco é uma continuação de Metropolitano (Salazarte, 2006), e traz a sonoridade que incorpora a lírica e as batidas manguebeatianas, reunindo elementos do samba, rock e dub sempre atrelados à música tradicional pernambucana, principalmente ao frevo. Através de seus versos, há um apelo maior relacionado aos conflitos urbano-sociais, como fica evidente em “Eu To Cansado Desta Merda” e “Bairro Novo/Casa Caiada”. Há também espaço para canções românticas como “Me Diga Que Não Foi Legal” e alguns temas instrumentais. O disco ainda conta com uma série de participações, que vão desde a lenda pernambucana Erasto Vasconcelos até estrelas da nova música brasileira, como Karina Buhr e Curumin.Os últimos anos foram marcados por turnês européias – ao todo quatro – confirmando o estigma “som brazuca” que a banda tem. Apesar disso, a Eddie é um exemplo de como utilizar elementos regionais sem que pareçam datados ou forçados , sempre soando originais . A colaboração com trilhas sonoras para o cinema nacional e diversas mudanças de elenco também fizeram parte do cotidiano da banda, que agora parece ter se estabilizado.Muitas vezes o nome da Eddie surge junto com os de Nação Zumbi e Mundo Livre S/A, bandas que surgiram na mesma época e tiveram maior exposição na mídia. Fábio Trummer e sua trupe são sobreviventes. Poucas foram as bandas que conseguiram se manter, por tanto tempo, no circuito alternativo, sem subir para o patamar de mercado que suas contemporâneas atingiram. Além disso , a Eddie sempre gozou de prestígio da mídia especializada e construiu um público fiel a ponto de ter seus shows sempre cheios.Confira a gravação do hit “Me Diga o Que Não Foi Legal” e entrevista com Fábio Trummer: http://tramavirtual.uol.com.br/noticia.jsp?noticia=7812

(por Trama Virtual – Fevereiro / 2009)
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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Opinião, Notícia e Humor


DESTAQUES
Wellington Salgado diz que apoio do PSDB a Tião Viana não vai impedir vitória de Sarney

Ao avaliar as consequências do apoio do PSDB à candidatura do senador Tião Viana (PT-AC) à Presidência do Senado, o senador Wellington Salgado (PMDB-MG) disse que permanece convicto da vitória do ex-presidente José Sarney (PMDB-AP). Na avaliação de Wellington Salgado, Sarney deverá vencer com facilidade, com uma diferença de mais de 30 votos.
- Acho que a gente continua tendo o mesmo número de votos. Acho que Tião Viana não passa de 25 votos. É o que ele vai ter, é o que ele tem que ter - disse.
De acordo com o Wellington Salgado, o PSDB decidiu apoiar o candidato do PT por não ter conseguido, na negociação com o grupo que apóia Sarney, garantir a presidência da
Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE).
- Já era esperado o apoio do PSDB a Tião Viana, quando eles tentaram fugir do Regimento Interno buscando algumas benesses, ou seja, queriam a CAE e a também a CRE - afirmou.
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Para Valter Pereira, adesão do PSDB à candidatura de Tião Viana não ameaça vitória de José Sarney

O 1º vice-líder do PMDB no Senado, Valter Pereira (MS), disse à Agência Senado que a adesão do PSDB à candidatura do senador Tião Viana (PT-AC) à Presidência da Casa "apenas tornará mais palpitante, mais emocionante" o pleito, não ameaçando a vitória do candidato de seu partido, o senador José Sarney (AP).
- Será uma disputa aguerrida, mas não a ponto de sinalizar algum risco - afirmou o senador, por telefone.
Para o vice-líder, José Sarney tem o número de votos suficiente para garantir sua eleição. Valter Pereira descartou "traições" na votação, que poderiam ser facilitadas pelo voto secreto.
- O voto secreto só pode provocar mudanças de tendências em eleições que não atingiram o grau de responsabilidade em que está o Senado Federal - afirmou.
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Em nota, PMDB diz que biografia de Sarney é garantia de gestão "fundamentada na eficiência e no fortalecimento do Parlamento"

O líder do PMDB, senador Valdir Raupp (PMDB-RO), emitiu um anota à imprensa no final da tarde desta sexta-feira (30) reiterando o apoio do partido à candidatura do senador José Sarney (PMDB-AP) à Presidência do Senado Federal. Na nota, Raupp contabiliza 19 votos dos 20 senadores da bancada peemedebista, já descartando o voto do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), que tornou pública a sua escolha pela candidatura do senador Tião Viana (PT-AC). Segue a íntegra da nota à imprensa.
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Abertura dos trabalhos legislativos ocorrerá na tarde do dia 2 de fevereiro

Após a eleição do novo presidente do Senado, que se dará na manhã da próxima segunda-feira (2) - disputam o cargo os senadores José Sarney (PMDB-AP) e Tião Viana (PT-AC) -, o Congresso realizará sessão solene de instalação dos trabalhos legislativos da 3ª sessão legislativa da 53ª legislatura, com início previsto para as 16h. O recém-eleito presidente do Senado, que também preside o Congresso, chegará ao Palácio do Congresso e participará da cerimônia de hasteamento das bandeiras das duas Casas, da salva de tiros, da execução do Hino Nacional e fará a revista às tropas.
Depois de subir a rampa, José Sarney ou Tião Viana será recepcionado pelos secretários-gerais e diretores da Câmara e do Senado. Na sequência, o novo presidente irá se encontrar, já na entrada do salão nobre, com o presidente da Câmara, também eleito na manhã do dia 2 de fevereiro, e com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, além de líderes partidários nas duas Casas.
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Papaléo é fiel ao Amapá e vota em Sarney

O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), confirmou o apoio da bancada à candidatura do senador Tião Viana (PT-AC), na disputa com o senador José Sarney (PMDB-AP) pela Presidência da Casa. Por telefone, Arthur Virgílio disse, à Agência Senado, que a decisão se deveu ao fato de o candidato do PT ter prometido ao PSDB uma sociedade para "um amplo trabalho de limpeza" do Senado, revendo hábitos, costumes e o próprio funcionamento da Casa.Fiel ao seu compromisso com o povo do Amapá, o senador Papaléo Paes (PSDB-AP) afirmou que votará no candidato do PMDB à Presidência do Senado, José Sarney (AP), embora seu partido tenha fechado questão no apoio ao candidato do PT, Tião Viana.Em entrevista à Rádio Senado, Papaléo disse que pedirá dispensa para votar em Sarney por fidelidade ao seu estado, o Amapá.- Não poderia privar meu estado do privilégio de estar representado na Presidência do Senado - disse.Papaléo disse, ainda, que embora tenha muito respeito por Tião Viana, sua amizade com Sarney é de longa data. Ele revelou que, em conversas anteriores com Tião Viana, sempre adiantou que, se Sarney decidisse se candidatar, votaria nele por lealdade ao estado do Amapá.
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Em entrevista ao RADAR ON-LINE, de Lauro Jardim, o senador Sarney estranha grosseria de Tião Medonho. Confira um trecho:

Lauro Jardim: Por que o senhor quer voltar à presidência do Senado?

Sarney: Estou atendendo a um pedido quase irresistível dos partidos e de quase todo o Senado. Quero prestar um serviço à sociedade e continuar o processo de modernização do Senado. Fui um modernizador no Senado. Criei o Centro de Processamento de Dados (Prodasen), contratei a Fundação Getúlio Vargas para melhorar as práticas administrativas da Casa, aumentei a transparência para que o cidadão possa acompanhar o andamento da destinação das verbas públicas. Além disso, estamos entrando num ano de crise econômica, que será profunda. Tenho, com a minha experiência, condições de ajudar a governabilidade do país.

Lauro Jardim:
O senador Tião Viana a propósito do senhor disse textualmente: "Ele está pensando que o senado é um fundo de quintal. Tem gente que tem uma visão patrimonialista da vida pública". O que o senhor tem a dizer sobre isso?
Sarney: Eu o conheço há muito tempo, mas não conhecia essa face grosseira do Tião. O que ele disse foi falta de respeito.
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Meu comentário:
A grosseria gratuita de Tião Medonho mostra desespero. Para quem conhece seu perfil, não é novidade. Sabe-se que não tem absolutamente nenhum apreço pela História da instituição “Senado Federal” e seus membros. Como já disse, prefere as ONGs internacionais. Demonstrou também que não sabe lidar com o poder. Ao agir como agiu perdeu mais dos poucos votos que tinha. Se eu fosse os senadores, de qualquer partido, ficaria mais atento. Se faz isso com o decano, um ex-presidente, imagine com os demais? Se é arrogante e agressivo agora, que nem foi eleito, imagine o moço depois? Vai dar coices e patadas em todo mundo

Para Demóstenes, Sarney será eleito 'sem problemas'

O senador Demóstenes Torres (DEM-GO) acredita que a decisão do PSDB de apoiar a candidatura do senador Tião Viana (PT-AC) à Presidência do Senado "não vai mudar o resultado da eleição" e aposta que o senador José Sarney (PMDB-AP) será eleito "sem problemas".
- Respeito a decisão do PSDB, mas ela não vai influir. José Sarney será o próximo presidente do Senado - disse Demóstenes Torres em entrevista à Agência Senado, nesta sexta-feira (30).
Para Demóstenes, as afirmações do próprio Tião Viana de que a candidatura petista já contaria nesta sexta-feira com 39 votos são "apenas otimismo pré-eleitoral". Ele acredita que não haverá dissidências de parlamentares dos partidos que apoiam o senador José Sarney.
- Traição vai acontecer nas fileiras do Tião - disse.
MANCHETES DO DIA

O Fórum Econômico, de Davos, foi marcado por alertas de que uma nova onde de protecionismo ameaça o mundo diante do agravamento da crise financeira. A Comissão Européia disse que vai contestar cláusula do pacote americano que proíbe a compra de ferro e aço estrangeiros - como europeus e brasileiros - para projetos de infraestrutura financiados com recursos do Tesouro. O pacote de Obama será votado em breve no Senado. Em Belém, no Fórum Social, os presidentes Hugo Chávez (Venezuela), Evo Morales (Bolívia), Rafael Correa (Equador) e Fernando Lugo (Paraguai) celebraram o "colapso do neoliberalismo de Davos". Greve na França levou um milhão às ruas.

Pacote habitacional prevê licitação para governo adquirir diretamente de construtoras imóvel a ser financiado ao comprador de baixa renda. Plano é financiar 1 milhão de novas moradias até o final de 2010 nas diversas modalidades previstas para reaquecer o mercado. Por meio de licitação, o governo quer comprar casas de construtoras para refinanciá-las pela Caixa Econômica Federal. A medida é parte de pacote que deve ser fechado na semana que vem. Os financiamentos beneficiariam quem tem renda mensal entre R$ 1.200 e R$ 2.200. O governo quer a construção de 1 milhão de moradias até 2010 em todo o pacote habitacional.

O pacote de estímulo econômico que será votado na semana que vem no Senado americano deve conter emenda protecionista exigindo que todo o "ferro, aço e produtos manufaturados" usados em projetos do pacote sejam "made in USA". A proposta, do senador democrata Byron Dorgan, prevê que os US$ 887 bilhões que o Senado deve aprovar para ressuscitar a economia americana sejam destinados exclusivamente a fornecedores americanos, segundo documento obtido pelo Estado. O Senado vai acrescentar US$ 68 bilhões em cortes de impostos ao plano de US$ 819 bilhões aprovado pela Câmara.

A taxa básica de juros (Selic), definida pelo Banco Central, vai cair mais depressa ao longo deste ano. Especialistas ouvidos pelo JB projetam, até dezembro, um índice de 9% - se confirmado, será o menor patamar da História. Mas advertem que o BC demorou a interpretar os sinais de recessão. A tendência de corte foi confirmada ontem, com a divulgação da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). A desaceleração da economia ajuda a queda. No ano passado, a indústria teve o pior trimestre dos últimos 10 anos: desabou 17 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2007.

Em meio à crise, a redução do consumo de energia elétrica por parte dos consumidores industriais cativos pode passar despercebida no faturamento de algumas distribuidoras que têm suas receitas provenientes principalmente dos consumidores residenciais. A população, em geral, não tem reduzido significativamente o consumo e mesmo que assim o faça, os fortes reajustes de tarifas neste ano vão ajudar a manter o faturamento. A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) prevê reajuste de 8% nas tarifas administradas de energia para 2009. Ou seja, afetará 75% do mercado consumidor do país.

O arquiteto Oscar Niemeyer voltou a voltou a se manifestar sobre a Praça da Soberania e a polêmica em torno da construção do monumento na Esplanada dos Ministérios. Em texto enviado ao Correio, ele considera que “a briga está boa”, mas que continua firme na “trincheira” (leia texto na íntegra ao lado). Niemeyer propõe a criação de uma comissão de especialistas para tratar das questões de arquitetura e urbanismo da cidade e encaminhar as soluções necessárias.

GAZETA MERCANTIL

Na tentativa de conter demissões, o governo federal acena com a possibilidade de socorrer mais uma vez o comércio de carros, só que agora os usados. O Banco do Brasil está perto de anunciar linha de crédito no valor de R$ 2,5 bilhões para as revendedoras de carros de segunda mão. Os recursos são provenientes do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), informaram fontes do Ministério do Trabalho à Gazeta Mercantil.

O ex-presidente brasileiro João Goulart não estava mais na condição de asilado político do Uruguai quando morreu em sua fazenda de Mercedes, na Argentina, em 6 de dezembro de 1976. A descoberta aumenta a suspeita de assassinato e também de que a versão oficial, enfarte por causas naturais, pode ser incorreta, acreditam o conselheiro do Movimento de Justiça e Direitos Humanos do Rio Grande do Sul (MJDH/RS), Jair Krischke, e advogado Christopher Goulart, do Instituto Presidente João Goulart e neto de Jango.

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ARTIGOS

A democracia que queremos (Jornal do Brasil)
Amargas contradições na aplicação das leis (Gazeta Mercantil)
Battisti e as relações Brasil-Itália (Correio Braziliense)
Brasil, o paraíso dos bandidos e torturadores (Jornal do Brasil)
Crise e política anticíclica (Valor Econômico)
Crise leva famílias de volta para a gestão das empresas (Valor Econômico)
Debênture do BNDES rende mais que nota do Tesouro (Valor Econômico)
Democracia ainda é aspiração universal (Gazeta Mercantil)
Estado frouxo (Correio Braziliense)
Maldito Estado, maldito mercado (Folha de S. Paulo)
Mudança de paradigma (Folha de S. Paulo)
O governo, a crise e as medidas tributárias (Valor Econômico)
O modelo argentino (Valor Econômico)
O novo Giuseppe Garibaldi (Folha de S. Paulo)
O que nos faz diferente desta vez (Folha de S. Paulo)
O verdadeiro Che Guevara (Valor Econômico)
Outro mundo (Folha de S. Paulo)
Saneamento é a receita (O Globo)
Um menu presidencial (Folha de S. Paulo)
Um trabalho necessário (Folha de S. Paulo)

COLUNAS

A onda que virá, nas eleições de 2009 (Valor Econômico - Política)
Ai, meu bolso (O Globo - Ancelmo Gois)
Anac não quer briga com aéreas (Jornal do Brasil - Informe JB)
De frente para a esfinge (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
Dilma na cabeça (O Globo - Panorama Político)
Economia baixa (Correio Braziliense - Ari Cunha)
Espelho, espelho meu... (Correio Braziliense - Brasília-DF)
Expectativa do governo sobre a crise piora (Valor Econômico - Brasil)
Indicadores trazem mercado à realidade (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
Instintos básicos (Folha de S. Paulo - Clóvis Rossi)
Mais uma reunião suspensa (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Mau sinal (O Globo - Merval Pereira)
Meia volta (Folha de S. Paulo - Painel)
Mordendo a língua (Correio Braziliense - Brasil S.A)
MP 441 será sancionada até o dia 2 (O Dia - Coluna do Servidor)
Números contam (O Globo - Panorama Econômico)
Obama e os militares: como sair do Iraque (Jornal do Brasil - Coisas da Política)
Onde a onda estoura (Folha de S. Paulo - Eliane Cantanhede)
Patrão nada bonzinho (Folha de S. Paulo - Mónica Bérgamo)
Vicunha ameaça fechar fábrica se ação antidumping não avançar (Folha de S. Paulo - Mercado Aberto)

ECONOMIA

"Nunca matei ninguém e não sou importante", diz italiano a revista (Valor Econômico)
Abimaq e CUT fecham proposta que envolve redução de carga tributária (Valor Econômico)
Acordos de redução de jornada e salários avançam nas autopeças (Folha de S. Paulo)
AES paga R$ 168 milhões à massa falida do Santos (Valor Econômico)
Ata deixa dúvida sobre corte (Gazeta Mercantil)
Ata do Copom revela intenção de promover novos cortes (Jornal do Brasil)
Ativistas pedem 'MP do emprego' (O Globo)
Ações da Sadia disparam com rumores de venda para a Perdigão (O Globo)
Banco amplia prazo para linha de capital de giro (Folha de S. Paulo)
Banco descarta contrapartida em empregos (Jornal do Brasil)
Banco do Brasil terá R$ 2,5 bi para girar comércio de usados (Gazeta Mercantil)
BC admite ‘contração’ e indica novo corte de juro (O Estado de S. Paulo)
BC atrasa início de leilões de rolagem da dívida (Valor Econômico)
BC indica que fará novos cortes de juros (O Globo)
BNDES dará socorro direto a montadoras (O Globo)
BNDES: investimento menor até 2012 (Jornal do Brasil)
Bolsa de SP interrompe sequência de 4 altas e cai 1,5% (Folha de S. Paulo)
Bolsa terá certificado digital de ações (Valor Econômico)
Bradesco cobra redução no compulsório para "spread" cair (Folha de S. Paulo)
Bradesco quer retomar a liderança do mercado (Valor Econômico)
Brasil quer menor dependência do dólar (Valor Econômico)
Cai reajuste do aluguel (Correio Braziliense)
Cargill faz acordo com Codesp e fica em Santos (Valor Econômico)
Carteira de crédito imobiliário do Santander cresce 70%, a R$ 11 bi (Gazeta Mercantil)
CMN amplia recursos do agronegócio (Gazeta Mercantil)
CMN aprova novo pacote de ajuda para o setor rural (Valor Econômico)
CMN dá mais prazo a exportador (Valor Econômico)
Com caixa, Neoenergia procura ativos no setor (Valor Econômico)
Companhias aéreas mundiais perderam US$ 5 bi em 2008 (Folha de S. Paulo)
Consumo de gás natural cresce mais de 20% em 2008 (Jornal do Brasil)
Corte de investimentos soma R$ 155 bi (Gazeta Mercantil)
Cresce o medo do protecionismo (Jornal do Brasil)
Crise pode levar inflação para abaixo da meta, avalia BC (Folha de S. Paulo)
Crise reduz investimentos planejados em 10%, apura BNDES (Valor Econômico)
Crédito para empresa com dívida externa sai na próxima semana, afirma Meirelles (Folha de S. Paulo)
Davos troca Adam Smith por Freud (Folha de S. Paulo)
Dívida pode crescer para restabelecer crédito (Valor Econômico)
Dívida pública tem plano no caminho certo (Correio Braziliense)
Em 2008, mais de R$ 150 mi foram para pagar juros (Valor Econômico)
Empresas desistem do São Francisco (Valor Econômico)
Enviada de Obama critica empresários (Folha de S. Paulo)
EUA pedem união de países para enfrentar a crise global (Jornal do Brasil)
Europa ataca plano dos EUA de proteção ao aço (Folha de S. Paulo)
Exportadores ganham prazo nos contratos de câmbio (Gazeta Mercantil)
FMI, quem diria, tomará US$100 bi do Japão emprestados e deve emitir títulos (O Globo)
Foco deve ser contra importação da China, afirma especialista (Folha de S. Paulo)
Ford deverá usar crédito bancário de US$ 10,1 bi (Valor Econômico)
Ford perde US$ 14,6 bi, o maior prejuízo em 105 anos (Folha de S. Paulo)
Fundos de bancos rendem mais na crise (Gazeta Mercantil)
Governo e PT ocupam o Fórum para reaproximar Lula dos grupos sociais (O Globo)
Governo projeta crescimento de até 14% na dívida pública (Folha de S. Paulo)
IGP-M cai 0,44%, a menor taxa desde 2005 (Folha de S. Paulo)
IGP-M recua 0,44% e registra a menor taxa desde setembro de 2005 (Gazeta Mercantil)
IGP-M registra deflação maior em janeiro: 0,44% (O Globo)
Indústria tem o pior quarto trimestre dos últimos dez anos (Gazeta Mercantil)
Indústria tem o pior trimestre desde 1999 (Jornal do Brasil)
Indústria teve no final de 2008 o pior trimestre em 10 anos, diz CNI (Folha de S. Paulo)
Indústrias têm o pior trimestre em 10 anos (Correio Braziliense)
IP tem prejuízo de US$ 452 mi no quarto trimestre (Valor Econômico)

POLÍTICA

"Eu nunca matei ninguém", diz Battisti (Jornal do Brasil)
"Se não dermos a solução da crise, ela virá de Davos" (Gazeta Mercantil)
A um passo da vitória (Correio Braziliense)
Ao custo de R$ 550 mil, Senado instala rádio no principal reduto de Garibaldi (Folha de S. Paulo)
Arruda orienta bancada (Correio Braziliense)
Bolsas dos EUA recuam com dados econômicos ruins (Valor Econômico)
Brasileiro discute crise com colegas (Valor Econômico)
Contabilidade inflacionada toma conta da Câmara (Jornal do Brasil)
Decisão de comitê contradiz todas as alegações de Tarso (Folha de S. Paulo)
Deputado usa 5 espelhos em busca de votos (Folha de S. Paulo)
Dilma defende uma mulher no Palácio do Planalto (Gazeta Mercantil)
Dilma: 'Eu ainda não sou candidata' (O Globo)
Dilma: país já pode ter mulher no poder (Jornal do Brasil)
Dirceu: MP recorre contra fim de ação (O Globo)
Emprego garantido (Correio Braziliense)
Explicação sobre a PEC dos vereadores (Correio Braziliense)
Federais têm professores que ganham R$ 383 (O Globo)
Governo ameaça fechar faculdades com ensino ruim (Jornal do Brasil)
Governo prepara restrição a direito de greve nos Correios (Folha de S. Paulo)
Itália tem 5 dias para falar sobre refúgio no STF (Folha de S. Paulo)
Lula encontra Evo, Chávez e Lugo e diz que ''deus mercado quebrou'' (O Estado de S. Paulo)
Maranhão: TJ afirma que vai corrigir as distorções listadas pelo CNJ (Folha de S. Paulo)
MEC pune três cursos privados de medicina no país (Folha de S. Paulo)
MEC suspende vestibular de dois cursos fluminenses (Jornal do Brasil)
MST exclui Lula de evento de presidentes (Folha de S. Paulo)
No PT, ameaça de dissidência (Correio Braziliense)
Oposição critica gasto maior com Bolsa Família (O Globo)
Oposição reclama e Lula ignora (Correio Braziliense)
Planalto tenta salvar Temer (O Globo)
Plateia petista aclama Dilma como candidata (O Estado de S. Paulo)
Por cargos, tucanos desistem de Sarney para apoiar petista (Folha de S. Paulo)
Presidentes pregam maior integração na AL (Gazeta Mercantil)
Processo confirmado (Correio Braziliense)
Protegidos da Princesa e de cofre mais cheio (Correio Braziliense)
PSDB vai apoiar candidato do PT no Senado (Folha de S. Paulo)
Risco maior para o governo está no Senado (Valor Econômico)
Rumo a 2010: Serra discute com presidente do PSDB palanques estaduais (Folha de S. Paulo)
Salário mínimo será de R$465 a partir deste domingo (O Globo)
STF dá 5 dias para Itália se manifestar (Gazeta Mercantil)
STF dá prazo de cinco dias para a Itália se manifestar no caso Battisti (Valor Econômico)
STF ouvirá Itália sobre caso Battisti (O Globo)
Stédile pede ação de presidentes em reunião a que Lula não foi convidado (Valor Econômico)
Terrorista diz que foi ajudado a fugir por serviço secreto francês (Folha de S. Paulo)
Tião aceita exigências do PSDB para ganhar apoio na disputa (Gazeta Mercantil)
Tião Viana acata exigências tucanas (Jornal do Brasil)
TVs têm benefício fiscal em troca de programa nacional (Folha de S. Paulo)
Uma guerra de bastidores pela Abin (Jornal do Brasil)
Universidades punidas (O Globo)
União libera R$ 86 mi para organização do evento (O Estado de S. Paulo)
Venezuela no Mercosul opõe Sarney a Lula (O Globo)
Vitória de Sarney pode ameaçar ingresso da Venezuela no Mercosul (Valor Econômico)

Presidência do Senado

O que está em jogo é a tese do 3º mandato
Por Said Barbosa Dib
Por causa da teimosia de Tião Viana em rachar a base governista, a cúpula do PSDB está conseguindo vender caro o seu peixe. Esqueceram o combate contra a tese do 3º mandato e estão comendo pelas beiradas. Sérgio Guerra, em entrevista à Rádio CBN nesta sexta-feira (30) pela manhã, confirmou a decisão da bancada de apoiar Tião Viana. A maioria da bancada decidiu apoiar Sarney, mas os caciques acham que as reivindicações do partido por cargos na estrutura do Senado podem render mais se o PMDB se sentir ameaçado. Até segunda-feira, muita água rolará. Faz parte do jogo nesta reta final. Mas, a verdade é que, dando corda aos tucanos, o senador do Acre e o PT só estão criando condições para que o presidente tenha que enfrentar dificuldades desnecessárias nos últimos meses de seu segundo mandato. Há o perigo de se empurrar o PMDB, o partido mais fortalecido nas eleições do ano passado, para fora da coligação que apóia Lula, o que seria péssimo para a candidatura de Dilma Roussef. A vitória de Temer e uma improvável derrota de Sarney representariam o fortalecimento da candidatura Serra em 2010. Todos sabem que dificilmente Sarney perderá, não só pela sua competência política e seu perfil de conciliador, mas também porque se tornou peça-chave para consolidar a candidatura Dilma Roussef. É esta a leitura de Lula. Sarney é figura de destaque no PMDB e pertence ao setor do partido que melhor vem contribuindo com o presidente da República. E Lula já teve provas suficientes de que, diferente de Michel Temer, que tem uma quedinha por Serra, o ex-presidente é fiança de que o PMDB continue na base. Uma ruptura implicaria a perda de pastas essenciais. São simplesmente seis ministérios. O que não é pouco. Por isso, Lula e sua candidata já estão irritados com Tião Viana, que, apenas preocupado com o próprio umbigo no Acre, não compreendeu ainda no que está se metendo. Não entendeu que o PMDB é elemento decisivo e tem que ser respeitado, pois elegeu 1.200 prefeitos, possui 4.671 diretórios municipais, no total de 5.569 cidades; tem 20 senadores, 95 deputados federais, 172 estaduais, 8.497 vereadores. Possui uma estrutura partidária nacional invejável, muito bem organizada e ampla. E é, por isso mesmo, fator de equilíbrio institucional. Uma improvável derrota de Sarney para Tião Viana atingiria toda a rede de articulação em torno do presidente Lula e de seu projeto para, depois de um mandato de Dilma, retornar a Brasília em 2014 ou 2015, se houver o fim da reeleição. Ou seja, uma pretensão com base nas regras eleitorais atuais, sem necessidade de reformar mais uma vez a Constituição. Os tucanos dizem que associam seu apoio à garantia de veto à tese do terceiro mandato. Sabem que Sarney na Presidência do Senado, diferente de Tião, fará justamente com que Lula não precise trilhar caminhos tortuosos para a democracia. Caso contrário, Lula será forçado a um “plano B”. Tentará fatalmente o terceiro mandato consecutivo. É este o perigo. E é o que os petistas querem: que Lula siga os caminhos de Hugo Chaves. Por isso, não por acaso, Aloizio Mercadante divulgou nesta quinta-feira (29) nota comentando a especulação segundo a qual Sarney teria se comprometido a "dificultar" a aprovação da adesão da Venezuela ao Mercosul. Mercadante não quer que o critério democrático seja um imperativo para os países do bloco, como sempre advogou Sarney, pois, junto com Tião, sabe que isto atrapalharia, no futuro, o projeto totalitário de setores do PT. É isso que está em jogo. Que os 13 tucanos do Senado analisem se realmente estão preocupados com o “3º mandato” ou se estão apenas interessados em barganhar cargos aqui e acolá. Tenho certeza que o líder Arthur Virgílio tem consciência disso e saberá iluminar os colegas.

Presidência do Senado

Tucanato, aproveitando a infantilidade e o pouco apreço de Tião Viana por Lula, está comendo pelas beiradas...

Usando como justificativa uma pretensa animosidade de Serra com Sarney, PSDB finge apoiar Viana para se dar bem com novos cargos... É a esta chantagem que Tião Medonho está submetendo Lula.

Num jogo de cena inteligente, o PSDB decidiu nesta quinta à noite fingir que dará apoio de seus 13 senadores ao Tião Viana (AC). A despeito da preferência da maioria da bancada pela candidatura do PMDB do senador José Sarney (AP), a cúpula tucana reuniu-se em Recife e, com o aval do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), decidiu optar pelo petista.
A estratégia espertalhona do partido ocorre porque a negociação com o PMDB empacou nos cargos. Quem definiu a chantagem foi o presidente nacional do partido, senador Sérgio Guerra (PE), em reunião com o líder no Senado, Arthur Virgílio (AM). Participou também Tasso Jereissati (PSDB-CE), que desembarcou ontem em Recife, de volta de uma viagem de férias ao exterior. Os tucanos estão famintos por cargos. Reivindicam duas posições na Mesa Diretora - a primeira vice-presidência e a quarta secretaria, além das presidências das comissões de Assuntos Econômicos e Relações Exteriores. Segundo os peemedebistas, o pleito ultrapassa a quota de poder que as regras regimentais reservam ao PSDB, definida de acordo com o tamanho de cada bancada no Senado. Se o imbecil do Viana não se mancar e não cair fora, estará municiando a oposição do tucanato contra o presidente Lula e a candidatura Roussef. Será que o meão não percebe isso ou estará mesmo em campanha contra Lula?
FMI defende nacionalizar bancos para salvar crédito

Enquanto o FMI (Fundo Monetário Internacional) recomendou abertamente ontem a nacionalização de bancos privados para enfrentar a atual crise de crédito, o secretário do Tesouro norte-americano, Timothy Geithner, afirmou que em breve anunciará um novo pacote de ajuda às instituições financeiras. Confrontado com a opção pela nacionalização de alguns bancos, Geithner afirmou: "Nosso sistema financeiro pertence a acionistas privados e é gerido por instituições privadas. Nós gostaríamos de fazer o possível para mantê-lo dessa maneira". Várias opções vêm sendo consideradas pelo Tesouro para a segunda etapa do socorro ao sistema financeiro, que deverá custar, no mínimo, US$ 350 bilhões. Essa é a segunda parcela do pacote de US$ 700 bilhões aprovado pelo Congresso no ano passado. Entre as saídas, figura a criação de um "banco podre" estatal. As instituições privadas transfeririam para esse "banco podre" os chamados títulos "tóxicos" (resultados de empréstimos malfeitos e sem garantias) de suas carteiras.
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A persistência das efemérides
Bruno Leal Pastor de Carvalho

Para os que gostam de efemérides, o ano passado foi bastante generoso. Três datas foram lembradas à exaustão pela mídia e por outras instituições: o centenário de Machado de Assis, os quarenta anos de maio de 1968 e, sobretudo, o bicentenário da transmigração da Família Real. Nunca fomos tão sensíveis ao passado e sua celebração.
Em artigo recente, o historiador Manoel Luiz Salgado Guimarães (UFRJ) observou que essas ocasiões são extremamente significativas para a compreensão de nossa sociedade, não apenas por revelarem que passados nos são mais valiosos que outros (e que, portanto, devem ser lembrados), mas por serem também momentos chaves para a elaboração de nossas identidades e projetos. Mas nem tudo parece ser uma simples efeméride quando o assunto é lembrar. Desde 2005, quando se comemorou o fim da Segunda Guerra Mundial, as ocorrências da palavra Holocausto, na Folha de São Paulo Online, um dos maiores jornais do país, têm sido lembrado cada vez mais. Naquele ano, foram 88 aparições da palavra. Em 2006, o número passou para 114 e em 2007, para 129. Em 2008, o número alcançou o número de ocorrências chegou a 155. Em 2009, tudo indica que a média será mantida. Esta semana, por exemplo, o rabinato supremo de Israel rompeu as relações com o Vaticano, em protesto pela decisão do Papa Bento XVI de retirar a excomunhão de um bispo que negou publicamente o Holocausto. Por que lembramos tanto de certos eventos? Por que a mídia tem valorizando tanto o passado, quando o seu foco, por excelência, é o presente? Estaríamos nos tornando homens-calendários?
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A criminalidade vai aumentar
Carlos Chagas

Do jeito que as coisas vão, chegaremos ao segundo semestre com um milhão de novos desempregados, a contar de outubro do ano passado. Ou não foram 665 mil até dezembro, mais pelo menos 100 mil este mês?
Não se dirá que os empresários dão de ombros para o drama de seus ex-empregados. Devem estar sentidos, mas, para eles, tanto faz como tanto fez. Estarão garantidos pessoalmente. Só que existe outro problema tão grande quanto o desespero dos que vai perdendo postos de trabalho, humilhados por precisarem recorrer ao pálido seguro-desemprego ou ao bolsa-família. Do milhão acima referido, quantos não resistirão à tentação ou à compulsão de buscar a marginalidade? Se for 1%, serão dez mil, mas poderão ser bem mais optando pelo crime, em especial em grandes centros como São Paulo, Rio, Belo Horizonte e outros. A falta de previsão tem sido característica centenária dos governos nacionais e estaduais. Preferem o imediatismo. Seria bom parar para pensar, especialmente numa hora em que o palácio do Planalto puxa a fila dos cortes orçamentários para enfrentar a crise.

Brasília
Internautas rejeitam Praça da Soberania

A consulta sobre a Praça da Soberania, que perguntou aos internautas se eles aprovavam a construção do novo projeto de Oscar Niemeyer, foi a que mais fez sucesso na história do novo portal do Correio Braziliense, lançado em abril do ano passado. Das 8h de domingo passado até as 20h30 de ontem, quando a enquete foi encerrada, 4.066 pessoas deram sua opinião na internet, e o resultado mostrou-se contundente: 75,87% dos votos, ou 3.085 leitores, se colocaram contra a construção da praça. A minoria, 24,13% ou 981 pessoas, votou no sim, indicando que gostaria de ver o obelisco de 100m de altura construído entre a Rodoviária e o Congresso Nacional. O projeto elaborado por Niemeyer prevê dois prédios na Praça da Soberania, um para abrigar o Memorial dos Ex-Presidentes e outro (o próprio obelisco) onde ficaria um museu sobre os progressos do país. No subsolo, um estacionamento teria 3 mil vagas. Quando a proposta foi apresentada ao governador Arruda, em 9 de janeiro deste ano, Niemeyer mostrou ainda o esboço da Praça de Eventos, localizada no espaço em frente ao Teatro Nacional. O local terá uma arena multiuso preparada, por exemplo, para grandes espetáculos circenses, um grande auditório e um terraço com vista de toda a Esplanada. Dê sua opinião: escreva para o e-mail leitor.df@diariosassociados.com.br

Gramática
Cefor disponibiliza Tutorial sobre Reforma Ortográfica

A Reforma Ortográfica pode não ser novidade na história da gramática portuguesa, mesmo assim a última, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula Silva, tem causado dúvidas e desencontros em relação às mudanças. Apesar de ter sido promulgado no ano passado, durante o governo atual, o decreto foi aprovado pelo Congresso Nacional em 1995. O Acordo Ortográfico passou a vigorar este ano, mas até 2012 serão aceitas as duas formas da escrita.Para confortar os cidadãos, o Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento –Cefor -, da Câmara dos Deputados disponibilizou, por meio do portal da Casa, um Tutorial sobre a Reforma Ortográfica da Língua Portuguesa. Trata-se de um programa virtual que além de apresentar as modificações sofridas pela gramática ao longo das décadas, demonstra a configuração atual da língua após o acordo.A navegação do Tutorial é auto-explicativa. Basta clicar nos botões "anterior" e "próximo", localizados na parte inferior da janela para acompanhar os esclarecimentos formulados pela equipe do Cefor.Acesse aqui a ferramenta
Fonte: Notícias Sindilegis

Os lados - bom e ruim - de todas as coisas
Por Flávio Riccocolaborou José Carlos Nery

A prostituição infantil virou assunto de rotina nos principais telejornais. Invariavelmente, aparece uma pauta, com lugares, personagens e histórias diferentes, revelando – antes de tudo – que este é mais um triste capítulo do cotidiano de nossas vidas e só uma peça de ocasião no irresponsável oportunismo de algumas autoridades. O jornalismo do SBT, por vezes tão combatido e criticado, está apresentando toda essa semana, uma das melhores séries de reportagens sobre o tema. Assinada pelo jornalista Sérgio Utsch, sem qualquer pieguice ou exploração barata, a matéria está sabendo denunciar o problema, mostrar o drama das crianças envolvidas e os inevitáveis riscos oferecidos aos seus antigos, atuais e futuros parceiros. A maioria não demonstra nenhuma intenção de interromper esta atividade, que em várias situações – como foi mostrado - começa em casa com o próprio pai. Por fim, lamentar que esta, como tantas outras questões sociais, só apareça na agenda dos nossos governantes em ocasiões propícias ou vésperas de eleições, mas ao mesmo tempo saudar e constatar a existência de oxigênio puro no jornalismo do SBT.
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Olha o "Pacotão" aí...

Concurso Marchinhas do Pacotão 2009
Por Pacotão

Pacotão solta a voz inteligente satirizando a classe política

Será sábado, 31, na Praça Vermelha do Conic, a partir das 12 horas, a escolha das marchinhas para o Carnaval de 2009. Para o tradicional evento - Concurso de Marchinhas do Pacotão 2009, mais de 20 músicas já estão devidamente inscritas. Claro que, o tema é livre desde que critique com inteligência e, sobretudo bom humor. Detalhe: O Politiburo - que é o grupo desorganizador do bloco, só não aceita paródias.
A surpresa que Pacotão promete para o seu imenso público de foliões é a edição de mais um CD, o décimo do bloco, com as 12 marchinhas classificadas, meticulosamente gravado, em um “Studio” de fundo de quintal, nos arredores de Taguatinga, tendo como maestro arranjador o veterano músico Nestor Rodrigues. Por sua vez, o colegiado de compositores como Joka Pavaroti, Wilsinho Red, Paulão de Varadero e festejado Cicinho Filisteu todos vêm abordando em suas musicas fatos do momento político do cenário brasileiro. E assim, a turma mete o malho em Lula, Arruda, na Dilma, em Gilmar Mendes, no Protógenes e até no Busch. Sobrou até para o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab.
Atenção, no Pacotão tudo é democrático e livre, é o que se diz: “é a bagunça na ordem ou a ordem na bagunça” e no fim tudo dá certo.

PS - Como sugestão de pauta: O renomado maestro da Unb, Jorge Antunes, está concorrendo esse ano com TRE (3) marchinhas.
SERVIÇO:
CONCURSO DE MARCHINHAS DO PACOTÃO 2009
Data: 31 de janeiro
Horas: a partir das 12 horas
Local: Praça vermelha no Conic
Maiores informações:Joanfi 9986-8897 // Cicinho: 8411-1481 // Brother 8575-5609
E-mail: pacotaofolia@gmail.com

"Castelinho": referência para o jornalismo político

Para que os jornalistas mais jovens tomem conhecimento, publico hoje informações sobre Carlos Castello Branco, piauiense de Teresina, um dos mais lidos e queridos jornalistas brasileiros. Membro da Academia Brasileira de Letras, manteve a sua coluna por décadas no Jornal do Brasil, sendo um marco do jornalismo político de qualidade. Embora eu não concordasse com muita coisa que escreveu, não há como negar seu talento. Mas isso não importa. O que importa é que, para quem deseja sequir a carreira de jornalista, não se pode desconhecer a história e a obra de “Castelinho”, como era carinhosamente chamado pelos colegas. Foi formado em Direito em Minas, mas acabou se dedicando por toda a vida ao jornalismo. Iniciou a carreira nos “Diários Associados”, em 1939. Trabalhou no “O Jornal”, passou pelo Diário Carioca e, logo depois, contrbuiu com o sucesso do “O Cruzeiro”. Na literatura, estreiou com “Continhos Brasileiros”, em 1952. Mas escreveria ainda diversos livros, como o romance “Arco de triunfo” (1959), “Introdução à Revolução de 1964”, 2 vols. (1975), os “Os militares no poder”, 4 vols. (1977, 1978, 1980 e 1981) e o excelente relato “A renúncia de Jânio” (1996), entre outros. Foi secretário de Imprensa de Jânio Quadros (1961). Com a renúncia de Jânio, assumiu a chefia da sucursal do "Jornal do Brasil', em Brasília. Ali nascia a famosa e respeitada "Coluna do Castello", que manteria até o fim da vida (em 1993) e que sempre fora prestigia e respeitada pelos políticos, pois tinha um profundo conhecimento dos bastidores do poder, sempre bem informado e com uma capacidade analítica especial. Como presidente do sindicato dos jornalistas do DF, foi destaque na luta pela liberdade de imprensa em pleno arbítrio militar. Foi eleito para a cadeira número 34 da Academia Brasileira de Letras, em 1982.

Para saber mais sobre o “Castelinho” e ler todas as suas colunas e muita coisa de sua obra, acesse:

. Site com todos os artigos do autor
.
Biografia
.
Castelo e o Sindicato dos Jornalistas do DF
.
Depoimentos de diversas personalidades da política e do jornalismo por ocasião dos 80 anos de nascimento de Castelo
·
"Colunas do Castello": acesse o conteúdo integral de 7.446 colunas publicadas diariamente no Jornal do Brasil, entre janeiro de 1963 e abril de 1993.
· Os livros escritos por Carlos Castello Branco, coletâneas e bibliografia secundária.
· Discursos pronunciados na Academia Brasileira de Letras e na Academia Piauiense de Letras.
· Algumas entrevistas e depoimentos do jornalista sobre sua trajetória.
· Correspondência: cartas a Adriana Zarvos, José Luis Magalhães, Nascimento Brito e ao filho Pedro.
· Textos sobre Castello Branco: de Abdias Silva, Alberto Dines, Aloizio Mercadante, Antônio Carlos Magalhães, Evandro Carlos Andrade, entre outros.